Primeira vez a gente nunca esquece - Parte 3

Olá pessoal, estou aqui pra contar a Parte 3

   Lembrando a todos que estou relatando tudo exatamente como aconteceu, sem acrescentar ou diminuir algo, não sou bom escritor, nem bom em português, mas estou escrevendo da melhor forma possível, e que fique claro e mais real, alguma coisa eu não lembro bem, por já ter um certo tempo, mas como diz o título "Primeira vez a gente nunca esquece" né? eu lembro de exatamente tudo, sou uma pessoa que guarda "tudo" na memória, e que agora, da memória para os contos na net, por que não compartilhar momentos tão significantes não é mesmo?

   Até agora não falei do sobre meu amigo, Meu Deus gente!!! Ele sempre foi muito divertido, brincalhão, muito simpático, uma pessoa de bom coração, ele muito bonito, moreno claro (pele tom de bronze natural), estatura média, corpo normal, (os pais dele, eram bonitos) e sempre tinha uma garota ou outra mandando recados pra ele, mas ele não correspondia muito à elas, ficava com alguma, mas segundo ele, era só ficar mesmo, ele escolhia bem as meninas, não ficava com qualquer não, dizia ele: "são todas chatas" (risos). Eu me considero uma pessoa de beleza normal, não feio e não bonito, "pro gasto", estatura média tbm, pele branca, corpo normal, e também tinha garotas sempre afim de mim, e era mesma situação dele, com algumas sim, outras não! kkk

   Mas então vamos lá para terceira parte. Já era sábado, tomamos café e fomos com seu pai e seu tio dar comida aos cavalos e outros animais, depois fomos com a sua mãe até uma chácara vizinha à deles, mas lá estava a venda, não morava ninguém mais, e eles tinham a chave, que se por acaso aparecesse algum comprador, seu tio iria abrir e mostrar por lá, enquanto sua mãe molhava as flores e algumas verduras no quintal, nós fomos explorar o ambiente, ele já conhecia bem, eu nunca tinha ido, não conhecia nada por ali, era tudo novidade. Meu amigo disse que poderíamos voltar na casa sozinhos depois do almoço, falei que sim, mas tínhamos que avisar alguém, ele, nem precisa!!!
   Passou a manhã, almoçamos e a tarde fomos juntar sapé (galho que cai do pinheiro), por que a noite iríamos fazer uma fogueira. Seu tio perguntou se nós gostaríamos de assistir um filme com ele, que ele tinha locado alguns filmes pra assistir no fim de semana, meu amigo disse que "talvez sim" não confirmou, na casa do tio dele tinha um aparelho de DVD (risos).
   Entardeceu, chegou a noitinha e fizemos a fogueira queimar, ficamos em volta dela conversando e comendo pipoca, até que seu tio perguntou:
Tio: - quem está dormindo no sótão?
Mãe: - os meninos! por quê?
Tio: - ah sim, eu imaginei mesmo, ontem quando sai "tomar" um ar, antes de deitar, vi a luz ligada lá em cima!
Ele: - liguei a luz do abajur, pra ir no banheiro
Pai: - vcs não saíram pra fora né?
Ele: - não, fazer oque fora!
Mãe: - andar por ai com seu amigo, procurando fantasmas
Ele: - isso não existe (risos)

   Logo mais ficou só eu e meu amigo perto da fogueira, e falei pra ele:
Eu: - eu disse que seu tio está desconfiado de algo, você falou pra ele?
Ele: - não falei nada, jamais falaria né, eu acho que é coisa da sua cabeça, meu tio é tranquilo
Eu: - sei lá, e nem fomos assistir filme com ele
Ele: - não, deixe pra outra vez, hoje a gente faz algo melhor que assistir
Eu: - você já trouxe outros meninos aqui?
Ele: - só primos e primas, amigo só uma outra vez, antes da nossa amizade.

