E aí putos gostosos! Tudo certinho com vocês? Espero que sim!! Hoje, 1º sábado de 2026, acordei com aquela fome de rola que precisa ser saciada. Estava a alguns dias sem dar devido à correria no trabalho e as festas de final de ano. A punheta já não era mais suficiente...rsrsrs... Pra quem não leu meus relatos anteriores, moro em Curitiba, sou 40tão, solteiro, urso alto, gordo, rabudão, pelos no peito e pernas, branco, PASSIVO. Acordei perto da hora do almoço, comi, tomei um bom banho e fui pros apps de pegação e bate papo uol pra ver o que rolava. Logo que entrei no bate papo um cara me chama pra conversar. Já havia falado com ele outras vezes, mas sempre me enrolava pra encontrar com ele, pois sempre que a gente se falava era tarde da noite, ruim e perigoso pra sair de casa e encontrar desconhecidos. Mas enfim, no meio da tarde trocamos whats e ali ficamos nessa putaria de mandar nudes e falar sacanagens. Ele, que vou chamar de Marcos, uns 50 e poucos anos, magro, mais baixo que eu, pele bronzeada, todo tatuado, cara de safado e uma pica deliciosa de uns 20 cm, grossa, toda raspada, inclusive as bolas. Meu cú, claro, já piscava sem parar e marcamos de eu ir até sua casa, num bairro ao lado de onde moro. Tomei outro banho, pois o calor aqui tá forte e fiz uma chuca caprichada, porque pelas fotos eu ia levar fundo no cu...rsrsrs. Cheguei, subi pro seu apto e fui recebido com um beijo na boca e um abraço, sentindo suas mãos já procurando meu bundão. Pensei “Hoje eu me dou bem. O safado tá tarado por cú”. Fomos pra sala já ficando mais à vontade. Ele tirou a camiseta, o short e eu acompanhei, tirando minha roupa e ficando só de cueca. Quando olho pra ele em minha frente, vejo a pica grandona, duraça, reta, apontando pra mim. Segurei firme, puxei ele pra perto pela pica e abocanhei sem frescura. “Isso putão. Tá com fome de pau né? Assim que eu gosto. Sabe o que quer e não perde tempo.” Eu só me concentrei em mamar aquele cacete, engolindo o que cabia, pois é realmente grande e grosso. Alternava a mamada com lambidas nas bolas lisas enquanto tocava uma punheta pra ele. “Que pau gostoso cara. Vai me arrombar do jeito que tô precisando hoje.” “Vamos pro quarto. Quero ver você de 4 pra mim.” Fomos pro seu quarto, ligou o ventilador e já nos deitamos nos pegando, beijando, acariciando. Sua mão foi pra minha bunda, buscando meu cú, que piscava muito. Eu abri um pouco as pernas, ele passou saliva nos dedos, lubrificou o cú e meteu um dedo. Eu gemi em seu ouvido e o deixei abusar de mim. “Mete o dedo. Deixa meu rabo pronto pra eu levar pica. Quero ele todo dentro.” “Vou te deixar todo largo safado. Esse rabão tem que ter tratamento especial.” Peguei gel e camisinha que havia levado mas ele queria curtir sem capa na porta do meu cú. Pegou o gel, me fez deitar de bruços, lambuzou a cabeça e deitou por cima de mim. Aquele quarto quente, os 2 já meios suados, o sol entrando pela janela, deixava o clima mais gostoso ainda. Seu pau cutucava meu rabo, pulsando de duro. Meu cú piscava louco pra ser invadido e ele mordiscava minha nuca, pescoço, gemendo no meu ouvido. Fui empinando meu bundão em direção àquela tora e de repente a cabeça entra. “Caralho. Passou a cabeça; Tô sentindo ela pulsar lá dentro. Devagar pra não machucar.” “Vou por devagar mas vou até o talo. Vai aguentar?” “Aguento. Quero ele inteiro enterrado no meu rabo.” Aos poucos fui relaxando o cú e a pica foi escorregando pra dentro. Quando senti seu corpo colado no meu, fui ficando de 4 e o que faltava entrar ele fez questão de empurrar de uma só vez, me fazendo gemer alto. “AHHHHH. Tá me arrombando safado. Meu cú vai ficar todo largo assim.” “Aguenta. Você não queria pica? Agora vai dar esse rabo até a gente gozar.” E aí começou a sessão de socadas. De 4, eu empinei