Diários de Putaria - Francesca I


Escrever não é preciso, viver é preciso!
Com essa máxima tenho vivido algumas aventuras em segredo, conhecendo gente por aqui e por aí.
Mas, com a vida nômade de ultimamente, uns meses na Italia e outros no Brasil, vou usar o espaço pra registrar e divulgar algumas brincadeiras…
Essa aconteceu logo depois que cheguei na dolce italia.
Fui numa reunião de negócios numa pequena cidade do Vêneto.
Como fico em Veneza, não tem sentido ter um carro no continente para estas pequenas viagens e acabo sempre me deslocando com os trens.
Explico também que, de boca fechada, sempre passo por italiano e habitante local. Sempre sou o alvo preferido dos “pedidos de informação” de italianos e turistas.
Não foi diferente desta vez, várias pessoas no local da reunião e alguns estrangeiros.
Mas, quem me chamou a atenção foi uma linda (melhor dizer belissississima) italiana.
Sendo visitante, fiquei calado a maior parte do tempo e vi que a mulher também notou a minha presença embora se mantive discreta.
No break, pensei em abordá-la, só que, por incrível que pareça, sou relativamente tímido.
Pra minha sorte, num momento de distração, foi ela quem chegou até mim e disse em italiano:
- Tantos estrangeiros interessados em investir aqui, fiquei feliz em ver pelo menos um italiano.
Comecei a rir e respondi:
- E eu vejo de tudo em Veneza… mas uma mulher como você, é rara na Itália e em qualquer lugar do mundo.
Na hora ela ficou sem jeito e percebeu pelo sotaque que eu não era, de nascimento, italiano:
- Você fala bem… mas não é do vêneto, é?
- Brasileiro… você já teve um brasileiro? - perguntei olhando fundo nos olhos dela.
As italianas estão bem acostumadas com cantadas e, quando não gostam, já falam em alto e bom som sem nenhum pudor ou receio de te ofender.
Ela pensou um pouco e quis confirmar se eu realmente estava dando em cima dela, se fazendo de desentendida:
- Já teve o quê? Um amigo brasileiro? Um conhecido brasileiro?
- Um amor brasileiro! Quem já teve não reclama…
Ela riu.
- Não conheço ninguém que já teve… então eu não tinha como ouvir ninguém reclamar, não é?
Encurtei a distância entre a gente:
- É porque a mulher que consegue um, além de gostar, não conta pra ninguém. Tem medo de ser roubada.
Ela não fugiu da proximidade, muito pelo contrário, eu via os olhos verdes dela bem de perto pulando de um lado para o outro procurando desvendar os meus.
- Julio.
- Como?
- Eu sou o Julio. Você é…
- Ah… Francesca!

Amei o nome, mas fomos interrompidos porque o break havia terminado. Voltamos para as atividades do encontro e, toda vez que eu olhava Francesca, ela estava me olhando.
A propaganda havia surtido seu efeito, um pulga brasileiríssima se alojou atrás daquela orelha italiana.
Eu já me preparava para pedir o telefone dela no final da reunião quando o organizador, meu amigo, passou um recado:
- Uma última coisa… se alguém for passar perto da estação ferroviária, poderia levar o meu amigo Julio, por favor? Ele veio comigo de lá, mas eu vou ficar aqui mais algumas horas.
Várias pessoas gentis levantaram a mão, inclusive Francesca. E, nessa hora, eu já sabia de quem eu iria aceitar a carona.
Mas Francesca fez questão de dizer em alto e bom som para meu amigo:
- Alberto! Eu já havia combinado com o Julio de levá-lo! Deixe comigo.
“Hummm” pensei… “combinou, hein?”
As despedidas correram rápido e em poucos minutos eu ingressava no carro com Francesca:
- Fiquei super feliz de você dizer que ia me levar… só não contou pra onde. - já meti logo de cara.
Ela não ficou atrás:
- Eu disse que levaria, não disse que entregaria em algum lugar.
Os próximos momentos foram de elogios mútuos à beleza, elegância, cordialidade e várias piadas Brasil-Itália que eu fui colecionando para lidar com os italianos.
Mas eu não estava certo ainda se a carona terminaria na estação ferroviária, na casa dela ou em um ‘hotel a ore’ - um equivalente discreto ao nosso motel. Eu só estava ansioso em que terminasse (ou começasse) comigo dentro dela. Era belissississima… como já disse.
Confiante e liberada também. Para minha alegria, enquanto dirigia, colocou a mão na minha perna e apertou. Como eu sorrisse de volta, já deslocou a mão para cima do meu pau que já formava uma bela mala na calça.
Tirei a mão dela, trouxe até a minha boca e beijei. Porém, retornei com ela pra cima do meu pinto. Francesca começou a esfregar e apertar com os dedos tentando alcançar, alternadamente o meu pau duro, e minhas bolas.
Diante de tamanho desejo e iniciativa pela parte dela, não perdi mais tempo e abri minha calça para que ela tivesse alcance total ao objeto dos seus desejos.
Peguei o celular na lateral do carro e bati algumas fotos dela me punhetando. Algo que nunca alguém havia feito com ela porque perguntou:
- E isso… que é isso?
- Recordações da Itália… e da italiana mais sexy que encontrei até agora.
- Até agora? Safado.
- Até agora, mas não precisa terminar já. Posso voltar pra Veneza amanhã se alguém me acolher e der uma casinha para meu pau brincar e dormir.
Ela riu… aparentemente Francesca amava minhas gracinhas.
- Te levo pra casa. Mas, se for verdade todas essas mentiras que você me conta sobre os brasileiros serem os melhores, talvez não te deixo ir embora amanhã.
Vibrei… era tudo que eu queria ouvir.

E, numa próxima oportunidade, dou detalhes da noite. SIM! Teve uma noite.
Por enquanto, fiquem com uma das fotos que eu bati no trajeto.

Foto 1 do Conto erotico: Diários de Putaria - Francesca I


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Ficha do conto

Foto Perfil juliohot40
juliohot40

Nome do conto:
Diários de Putaria - Francesca I

Codigo do conto:
250803

Categoria:
Masturbação

Data da Publicação:
01/01/2026

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