VADIA EM AÇÃO


Depois daquela festa maravilhosa, algo dentro de mim finalmente tinha se soltado. As amarras psicológicas que eu carregava há tanto tempo já não me prendiam mais. A vadia dentro de mim estava liberta — e faminta por mais.

Eu precisava de outra noite daquelas. Pelo visto, Jenifer também.

— Amiga, tem uma socialzinha hoje, vamos? — ela me mandou.

— Onde, amiga? — respondi.

— Na casa do DJ da festa.

Sorri na hora. Vamos sim.

Tomei um banho demorado, sentindo meu corpo reagir só de pensar no que podia acontecer. Me depilei, mas não completamente. A vadia em mim se empolgou e eu apenas aparei — eu gosto de deixar a buceta assim, mais crua, mais minha. Escolhi uma roupa bem sexy, daquelas que não deixam dúvidas sobre as intenções, joguei as camisinhas na bolsa e pedi o Uber.

Já dentro do carro, Jenifer virou pra mim com aquele sorriso malicioso.

— Trouxe camisinha?

— Claro, amiga. Tenho na bolsa — respondi, rindo.

Chegamos na casa quando já estava escurecendo. Eram por volta das seis da noite. O lugar era simples, bem humilde, sem reboco, com algumas sujeiras na porta. Jenifer bateu, e logo o DJ abriu. Ele nos cumprimentou rápido, com aquele olhar que já escaneia tudo, e mandou a gente entrar.

Lá dentro já tinha gente suficiente pra deixar o clima pesado no ar: além de nós duas, três homens e uma outra menina. E naquele momento eu soube — a noite prometia.

Sentamos em um sofá meio fuleiro, rasgado nas laterais, afundando quando a gente encostava. Alguém me entregou um copo de gin e eu comecei a beber devagar, tentando me ambientar.

Logo os caras acenderam um baseado. O cheiro espalhou rápido pelo ambiente e aquilo me incomodou na hora. Drogas não eram comigo. Um deles estendeu o braço, oferecendo.

— Não, valeu — respondi seca.

— Pega, amiga — insistiu Jenifer.

Eu só havia fumado VAPE. Dei duas tragadas violentas e soltei a fumaça, depois mais outra puxada e engasguei. Me deram um copo de gin e eu virei quase ele todo.

Eu fiquei no grau. Eu estava disposta a tudo. A menina estava lá sentada no colo de outro cara. Me deu um copo, pensei que estava com gin, mas era whisky, energético e balinha. Dei uma golada e, em poucos minutos, eu já estava fora de mim. Um tesão absurdo. Eu dançava e rebolava.

Puxei a Ana e a Jenifer para dançar. A gente rebolava enquanto os caras sarravam a gente.

Eles levantaram meu vestido. Eu batia na bunda da Ana. Eu estava completamente louca. Eles me apalpando e eu fumando baseado. Estava excitadíssima.

Até que a Ana, mais louca que eu, ajoelhou e tirou o pau de um dos caras pra fora e começou a chupar. Bem na nossa frente. A boca dela estava envolta do pau e ela chupava com vontade.

Jenifer foi levada pro quarto, e eu fiquei na sala sendo enrabada pelo outro.

Eu, fascinada com a mamada que a Ana estava fazendo, não tirava o olho por nada.

Ela então me disse:

— Ajoelha e me ajuda a mamar.

O cara que estava me sarrando se afastou e tirou o shorts. Eu ajoelhei do lado dela e ela colocou o pau na minha boca.

Eu abri e comecei a chupar. A Ana me observava e alisava meu corpo e falava no meu ouvido:

— Isso, chupa gostoso! — disse Ana.

O cara gemia alto, urrando. O outro se aproximou e o pau dele estava meia bomba. Eu segurei com a outra mão e chupei. Assim que dei a primeira sugada, ele começou a pulsar e engrossar na minha boca.

A Ana chapando um e eu o outro, engolia cada centímetro pra ver ele gemer.

— Vai, vadia, chupa meu pau.

Engolindo tudo, batia o pau na língua. A Ana fica em pé e tira a roupa, ficando totalmente pelada.

Ela senta no sofá, abre as pernas e ordena que o cara chupe a buceta dela.

— Chupa minha buceta, me faz gozar!

O cara começou a chupar o grelo dela. Enquanto eu mamava a pica do cara, eu observava ela sentindo prazer e queria também.

