O Aquário - Asha Club parte 2



No restaurante, apos a segunda taça de vinho e muitas risadas, decidi assumir um pouco mais do controle. Afinal, a postura de gentileza, de charme, de firmeza... a minha voz rouca, entoada, minhas mãos musculosas e com veias dilatadas, meus olhares e gestos sempre foram moldados pelo estilo Macho Alfa. E ela se permitiu ocupar a posição de dama.

No meu jogo de sedução eu gosto de desafiar. Comecei brincando com ela de avaliar os casais sentados nas mesas ao nosso redor. Pode parecer mesquinho isso, mas brincar fantasiando o que cada casal parece gostar, pode se tornar divertido.

Ao lado, um casal em silencio um com o outro. Ambos nos seus celulares. Ela logo imaginou que o que cada um gostava era do seu proprio amante, já que nao desgarravam do celular. Logo atrás, um casal novinho, lindos, sensuais, sentados bem proximo um do outro, quase que no colo. Esses eu julguei como aqueles romanticos, que transam em luz de velas, olhando nos olhinhos um do outro. No máximo estourando uma champanhe e experimentando as bolhas escorrendo pela pele dela e enxarcando uma xoxota rosinha.

Ela me interrompeu e me fez a pergunta que eu queria que fizesse:
- "e nós dois? O que eles devem estar pensando sobre nós?"
Bingo! Consegui induzir o pensamento.
- "... devem estar pensando que você será devorada de formas altamente pornográfica nessa noite."
- "... devorada? De forma pornográfica? Voce quer dizer com camera e tudo?"
- "não necessariamente, mas que vamos deixar os expectadores do Xvideos com água na boca, isso nós vamos..."
- "vamos? Como assim? Estou curiosa..."
- "vou te explicar, mas antes eu preciso que você faça algo. Se não fizer, não vou te contar nenhuma palavra do que preparei...!"
- "malvado. Olha lá o que você vai pedir..."
- "eu quero algo simples. Quero sua calcinha dentro desse copo. Agora. Você não pode sair dessa cadeira. Mas essa calcinha nesse copo é a sua missão." Olhei pra ela com olhar sério, exigente, sacana.
Ela ficou vermelha. Ela nunca tinha feito aquilo antes. Começou a se mexer na cadeira, olhando para o teto, como quem imagina uma forma de cumprir essa missão. Sorriu e decidiu tentar. Ela se levantou naturalmente afastando a cadeira um pouco mais distante da mesa para ganhar espaço. Ao se sentar, rapidamente puxou as alças da calcinha pela lateral da saia deixando-a em seus joelhos. A calcinha estava enroladinha em suas coxas quando o garçon se aproximou da mesa e discretamente notou a cena. Ela ficou vermelha e sorriu. Olhando para ele, boqueaberto, ela disse:
-"moço, estou cumprindo uma missão... não me deixe mais envergonhada do que já estou...!" Disse a safada terminando de tirar a calcinha pequenininha, enrolando-a e amassando em uma mão, e entregando a mim.
O Garçon muito gentil, apenas sorriu a ela e a mim, ofereceu mais um pouco de vinho e agiu como se nada tivesse acontecido.
Aquela calcinha era pra mim o meu troféu. Dali por diante eu já sabia que estaria no controle.

Após pagar a conta, nos dirigimos entao ao Tatu Bola. Musica ao vivo, mas por pouco tempo. Antes das 23h00 o show encerrou, mas nosso tesão pedia mais. Eu então avisei a ela que nosso próximo compromisso estava nos aguardando. Mantive mistério, não dei detalhes, apenas chamei o uber e a coloquei no banco de trás ao meu lado sem informar o destino.
Andamos por cerca de 25min e chegamos no Asha Club São Paulo. A Balada liberal conhecida como a mais elegante da cidade.
A noite estava quente, a fila estava vazia. Fizemos as apresentações dos documentos, pegamos as comandas, e ao entrar estava sendo anunciado o show de strip tease.
Enquanto eu ia até o bar buscar nossas bebidas, ela se aaproximou do centro da pista de dança. Entre muitos casais e algumas pessoas solteira, o dançarino a escolheu como voluntária para participar do seu show.
Muito extrovertida, lá foi ela. Sorrindo, de vestido, sem calcinha!
Ele usava uma fantasia de Marinheiro, um "Cap" branco, colarinho com gravata borboleta. Forte, musculoso, sem camisa. Uma calça de cetim frouxa, nitidamente sem cueca. Aquele homem tinha um pau enorme, visilmente. Ele a colocou no centro, retirou um lenço do bolso e a vendou.
Começou a dançar em torno dela, tocando em seus cabelos, passando a mão em sua cintura. Em sua coreografia incluia encoxadas por trás, pela frente, deslizava a mão em suas pernas. Foi perceptível o tesão que ela estava sentindo até que todos conseguiram ler os labios dela dizendo:
- "Moço, ESTOU SEM CALCINHA" - todos riram.
E o safado do striper, se aproveitando da liberdade que encontrou, cochichou no ouvido dela algo que nunca saberei dizer o que era. Surpreendendo todo o publico, ele se ajoelhou na frente dela, ainda de olhos vendados. Começou a farejar suas coxas fazendo-a rir e tremer. Mordendo levemente, brincando, até de repente levantá-la pelas pernas e coloca-la em seus própios ombros com a sua virilha voltada para a boca dele. Foi o ápice do show. Todos aplaudiram enquanto ele aproveitava para chupar um pouquinho daquela bucetinha.
O show encerrou, retirou-se a venda dos olhos, e ela sorrindo me beijou agradecendo a surpresa.
- "Ainda tem coragem para mais, gostosa?!" Perguntei em seus ouvidos.
Antes que ela me respondesse, no meio da pista de dança, pegando-a por trás, entrei com minha mão por debaixo de sua saia. Não nos importavamos com pessoas olhando, isso até nos excitava mais. Comecei a tocar sua xana molhada enquanto ela se derretia pressionando a bunda em meu pau. Enfiei dois dedos naquela buceta enquanto a outra mão segurava o seu pescoço fazendo uma leve enforcadinha. Minha pica novamente dura e rígida trepidava dentro da minha calça.
- "vem comigo, delicia, quero fazer algo com você...!" Ela me olhou de forma um pouco temerosa, mas com desejo.
Fomos então em direção ao espaço reservado da boate. Para quem nao conhece, é o local onde as pessoas escolhem cenários para suas experiencias.
Eu queria usar alguma cabine para ela experimentar o Glory Hole, mas estavam vazias com corredores tambem vazios. A minha intenção era comer aquela safada de uma forma unica. Não podia simplesmente ser em um quarto fechado. Eu queria mais que isso.

