Amei o nome, mas fomos interrompidos porque o break havia terminado. Voltamos para as atividades do encontro e, toda vez que eu olhava Francesca, ela estava me olhando.
A propaganda havia surtido seu efeito, um pulga brasileiríssima se alojou atrás daquela orelha italiana.
Eu já me preparava para pedir o telefone dela no final da reunião quando o organizador, meu amigo, passou um recado:
- Uma última coisa… se alguém for passar perto da estação ferroviária, poderia levar o meu amigo Julio, por favor? Ele veio comigo de lá, mas eu vou ficar aqui mais algumas horas.
Várias pessoas gentis levantaram a mão, inclusive Francesca. E, nessa hora, eu já sabia de quem eu iria aceitar a carona.
Mas Francesca fez questão de dizer em alto e bom som para meu amigo:
- Alberto! Eu já havia combinado com o Julio de levá-lo! Deixe comigo.
“Hummm” pensei… “combinou, hein?”
As despedidas correram rápido e em poucos minutos eu ingressava no carro com Francesca:
- Fiquei super feliz de você dizer que ia me levar… só não contou pra onde. - já meti logo de cara.
Ela não ficou atrás:
- Eu disse que levaria, não disse que entregaria em algum lugar.
Os próximos momentos foram de elogios mútuos à beleza, elegância, cordialidade e várias piadas Brasil-Itália que eu fui colecionando para lidar com os italianos.
Mas eu não estava certo ainda se a carona terminaria na estação ferroviária, na casa dela ou em um ‘hotel a ore’ - um equivalente discreto ao nosso motel. Eu só estava ansioso em que terminasse (ou começasse) comigo dentro dela. Era belissississima… como já disse.
Confiante e liberada também. Para minha alegria, enquanto dirigia, colocou a mão na minha perna e apertou. Como eu sorrisse de volta, já deslocou a mão para cima do meu pau que já formava uma bela mala na calça.
Tirei a mão dela, trouxe até a minha boca e beijei. Porém, retornei com ela pra cima do meu pinto. Francesca começou a esfregar e apertar com os dedos tentando alcançar, alternadamente o meu pau duro, e minhas bolas.
Diante de tamanho desejo e iniciativa pela parte dela, não perdi mais tempo e abri minha calça para que ela tivesse alcance total ao objeto dos seus desejos.
Peguei o celular na lateral do carro e bati algumas fotos dela me punhetando. Algo que nunca alguém havia feito com ela porque perguntou:
- E isso… que é isso?
- Recordações da Itália… e da italiana mais sexy que encontrei até agora.
- Até agora? Safado.
- Até agora, mas não precisa terminar já. Posso voltar pra Veneza amanhã se alguém me acolher e der uma casinha para meu pau brincar e dormir.
Ela riu… aparentemente Francesca amava minhas gracinhas.
- Te levo pra casa. Mas, se for verdade todas essas mentiras que você me conta sobre os brasileiros serem os melhores, talvez não te deixo ir embora amanhã.
Vibrei… era tudo que eu queria ouvir.
E, numa próxima oportunidade, dou detalhes da noite. SIM! Teve uma noite.
Por enquanto, fiquem com uma das fotos que eu bati no trajeto.