O cara disse:

— Fica de pé.

Limpei a boca suja de baba. Ele puxou meu vestido, me deixando de calcinha.

Ele me colocou de quatro no sofá e afastou minha calcinha. A Ana acendeu um baseado e me deu. Eu comecei a fumar enquanto estava de quatro. O cara começou a esfregar o pau na minha buceta.

Eu disse:

— Coloca camisinha.

Ele respondeu que não tinha. Eu me curvei, peguei a bolsa e entreguei uma camisinha.

Ele colocou, e eu, por ser bem apertada, senti a cabeça do pau invadir minha buceta. Senti centímetro por centímetro entrando.

— Calma, é muito grosso! — falei rouca.

A Ana também ficou de quatro, e o cara começou a meter com força. Eu ouvia os gemidos vindo do quarto onde a Jenifer estava.

O cara foi começando a aumentar o ritmo e eu comecei a sentir prazer. O pau indo e voltando bem rápido fazia eu gemer alto.

— Isso, isso. Mete gostoso. Mete na minha buceta, caralho.

Ele dava tapas e tapas na minha bunda, deixando ela quente e marcada.

— Isso, bate e mete!

O efeito da maconha estava me deixando mais vadia do que o normal.

A Ana do meu lado, sendo arrombada com força, eu ouvia o pau batendo fundo nela. Isso me excitava demais. Eu puxei o rosto dela e dei um beijo de língua nela.

Pra ela também foi algo comum. Nós duas se beijando e sendo arrombadas. Eu estava fora de si, mas estava amando ser uma vadia.

O cara disse:

— Cavalga no meu pau.

Ele se sentou e eu comecei a cavalgar, rebolando e arranhando o peito dele.

— Isso, puta, rebola no meu pau.

— Me xinga, me chama de puta.

Sentava com tanta força que os estalos da bunda no saco dele ecoavam a casa.

— Mete em mim agora, me fode — gemi em êxtase.

Ele começou a meter de baixo pra cima, seguindo minha cintura. O pau dele batia fundo e eu estava prestes a gozar.

— CONTINUA, NÃO PARA…

— Ahh, ahh, caralho. Tô gozando.

— Goza no meu pau, vadia.

Gozei, caralho. Que delícia.

— Caramba, eu vou gozar também.

Eu me levantei e disse:

— Goza na minha boca.

Me ajoelhei, ele tirou a camisinha e eu chupei, e de repente a jatada inundou minha boca.

Eu engoli a porra dele.

— Ai, que delícia, que porra gostosa.

Ele caiu no sofá e eu continuei no chão.

Ana ajoelha do meu lado e começa a chupar o pau do cara que estava fodendo ela.

Ele segura o pau e se masturba:

— Abre a boca, vadia.

Eu abri a boca junto com a Ana e já veio a leitada na minha cara e na dela.

— Quanta porra é essa? — disse Ana.

Eu ri e fiquei com o rosto sujo de porra. Ana passou a língua, me limpando, e nos beijamos.

Depois de um tempo de conversa e fumando baseado, fodemos de novo.

Foi a noite inteira de sexo, baseado e gozada.

Foto 1 do Conto erotico: VADIA EM AÇÃO


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook

Comentários


foto perfil usuario lozo

lozo Comentou em 02/01/2026

Que delicia de conto e que noitada maravilhosa, regada a muito sexo e muita porra, tem coisa melhor do que trez ninfetinhas sedentas de sexo e cheias de desejos, vontades e muito tesão? Votado e aprovado

foto perfil usuario gatabisolteira

gatabisolteira Comentou em 02/01/2026

Há coisa melhor que transar assim com amigas! É muito mais gostoso quando dividimos porra de machos e chupamos nossas bucetas!

foto perfil usuario afim2

afim2 Comentou em 02/01/2026

Hummm... que suruba deliciosa, Bárbara! Votado 🔥




Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


250702 - INICIANDO NA PUTARIA - Categoria: Heterosexual - Votos: 19

Ficha do conto

Foto Perfil barbaraputagulosa
barbaraputagulosa

Nome do conto:
VADIA EM AÇÃO

Codigo do conto:
250838

Categoria:
Fantasias

Data da Publicação:
01/01/2026

Quant.de Votos:
3

Quant.de Fotos:
1