No Domingo pela manhã, logo cedinho, tomamos café e saímos andar a cavalo, eu, meu amigo, seu pai e o seu tio, fomos até um lugar um pouco distante, era um morro um pouco alto, onde tinha uma vista bem bonita em 360º, um lugar que parecia ser bem pouco explorado tbm, mas que em volta tinha plantações e pastagens, só não falo o nome por sigilo mesmo, mas posso levar alguém algum dia quem sabe. É um lugar muito interessante para ir sozinho meditar, ler, escrever, olhar para o além, ou ir com uma boa companhia, o pai do meu amigo contou que lá é difícil aparecer gente por não ser divulgado (hoje é um pouco mais visitado).
Voltamos por outro caminho de mata fechada que parecia um túnel, meu amigo me diz:
- aqui é um lugar pra gente né?
respondo: sim, gostei daqui, podemos voltar sozinhos?
- claro, na próxima vez, saímos sozinhos por ai.
respondo: seria melhor mesmo, risos!
Chegamos na chácara, a mãe dele pede pra nós tomarmos banho antes de almoçar, ela até sugere de nós dois irmos junto no banheiro, dizendo: "- qual é o problema? o que um tem o outro tem também", mas eu não quis, fiz de conta que estava com vergonha, pra não dar muito na cara, mas morrendo de vontade de ir junto com ele pro banho.
Almoçamos e logo meu amigo me chama mais longe e diz:
- vou pegar a chave da casa vizinha, vamos lá?
respondo: - mas será que eles não vão atrás de nós lá?
- não, agora eles vão começar arrumar as coisas pra gente voltar pra cidade, mas ainda demora, eu sei.
respondo: se você acha que dá certo, vamos então!
- Dá certo sim, só o tio saiu e trancou a casa dele, não posso pegar o gelzinho.
respondo: safadinho, quer me comer de novo
- claro, depois não sabemos quando vai dar certo de vc vir junto, só se vc for dormir lá em casa, ou eu na sua
respondo: depois disso, vc vai querer continuar?
- sim, eu quero, vou pegar a chave e dizer que vamos procurar um boné lá na casa e logo voltamos
respondo: isso mesmo!!!
Ele pegou a chave, sua mãe só disse pra não demorar muito, e ainda disse pra gente trazer folhas de couve quando estivéssemos voltando, como a casa não era longe uns 500 metros, fomos a pé mesmo, entre as casas tinha um mato que não dava pra ver uma e outra, só pela estrada mesmo. Chegamos lá, e já entramos diretamente, trancamos a porta e fomos até a sala, que era o único cômodo com móveis, apenas um sofá de costa para janela, um tapete e uma estante antiga, que os donos não quiseram retirar e ali ficou.
Meu amigo já foi tirando sua calça e cueca, ficou só de camiseta e disse:
- fique de joelho e chupe gostoso meu querido, ele é todo seu.
Sem fala nada, obedeci a sua ordem e comecei chupar seu pau, enquanto ele fazia carinho na minha cabeça, minha boca deslizava gostoso sentindo ele crescer, continuei chupando ele como se fossemos ficar ali eternamente, aproveitei bem aquele pau, passando minha língua, pegando na mão e voltando ele na minha boca úmida de prazer. Logo ele pediu pra mim tirar minha calça e cueca também, tirei rápido, não poderíamos demorar muito, ele me chupa gostoso, meu pau endurece na boca dele, eu quase gozei com ele me chupando, ele percebe e diz pra mim não gozar ainda. Então ele senta no sofá, e pede pra mim ficar de 4 em sua frente e chupar de novo, ele geme dizendo que estava adorando me ver obedecendo suas ordens e chupando seu pau olhando minha bundinha empinada. Ouço um barulho, ele diz não se preocupe, acho que o cachorro veio atrás de nós quando viemos.
Quando ele pede pra mim sentar nele, passa cuspe no meu cu e no seu pau, vou sentando lentamente, dói, dou um gemido, ele pede pra mim ficar calmo, pra mim relaxar, começo sentar novamente, entrar um pouco, dou mais um gemido, ele pede pra não parar:
- não pare, não levante, tá entrando gostoso!
eu: - mas tá doendo um pouco, vou tentar mais uma vez.
- relaxa meu querido, vc já conseguiu!
eu: - mas não era assim, já sentando!
