Tenho dezoito anos de idade e me chamo Malu, mas todos me chamam de maluzinha, sou baixinha, tenho 1,54cm, morena, pernas grossas e bunda saliente bem arrebitada, meus seios são médios tipo pera, bem durinhos, sem falsa modéstia sempre chamo atenção dos homens por onde passo, moro em um bairro da Baixada Fluminense no Rio de Janeiro no município de Nova Iguaçu. Numa certa sexta-feira, meu namorado Vitor de 19 anos me convidou pra uma resenha na casa dele que começaria as oito, eu topei e disse que ia de Uber pois ele mora um pouco longe da minha casa. Chamei pelo aplicativo e o carro chegou em menos de dez minutos, o motorista era moreno mais para mulato, deveria ter uns trinta anos, bonito e simpático, estava bem vestido e chamava atenção pelo cordão e o relógio dourado, entrei no carro e seguimos, no meio do caminho percebi que ele mudou a direção, então eu falei moço a casa que vou fica pra lá, ele puxou uma pistola e apontou pra mim, e disse pra eu ficar de boca fechada se não quisesse morrer, nesse momento eu gelei, comecei chorar e tremer de medo, ele me mandava parar de chorar e pediu meu celular, pegou também o meu dinheiro e meu relógio que foi presente do meu namorado, entramos numa rua muito escura num lugar tão afastado que eu nem sabia mais onde eu estava, muito assustada e nervosa desci do carro quando ele mandou, falou que se eu fosse boazinha tudo ia acabar bem, só dependia de mim, entramos em uma casa muito humilde e de aparência bem suja, roupas espalhadas, e uma pia imunda cheia de louça, o lugar fedia a mofo, parecia que ninguém ia lá fazia tempo de tanta poeira. Ele me mandou tirar a roupa e ficar nua, morri de medo e vergonha, mas naquele momento eu só pensava em viver, obedeci na hora, ele veio me pegando e me apalpando inteira, passava a mão na minha bunda e chupava meus seios, beijava meu pescoço, tentou beijar minha boca, não deixei e levei um tapa forte na cara, fui obrigada beijar de língua e ele já tocava com os dedos minha xana, ele me virou de costas, apalpava meus seios com uma das mãos e a outra esfregava o meu grelinho, isso tudo beijando minha nuca e meu pescoço, daí ele sentou na cama e me colocou sentada ainda de costas pra ele e me fez rebolar no seu pau duro ainda por dentro das calças, eu com as penas abertas e ele me masturbava e me chamava de putinha, dizia que eu era patricinha safada, e que eu ia aprender como se fode com um macho de verdade, apesar do pavor que eu sentia e do medo de morrer, aos poucos eu fui amolecendo e senti que minha xana tava ficando molhadinha, aquele clima tava mexendo comigo e estranhamente eu tava ficando exitada, ele me deitou e enfiou a cabeça no meio das minhas coxas, caiu de boca na minha xaninha, chupava o grelinho e enfiava a língua na minha racha, nessa hora meu pavor virou tesão de vez, eu me contorcia e gemia, ele me xingava de puta, piranha e vadia, e continuava me fodendo com a língua, não aguentei e gozei na boca do canalha estuprador, daí ele abaixou as calças e começou esfregar o pauzão no meu rosto, era bem maior do que o do meu namorado, devia ter pelo menos vinte centímetros e bem grosso também, tava tão duro que latejava, ele mandou eu chupar, comecei pela cabeça, já tava toda melada pela excitação, fui passando a língua em volta e dando mordidinhas, depois fui enfiando dentro da boca, só a cabeça, ele tentou enfiar tudo mas não cabia, só entrou a metade e eu já engasgava, chupei, lambi e mamei naquela vara deliciosa, nunca tinha visto um pau tão lindo, nessa altura eu já me sentia uma puta e queria foder muito naquela tora, o safado mandou eu sentar nela e cavalgar, assim eu fiz, sentei até entrar tudo e depois cavalguei e rebolei muito naquela pica gostosa, ele segurava meus seios e me xingava de tudo que é nome, o que eu mais gostava era quando ele me chamava de puta e vadia, me dava muito tesão, meu namorado nunca me xingou na hora do sexo, eu tava ali com um estranho me comendo e tava adorando tudo aquilo, gozei sentada na vara aos berros, não deu tempo nem de respirar, tive que ficar de quatro, o safado começou pincelar a cabeça da piroca na minha bundinha, cuspiu no meu cuzinho e mandou eu relaxar, não tive escolha e só fiquei esperando, ele foi forçando até entrar a cabeça, cheguei ver estrelas de tanta dor, mas ele não teve pena e continuou forçando até entrar tudo, respirei fundo e deixei rolar, ele meteu sem dó, o pau entrava e saia do meu cú, e cada vez eu sentia mais tesão, ele começou foder mais forte, eu gemia alto e pedia mais, ele falava toma vagabunda, toma vara no cuzinho sua puta, eu pedia mete, mete, mete no meu cuzinho, me arromba seu estuprador safado, come essa putinha. Ele não aguentou mais e gozou no meu cú, senti a leitada quente lá dentro, era muita porra. No final o que começou como um filme de terror, acabou em uma foda deliciosa, a melhor da minha vida, foi a primeira vez que gozei com um macho de verdade. Ele me mandou me vestir, fui no banheiro e me lavei primeiro, depois me colocou no carro, devolveu meus pertences e me levou até meu destino sem dizer nada, antes de eu descer ele me ameaçou, se eu denunciasse ele viria atrás de mim de novo, como se eu não tivesse gostado de tudo que aconteceu. Meu namorado nunca desconfiou de nada, se ele ler esse conto pode até ficar desconfiado que sou eu, mas acho que ele não curte esse tipo de leitura rs... Até hoje quando chamo um Uber fico torcendo pra ser o moreno safado, mas isso nunca mais aconteceu.
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