De repente ouço um rapaz, do outro lado do tapume, no canteiro de obras, me chamar.
“Psiu” olho pra ele.
“Que horas são?” ele perguntou.
“15 pra meia noite” eu disse. Ele desceu. Não tinha notado a malícia dele até olhar denovo para o lugar q ele estava e ver ele me observando de canto de olho. Eu desviei o olhar, no reflexo, e senti meu corpo arder em chamas. Eu queria aquilo. Olhei pra ele novamente, ele continuava me observando. Encarei e ele deu um sorriso de canto de boca.
Ele acenou com a cabeça para o lado, indicando a direção que eu tinha que ir. Não pensei duas vezes, apenas fui para o lugar que ele tinha indicado, havia uma porta improvisada pro acesso dos funcionários e ele abriu pra mim, e foi quando finalmente vi o que me aguardava. Era um homem alto, negro, cavanhaque. Tinha um corpo forte, um pouco gordinho, do jeito que eu gosto. Usava uma regata rosa e uma calça jeans. Ele me mandou entrar e eu simplesmente segui, ja estava entregue. Paramos em um canto e ele começou a abrir o ziper da calça sem mais nem menos.
“Ajoelha” ele disse e eu obedeci.
Ele botou aquela pica preta veiuda e grossa (devia ter uns 19cm) pra fora e eu comecei a mamar. Enfiava aquela pica toda na minha boca e sentia ele forçando contra o ceu da minha boca. Tentei me afastar um pouco, pra apreciar aquele cacete e lamber cada centímetro, mas ele tomou conta de mim e enfiou rola na minha garganta.
“Engole, putinha!” ele disse, e eu não tinha o que fazer. Apenas sentir aquele mastro fuder a minha garganta com força e ouvir ele delirando de prazer.
Depois de uns minutos fodendo minha boca, ele me levantou e abaixou minhas calças. Eu não estava pronto pra dar meu cu, mas não recuei. Ele chupou meu cuzinho com vontade, e dedou bastante.
“Ai meu cuzinho, ta doendo!”
“Quer pica no seu cu vagabunda?”
“Quero, fode meu cuzinho” eu dizia enquanto ele me dedava.
“Quer rola preta nesse cu?”
“Quero, me dá!” Eu falava sem saber o perigo q ele estava correndo.
Ele não tinha lubrificante e nem eu. Então começou a forçar aquela piroca na porta do meu cuzinho, ate entrar. Eu senti muita dor mas não pedi pra parar em momento nenhum. Ele forçou e aquela pica abriu todas as minhas pregas, eu vi estrela. Ele começou a socar devagarinho enquanto minha bunda ia se acostumando com aquele cacete, e começou a socar forte em mim, sem dó nem piedade. E eu estava entregue, apenas recebendo pirocada gostosa. E ele não parava de me fuder, parecia uma maquina me comendo sem parar.
“Vai sua puta, toma pica preta nesse rabo” ele dizia enquanto dava tapa na minha bunda e me puxava pelo cabelo.
“Fode gostoso essa puta vai meu macho” eu respondia, com voz manhosa de quem tava sendo tratada por um macho gostoso.
?Ele avisou que ia gozar e começou a apertar minha barriga
“Ahhh eu vou gozar”
“Me da leite no cuzinho vai. Leita esse cuzinho arrombado vai.”
Dito e feito. Ele estocava e eu sentia a pica dele pulsar enquanto seu leite grosso e quente preenchia meu buraquinho.
Ele tirou a pica do meu cu, ofegante. Disse que tinha um banheiro que eu poderia usar.
“Quero levar sua porra dentro de mim até em casa, sou seu depósito” eu falei e ele revirou os olhos de tesao e me deu um riso safado.
Depois disso eu voltei pro banco, pra esperar o onibus, com o rabo cheio de leite. Cheguei em casa e bati uma punheta gostosa pensando nele. Gozei muito leite com a porra dele no meu cu.
Passei outras vezes la no mesmo horário, mas nunca o vi de novo. A obra na estação infelizmente também terminou.
Tenho de encontrar uma obra assim....rs
Ficou o gostinho de quero mais...delícia