Lucas chegou do trabalho exausto, mas com aquele sorriso safado que sempre me desarma. Eu tava de férias, então caprichara: janta pronta, casa impecável, tudo no lugar. Só que por dentro eu era um nervo só — coração disparado, medo misturado com uma excitação do caralho. Meu cu ainda latejava das duas fodas pesadas daquele dia. Fazia semanas que a gente não transava de verdade, e eu sabia que se ele metesse, ia notar a folga. O buraco tava arrombado, escorrendo por dentro de tanto que meu cunhado e meu sogro tinham me usado como uma puta barata. Ele percebeu na hora, claro. "Ei, amor, o que tá rolando? Você tá estranho pra caralho", perguntou enquanto ia tirando a camisa, revelando o peito malhado e suado do dia. Eu neguei, disse que era bobagem, mas ele não engoliu. Jantamos em silêncio relativo, eu forçando garfadas, ele me olhando de canto de olho, como se soubesse de tudo. Depois, ele foi pro banho. Eu fiquei na cozinha, organizando tudo devagar, adiando o inevitável. Meu cu pulsava, lembrando do cunhado me pegando de quatro no sofá da casa da mãe dele mais cedo, me chamando de "cunhadinho safado" enquanto socava sem dó, o pau veiudo me rasgando e me fazendo implorar por mais porra quente jorrando dentro. E do sogro me fodendo na nossa cama, o velho pauzudo me arrombando de lado, barba grisalha roçando meu pescoço, grunhindo "Seu rabo é meu agora, sua puta. Vou te deixar arrombado pro meu filho foder e notar o leite do pai". Ele saiu do banho só de cueca, o corpo brilhando com gotas d'água, o volume na frente já meia-bomba, grosso e ameaçador. Sentou no sofá, ligou a TV e me chamou com um gesto preguiçoso. Eu hesitei, mas sentei do lado dele, tentando fingir normalidade. Assistimos uns minutos de besteira, mas aí ele pegou minha mão e colocou direto no pau dele por cima da cueca. "Tá nervoso por quê, hein? Relaxa, vadia", murmurou, já endurecendo na minha palma, o cheiro de sabonete misturado com macho me deixando louco de tesão. Eu tremi, mas ele não parou. Puxou a cueca pra baixo, o pau grosso saltando pra fora — veias pulsando, cabeça vermelha babando pré-gozo grosso e fedorento. Segurou minha nuca com força e empurrou minha cabeça pra baixo. "Mama, vai. Mostra pro seu marido o quanto você gosta de chupar meu pau." Abocanhei aquele mastro familiar, chupando com fome, língua rodando a cabeça inchada, engolindo até a garganta profunda. Ele gemia baixo, forçando mais fundo, me fazendo engasgar, sem ar, baba escorrendo pelo queixo e pingando nas bolas peludas dele. "Isso, engole tudo, fode o pau do teu macho! Lambe as bolas, sua viado nojento, chupa o saco suado!" Enquanto eu mamava como uma vadia profissional, engasgando e babando como uma puta de rua, ele lambeu o dedo médio, molhando bem de saliva, e deslizou a mão pra trás de mim. Eu gelei quando o dedo encostou no meu cu — tava sensível pra caralho, inchado, ainda úmido das fodas anteriores, o anel frouxo e piscando como uma boceta usada e melada. Ele circundou devagar, sentiu a folga imediata, e eu sei que percebeu tudo — o buraco escorregadio de porra velha misturada. Mas não disse nada, só empurrou o dedo pra dentro com calma, me arrombando mais, sentindo o interior mole e gosmento. "Que cu molhado... tá pedindo mais, né? Tá folgado que nem puta de motel", rosnou, enfiando um segundo dedo e um terceiro, fodendo meu buraco em pinça violenta, me fazendo gemer alto em volta do pau, o cu contraindo e babando mais gosma pros dedos dele, escorrendo pelo sofá. Não aguentei mais a provocação. Levantei tremendo, tirei a roupa rapidinho — pau duro pingando pré-gozo no chão, cu latejando e aberto como um poço — e sentei no pau dele de costas pro sofá, empinando a bunda bem alto. O caralho deslizou fácil demais, sem resistência nenhuma, me preenchendo até o talo em uma sentada