   Mas pra mim, nada me tirava da cabeça que ele sabia de alguma coisa ou pelo menos desconfiava de nós, só pelo jeito dele olhar pra mim, ele me olhava com olhar de desejo (não sei explicar), aquilo me incomodava, mas eu não retribuía, apenas disfarçava, sentia que ele me desejava com os olhos, eu tinha 14 anos apenas, mas já conseguia perceber essa situação.
Mas enfim, ficou tarde e entramos pra dentro da casa, seus ainda estavam na sala, sua mãe perguntou se a gente não queria dormir no quarto de baixo por ser mais fresco, meu amigo disse que não, lá em cima estava bom pra nós, mas confesso que eu queria dormir na cama de casal, mas meu amigo disse que melhor não, na próxima vez dormiríamos na cama de casal (risos).
   Jogamos mais um pouco de baralho, e ficamos pra dormir por último como sempre, subimos e novamente cada um na sua cama ficamos conversando baixinho mais um tempo, até ter certeza que eles estariam dormindo, logo meu amigo me pergunta se iria rola alguma coisa?
Eu: - vc quer de novo?
Ele: - sim, não vejo a hora, nós já tínhamos que ter feito durante o dia também né?
Eu: - mas onde? alguém pode ver!
Ele: - tem bastante lugares que dá pra fazer sem ninguém ver, casa a venda, no mato aqui perto, atrás do paiol tem um lugar "escondido", ou lá pra baixo no outro mato, mas hoje fazemos aqui, amanhã vamos para outro lugar, antes de ir pra casa.
Eu: - tá bom, pode ser, mas ninguém pode ver nós.
Ele: - saímos escondidos.

   Não demorou pra ele me convidar pra sentar na cama com dele, ele já estava sem cueca, e ainda seu pau estava "dormindo", igual o meu (risos), ele foi um pouco pra trás e pediu pra eu sentar na sua frente, me abraçou, colocou sua cabeça na minha costas, dizia baixinho palavras bonitas, me conquistando, me ganhando com carinho sob o meu corpo, eu sentia que ele me dominava com palavras e gestos carinhosos, logo percebi que seu pau já estava duro, assim como o meu tinha ficado só de sentir suas mãos em mim, ele fez carinho no meu pau, pediu pra mim deitar, deslizou suas mãos em meu peito, desceu na barriga, nas pernas, subiu até meu pau bateu uma pra mim, me chupou gostoso, eu segurava e fazia carinho em seu cabelo, gemia baixinho vendo ele me chupar, quase gozei na boca dele, segurei, enquanto ele me chupava, eu estava fazendo carinho no pau dele, sempre muito duro, gostava de sentir o pau dele quente na minha mão, ele pede pra deitar no meu lugar, e pra eu chupar ele, eu fiz algo diferente, tinha visto em um filme, subi, beijei seu pescoço, e desci lentamente passando a língua em seu peito e na barriga, até chegar no seu pau, fiquei apenas passando os lábios e a língua envolta do pau gostoso, era uma mistura de "sei que está errado, com a vontade de querer mais uma vez", ele diz: "nossa, adorei isso", peguei o pau dele e passo no meu rosto, e começo chupar, na verdade eu já estava com muita vontade de sentir ele na minha boca, ele diz: "onde vc aprendeu chupar assim?", eu: "aqui com vc", ele segurando minha cabeça e socando seu pau na minha boca. eu digo: "agora chega, melhor a gente parar, não tá certo isso", ele: "pare de frescura, chega nada meu querido, já estamos envolvidos, vc me quer e eu te quero, essa é a verdade, diga que não?" respondo, "vc tem razão, eu sou culpado por aceitar no primeiro dia, então agora vamos continuar".
Ele: eu quero comer seu cuzinho de novo meu querido", respondo: "mas vai doer, não vou conseguir", ele: "ontem foi sua primeira vez é normal, logo vc vai acostumar, mas então, deixa eu comer seu cu igual ontem vai, diz que sim", respondo: "tá, mas eu quero comer você também", ele: Ok! Mas eu já percebendo que ele não queria me dar, só me comer mesmo. Ele liga a luz do abajur, e pega um lubrificante, e diz: "olha o que eu tenho hoje, um lubrificante!", respondo: "da onde isso, pra quê?" ele: peguei escondido do meu tio, ele me disse uma vez que usa com a namorada dele" respondo: "vc é louco mesmo, logo de quem, se ele souber, nos mata", ele: "amanhã eu coloco do lugar sem ele ver, agora fique de 4".

