A namoradinha e o caminhoneiro barba- 1 o começo da história



Acordaram encima da hora, com o telefone em outro cômodo nao ouviram o despertador, estavam desesperados. Paulo estava puto, mas sofia ja tinha pedido desculpas, e elen costumava se impor sobre ela.
- talvez ainda dê tempo de pegar amor, vamos pegar o uber para o posto. Disse Sofia
E assim foi feito, correram pra pegar o uber, chegaram no posto e tentaram descobrir se o buser ja tinha passado. Paulo foi conversar com o frentista enquanto Sofia ficava com as malas perto da lojinha de bebidas. Era de manha estava frio, mesmo assim Ela se vestia com um croped, ela sempre vestia meio provocante, uma barriga de fora, uma coxa ou um short que mostrava a parte de baixo da polpa da sua bunda, e que bunda, redonda, malhada, naturalmente provocante.
Paulo, tinha ido conversar com o frentista e teve a pior resposta possível, o ônibus ja tinha passado a tempo, quando foi contar a triste noticia para sua namorada ela estava super empolgada conversando com um homem ao seu lado.
- pronto amor, errei mas resolvi, esse é o barba ele disse que esta indo sentido nordeste, disse q poderia nos levar, ou pelo menos nos levar para outro lugar onde talvez o ônibus ja passou.
Paulo de cara nao gostou da ideia, olhou para o tal barba e la estava ele, um homem alto, bem mais que ele, ele era nem gordo nem forte, braços fortes, usava um óculos escuro, e tinha uma barba gigante preta e grossa, mas tinha um ar de coroao. Enquanto Sofia falava isso, Barba m tirava o olho dela, ate q ela parou de falar encarou Paulo, fechou a cara e disse.
- e ai magrelo, qual vai ser ?
Antes mesmo de Paulo responder, sua namorada ja disse nos vamos barba. Ela foi fechando a boca e ele sorrindo sadicamente. Enquanto barba colocava as malas no caminhão, Paulo chamou sua namorada para conversar de canto.
- nao sei se gosto dessa ideia, a gente n conhece esse cara, nao fui com a cara dele.
- Amor eu errei com voce, perdi hora, me deixa consertar, ele vai dar uma carona, isso é normal. Ele me disse q sempre faz isso.
- Mas a gente n o conhece. Olha o tamanho dele, se ele quiser fazer algo com a gente. Nao sei se gosto da forma q ele te olha também
- Calma amor, eu senti no intimo qie podemos confiar nele. E para de ciúme, vc sabe que nao tem nada mais broxante que ciumes.
Paulo corou e abaixou a cabeça. Entraram no caminhão e começaram a viagem. O caminhão era espaçoso até, um espaço de 3 bancos sendo que um reclinava para o acesso a cama na parte de trás da boleia, uma cama maior que uma de solteiro porem menor que uma de casal. Na estada conversaram bastante, falaram de tudo, num geral barba e sofia conversavam mais, ele lhe contara que foi casado mas com tanto tempo na estrada nao conseguiram seguir o casamento, contou que ela era mais nova e meteu a marra que ela ate lembrava a sofia, mas que a beleza de sofia nao comparava a ninguém. Ela amava isso, sempre gostou de atenção, nem corava mais diante dos elogios. Paulo ficava calado, apoiado vendo a estrada, queria se impor, pedir pra ele dar um pouco mais de respeito, mas n conseguia, morria de vergonha de abrir a boca.
O dia foi longo, almoçaram e lancharam juntos. Quando foi dando a hora do jantar, Barba disse serio que os 3 tinham que conversar.
- olha garotos, precisamos falar algo para segurança de vocês, principalmente dela. A estrada é perigosa, muita gente ruim, mas muita gente boa, so confiem em quem eu confio, só conversem com quem eu conversarer
Os dois estavam com os olhos abertos, o medo era nítido.