só, as bolas dele batendo na minha nádega vermelha e inchada. "Porraaa!", gemi alto, quicando devagar, o cu engolindo tudo como uma boceta treinada e gulosa, barulho molhado ecoando. Lembrei do cunhado me fudendo mais cedo, me chamando de "cunhadinho arrombado" enquanto socava sem pena e gozava jatos quentes dentro, e do sogro me deixando escorrendo leite velho e grosso. "Fode mais forte, Lucas! Fode esse cu frouxo, me arromba mais, por favor!" Ele tava sentado, eu cavalgando como uma puta em rodeio, bundão batendo nas coxas dele com barulho molhado e obsceno, quando de repente agarrou meu cabelo, puxou pra trás com violência e sussurrou no meu ouvido, voz rouca e cheia de tesão: "Por que seu cu tá tão largo assim, hein? Tá folgado que nem boceta de puta de rua. Tem outro te fudendo? Tem alguém te comendo enquanto eu trabalho, sua vadia infiel?" Gelei na hora, parei o movimento, o pau dele latejando fundo dentro de mim, o meu até amoleceu de pavor. Meu coração parou. "Tá doido? A fim de me fazer de vítima?", respondi, voz tremendo, tentando virar o jogo e disfarçar o pânico. Ele riu baixo, safado pra caralho, segurou minha cintura com as duas mãos como um torno e começou a socar de baixo pra cima com força bruta, me fodendo sem dó, bolas batendo na minha bunda vermelha e inchada. "Calma, meu amor... brincadeira. Mas eu adoraria ver alguém te fudendo esse cuzinho guloso. Sério. Imagina outro cara te arrombando enquanto eu assisto, te enchendo de porra quente e eu lambendo tudo depois, limpando teu cu com a língua, chupando o leite alheio da tua bunda de viado." Aquilo acertou em cheio na minha mente suja. Por pouco não gozei ali, o cu piscando e contraindo no pau dele como um vácuo faminto. Ele continuou, metendo mais fundo, me levantando e batendo com violência, o som de pele molhada ecoando na sala. "Imagina eu e outro cara te fodendo ao mesmo tempo, te rasgando pros dois lados, te deixando com dois paus no cu, esticando até sangrar!" Eu aproveitei a brecha, entrei na putaria pesada pra testar os limites e me safar de vez. "Imagina eu, você... e teu irmão. Os dois me fudendo juntos!" Gemi alto, quicando mais forte, o pau dele beijando meu intestino, pré-gozo escorrendo pelas coxas em fios viscosos. Ele parou por um segundo, pau pulsando dentro de mim como um coração enlouquecido, olhos cravados nos meus, brilhando de pura safadeza animal. Aí ligou um motor insano. "É muito puta mesmo, hein? Então você quer eu e meu irmão fodendo esse cuzinho guloso? É isso?" Me tirou do colo com brutalidade, me jogou de quatro no sofá — joelhos no chão, bunda empinada bem alto, cu aberto e piscando, rosado e melado de porra velha. Meteu com força bruta, sem aviso, o pau entrando até o fundo em uma socada só, me fazendo gritar de dor e prazer misturados. "E rola que tu quer? Pede pro cunhado te foder também! Grita que quer o pau dele junto com o meu, te arrombando até o limite!" Ele me comeu como nunca, socadas violentas e ritmadas, uma mão no meu pescoço me sufocando de leve, a outra puxando cabelo com força, tapas na bunda que ecoavam alto e deixavam marcas vermelhas ardendo como fogo. "Imagina o pau do meu irmão aqui junto, te rasgando ao meio, enchendo de leitinho quente enquanto eu fodo tua boca de vadia!" Foi quando ele parou de repente, pau ainda cravado fundo, e se levantou rápido, me deixando vazio e piscando. "Espera aí, sua puta gulosa. Vamos ver se você aguenta os dois de verdade." Correu pro nosso quarto e voltou com um consolo enorme na mão — preto, grosso, veias falsas protuberantes, do tamanho do pau do cunhado. "Primeiro isso, depois o meu. Abre esse cu!" Ele cuspiu no consolo, esfregou na minha bunda aberta e enfiou devagar, esticando meu anel já frouxo até o talo, me fazendo uivar de dor deliciosa. "Porra, tá escorregadio... cheio