Primeira vez a gente nunca esquece - Parte 1

Boa tarde pessoal, sou novo aqui, resolvi fazer contos das minhas experiências devido a um colega me pedir muito pra contar, então aqui estou pra dividir com vocês um pouco de como foram as minhas experiências do início até os dias de hoje. E esse, será o primeiro conto de muitos que tenho, e são todos REAIS, sem FICÇÃO, sem IA, nada FAKE, foi como realmente aconteceu.
Eu moro na região de Curitiba PR, sou um pouco curioso nas aventuras desse mundão por ai, sempre com muita vontade de buscar novas possibilidades!
Tudo começa quando eu tinha 14 anos, mas sem nada de experiência, apenas poucos e tímidos beijos nas amigas da escola, e andava muito com meu amigo da rua de baixo onde eu morava, ele tinha 15 anos, nós "vivíamos" juntos pra tudo, pra jogar bola na rua, andar de bicicleta, tomar banho de rio (escondido dos pais), íamos juntos pra escola e retornávamos juntos sempre que possível, um vivíamos na casa um do outro sempre, horas eu lá, horas ele lá em casa, estudávamos de manhã e à tarde geralmente eu ficava sozinho em casa pq meus pais estavam trabalhando, e só o pai dele trabalhava, mas a mãe dele sempre saia na casa das "comadres", nossos pais tinham uma certa amizade, mas, mais distantes, só conversavam em eventos.

E nessas idas e vindas, um certo dia meu amigo fez um convite pra ir com ele e seus pais, passar uns dias na chácara deles no interior da cidade:
Ele: - meu querido, você quer ir com a gente passar uns dias na casa da chácara? vamos aproveitar o feriado lá!!!
Eu: - quero sim, mas não sei se meus pais vão deixar eu ir, vou perguntar quando eles chegarem em casa e te digo amanhã.
Ele: - tomara que sim, eu vou gostar muito se você for.
Eu: - Ué? mas pq? oque tem lá pra fazer?
Ele: - Pq sim! eu sempre fico um pouco sozinho lá, só meu tio que cuida lá me da mais atenção, por isso! E lá tem cavalos, tanque, gramado, bichos, vc vai ver!!
Eu: - Ah sim, tá bom então, entendi.

Assim que meus pais chegaram em casa, logo perguntei se eu poderia ir com eles ficar os dias de feriado lá.

Minha Mãe: - já viu mesmo!!! vai incomodar os outros, melhor não!!!
Meu Pai: - deixe que ele vá, assim vai aproveitar um pouco.
Minha Mãe: - vou pensar, e vou falar com a mãe dele sobre isso amanhã.

Minha Mãe, no dia seguinte foi até a casa deles e se informou sobre como iria ser e se era verdade mesmo. (risos)

Minha Mãe: - meu filho, eu vou deixar você ir com eles, mas se aprontar alguma lá, nunca mais sai de casa, e tem mais, favor sempre obedecer a eles.
Eu: - tá bom mãe, não vou fazer nada de errado, e também vou obedecer sim, pode deixar!

Assim que encontrei meu amigo já contei pra ele que deu certo de ir com eles.

Eu: - meus pais deixaram eu ir!!!
Ele: - que bom, você vai gostar bastante, estou feliz que deu certo!!!

E já no dia seguinte fomos pra chácara deles, levei uma mochila que minha mãe arrumou com roupas, toalhas, chinelos e itens de higiene pessoal pra suprir os dias que ficaríamos lá, que foi de uma quinta-feira já depois do almoço até domingo à tarde.
Chegando lá, meu amigo foi mostrar toda chácara, tudo o que tinha por lá pra gente fazer, o lugar era grande, tinha um pouco de mata aberta e mais fechada, a casa era mais estilo antigo (colonial) mas com dois andares, em baixo cozinha grande, banheiro, sala e dois quartos, um dos pais dele, outro também de casal, já no andar superior apenas dois quartos com duas camas de solteiro cada, na parte de fora tinha um paiol grande com garagem, galinheiro e o lugar onde ficavam os cavalos, e tinha a casa do caseiro, que na verdade era tio do meu amigo, irmão do pai dele.
Andamos por todo lado, ajudamos seu tio com alguns afazeres, fomos plantar frutas com a mãe dele, e assim entardeceu e chegou a noite, fomos todos pro banho, um de cada vez (risos), depois jantamos e fomos pra sala assistir (a tv só tinha um canal, pq era muita antiga) e conversar:

Mãe dele: - você gostou daqui?
Eu: - sim, tem bastante coisa pra fazer né?
Mãe dele: sim, só não vão pra muito longe, e se forem avisem antes.
Eu: - pode deixar, mas eu não conheço aqui, seu filho vai me mostrando!
Ele: - claro, hoje mostrei algumas coisas, mas até domingo ainda tem tempo para vermos tudo!
O Pai dele: - amanhã vamos pescar cedo, não demorem pra levantar
Nós dois: - Tá bom!!!
Mãe dele: - me diga, onde vão dormir? aqui em baixo é cama de casal... lá em cima cama de solteiro, mas acho que vão ficar com medo de dormir lá
Ele: - medo nada Mãe, lá é melhor, pode arrumar lá pra nós
Mãe dele: - se ficarem com medo, podem descer pra baixo, vou deixa arrumado.

Em seguida, seus pais foram dormir, e nós um pouco depois, subimos com nossas mochilas, era um pouco alto pra subir, apagamos as luzes de baixo, só ficou um pouco claro com a luz vinda de um poste do pátio, nos arrumamos cada um em uma cama e apaguei a luz, ficou só a claridade vinda de fora, virei de costas pra ele, pq era assim que eu era acostumado dormir, passou alguns minutos meu amigo perguntou:

Ele: - vc já dormiu?
Eu: - ainda não, estou tentando dormir e vc?
Ele: - estou batendo punheta, olhe aqui pra vc ver!!!
Eu: - vc é louco? se seus pais verem isso, vão brigar com vc!!!
Ele: - nunca, depois que eles deitam e dormem não verem mais nada, eu já sei, bata vc ai também, não tem problema
Eu: - bem capaz, eles podem subir
Ele: - não sobem, de agora em diante só acordam amanhã, bata lá que eu bato aqui
Eu: - tá bom então

Comecei bater uma, meio desconfiado, mas olhando ele da minha cama batendo, até que:

Ele: vc bate uma pra mim, que eu bato pra vc? topa? (com uma voz em tom mais baixo e mais doce)
Eu: - credo, não podemos, somos amigos e isso é menina que faz na gente né? (assustado)
Ele: - alguma menina já bateu pra vc? pra mim ainda não, são todas frescas, já vi em filmes homens fazendo, e quero saber como é
Eu: - mas não é certo, já pensou se alguém vê nós? ou alguém depois fica sabendo?
Ele: - vc vai contar? eu não vou falar pra ninguém, fica tudo em segredo, topa assim?
Eu: - claro que não né, nossos pais nos matam se souberem.
Ele: - ninguém vai saber, venha aqui, eu começo bater pra vc, venha já.

Foi então que, em segundos passou mil coisas pela cabeça, "será que vou, ou não?", enquanto eu estava pensando sem dizer nada, ele ainda continuava insistindo com palavras mais doces e meigas, dizendo que tudo o que iria acontecer ali, ficaria em segredo só nosso, que os pais dele não iriam ouvir... me convencendo de todas as formas possíveis. Eu ainda sem resposta, pensei, "puxa vida" ele é meu melhor amigo, esses dias atrás, ficou mais carinhoso comigo e agora eu entendi, ele quer ser mais que um bom amigo, me deu coisas, pagou lanche na escola, passou me chamar de "Querido" algumas vezes, e por outro lado eu ainda não retribuo a essas coisas pra ele, agora que ele me pediu alguma coisa vou negar, mas isso??? (pensando).
Tomei a decisão, levantei e fui até a cama dele sem falar nada, ainda em pé ele sentou na cama e começou bater, uma batida mais tímida, mas prazerosa, ele batia e com a outra mão passava na minha bundinha, eu estava adorando aquela sensação nunca vivida, enquanto ele fazia em mim eu olhada o pau dele duro, era maior que o meu, o dele era um pouco mais formado já, (compatível com nossas idades) com tendência de ser de médio a grande quando ele fosse mais velho. Ele deitou-se na cama quase de ladinho e pediu pra mim deitar ao contrário, mas de bundinha pra cima e falou pra eu bater pra ele, nos ajeitamos e então eu senti pela primeira vez na vida, o pau de outra pessoa na minha mão, confesso que nunca havia imaginado antes aquele momento, nunca me passou pela cabeça fazer aquilo em outro "homem", mas a verdade é que já era tarde demais, pois minha mão já estava toda agarrada no pau dele, eu batia e enquanto ele passava a mão na minha bundinha, passava a mão na minha cabeça, fazia carinho no meu corpo, eu sentia uma desconfiança dos pais dele poderem subir, mas por outro lado já havia me entregado à tentação que ele fez em me convencer a estar ali com ele. Até que logo eu disse:

Ele: - Querido, chupa meu pau? quero sentir sua boca nele! (todo carinhoso)
Eu: - não, isso não foi combinado, vc disse que era só pra gente bater um pro outro!
Ele: - eu sei meu querido, mas agora me lembrei e gostaria muito de ver vc me chupando, sabe, eu já vi a mãe fazendo isso no pai.
Eu: - sim, ela é mulher dele, eu não sou mulher.
Ele: - mas vc é meu amigo querido que eu gosto muito, faz isso pra mim, já te disse que ninguém vai ficar sabendo, é só entre nós
Eu: - não sei se isso é certo, mas vc vai me chupar também?
Ele: - sim, eu chupo vc primeiro então, pra provar que eu gosto muito de vc. (em um tom bem carinhoso)
Fiquei de joelho na cama e ele começou a me chupar, sempre com a mão na minha bundinha, parece que ele tinha ficado fissurado na minha bunda, mas eu deixava aquelas mãos carinhosas deslizando sob meu corpo também, eu estava adorando muito, enquanto ele me chupava, eu segurava a cabeça dele, ele chupava de um jeito mais tímido, como quem já quisesse parar, parece que era só pra cumprir o combinado, e logo eu parou e disse que era minha vez, ele sentou na cabeceira da cama apoiado nos travesseiros e eu deitado de bruços, comecei chupar aquele pau que não amolecia nunca, ele segurando minha cabeça, fazendo carinho, confesso que inicialmente achei meio estranho aquilo, não queria, mas já estava envolvido e com medo dele ficar chateado comigo, continuei chupando ele, percebi que seu pau fica ficado maior na minha boca, parei, ele disse "não pare tá gostoso", eu disse, "seu pau ficou maior", ele respondeu "vc chupa bem, fez ele crescer, continue.." pegou minha cabeça e levou até seu pau, continuei chupando ele, naquele momento eu já estava relaxado, passou aquela tensão, apesar de achar estranho, comecei gostar de ver ele gemendo baixinho enquanto seu pau duro estava todo dentro da minha boca, ele dizia baixinho, "vc é meu querido, meu querido que chupa bem.." eu, "tá gostando mesmo?", ele "sim, estou adorando ver vc me chupar". Ele mudou de posição, ficou de joelho na cama e eu de 4 chupando, ele alcançava minha bunda com a mão e apertava, quando eu parava de chupar um pouco ele já colocava minha boca novamente no pau dele, dizendo, "não pare", eu disse, "mas só eu estou chupando", ele não respondeu nada, e foi ai que entendi que ele queria que eu fosse obediente a ele, tudo tinha que ser como ele queria, eu em pensamento "tá bom então, entendi o recado"

Ele: - querido, estou quase gozando já, posso gozar na sua bundinha?
Eu: - sim, mas não venha de arte.
Ele: - não, confia em mim!!!