- e outra coisa, magrelo você precisa aceitar. Para proteção da moça todo mundo que perguntar ela é minha namorada, e vcs são irmãos. Essa primeira parada eu n confio nesses caras. Entao é melhor agirmos e anunciamos como minha namorada.
Paulo n gostou se perguntava “porque não irmã dele ou filha, precisa ser justamente namorado” quando ele ia falar algo, novamente sofia atrasou
- combinando barba
Paulo gelou e abaixou a cabeça.
Desceram do caminhão e foram pro bar/restaurante. Estava cheio de caminhoneiros la,
Barba explicou o esquema, servir comida comer e depois eles ia pagar o banheiro pra eles tomarem banho. Serviram a comida sentaram e jantaram, quando barba estava acabando um gordo bebado decidiu provocar
- fala barba, ta com creche agora ?
- Esse bombonzino ta livre ? Ta cobrando quanto
Foi ele fechar a boca, e barba levantou, era muito mais alto q ele. Ele sorriu e pegou o gordo pela gola, essa mulher é minha, fica avisado a você e a todos daqui disse gritando, quem mexer com ela ta mexendo cmg. Sofia sorria parecia maravilhada, Paulo estava aliviado. O jantar acabou e eles foram banhar, era um box quase transparente e um lugar para colocar as malas agua era contada então era o jogo rápido alem disso n podiam desligar se não cortavam a agua. Então os 3 tinham que ficar la esperando, era constrangedor. Barba foi primeiro, rancou a roupa ali mesmo sem cerimonia, sofia tentava desviar o olhar na hora mas no box transparente não acreditou no q viu, só podia ser o embaçar dos vidro, parecia enorme, ela tentava n ver mas a curiosidade era imensa. Paulo olhava pro teto, nao queria ver outro homem pelado, então n via sua namorada hipnotizada. Barba saiu da ducha e mandou sofia ir, o esquema n foi diferente ela teve q tirar a roupa sem cerimonia, a pela dela era clara, com os peitos pontudos e a barriga chapada, a bunda e a coxa um mundo de grande e buceta sem pelo algum. Barba lambia o beiço, paulo olhou isso e quando ensaiou falar algo tomou uma encarda e abaixou a cabeça. Ela saiu e era a vez de Paulo, quando tirou a roupa, barba falou.
- vamos pro caminhão meu anjo n tem porque ficar aqui, o magrelo sabe ir sozinho pro caminhão.
E foram, paulo estava sozinho quando a agua acabou, respirou fundo e vestiu a roupa, ficou chateado por ninguém ter o esperado mas estaca feliz por barba n o ver pelado. Chegou no caminhão e la estavam os 2 na maior intimidade, sofia vestia um pijaminha vermelho e barba sem camisa e samba canção.
- magrelo vamos revesar a noite, ok. A moça fica dormindo e nos trocamos depois de um tempo.
Gagejando paulo disse
- vo- vo-ces vao- vao dormir juntos ?
- Amor só tem uma cama, n tem oq fazer
- Ou vc quer dormir cmg ? Disse barba debochando
Paulo ficou puto, mas calado. Foi pro seu turno de sono, Deitou com sofia, que estava tão cheirosa, tinha hidratado a pele e estava tao linda cansada de viagem. Barba ja dormia no banco da frente. E eles começavam a conversar
- Paulo vc precisa entender que somos convidados aqui, estamos de favor, nao quero vc reclamando deixa de ser infantil
- Desculpa amor. Ultimamente paulo só sabia falar isso
Deu 4 horas de sono paulo acordou com o chamado de barba, vai pra pro banco minha vez de dormir. Paulo estava tao sonolento que só foi. Barba pegou a coberta e deitou atras de sofia fazendo a conchinha.
