Quando entrei, ele me recepcionou com um abraço e pediu pra eu entrar.
"Fique a vontade" disse ele. Akim era seu nome, ou pelo menos foi o que ele me disse.
Então eu entrei e ele me guiou pela casa dele, era um lugar muito bem arrumado, moderno. Ele me disse que dividia o apartamento com um colega e que as vezes eles faziam putaria juntos também, mas o amigo dele estava viajando e eu seria só dele hoje. Eu ri e disse que era mais que suficiente. Ele me levou pro quarto dele e antes que eu pudesse reparar em alguma coisa ele ja me puxou para um beijo gostoso, e foi enfiando a mão na minha bermuda, apertando minha bunda. Eu rapidamente coloquei a mão sobre seu pau, que ja estava duro por debaixo da bermuda tactel. Ele nem esperou muito antes de tirar a bermuda e me forçar a ajoelhar. Quando eu encarei aquela pica grossa, um misto de sensações me invadiu. Tesão, desejo, receio, tudo junto me fazendo hesitar em continuar. Mas ele não me deu opção, e empurrou minha cabeça em direção àquela piroca grossa que me encarava. E eu mamei aquele pau todinho, até minha boca secar de tanto mamar. Chupava aquele cacete todo, me lambuzava em cada centímetro daquela piroca veiuda com cheiro de macho que me entorpecia e me deixava cada vez mais entregue. Eu me deliciava em cada detalhe daquele homem, e olhava pra cima apreciando enquanto ele revirava os olhos de tesão. Foi quando ele sentou na cama e me fez ajoelhar para continuar mamando, e eu chupei aquele homem por uns vinte minutos. Quando olho pra cima, ele está com um beck na mão fumando e aquilo me encheu de tesão. Ele mandou eu parar e fumar um pouco com ele e eu logicamente obedeci.
Quando terminamos, o pau dele estava ainda mais duro e ele disse que agora queria meter em mim e que gostava de meter até gozar sem parar. Eu fiquei com receio, sem saber se ia aguentar a marretada daquele homem, mas me entreguei ainda mais e virei minha bunda toda empinadinha pra ele. Ele lambeu meu cuzinho todinho, deixou todo babado, enquanto dava tapas na minha bunda mas eu tava anestesiado de tesão e nem senti que minha bunda ja estava vermelha. Eu abaixei minha cabeça só para sentir a cabeça daquela pica forçando contra o meu cu. Ele enfiou bem devagarinho e eu comecei a rebolar na pica dele para conseguir entrar melhor. Ele soltou um urro de tesão e eu comecei a rebolar ainda mais forte e ele começou a meter no meu cuzinho sem dó nem piedade. Ele me fudeu até eu ver estrela e não parava por nada. Senti o suor dele escorrer na minha bunda e eu fiquei ainda mais com tesão.
"Não queria pica, vagabunda?" ele gritava e eu fazia que sim com a cabeça enquanto dava um sorriso malicioso, olhando nos olhos dele. E parece que funcionava pois quando eu fazia isso ele começava a meter mais fundo e mais rápido. Eu já não sentia mais dor nenhuma, a pica dele entrava e saía do meu buraco sem eu nem sentir. Então ele avisou que ia gozar e perguntou se eu queria dentro e eu fiz que sim. Então eu senti meu rabo sendo inundado por aquele leite grosso e quente enquanto ele metia cada vez mais fundo e seu pau pulsava contra as paredes do meu rabo. Ele tirou e eu me joguei na cama, extasiado e sem forças pra mais nada, mas se eu pensava que tinha acabado, eu tava muito enganado.
"Vai pro banheiro" ele me disse, e eu fui. Ele me entregou uma toalha e pediu para que eu me lavasse, e assim eu o fiz, enquanto trocávamos conversa fora. Em um momento ele abriu o vaso para mijar e eu observei enquanto aquele mijo grosso saía daquela pica, e senti muito tesão e desejo naquela cena. Não sei o que me deu, mas me agachei no box do banheiro com a porta aberta e pedi pra ele terminar em mim. E assim ele fez, se virou e mijou em mim, e na hora vi o pau dele endurecendo, como se tivesse gostando de me ver ali submisso e entregue. Eu senti aquele mijo quente no meu corpo e cheguei a engolir e eu nem me importava, me sentia totalmente entregue aquele homem. E acho que ele percebeu isso. Depois que ele terminou ele mandou eu me lavar direitinho denovo.
"Vou te esperar la na cama" disse ele, e me deu um tapa na bunda, como se tivesse marcando território.
Quando saí do banheiro, ele estava deitado na cama, pelado, com o pau estalando na mão enquanto batia punheta. Ele ficou me olhando na soleira da porta de cima a baixo. Ele estava todo suado ainda do cansaço de meter em mim sem parar, mas ele não parecia cansado, muito pelo contrário. Ele olhou para mim com cara de puto e falou.
"Você agora é minha putinha" e eu concordei com uma vozinha gemida enquanto me aproximava daquele homem. Ele mandou eu parar e ir em direção aos pés da cama.
"Chupa meu pe, vagabunda" e eu fiz, lambi aquele pé todinho como ele mandou depois comecei a subir para suas coxas e eu lambia cada centímetro daquele corpo escultural em minha frente.
Eu lambi aquele homem, sentindo o suor na minha lingua. O suor de tanto fuder meu cu, de meter e me deixar louco de tesão. Foi aí que ele me colocou para mamá-lo mais uma vez e eu apenas seguia seus comandos. De vez em quando ele puxava meu cabelo e cuspia na minha cara e logo em seguida me dava um tapa na cara e dizia que eu era dele, e eu apenas sorria e concordava e isso o deixava louco. Ele pausou um pouco para dar um teco, perguntou se eu queria e disse que não. Quando ele voltou, estava ainda mais sedento, com uma cara que me deixava excitado e com medo. Ele me colocou de frango assado e começou a meter em mim denovo, e eu já não sentia mais nada. Ele me fez gozar sem tocar no meu pau, eu estava delirando de tesão. Ele meteu em mim por uns 30 minutos sem parar. Ele olhava pra mim e perguntava se eu estava gostando de ser a putinha dele e eu dizia que estava adorando, e pedia mais pica, e dizia que ele mandava em mim. Ele usou e abusou do meu cuzinho, em várias posições, até eu ver estrela Ele gozou mais uma vez dentro de mim, e eu senti mais uma vez aquele leite quentinho dentro de mim. Depois disso, fudemos mais algumas vezes aquela noite, em uma delas, ele gozou na minha cara, e eu senti aquele leite espesso e quente e fiz questão de engolir tudinho, e limpar bem a piroca dele depois de gozar. Passamos boa parte da noite juntos.
Quando fui embora, ele me disse que queria marcar pra me fuder com o amigo que mora com ele, mas isso é história para outro conto
mathhssa