Fui atrás e na parte onde ficam as esteiras, mais vazia, abordei ele:
— Opa, e ai! De boa?
Abner sem jeito, olhou pros lados pra ver se ninguém estava vendo e disse:
— de boa, e você cara?
Sua voz era adolescente, não grossa como a minha, de macho, e sua energia dele era de moleque, isso me encheu de tesão. Na hora, já lancei pra ele:
— Se liga, vamos continuar isso. Me passa teu whatsapp, pode ficar suave que eu me liguei que tu tem mina, não vou te mandar mensagem. Tu fala comigo quando der…
Me inclinei e cheguei mais perto dele, depois de ver que ninguém estava perto e completei:
— Tô de olho nesse teu rabo desde a primeira vez que te vi me olhando. Quero te comer gostoso, moleque.
Abner se assustou, mas logo me passou seu número e me pediu sigilo total. Eu, obviamente, disse que o segredo dele estava guardado comigo.
Ao longo da semana, fomos conversando pelo whatsapp, e descobri então que ele estudava muito perto da academia onde malhávamos. Sugeri pra ele que, em um dia que ele pudesse matar aula, me avisasse, assim o buscaria para passar a manhã levando pica na minha casa. Dito e feito. Combinamos numa quarta, e la fui eu busca-lo um pouco a frente da sua faculdade, de carro. Não queriamos dar bandeira.
Ele entrou, me cumprimentou com um aperto de mão, mas meu carro tem insulfilm, ja cheguei dando um beijão de língua segurando na nuca do moleque, que apesar da surpresa, se soltou nos meus braços. Ali eu percebi que tinha faturado um viadinho submisso. Seu beijo não era gostoso, era inexperiente, mas era exatamente essa inexperiência que me deixava cheio de tesão, doido pra ensinar tudo praquele moleque.
Fomos pra minha casa e ao chegar, ficamos nos pegando gostoso no sofá por uns minutos, e então perguntei a ele se ele estava pronto pra me dar. Eu não tenho rodeios, queria saber se aquele moleque havia tomado banho e se preparado pra isso. Ele disse que se preparou mas que achava que não aguentaria me dar. Então, eu falei:
— Tu não tá achando que eu fui te pegar de carro pra ficar de beijinho contigo, né moleque? tu vai cair de boca no meu pau e obedecer teu macho. não sei se ta claro, mas a partir de agora eu sou teu macho, teu professor, teu dono. Vou te ensinar tudo que você precisa saber sobre como dar tesão pra macho. E claro, vou te deixar doido de tesão.
Quando terminei, nem dei tempo dele falar nada, ajoelhei no chão, puxei qs pernas dele pra cima dos meus ombros e ja comecei a linguar aquele cuzinho. Percebi que ele tinha todas as pregas — não por tanto tempo — e meu pau explodiu de tesão. Fui linguando e devorando aquele cuzinho virgem e olhando bem pro rosto de Abner, que gemia e se contorcia no sofá segurando o pano. Era uma sensação nova pra ele e eu fiz questão de devorá-lo e abrir bem aquele cuzinho todo, como parte do meu plano de deflorar ele com meu mastro.
Quando percebi que Abner já estava confortavel e com o pau totalmente ereto, uns 10 minutos depois de ficar com o cuzinho dele na minhq boca, parei, levantei e falei:
— Agora é tua vez, vem mamar minha piroca e cuidado com os dentes.
Abner segurou minha pica e, de forma afobada, começou a me mamar. No inicio não estava gostoso, mas fui guiando os movimentos dele, até ficar razoável. Eu empurrava meus 18cm dentro da garganta do moleque, e ele engasgava e babava meu pau todo. que tesão eu tenho nisso. Depois de uns 15 minutos, arrastei ele pro quarto e mandei ele sentar na minha cara, fizemos um 69 gostoso e enquanto ele estava por cima com o cu abertinho pra mim, alternava entre linguadas e dedadas pra preparar o terreno. Ele não falava uma palavra, apenas gemia.
Quando entendi que ele já estava entregue ao tesão, levantei e peguei uma camisinha, disse a ele que o comeria com capa, mas que na hora de gozar, queria engravidá-lo. ele disse que não e implorou para eu botar devagar, no que respondi dando um tapa na cara dele e dizendo:
— Moleque, tu não ta lidando com teus amigos não. Já te falei que aqui quem manda sou eu. Eu como cuzinho há mais tempo do que tu pode imaginar, eu vou te enrabar tão gostoso que você vai comer tua mina pensando na minha pica dentro, sentindo falta dela te completando.
Quando eu falava grosso, Abner se assustava, a unica coisa que ele conseguiu dizer foi:
— Ta bom…
Eu então:
— Tá bom o que? O que eu sou teu?
Ele:
— Tá bom, macho.
Eu:
— Isso que eu gosto, de putinha obediente. Você vai querer engravidar do seu macho?