   Fiquei de 4 como ele me pediu, e novamente ficou fazendo carinho na minha bundinha, mordia, passa com seu pau, subiu em mim, mordeu meu pescoço, me deixou louco de Tezão, naquele momento eu já nem esta mais preocupado se iria dor ou não, meu cuzinho já estava pedindo pra levar gostoso de novo, então ele passa o creme no meu cu, aquele creme geladinho me deixou com mais vontade de dar pra ele, passou em seu pau e disse: "querido, vou enfiar, se doer eu paro", pediu pra mim abrir (além de dar, ainda tinha que abrir, risos), ele forçou um pouco e já entrou tudo de uma vez, dou um gemido um pouco alto, não esperava que iria ser assim tão rápido de primeira, ele tira e pergunta oque houve, eu respondo que doeu, ele: "quer parar?, respondo: "não, pode colocar, mas agora com calma", não abro agora e seguro na perna dele, se doesse eu iria empurrar ele ou fugir pra frente, ele: "calma, vou colocar com carinho, relaxa", me segura com uma mão na cintura e outra abre minha bunda, e seu pau gostoso vai entrando lentamente, vou gemendo baixinho, aguantando firme seu pau no meu cu, ele "pronto, já entrou tudinho, dói?", eu: "um pouco, mas não tire" e ele começa socar gosto lentamente, ele puxa pela minha cintura, e seu pau deslizava facilmente indo e voltando, ele "quer parar", eu gemendo de prazer, "não pare, tô gostando".
Dou um gemido maior, ele: "vc pediu pra não tirar, então toma querido", ele empurrava tudo eu sentia aquela dor gostosa, e quando voltava pra fora o alivio dava prazer em mim, as vezes eu segurava na perna dele um pouco só pra ele não socar forte, mas ele estava socando de um jeitinho carinhoso que eu já tinha superado a dor e agora era só dor de prazer, ele começou a colocar e tirar e isso me deu mais prazer, depois pediu pra mim ficar de ladinho, colocou novamente e falava coisas carinhosas e safadas no meu ouvido, tipo: "essa bundinha é só minha né", "vc adora meu pau assim", "diz que está gostando", entre outras palavras e eu também dizia: "me come gostoso", "não para meu safadinho", "meu cuzinho quer seu pau", "faz oque quiser comigo"... ele me comendo gostoso e batendo um punheta pra mim, estávamos um entregue ao outro, eu sentindo um prazer enorme com o pau dele no meu cu e ele gemendo no meu ouvido dizendo que estava amando aquele momento, quando ele disse "vamos gozar juntos", respondi "sim, me da leitinho", me virou de barriga pra cima e segundos depois gozou na minha barriga, eu olhando ele gozar e gemer, não aguentei e gozei junto.

Foi uma sensação maravilhosa, confesso, que mesmo eu achando que tudo aquilo não era certo, que nós tínhamos que em algum momento parar com tudo, na mesma hora eu sentia um prazer enorme em mim, ouvindo ele dizer: "vc é muito bom", "vc me deixa doidinho", me deixava feliz, eu me sentia "amado" por alguém do mesmo sexo, algo diferente, inexplicável.

Aqui termina o conto da Parte 3
Espero que todos tenham gostado, e aguardem a Parte 4, será que rolou? Em qual lugar fomos? em Breve!!!      


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Comentários


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sátiro Comentou em 06/01/2026

Votado. A primeira vez a gente nunca esquece mesmo, a minha foi com o Marcelo numa casa abandonada que depois virou um dos nossos lugares favoritos, ele me fodia todo dia. E aquela rola negra enorme, dura, cabeçorra e bolas enormes cheias de porra e bota porra nisso, branca e gosmenta, delícia. Sentir aquela tora me alargando, uauuu. Melhor que isso só quando ele começou a deixar nossos outros amigos me foderem também, principalmente o Toninho que era maior que ele, eu ia nas nuvens.




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Ficha do conto

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queridoecurioso

Nome do conto:
Primeira vez a gente nunca esquece - Parte 3

Codigo do conto:
251164

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
05/01/2026

Quant.de Votos:
7

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