de leite alheio, né?" Logo em seguida, sem piedade, alinhou o pau dele e socou junto, forçando os dois paus — o consolo e o caralho real — pro meu cu lotado. Eu gritava como uma vadia louca: "Aaaah, me arromba! Mais, fode com os dois!" Ele olhava pra mim com olhos selvagens, socando os dois paus no meu buraco esticado ao máximo, o consolo roçando no pau dele dentro de mim, até um fio de sangue misturado com porra velha escorrer pelas minhas coxas. Estava maravilhoso, o cu queimando e pulsando, destruído de tesão. "Tá vendo? Assim vai ser com meu irmão! Dois paus te rasgando de verdade!" Eu gemia putarias sem parar: "Sim, me fode com teu irmão, me faz de puta da família! Quero os dois paus me destruindo, gozando dentro e me deixando um buraco só!" Mas eu tava louco de tesão, queria mais, empurrar os limites até o fundo. "E teu padrasto? Imagina meu sogro me fodendo também, o velho pauzudo me arrombando enquanto vocês dois assistem e batem punheta nas minhas bolas!" Ele deu uma pausa na metida dupla, olhos arregalados de tesão puro e sujo, mas só pra socar mais forte ainda, me pregando no sofá como um prego, os dois paus me fodendo em uníssono. "Porra, você é uma puta sem vergonha! Quer o sogro te enchendo de porra também? Imagina eu, meu irmão e o velho te usando como uma putinha particular, te fodendo em revezamento, te deixando arrombado e pingando! O pau do meu padrasto entrando no teu cu já lotado de leite nosso, misturando leitinho velho e grosso com o nosso, te deixando um poço de porra familiar!" A ideia do sogro — aquele macho de 50 anos, pau grosso e peludo, barba grisalha, cheiro de cigarro e suor, que eu já tinha sentido me rasgando de verdade mais cedo — explodiu o tesão dele. Ele me fodia como um animal selvagem, socadas tão fundas que eu sentia os dois paus beijando o estômago, me chamando de "vadia arrombada", "puta da família inteira". "Pede pro sogro te foder, grita que quer a porra do velho no teu rabo! Imagina ele te pegando por trás, te montando como égua no cio, enquanto eu e o irmão te seguramos abertos e enchemos tua boca de porra quente!" "Sim, me fode! Sou a puta de vocês, arromba meu cu com tudo!", eu berrava, o cu se contraindo louco em volta dos dois paus, quase gozando só de imaginar o sogro me pegando por trás, barba roçando minha nuca, grunhindo "Toma pau de pai, viado filho da puta" enquanto Lucas e o cunhado me seguravam pelos braços, metendo na minha boca babada e rindo da minha cara destruída. O tesão dele explodiu de vez com a fantasia — metia mais rápido, mais fundo com os dois paus, o sofá rangendo como se fosse quebrar, suor pingando dos dois corpos, cheiro de sexo pesado, porra e sangue no ar. "Vou gozar, sua vadia! Toma leite pros dois paus no teu cu!" Finalmente, ele urrou como um bicho, cravou tudo até as bolas e gozou dentro, jatos quentes e grossos inundando meu cu já folgado e escorregadio, transbordando junto com o consolo, escorrendo pelas coxas em fios brancos, viscosos e rosados de sangue, pingando no chão em poças. Eu me levantei trêmulo, pau latejando no limite, e gozei em pé em cima dele — porra espirrando forte no peito malhado dele, na barriga suada, no rosto barbado, até na boca aberta e ofegante. Ele lambeu o que caiu, rindo safado, passando a mão na bagunça quente e chupando os dedos com barulho guloso. "Boa putinha... logo logo você realiza esse desejo sujo de verdade." E piscou, me puxando pra um beijo molhado de porra misturada, língua enfiada na minha boca, trocando o gosto salgado e amargo. Aproveitei o momento, ainda ofegante, e me abaixei pra dar uma última chupada no pau dele, que ainda tava duro e melado de porra. Lambei tudo, engolindo o resto com fome, olhando nos olhos dele. "Vou cobrar essa promessa em!
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