— Você gosta de provocar, né, safado? — ele sussurrou no meu ouvido, a voz grave, ofegante.
— Gosto mesmo — respondi rindo, com o pau latejando.
Ele agarrou meu rosto com força e enfiou a língua de novo, agora enfiando a mão por baixo da minha camiseta, arranhando o peito, puxando meu mamilo até me fazer gemer mais alto. Me virou de costas e deu um tapa na minha bunda..
— Porra... que bunda gostosa, isso aqui é real ou eu estou sonhando?
— É real e nesse momento é toda sua... usa logo, caralho.
Ele agarrou minha cintura, me puxou com força, e já tava esfregando o pau duro contra minha bunda. Segurou no meu short com as duas mãos e puxou para baixo, revelando a calcinha toda cavada no meu rabo.
— Puta que pariu, esse é o melhor atendimento que eu poderia pegar. De quatro. Agora.
Me joguei na cama sem pensar. Olhei por cima do ombro e vi ele abrindo o cinto, com aquela cara de quem vai foder sem dó. Quando ele tirou o pau, eu gelei. Era grosso. Pesado. Veias saltadas. Ele viu minha cara e riu.
— Vai aguentar isso aqui?
— Só vou descobrir quando você colocar ele dentro de mim.
Ele cuspiu na mão, esfregou no pau e nem avisou, chegou a calcinha para lado passou a cabeça na entrada e empurrou de uma vez. Logicamente não entrou, ele segurando com uma mão no meu quadril mirou no meu cuzinho com a boca e começou a molhar com cuspe, então ele empurrou novamente com força.
Eu gritei, gemido rouco, suado. O quarto virou uma mistura de gemido, pele batendo, cama rangendo e ele falando putaria no meu ouvido.
— Que bundinha apertada do caralho... Isso aqui é tudo meu agora, entendeu?
— Mete... mete essa porra com força, caralho... me usa, rasga tudo!
Ele socava fundo, forte, como se quisesse me atravessar. Uma das mãos puxava meu minha camisa embolada que eu vestia, a firme nos meus quadris.
O suor dele pingava nas minhas costas, e eu sentia cada estocada vibrar até o meu peito.
— Olha isso, olha como tu geme... puta que pariu, tu nasceu pra dar essa bunda, quem é a minha putinha?
— Sou eu amor... sou tua putinha, todinha sua mete mais fundo, vai... arromba!
Ele me virou de barriga pra cima e levantou minhas pernas no ombro. Enterrou de novo sem piedade. Eu tremia, arranhava os lençóis, sentia o pau dele entrar até bater lá dentro, o homem era uma máquina.
— Vai gozar pra mim, putinha? Hein? Quero ver você explodir de tesão enquanto eu te fodo seu filho da puta.
— Tô quase... mete... mete, caralho!
Ele não me deixava eu tocar o meu caralho que estava duro com o tesão no máximo.
Ele não parava e dessa vez me colocou de ladinho na beira da cama, ele foi para o chão e em pé do lado da cama começou a socar mais forte e eu conseguia sentir aquele pau enorme me preenchendo todo por dentro. Ele começou a dar uns tapas fortes na minha bunda e na minha cara, meu tesão foi aumentando até que sem aviso eu explodi. Gozei forte, sem nem precisar encostar. Ele viu e sentiu meu corpo inteiro tremer e nessa hora começou a socar com mais violência até gozar também, gemendo grosso no meu ouvido, enfiando tudo até a última gota.
Ficamos ali, suados, ofegando, sem dizer nada por uns segundos.
Ele passou a mão pelo meu peito suado e ainda com o pau meio mole e meio duro dentro de mim, e sussurrou:
— Esse sinal... tá fortíssimo agora, preciso te passar o meu contato e quando tiver problemas novamente, já sabe quem chamar.
A conclusão de um serviço assim deixa qualquer felizardo cliente pra lá de satisfeito. Excitante conto.