Encontramos o famoso "Aquário". Entramos, fechamos a porta. Áquario é um nome propício. Todas as paredes, exceto uma são de vidro. A Unica que não é transparente, é um espelho. Todos de fora podem assistir o casal que estiver dentro do aquário.
Ali dentro ela se soltou totalmente. EM beijos avassaladores eu a pressionava contra uma das paredes apertando minha pica contra a bunda dela, puxando os cabelos pela nuca e apertando seus seios. Ela, com fome, levava a mão até meu pau e tentava abrir o botão da minha calça. Com um pouco de força ela me afastou e me empurrou para a outra parede do cubículo e, segurando meu pau e meu rosto, beijava minha boca.
Abri o botão, baixei o zipper e ela puxou o meu pau para fora. Apontando para cima. Grosso, com as veias turgidas de sangue. 19cm modestos para usar.
Ao redor do aquário começaram a se juntar pessoas. Enquanto ela me chupava com muita intensidade, percebi mulheres se aproximando acompanhadas por seus maridos. Sorriam e comentavam palavras que nao era possivel ouvir.
Um marido masturbava a esposa que assistia. Outra esposa se esfregava em seu marido nos assistindo.
E o boquete acontecendo enquanto eu percebia o ambiente.
Ela se levantou puxando todo o vestido para cima, ficando nua. Arrancou o sutiã e me colocou sentado no banquinho do Aquário. De costas para mim, de frente para a platéia, ela se sentou encaixando sua buceta apertadinha na minha pica.
Senti a pressão daquela xana apertada, molhada, no inicio, e de repente, ela engoliu meu pau profundamente. Nossos corpos estremeceram juntos. Eu sentia o fundo daaquela buceta apertando a cabeça do meu pau. Sentia, em cada sentada, o útero roçando na ponta da minha vara.
Em todo tempo ela de frente para o público que se animava e comentava.
Cansada ela se levantou, bamba, trêmula. Sem força.
-"Acaba comigo. Só não deixa ninguém entrar", ela pediu." Me fode e mata essas vadias de inveja, vai...?"
Eu a coloquei apoiada de quarto no banquinho e separei suas pernas enquanto eu tirava minha camisa. Confesso que exibi um pouco da minha pica antes de enfiar.
Pincelava naquela racha molhada, batia com o pau naquele cuzinho, dava tapas e me masturbava.
As mulheres assistindo pareciam se excitar. Os homens as colocavam na frente para assistirem melhor.
Eu comecei enfiando devagar, movimentando a entrada com pressão e tirando completamente o meu pau para enfiar novamente em seguida com mais pressão ainda.
Em cada enfiada ela gemia. Aumentei o ritmo puxando-a pelos cabelos. Acelerei as estocadas por alguns minutos até estarmos suados. Ela gemia alto, tremia a perna. Ora se apoiava em ambas as mãos, ora ela se tocava simultanemente as penetrações intensas.
Eu percebia o seu extase chegando e entendi que ela queria.
Com uma mão eu tapei a boca dela com força, como se impedisse de gritar. Com a outra puxava seus cabelos. Aumentei a intensidade enquanto metia ouvindo sua respiração ofegante.
-"... voce pediu para que eu acabasse com voce, sua safada! Queria ser comida por um macho, putinha?! Agora vai gozar enquanto todo mundo assiste, putinha..."
Meti mais, e dava tapas na bunda. Meti mais e então apertei suas costelas. Enquanto ela pedia mais, pedia tapas e eu amassava minha mão contra a pele dela.
Em um grito intenso ela gozou. Um orgasmo forte. Daquela buceta rosinha minavam os esguichos de tesão. Foi quando então eu aproveitei e a puxei coloquei encostada no banquinho e me entreguei ao orgasmo lançando jatos quentes de porra em seus peitos e abdomem.
Ofegantes e suados, ficamos inertes por alguns minutos. Imóveis.
Precisavamos reagir e nos vestir... a platéia já havia se dissipado, era hora de limpar toda a sujeira e nos vestir novamente.
Enquanto eu me vestia, ela, com a ponta de um dos dedos, pincelou um pouco do leite sobre seus mamilos e levou até a boca...
-"puta que pariu, primo, que porra é essa!? Literalmente....!" E engoliu como quem saboreava uma sobremesa... você me paga, seu puto..."


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Ficha do conto

Foto Perfil dan1982
dan1982

Nome do conto:
O Aquário - Asha Club parte 2

Codigo do conto:
276581

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
06/11/2026

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