Bem, vamos ao conto. Isso foi no ano de 2013. Morava na Região dos Lagos – RJ, porém por questão profissional tinha um apartamento em Niterói, onde ficava durante a semana e no final de semana pegava a estrada, para minha residência habitual. O condomínio possuía mais de 10 blocos. Havia uma portaria onde ficavam dois porteiros por turno, que também seriam os seguranças do condomínio. Como o espaço era muito grande e a maioria dos carros ficavam nas áreas descobertas, como se fossem ruas de acesso aos blocos/apartamentos.
Na época tinha um carro que, ao desligar a chave, necessitava que faróis fossem desligados por um botão a parte.
O foco do conto vai ser no porteiro/segurança César. Ele era um cara de 1,90 mais ou menos, uns 95 kg, parrudo, cabelo baixo, barba cerrada mas sempre raspada. Tinha uma expressão que marcava, era um cara que aparecia. Era muito educado ao falar e tinha uma voz suave. Um dia à noite, por volta das 22h toca a campainha e, ao atender, era o César. Ele usava o uniforme (calça preta de tecido fino, camisa cinza de botão (dava pra ver uns pelinhos pela gola), de manga curta com a logo do condomínio). Para quem já leu contos meus, sabem que macho que usa uniforme me deixa cheio de tesão. Muito educado ele me disse que os faróis do meu carro estavam acesos e, caso ficassem a noite toda assim, poderia descarregar a bateria. Burro que fui, o atendi na porta mesmo, agradeci pela gentileza e fui lá embaixo desligar os faróis.
Passado umas semanas, cheguei no condomínio mais tarde, após 1h da manhã, já meio chapado porque tinha bebido junto com amigos. Eu quando, meu lado viadinho se aflora. Ao entrar pelo portão do condomínio, quem está na guarita era o César. Ele até veio falar algo comigo e joguei uma letra, não lembro exatamente o que falei, mas dei bastante bandeira e fiquei secando o volume dele. Ele percebeu e aí que eu vi que ele curtia um viadinho.
Ele falou “o senhor está bem esperto heim. Deve ter bebido direitinho.” Respondi “tô mesmo e querendo fazer algo diferente”. Perguntei “posso te elogiar?” O álcool me deixa com tesão e cheio de coragem. Ele respondeu “claro que sim”. Você tem um volume delicioso”. Ele “se quiser experimentar, pode parar o carro ali na frente e vir aqui na guarita. Esse horário não aparece ninguém aqui”.
Corri e estacionei o carro mais a frente pra não dar muita bandeira para os apartamentos próximos à portaria e voltei correndo para a guarita. Parei do lado de fora e ele já estava lá dentro. Me fez um sinal para entrar no banheiro que tinha dentro da guarita.
Entrei e sentei no vaso e fiquei com meu rosto na altura da sua cintura, embora ele fosse bem alto.
Gente, ele veio e tirou o pau pra fora, só pelo zíper (adoro isso). Era um pau que já estava meia bomba, com a cabeça já arregaçada. Mais que depressa, cai de boca naquele pau. Foi endurecendo e era um pau muito grosso e de tamanho expressivo. Uns 19 ou 20cm, cheio de veias. Mamei igual a um louco: passei a língua na cabeça, lambi toda a extensão, voltava pra cabeça e engolia. Sugava o máximo que podia. Ele sufocava o próprio gemido por causa do risco e eu sugava aquela maravilha de pica. Ele segurando minha cabeça e forçando, socando ela toda dentro, chegando ao fundo de minha garganta. De vez em quando eu fazia força pra tirar porque eu estava sufocando. A jeba era grossa.
Lembro da felicidade em ter aquele macho socando minha boca e forçando. Eu engolia, lambia, sugava e sentia aquela baba, tipo um pré-gozo. Meu pau explodia dentro da cueca (não tirei pra fora). O perigo era tanto, o risco de aparecer alguém, que eu só queria servir aquele macho grandão que estava se deliciando com a minha boca. Eu mamava desesperadamente, tentando sentir o máximo aquele pedaço de carne.
Uns 10 minutos depois, ele acelerou as socadas na minha boca e o pau dele começou a inchar e a latejar. Daí, ele se contorceu todo e espirrou aqueles jatos de porra na minha garganta. Era tanta porra que quase engasguei e ameacei tirar o pau, mas ele não deixava e aquele leite ainda deixou minha boca toda lambuzada, fora o que eu engoli. Ele gemia baixinho e pareceu ficar todo relaxado e o pau foi amolecendo na minha boca. Aí, como boa puta, limpei gostoso aquela rola com a minha boca e ele guardou rapidinho na calça.
Ele foi verificar se eu podia sair, fez sinal e corri para o meu carro e fui estacionar mais próximo do meu apartamento.
Chegando em casa, tomei um banho, bati uma deliciosa punheta e gozei horrores. Ainda de madrugada liguei do interfone para a portaria e ainda falei umas putarias e combinamos de marcar outro dia uma sacanagem mais completa. E ele falou que, se no dia que foi me avisar sobre o farol ligado, tivesse convidado pra entrar no meu apartamento, ele me daria leite. Depois fui dormir levinho e feliz por ter conquistado aquele macho. Em outro conto, descrevo como foi quando a gente se encontrou e comecei a dar uma moral pra ele. A foto do pau lembra um pouco a rola dele.
Pessoal, tô gostando de receber um feedback legal dos contos. Quem mandar mensagem ou chamar no zap, responderei com o maior carinho. Se for de próximo a Niterói, Maricá ou, dependendo do lugar do Rio, se a conversa avançar e a gente, em conjunto, pode ver alguma possibilidade de encontro. Só que, por opção e discrição, não envio foto de rosto, de início. Zap 21 99859-5518 ou manda mensagem por aqui.