Ele passa cuspe novamente e diz: - vem fazendo como vc tava, mas não levante", sentei, entrou um pouco e antes de pensar em levantar ele me segura firme na cintura e não deixa eu subir, senti seu pau entrar todo no meu cuzinho, continuei sentado, e ele fazendo carinho, falou, ergue só um pouquinho, e começou socar, cada socada uma gemida minha, mas aguentando, ele gemia junto. Pedi pra parar um pouco, ele: oque houve querido?, respondo: "tá gostoso, mas estou desconfortável assim", então, pede pra mim ficar d4, fiquei de 4 e ele veio por cima de mim como um touro bravo, "assim que vc gosta né?", respondo: "mete e soca gostoso que agora aguento". Ficamos de costas para a janela, que a cortina não estava totalmente fechada, passava uma luz do sol e ele disse que a luz dava bem na minha bundinha, ele: "que cuzinho maravilhoso vc tem, vou socar nele", ele coloca um pouco, dou uma gemida, ele tira, eu digo "não tire não, pode colocar e socar gostoso", então ele enfia no meu cu, me segura pela cintura e começa socar gostoso, eu gemendo agora de prazer, pedindo pra ele não parar, "safado, não pare", ele: "vc gostou né, então toma.." enfiando seu pau em meu cuzinho, eu não estava aguantando de prazer, pra quem nunca tinha dado antes, aquela sensação era maravilhosa. Nós dois gemendo de prazer, nem ai para o tempo, só deixando acontecer, naquela hora até a nossa gemida era um pouco mais pra fora, muitooooo booommmm!!!
Mas de repente, ouço novamente um barulho no lado de fora e disse: vc ouviu o barulho de novo?
- sim, mas deve ser o cachorro, fique tranquilo, vamos terminar e já vamos!
Ele pede pra mim deitar de bruços, e vem por cima de mim, encaixa seu pau no meu cuzinho e continua socando, essa posição eu adoro muito, apesar de não estar tão confortável, mesmo assim, deixei ele fazer o serviço, ele fazia com tanto gosto, que parecia que a gente já tivesse feito a muito tempo atrás, ele me comia gostoso como se fossemos namorados que se verem só de vez em quando, e dai querem tirar o atraso (risos). Eu falei, "meu safadinho, mais um pouco e vou gozar assim", responde: "querido, eu estou quase gozando" eu nem terminei de falar "então me da leitinho na bundinha" e ele lambuzou minha bunda com todo o seu prazer, assim como eu não aguentei e gozei, no tapete mesmo, ele me abraça dizendo que foi a melhor de todos os dias, respondo que sim pois eu gozei muito de tão excitado que já estava.
Foi uma transa bem dada que fizemos ali naquela sala, até hoje lembro dela! Nos limpamos com um resto de papel do banheiro, limpei o tapete, nos vestimos, fechamos a porta e fomos tirar a couve que sua mãe tinha nos pedido.
Chegando na casa a sua mãe:
- nossa demoraram heim, quase fui atrás de vocês, e seu tio também trouxe couve de lá pra nós!
Foi um momento de tensão e silêncio entre nós, nos olhamos assustados, mas sem falar nada ali. Depois mais sozinhos:
Eu: - vc disse que era o cachorro, era seu tio que estava lá, será que viu?
Ele: - Pois é, não olhamos antes, nem olhamos pela janela quando ouvimos, tomara que ele não tenha visto ou ouvido a gente lá
Eu: - tomara mesmo, ele pode contar para seus pais e depois para meus pais, e eles vão nos bater
Ele: - vamos negar até o fim caso ele falar, vamos sempre negar tá?
Eu: - sim, claro, nunca que vou falar nada sobre isso!!!
Ele: combinado meu querido!!!
Depois dessa conversa, já voltamos pra cidade, seus já tinha arrumado tudo no carro, seu tio ainda nos deu tchau, disse que foi bom a gente passar uns dias ali com ele, pra eu voltar quando pudesse, agradeci e disse que voltaria sim!
E foi assim, contando em quatro partes que eu tive minha primeira experiência com alguém do mesmo sexo, até então, nunca havia passado pela minha cabeça em estar vivenciando todos aqueles momentos, até hoje penso, reflito e não me arrependo de nada! Me arrependo de não ter aproveitado outras oportunidades que a vida me ofereceu.
Pessoal, em outro conto, farei o relato de como nós nos "viramos" já na cidade, por que não acabou aquela sala não, teve mais lugares novos, teve a volta na chácara.. em breve!!!
Espero que tenham gostado.
Delicia, queria ter tido um amigo como o seu.