Guerra de Mijo Fui criada em uma cidade pequena do interior, junto com três primas, todas da mesma idade. Uma de nossas maiores diversões na infância era a guerra de mijo. Sentávamos no chão, tirávamos as calcinhas, abríamos as pernas e mijávamos com força, para ver quem mijava mais longe. Aquilo, para nós, era umas de nossas brincadeiras preferidas. Crescemos, nos separamos, e com a vergonha da adolescência, este assunto foi esquecido. Quando fiquei adulta, já fazendo faculdade, morando sozinha na capital, redescobri o prazer de mijar. Adorava mijar em minhas mãos, mijar em pé no box do banheiro, para sentir o mijo quente escorrendo pelas pernas, e principalmente mijar nas calcinhas. Este era o meu maior tesão. Tinha até uma coleção de calcinhas, de tanto que eu mijava nelas. Na minha sala tinha uma amiga com que tinha uma identificação muito grande, fazíamos praticamente tudo juntas. Um dia estávamos estudando no meu apartamento e quando terminamos, ela dirigiu-se para a porta, e pensei que tivesse ido embora. Como estava apertada para fazer xixi sentei rapidamente no vaso, e estava mijando na minha calcinha, como de costume. Neste momento ela entra no banheiro para falar tchau, e me pega no fraga. Tentei explicar, mas não teve como dar uma explicação lógica. Então, meio sem graça, acabei contando a ela toda a minha estorinha de infância. Depois que descrevi tudo, ela achou a idéia excitante, e me convidou para fazermos igual. Como eu estava de bexiga vazia, fomos tomar uma meia dúzia de latinhas de cerveja que estavam na geladeira. Com isto ficamos meio “altas” e fomos nos soltando, começamos a rir e a nos excitarmos, até que quando já estávamos no ponto, fomos mijar. Sentamos no chão, uma tirou a calcinha da outra, arreganhamos as pernas, abrimos bem nossas bucetinhas, fizemos a maior força e mijamos gostoso. Por um erro de pontaria meu mijo espirrou nela. Então ela fez a maior cara de mau, e falou que eu teria que dar banho nela, porque afinal de contas eu havia mijado nela. Acabei concordando e fomos para o box, onde lhe dei um gostoso e demorado banho quentinho. Fiz uma massagem relaxante em suas nas costas, depois tratei com muito carinho dos seus pés, e fiz muitos toques excitantes nos seios dela. Ao terminamos tive que secar o cabelo dela, vestir sua roupa inclusive sua calcinha, que era um fio dental toda enterrada na bunda, muita bonitinha por sinal Quando ela enfim foi embora, depois de bem relaxada, exigiu que lhe dessa de presente minha calcinha mijada, para guardar de lembrança, como um troféu. Tenho quase certeza que ela também acabou virando uma mijona, como eu...
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