Ele disse pra mim ficar de bruços na cama, e chegou por cima de mim, esfregando seu pau na minha bunda de todos os jeitos, confesso que senti um Tezão, mas ainda assim disse, "não é pra fazer o que estou pensando, pode passar seu pau, mas nada além disso", ele "relaxa querido, estou quase gozando na sua bundinha", mas passava seu pau nela como um lobo atrás da sua caça, não estava ruim, mas não era algo que eu queria, ele passou a cabecinha do pau no meu cuzinho algumas vezes, e isso me deixou com muito prazer, mas com certo medo, receio, sei lá o que era... até que gozou, colocou todo seu prazer pra fora, em cima da minha bunda, ele gemeu gostoso deitado em cima de mim enquanto seu pau latejava na minha bundinha. Disse baixinho em meu ouvido, "vc é muito bom, adorei vc meu querido" eu: "que bom, eu também gostei, mas quero gozar ainda." ele "deixa eu te limpar, daí eu faço vc gozar."
Ele me limpou, com papel toalha, tirada não sei de onde (risos), e disse pra mim ficar em pé, começou a me chupar e disse, se for gozar me avise antes, mas eu também já estava a ponto de gozar, segurei um pouco, não por muito tempo, falei, "vou gozar" ele parou de chupar e começou bater, dizendo pra mim gozar na mão dele, logo veio tudo pra fora também... me segurei pra não gemer alto, vendo a mão dele cheia com meu leitinho. Ele desceu no banheiro se limpar e levar o papel pra jogar, eu desci depois pra me limpar melhor, voltamos cada um pra sua cama e fomos dormir.
Antes de dormir, me passou várias coisas pela cabeça, muitas questões... O que iria acontecer depois? como iria ser nossa amizade? e se alguém soubesse? mas pensei, "agora já foi, fizemos acontecer algo entre amigos, e que não vai acontecer de novo."

No dia seguinte:
Mãe dele: - dormiram bem lá em cima?
Ele: - eu dormi sim e vc? olhando pra mim
Eu: - nossa, eu dormi super bem, só tive q vir no banheiro como costume
Ela: - eu não veja nada depois que durmo, podem até entrar da casa
Pai: - a gente tem sono profundo, é bom, mas por outro lado ruim
Eu: - entendi.

Mudou o assunto, e eu fiquei mais tranquilo que era verdade o que meu amigo disse, que eles não ouvem nada depois que dormem. Fomos pescar, próximo da casa, tudo normalmente. voltamos pra almoçar, depois fomos andar a cavalo, e em um momento que seu pai estava bem à nossa frente ele me perguntou:
Ele: - querido, vc gostou de ontem?
Eu: - na verdade achei estranho, nunca fiz aquilo, nem menina fez em mim.
Ele: - como assim estranho? não gostou então?
Eu: - não é que não gostei, mas só achei estranho, pois não imaginava vc querer fazer aquilo comigo, vc já tinha feito com outro?
Ele: - nunca fiz com ninguém, vc foi o primeiro, queria saber com é, e tentei com vc, e vc aceitou, não vai ficar bravo comigo né?
Eu: - capaz, somos amigos pra tudo e pra sempre, jamais vou ficar bravo com vc. Na verdade, eu gostei sabe (falando pra agradar ele) e vc gostou?
Ele: - Gostou mesmo? eu adorei muito, vamos fazer hoje de novo???
Eu: - não sei, vou pensar até lá.
Ele: - tomara que sim, meu querido!

E foi assim que tive minha primeira experiência com outro "homem", confesso que achei muito estranho no início, mas minutos depois já tinha comprado a ideia.
A segunda noite ficará para outro conto, esse já ficou longo demais, espero que tenham gostado e aguardem o próximo, será que rolou?


   


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Comentários


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robsi Comentou em 12/01/2026

Votado!!!!! nessa idade nossos hormônios mandam na gente né

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renner1960 Comentou em 04/01/2026

Conto excitante, aguardando a continuação com ansiedade.

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rotta10 Comentou em 04/01/2026

Delícia adorei

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ksn57 Comentou em 04/01/2026

Votado ! O que custa mais, é a primeira vez, depois será sempre mais gostoso...




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Ficha do conto

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queridoecurioso

Nome do conto:
Primeira vez a gente nunca esquece - Parte 1

Codigo do conto:
251001

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
04/01/2026

Quant.de Votos:
10

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