SURUBÃO

A mensagem da Ana me fez arrepiar inteira antes mesmo de abrir a porta:

“Consegui alugar minha própria casa! Agora moro sozinha! Vem comemorar, beber e fumar comigo?”

Sorri de imediato. Tomei um banho rápido, mas demorado o suficiente para sentir cada ponto do meu corpo reagir. Escolhi meu shortinho justo e um top que mal cobria meus seios, joguei algumas camisinha na bolsa — nunca se sabe quando a vadia interior resolve se soltar de vez — e pedi o Uber.

Quando cheguei, Ana já estava na porta, o sorriso malicioso escancarado, me puxando para um abraço apertado. Eu dei os parabéns e estava feliz por ela. O cheiro de maconha exalava no ar. Nos jogamos no sofá velho, que afundava a cada encostada, e Ana me passou um copo de gin. Dei um gole longo, sentindo o álcool descer queimando, e ela acendeu um baseado, oferecendo pra mim. Puxei a fumaça fundo, soltando devagar, enquanto sentia meu corpo esquentar ainda mais.

— Nossa, amiga… você lembra daquela festa? — ela começou, com os olhos brilhando de malícia.
— Como esquecer? Minha buceta ainda tá pulsando só de pensar — respondi.
— Haha, a minha também. Eu tava pensando… você tem algum fetiche escondido? — ela perguntou, inclinando o corpo pra perto do meu, provocando.
— Eu… adoro quando a gente se entrega totalmente, sabe? Tipo, sem regras, só putaria e tesão. E você?
— Eu queria foder a noite inteira, várias pessoas, todo mundo junto, sentir cada toque e gemido… — ela disse baixinho, lambendo o lábio, e eu senti minha vadia interior explodir.
— Claro, que vadia.

Nos rimos e continuamos virando copo e fumando. Já estávamos no segundo baseado quando a porta abriu. Começou a gritaria: os meninos chegaram fazendo um barulho enorme — DJ, Diego, Nego, Nando e Lucas. Todos chegaram juntos para comemorar a conquista da Ana. Eu já sabia da maldade dela, mas estava disposta a fazer uma brincadeirinha gostosa.

DJ pegou o baseado da minha mão, fumou, soltou a fumaça na minha cara e sorriu. Fumamos pra caramba e bebemos. Era oito da noite, e eu estava impossível, bem louca. O DJ ficou do meu lado e disse no meu ouvido:

— Será que hoje rola?
— Só depende de você querer — respondi.

Ele me beijou e eu retribuí o beijo. Todo mundo gritou. A putaria ia começar. Após o beijo, ele apertou minha bunda, beijou meu pescoço e abaixou meu top, deixando meus seios pra fora. Os bicos estavam endurecidos; ele colocou na boca e deu um chupão.

— Ai, que delícia — gemi, falando.

Diego gritou:

— Quero participar também.

Ele chupou meu outro seio. Eles estavam mamando no meu peito e desabotoando meu short.

— Vai ficar peladinha pra gente, vadia — DJ disse, apertando o pau.

Ana também tirou a roupa e ficou pelada. Eu ajoelhei e abaixei o short do DJ. Abocanhei o pau e comecei a chupar; chupei a cabeça, passei a língua nos ovos. Diego colocou o pau na minha boca, e eu ficava revezando: mamava um e depois o outro, a Ana do meu lado mamando três.

— Tá gulosa, hein, vadia — falei pra ela.
— Eu não recuso pica, eu amo chupar.

A gente estava tudo no mesmo lugar, um cheiro gostoso de suor e maconha. O DJ me colocou na cama e abriu minhas pernas, começou a me chupar. Meu grelo estava inchado e pulsando. Diego colocou o pau na minha boca e dizia:

— Chupa, engole meu pau. Você gosta de chupar, né?
— Uhumm — respondi, com o pau na boca.

— Fica de quatro, putinha — disse o DJ.

Eu fiquei. Ele deu um tapa na minha bunda e ficou esfregando o pau na minha buceta.

— Enfia o pau em mim.

Eu tava tão excitada que nem percebi que estava sem camisinha; eu só queria ser arrombada. Ele enfiou o pau e começou a me foder com vontade e força. Eu mamava o pau enquanto o DJ me arrombava.