Paulo n esperava que dormir na frente o faria acordar tao cedo, o sol subiu ao ceu 6 horas e ele despertava, enquanto na parte de tras da boleia uma cortina cortina bloqueava parcialmente o sol, estava louco de vontade de mijar então saiu do caminhão. Na cama Sofia começava a despertar, ainda sonolenta, no escuro e sem entender direito sentia algo a cutucando atras. Sorriu e pensou “nossa Paulo nunca ficou tao animado assim”, com seu short curto sentia a pontada e decidiu provocar seu namorado começou a dar leves reboladinas na ponta, decidida a dar uma punhetada no pau do seu namorado, ela virou de frente para ele e foi com a mão cheia la em baixo e quando começou a fazer viu que tamanho n era com oq estava acostuma, gelou, aquele era Barba que nessa hora estava la com uma cara de susto.
- desculpa barba, achei que era o Paulo . Disse vermelha de vergonha.
- Tudo bem soso. Disse sadicamente.
- Mil perdões barba, estou tão envergonhada. É q vc estava ai tao duro atras de mim..
- Calma meu anjo, isso acontece.
Tudo isso acontecera e o desespero era tanto que sofia nem viu que n soltava o pau de barba ainda, la estava ele grande e pulsando na mão de sofia, ela sentia tudo mesmo q ainda fosse por cima da samba canção. Quando percebeu sofia ficou novamente hipnotizado, barba riu, e ela despertou soltando o membro.
- Calma anjo ta tudo bem.
- Nao conta pro Paulo por favor
- pode ficar tranquila eu nao devo satisfação para aquele magrelo e nem você deve também
Sofia sorriu, nesse momento barba tirou o pau para fora, parecia ainda maior, cheio de veias e com a cabeça brilhando com um líquido que soltava diante da leve punheta que ela começava. Sofia corrou na hora e barba disse.
- Desculpe soso mas depois que acorda ela só deita depois de gozar.
Disse isso começando uma leve punheta. O Sofia se sentia quente, o pau de barba era o maior q ela vira parecia coisa dos videos do Twitter.
- você quer q eu saia ? Disse ela encarando o pau
- Na verdade você podia me ajudar. É difícil fazer assim sem nenhum estimulo
Ela gelou, nao sabia oq fazer, n sabia qual seria o estimulo que aquele homem até então um desconhecido queria.
- eu namoro, n posso tocar em você.
- Pare com de se prender em um relacionamento meu anjo e vc n precisa me tocar. Pode se tocar só de ver você eu ja fico louco
- Me tocar ?
- Brinca também, la em baixo
Sofia estava quente, aquele pau babando em sua frente a fazia contrair, sentia sua buceta ja molhada. E ela fez tirou o short mas manteve a blusa, um estava de frente pro outro barba ajoelhado na cama, punhetando seu pau e sofia de pernas apertas agora e dedilhando sua bucetinha.
- você acha meu pau grende soso ?
Sofia mordeu o labio e fez que “sim” com a cabeça, ela morria de uma mistura de medo e tesao. Ela começou a acelerar e barba manteve o ritimo, o pau de barba babava de um lado e sofia de outro, de pernas abertas para barba ela o via entre as duas coxas apesar da distância, a visão agradava ela.
- ahh vou gozar
O anuncio chegou ja junto com o jato, muita porra caiu sobre o lençol. Sofia estava maravilhada, barba guardou o membro e sofia parou de dedilhar, isso piorava tudo, como n gozara seu corpo continuava quente. Barba saiu do caminhão e ela iria trocar de roupa, ficou encarando o rio de porra que ele deixara levou dois dedos ate ela, ainda estava quente, era grossa e pegajosa, seu corpo tremia e como um pensamento intrusivo, levou seus dedos a boca.

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240957 - A namoradinha o caminhoneiro barba - prologo - Categoria: Traição/Corno - Votos: 4

Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico nao-importa2

Nome do conto:
A namoradinha e o caminhoneiro barba- 1 o começo da história

Codigo do conto:
241124

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
28/08/2025

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