Me chamo Henrique, e hoje vou contar do dia que fui usado por dois nóias.
Moro em Campinas, interior de SP e o caminho de volta pra casa era meio perigoso. Na época trabalhava como atendente de uma farmácia, próximo ao Cambuí, e eu passava por uma praça onde por ali sempre tinha alguns usuários, pessoas em situações de rua e tal.
Passei por um rapaz que estava sentado em um banco que sempre o via por ali, vestia blusa preta e bermuda tactel, com boné preto escondendo bem os olhos, que ao me ver me perguntou se eu tinha um cigarro
- Poxa, foi mal, mas não fumo. - respondi educadamente
- Já é. Tem um trocadinho aí pra me arrumar então pra eu comprar algo pra comer? - tentou pedindo uma grana
Até olhei na minha mochila, mas não tinha nada, acabei achando um pacote de bolacha, e tirei pra lhe entregar.
- Eu tenho essa bolacha aqui, se quiser, pode ficar - chegando perto pra entregar.
Como estava saindo do trabalho e era uma noite quente, estava apenas com uma camiseta branca básica dessas de treino, mas estava com um short curto, que marcava bem minhas coxas e minha bunda e conforme fui me aproximando, os olhares dele mirou pra minha bunda.
- Poxa, valeu maninho! Eu tô com tanta fome que até te enrabava em agradecimento - disse pegando a bolacha com uma mão, enquanto a outra apertava levemente o pau por cima da bermuda
- HAHAHA! Nossa - só soube responder isso, ficando sem reação
Fiquei um pouco próximo, já que ele puxava papo, enquanto comia e pude ir observando mais, e de rosto, ele não era tão feio assim, então pensei que poderia ver se rolava algo né
- Cara hoje tá tão quente né, noite tá boa pra tomar uma geladinha, ficar de boa né? - respondi pra ele depois de um tempinho
- Ah sim, a noite tá boa mesmo, eu tô sempre por aqui e pra dormir é melhor mesmo, hoje consegui até tomar um banho, tô até limpinho - ele falou orgulhoso
- Acho que já te vi por aqui mesmo, mas tá sempre com um outro carinha né? Cadê ele? - perguntei
- O Fabrício? É meu irmão. Deve tá no banheiro mijando ou comendo alguém. A gente veio pra cá tentar a vida, mas acabamos não achando emprego e ficamos vagando pelas praças, vendo se conseguimos um trocadinho, uma comidinha, um cusinho haha
- E conseguem achar? - perguntei
- Trocado e comida até que sim, cu acho que achei um hoje. Topa ir lá no banheiro? Tô a dias sem gozar.
Não pensei direito né, pois podia ser uma emboscada e eu acabar sendo até assaltado, mas acabei aceitando e fui seguindo ele, que levantou num pulo em direção ao banheiro da praça.
O banheiro estava vazio e me choquei em ver que era limpinho, dentro do possível de um banheiro público, ainda mais de uma praça, me levou pra última cabine, que era de deficiente, me sentando na privada e já colocando o cacete pra fora, grande, moreno com aproximadamente 19 cm, bem peludo na minha boca.
“Se eu for rápido e ele gozar, acho que consigo sair de boa” pensei, e continuei mamando.
Fiquei chupando aquela rola, chupando as bolonas peludas dele por uns cinco minutos, quando ele me levanta, me colocando de costas e tirando minha bermuda, tentando passar o dedo melecado no meu cusinho, anunciou:
- Cara, vou meter nesse seu cu
- Põe a camisinha - lembrei de falar, mas já senti a cabeçona me abrindo e tive um espasmo de susto, dando um leve grito, que com a rapidez dele, correu pra tampar minha boca
- Cala boca viado, se não ouvem e acabam com a graça
Tarde demais, entrou alguém no banheiro, procurando por alguém.
- Jorge, é você que tá por aqui? - chamou uma voz grossa, mas tranquila
- É meu irmão - disse ele cochichando no meu ouvido - Sim mano, última cabine - disse alto, abrindo a porta e dando espaço pra ele entrar
- Eita porra, tá macetando um viadinho já? - falou, fechando a cabine e observando
- Fica quieto caralho, se quiser, deixa ele te mamar que a putinha mama bem. - me oferecendo pro irmão.
Ele não era feio também não. Era bem parecido com ele, aparentemente mais novo, porém, tinha barba mais cheia e os cabelos levemente comprido, próximo aos ombros, que já estava tirando a rola pra fora, do tamanho parecido também, porém depilada e um pouco mais fina.
- Deixa eu ver se mama bem mesmo, por na boca então - disse
E lá estava eu, com uma rola na boca, outra no meu rabo, sendo feita de vagabunda num banheiro público, o que confesso que o medo de ser pego ali naquele estado estava me deixando cada vez mais excitado, que fez com que eu me entregasse cada vez mais.
Rebolei naquela pica, lambi cada centímetro do outro pau, Jorge encheu meu cu de gala e deixou o irmão meter também, que colocou de uma vez e logo gozou.
Me fizeram limpar o pau deles todo com a boca e se despediram, falando pra passar mais vezes por ali pra visitar eles, me deixando completamente acabado naquela cabine.
Tentei tirar toda a porra que estava no meu rabo, me arrumei rapidão, e saí o mais rápido de lá, pois a aventura já estava completa até demais.
Depois daquele dia, comecei a me sentir ainda mais atraído por nóias e pessoas em situação de rua que confesso que logo logo irei trazer uma outra história que me ocorreu depois de um trabalho voluntário que fiz com pessoas em vulnerabilidade. Bjs!
pass31leitado