ao máximo meu rabo pra ficar bem aberto e exposto praquele macho se satisfazer. Ele alternava a metida com socadas mais leves e depois fortes e fundas, tirando a rola quase inteira e atolando de novo, me fazendo gemer sem parar. Já sentia meu cú arrombado, quente, envolvendo sua tora de carne que trabalhava sem parar fodendo meu rabão guloso. Depois de um tempo assim, saí da sua rola, me deitei de frango assado, abri bem a bunda e aí ele pirou. Forçou minhas pernas pra frente, fazendo minha bunda se levantar e cravou a pica. O som da batida do seu corpo contra o meu com certeza poderia ser ouvido pelos vizinhos e ele, nem aí pra nada, gemia, urrava e comia meu cú com vontade. “Que delícia de rabo. Olha como meu cacete entra fácil nesse cú. Puto arrombado. Ficou largão pra servir teu macho.” “Eu tô sentindo meu cú todo arrombado. Você deixou ele todo aberto. Agora come forte. Não precisa ter pena.” Ele, que já não estava nem aí se eu estava sentindo dor, acelerou mais ainda as socadas, me olhando com uma cara de safado que me deixava com mais tesão ainda. Suando muito, ele diminuiu o ritmo, se inclinou sobre mim, me beijando com vontade, enquanto mexia seu quadril fazendo a rola tocar cada centímetro do meu cú por dentro. Então ele me pediu pra foder de ladinho. Me ajeitei na cama, virei de lado e ele se ajoelhou na cama. Enfiou a vara abrindo meu bundão e socando gostoso. Vi que ele Já estava cansado pelo calor e pelo esforço, então, depois de um tempo assim, pedi pra sentar na pica dele. Ele se deitou na cama, eu fiquei de costas pra ele e sentei na pica. Assim que eu comecei a rebolar ele agarrou meu bundão, cravando as unhas e urrando. “Devagar. Assim eu vou gozar nesse cú. Quero comer você e não quero gozar agora.” Então eu diminui as reboladas, quicando devagar, rebolando e piscando meu cú naquele cacete durão. Aí ele me pede pra ficar deitado de bruços de novo. Saí de cima dele e me deitei com a bunda pra cima. Novamente ele se deitou por cima de mim, enterrou a pica e socava gostosamente no meu cú. “Tô quase gozando. Fica de 4 pra mim.” Obedeci como o bom puto que sou. Fiquei de 4 bem empinado e deixei ele socar. “Come esse rabo meu macho. Arromba gostoso e me dá seu leite”. “Quero esporrar na sua boca. Deixa eu te dar leite na boca?” Não curto muito tomar porra, mas aquela cara que fodeu com tanta vontade que o mínimo que eu poderia fazer era tomar sua porra. E topei deixar ele me dar porra na boca. Sem frescura nenhuma, ele tirou a rola do meu cú, eu me deitei na cama, ele se ajoelhou ao meu lado e enfiou a cabeça na minha boca. Sentir o gosto do meu cú na pica daquele homem me deu um puta tesão e eu gozei forte, lambuzando minha barriga e meu peito. Foi então que senti o pau pulsar e jorrar porra quente direto na minha boca. “Tô gozando filho da puta. Toma a porra do seu macho. Vou encher sua boca de leite grosso.” Deixei ele explodir numa gozada forte, que me encheu a boca e escorreu pelos cantos, lambuzando minha barba. Ele tirou a rola ainda dura e esfregou na minha cara, espalhando sua porra por todo meu rosto suado. Caiu deitado ao meu lado, exausto, suado, e ficamos ali recuperando as forças por um tempo. Sentia meu cú fervendo, alargado, satisfeito por ter sido arrombado de um jeito tão bruto quanto eu gosto. Depois de um tempo, me levantei, tomei uma ducha, me vesti e voltei pra casa. Tive que vir relatar como foi essa foda imediatamente para poder contar todos os detalhes dessa foda. Espero que tenham gostado e gozado lendo isso. Votem e comentem, pra me estimular a contar mais sobre minhas fodas. Se forem de Curitiba ou próximo e curtirem foder um cú guloso, mandem mensagem e eu repondo. Não precisa ser pauzudo, só tem que gostar de comer cú.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.