O moleque era um verdadeiro tesouro, corpo absolutamente escultural, firme e macio ao mesmo tempo, uma bunda branca farta e depilada, com uma olhotinha rosa ainda fechadinha no meio, mesmo não sendo virgem.
O jeito era de moleque machinho, mas pelo olhar deu pra ver que curtia, então foi fácil chegar na festa mandando umas indiretas, afinal ficou logo interessado numa festinha com três caras mais velhos.
Na casa de praia bastou um drink especial aqui, outro ali, um aditivozinho, e pronto, o moleque estava no ponto de ser devorado por três.
— Vamo te deixar sem cu hoje! — dizia Maurício no ouvidinho do garoto, que só ficava mais entregue ainda.
As preliminares aconteceram na área da piscina mesmo, várias dedadas no anel, um anel firme, inclusive. A boca do jovem foi posta para trabalhar enquanto seu corpo sarado era acariciado, chupado e até mesmo mordido.
Agora o meninão estava no colo de Maurício, que esfregava seu pau gordo em sua raba. Foi aquele pau que convenceu o garoto, quando ele viu aquela grossura toda marcando no jeans ele teve a certeza que queria dar para aquele cara, mesmo ele não fazendo seu tipo, e de cara teria mais dois, prato cheio.
Maurício se preparou para o ataque, como gostava de fazer, posicionou o rapaz de uma forma que ele, Maurício, tivesse controle quase absoluto, a pica encaixou na entrada e agora era a hora de brincar de verdade.
No início foi fácil, a rola do homem era um cone, a cabeça era menor e mais fina até do que a média, mas rapidamente a coisa foi mudando. Maurício enfiava lentamente, olhando a expressão do rapaz mudar. O anel foi esticando, esticando, chegando no limite. A expressão do garotão foi mudando, de tesão para sério, preocupado, agonia e por fim dor. Seu anel começou a querer se romper, era demais para ele aguentar, a dor era absurda, seu pau murchou totalmente, seu tesão foi todo embora, ele começou a pedir para tirar, começou a gritar e se desesperar.
Maurício segurava firme o meninão gostoso, se deliciando com a reação dele, ele tentava escapar e não conseguia, gritava, implorava para parar, e não era ouvido.
— Eu disse que eu ia destruir teu cu! — dizia.
Os demais olhavam já acostumados, era assim que Maurício gostava, e era sempre ele quem conseguia as presas, os dois só pegavam depois o cu arrebentado para terminarem o serviço.
— Para, por favor, eu não aguento! Me solta! ME SOLTA!!
— Xii, quer que todo mundo saiba que você está dando o cu?! Aguenta calado.
Maurício foi enfiando. Era delicioso sentir aquele anel tentar espremer seu pau, a parte mais grossa estava chegando. Ele jogou o moleque no sofá e veio por cima sem tirar o pau, para terminar o serviço. Sentiu a pressão, estava no ponto certo, e olhou para o garoto.
Numa tacada ele meteu tudo, toda a metade do pau cavalar dele, de uma única vez!
O moleque agonizou em dor indescritível, seu berro foi imenso, todo seu corpo tentou fugir.
Um tempo se passou. O garoto ainda choramingava baixinho, e Maurício não havia lhe dado descanso, mesmo após a penetração abrupta, logo começou a se movimentar lentamente, indo e vindo.
— Agora sim vai virar viado de verdade, todo arrombado! — dizia Maurício, entre outras coisas.
Com o tempo, o estímulo do pau gigantesco nas suas entranhas e as falas debochadas de Maurício, o garoto foi voltando a ficar com tesão.
Os dois então foderam muito, em diversas posições, o cu do moleque tava frouxo, o pau de Maurício entrava e saia sem resistência, até gozar dentro do cu arrombado e entregar para seus amigos terminarem o serviço.
O meninão, que não havia sido permitido gozar, foi então ser devorado pelos outros dois, que se revezaram no buraco acolhedor.
O menino havia mudado depois de ser arrombado, parecia agora uma verdadeira puta, seu interesse parecia ser unicamente servir seu corpo de prazer para os homens, nada se queixava, nada dizia não, e olhava com respeito para Maurício sentado em sua poltrona.
Epílogo
Um mês depois o jovem, que havia ficado todo esse tempo sem sexo, finalmente estava no motel com um rapaz que ele conheceu no aplicativo, era um rapaz novo igual ele dessa vez, magro e bonito.
O primeiro, passivo, estava de quatro na cama, e logo o outro veio abrir aquelas bundas maravilhosas, mas se deparou com algo impressionante, o cara era totalmente arrombado, não tinha a forma de um o, mas sim de uma fenda, as bordas eram todas irregulares e inchadas.
Ele pegou, lubrificou os dedos e foi colocando.
— três…quatro…cinco… caralho, cinco dedos fácil! Tu é muito arrombado cara, cê louco! — disse sem papas na língua.
— Ah, meu namorado era dotado — disse sem graça o passivo, se lembrando de Maurício e os demais, que literalmente destruíram o cu dele!




Votado. É assim mesmo que se arregaça uma PUTA. Tem que foder sem dó, arrombar mesmo, quem dá não pode se recusar a nada que os machos queira fazer, tem que gemer, chorar, gritar, sangrar, mas aguentar e pedir mais. Dp, dp anal, tap, dap chupando e punhetando e terminar arrombado, cuspido, esporrado e mijado, que é como os machos marcam sua propriedade. E quanto mais machos roludos juntos melhor. Se forem negros então, hummmm