— Minha vez, deixa eu arrombar ela — disse o Diego.

Ele montou em cima de mim e empurrou seu pau. Quando senti as bolas encostadas em mim, ele puxou meu cabelo pra trás com violência e disse:

— Pede pica, sua.

— Me fode, caralho, arromba essa buceta.

As estocadas dele iam fundo. Ele era bruto: tapas na bunda e puxadas de cabelo. Enquanto ele me arrombava, eu assistia a Ana sendo arrombada do meu lado; o Lucas fodia ela. Ela gritava de prazer, implorava por pica.

— Me dá pica, não para.

Eu me excitava com ela gemendo. Enquanto nós duas éramos fodidas, eles fumavam; isso me excitava muito mais. O Nego disse:

— Deixa eu foder a Bárbara.

— Vem, Nego, me fode com força.

Ele enfiou o pau com violência na minha buceta, e eu gritei.

— Você não queria? Toma pica, sua puta.

— Ai, mete fundo, Nego, arromba essa vadia.

Ele metia com tanta força que o saco dele estralava batendo em mim.

— Vai colocar o pau na boca dela.

O DJ enfiou o pau na minha boca, e eu mamava e gemia. Eu estava perdendo as forças das pernas.

— Não para, fode com força. Eu tô gozando.
— Goza no meu pau, vadia.
— AGHHH, GOZEI, CARALHO.

Ele continuou fodendo com violência. Eu mamava dois paus ao mesmo tempo, e o Nego disse:

— Vou gozar, toma leite na buceta.
— Me enche de porra, goza na minha bucetinha.

Eu sentia as três jatadas indo fundo na buceta. Meu grelo pulsava. Ele tirou o pau, e a porra escorreu. Diego, sem perder tempo, enfiou o pau e começou a me foder. Eu gozei de novo.

— Ah, que delícia, tô gozando de novo, caramba.

De repente, Diego me encheu de porra. Eu já tinha perdido as forças; caí de lado na colcha enquanto a Ana gemia. Ela estava cavalgando na pica e mamando o outro.

O DJ disse:

— Eu ainda não gozei.

Eu abri as pernas, e ele disse:

— Quero gozar na cara.

Eu sorri e disse:

— Então me dá leitinho.

Comecei a chupar o pau dele. Ele segurou meu cabelo e puxou minha cabeça, me fazendo engolir tudo.

— UAUHH… (som de engasgo)
— Engole tudo.

Abri bem a boca e engoli tudo.

— Isso, putinha obediente. Abre a boca e pede leite.
— Goza pra mim, me dá leite na cara.
— Ahh, caralho. Toma leite, sua puta.

Uma, duas, três, quatro enormes jatadas de porra na minha cara. A porra escorria e pingava no meu peito.

— Quanta porra, hein — eu disse pra ele.

Ele riu e disse:

— Já já te dou mais.

Eu me saboreei com a porra dele. A Ana levou duas gozadas dentro.

A gente foi arrombada a noite toda. Perdi as contas de quantas vezes gozaram na minha buceta. Só sei que meu grelo tá inchado e doendo. Eu fui pra casa no outro dia à tarde. Mais de doze horas sendo arrombada.

Eu e a Ana ficamos deitadas fumando, se recuperando. Nos beijamos e nos chupamos. Fizemos 69, gozamos juntas.

(Querem um conto só meu e dela?)

Foto 1 do Conto erotico: SURUBÃO

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Comentários


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viciadoemsexo69 Comentou em 05/01/2026

Devia postar umas fotos suas peladinha sua safada

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fernando1souza2 Comentou em 04/01/2026

Duas gatas lindas!

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daniros Comentou em 03/01/2026

Delicia de conto/!!

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afim2 Comentou em 03/01/2026

Delícia de conto. Pode postar só de vcs duas. Ficarei com tesão do mesmo jeito que as suas surubas 🔥




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Ficha do conto

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barbaraputagulosa

Nome do conto:
SURUBÃO

Codigo do conto:
250915

Categoria:
Interrraciais

Data da Publicação:
02/01/2026

Quant.de Votos:
7

Quant.de Fotos:
2