Eu só faço as coisas com consentimento. então foco em convencer. Abner me olhou e disse:
— Você não tem nada, ne?
No que então fui ao armario pegar meu lubrificante e meu teste rapido. Voltei, puxei ele pra beira da cama, o posicionei de lado com a bundinha pra fora da cama e joguei o teste rapido pra ele. Enquanto passava meu lubrificante, dizia:
— Sua resposta tá aí. E a minha você ja deu. Eu vou começar com a camisinha, e quando eu for gozar vou tirar.
Abner nada falou, largou o teste rápido e fechou os olhos quando eu comecei a encostar a cabeça do meu pau no seu cuzinho. Fui brincando com a cabeça na entrada, botando e tirando, pra ele acostumar, e quanto mais ele relaxava e gemia, mais eu botava a piroca, quando entrou toda, joguei meu corpo em cima dele e sussurrei no ouvido dele:
— Você tem um minutinho pra se preparar. O devagar já foi, agora seu cu vai ser esfolado.
Deixei a pica paradinha e comecei o vai e vem ritmado, devagar primeiro, e fui aumentando firme e rapido as estocadas, ele gemia igual uma putinha, o que me surpreendeu, achei que gemeria igual outros heteros enrustidos que ja comi. Abner não. Ele abraçou a persona de putinha e gemia igual uma cadela, a ponto de pedir pica e me chamar de meu macho.
Fizemos varias posições, sempre comigo guiando tudo, frango assado, de lado deitado, de quatro, ele tentou sentar (não aguentou de primeira), e sempre sem eu deixar ele gozar. Puta minha só
goza depois de mim. Então ele não gozou até que eu decidi que ia gozar naquele cuzinho.
Saí de cima de abner, botei ele de joelhos no chão e apoiado na cama, abri bem o cuzinho, queria ver meu estrago, e falei:
— Agora teu cu tem dono. Ta sentindo o ventinho nele? Eu deixe ele bem abertinho, no formato do meu pau. Agora você vai deitar na cama de bruços e se preparar pra receber o leite do teu macho.
Abner deitou e ja foi mordendo o travesseiro, ele sabia o que o esperava. Eu não tenho pena de viado, então meu sexo é brutal com homens. Como o cuzinho ja estava frouxo, tirei a camisinha, deitei em cima dele, joguei todo meu peso com a pica encaixada e entrei totalmente dentro dele. Só ouvi seu grito abafado pelo travesseiro. Eu comecei a bombar igual um animal, socava forte, rápido e firme dentro de Abner, como um bicho mesmo. Empurrava sua cabeça contra o travesseiro e socava sua costela levemente, pra não deixar nenhum hematoma. Até que senti que ia gozar, bombei ainda mais forte, deitei com todo meu peso e comecei a soltar meu leite bem fundo nele. Abner ainda tentou se mexer e sair mas ele estava preso com meus braços em seu pescoço e meus 95kg em cima dele. Todo meu leite foi pra dentro dele.
Depois de gozar, abner se sentou na cama e eu vi a mancha de porra na cama. Abner havia gozado sem tocar no pau. Ele pediu desculpas por sujar o lençol. Eu, como alfa e caçador que sou, o levantei, sentei na cama e o puxei pro meu colo. Como eu sabia que a probabilidade dele não querer de novo por conta da culpa "hetero”, fui carinhoso e romântico, já pensando em garantir a próxima vez. Dava beijos no corpo de Abner e dizia:
— Não tem problema nenhum . Que delicia foi nosso sexo, né? Você gostou? Eu te machuquei? Eu adorei muito sentir você. Quero que você seja minha namoradinha a partir de agora.
Abner respondeu tímido com uma voz doce, que não era habitual dele:
— Meu rabo ta ardendo, mas eu nunca gozei tanto na minha vida.
Comecei a perceber que estava criando uma putinha de verdade. Então, continuei-o tratando com carinho, como se eu realmente quisesse algo com ele, quando na verdade no dia seguinte ja estaria caçando outra puta. Passei um café pra gente, e depois que ele tomou, no sofá, deitou em meu colo. Fiz carinhos em seus cabelos, conversamos sobre a vida, e meu pau começou a dar sinal de vida. Ele percebeu e ja foi pegando, me mamou ali mesmo, muito melhor que da primeira vez. Ainda gozei na boca dele e fiz ele engolir tudo, o que fez com cara de nojo, mas fez.
Ainda transamos algumas vezes por 6 meses, mas ele terminou com a namorada e entrou numa de que eu deveria ficar só com ele. Pulei fora, mas disse que se ele quisesse só ser minha puta, tudo certo. Ele me bloqueou e desde então perdemos contato. Mas ele nunca vai esquecer do macho que deflorou ele pela primeira vez — e é essa minha missão de vida.
Top
Caramba, que tesão de história
parrudoatv