Depois desse encontro com o Vitor, eu estava encantada, e confusa, continuo não achando homens bonitos, no sentido de me ver em um relacionamento com um, ainda ficar com um homem aqui e ali é estranho para mim, pesquisando aqui e ali, descobri as questões de orientação sexual e orientação afetiva, é bem confuso na realidade, e muita gente consegue complicar ainda mais, como pessoal de gênero neutro ou fluído que não vou entrar em méritos e deméritos pois não tenho nenhum local de fala nesse sentido.
A questão é que, aparentemente, eu sou, enquanto pré transição: homossexual e hetero-romantico... depois de assumir transição, me torno heterossexual e homo romântica... falei que era confuso?
Em essência: gosto de sexo com homens e gosto de me relacionar romanticamente com mulheres, independente da minha expressão de gênero.
Mas em suma eu me assumi para mim própria, dali para frente, seria mulher.
O inicio de transição foi lento, agoniante, demorado... cada passo era dado com séculos de distancia, e isso era bem irritante, ainda me achando uma CD na maior parte das vezes, me montando quando estava sozinha em casa, uma vez que depois do meu relacionamento anterior eu voltei para casa da minha mãe...
Os hormônios cada vez mais fazendo efeitos, meu brinquedo já dava sinais de fraqueza, ele nunca foi grande ferramenta (ali na casa dos 13/14 cm, dentro do padrão nacional, curvadinho para baixo).
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Comecei a olhar os sites e vídeos, sobre feminização, caí, invariavelmente em situações de BDSM, com feminização forçada, mistresses e doms, e aqui vou relatar uma fantasia que tenho na realidade.
Ao ver sobre o BDSM, eu devo deixar claro que sou baunilha, eu conheço alguma coisa, já li a respeito, mas nunca fiz nada além de amarras, tapinhas e cosquinhas, eu tenho muita cocega, o que me prejudica pq acho um tesão que chupem meu pé... mas meu pé não tem a mesma opinião, por exemplo.
Em dado momento, nos facebooks e redes da vida eu conheci uma Mistress, de São Paulo, vou chama-la de Aline, mas na realidade eu não lembro o nome dela, ela falava sobre o que fazia com suas cadelinhas... encoleirava, montava todinha com roupinhas de sissy e empregadinhas, as faziam adular seus pés, plugava caudas fofas e peludas em suas cucetinhas, enjaulava seus grelos, chamava seus "amigos" para foder as cadelinhas bem gostoso.
Esses relatos dela me deixavam maluca, eu sonhava com isso...
Sonhava em me enfiar num lugar ermo do litoral paulista, ser encoleirada, feita de puta e cadela, passar o dia presa, ao chegar, ganharia um novo nome, injeções periódicas de hormônios, um cinto de castidade no grelo, um uniforme, e um plug, e passaria o dia sendo feita de puta para sanar a fome de homens diversos.
É claro que isso no campo da imaginação parecia incrível, via de regra, a partir do momento que eu quisesse sair, era só ir embora, ate pq eu pagaria por estadia e etc...
E o medo de ser uma bilada, Sino?
nunca tive real coragem de fazer isso...
e aqui começamos o relato.
Eu imaginava chegar na casa da Sra Aline, uma loira com seios bastante fartos, um decote de dar água na boca, baixinha, mas com pose da rainha que é.
um momento de vislumbre, uma conversa fiada inicial, conheceria minhas colegas de feminização, uma limpando a casa, morena, alta, com micro vestido em látex, mostrando 2/3 da bunda enquanto ela passa o espanador pela casa, outra encoleirada, sentada na pose de cachorrinha ao lado do sofá, alguns homens pela sala de estar, bebendo, rindo, olhando com olhares gulosos para todas nós, eu fico sem graça, eles massageiam as calças.
Ela ignora todos, me leva à um quartinho mais ao fundo, há um guarda roupas imenso, penteadeira, cômoda, roupas em cabides por todos os lados, ela me senta próximo da penteadeira e explica as regras:
A - A partir do momento que aceitar nossos termos, condições e acertarmos também seus limites, você será, ate que desista, ou eu não queira mais, minha cadela, as regras serão rígidas, apesar de envolver muito prazer, há papéis a serem desempenhados, não sou uma Senhora má, mas serei exigente, se falhar em suas tarefas, será castigada, e se o fizer de proposito achando que será bom, pode vir a não ser. Qual a sua intenção inicial?
M - Bom, como conversamos anteriormente, acho que uma experiencia curta, inicialmente me parece interessante, ate para entender e ver como funciona.
A - Certo, em relação à suas preferencias sexuais, independente de que, eventualmente, você seja ativa no mundo, aqui você será uma femea, uma puta, seu grelo será preso e assim ficará por todo o período, tire suas roupas.
Me despi, conforme ela pediu, eu tava um caos, apesar de ter me depilado, eu não tenho experiencia com isso direito então haviam pelos aqui e ali, a virilha tava aparada, mas não lisa, os seios eram quase nada, mas as auréolas estavam estufadas e o biquinho duro. Me excitei de estar ali.
Ela pegou algo que parecia um chicotinho curto, me deu uma chibatada leve no grelo que estava querendo ficar alegre.
A - Nada disso, não aqui, minha puta, coloque isso.
Ela me entrega um cinto de castidade, parecia minúsculo, com um cadeadinho, tive um pouco de dificuldade, pq estava excitada, mas consegui, me lambuzei no processo, fechei o cadeado, era desconfortável, e com a excitação, doía um pouco.
A - A chave esta aqui, comigo, ficará comigo ate que va embora, 1x por dia vamos liberta-lo para que possa se limpar, agora vamos ver o que irá vestir.
Ela tirou medidas, perguntou sobre tamanho de sapato, chamou as outras meninas.
A - Vera, Sandy, venham cá.
As duas meninas que estavam la fora (do quarto) vieram ao chamado.
A - Esta é a Mel, ela passara uns dias conosco, estamos ajustando os primeiros pontos, Vera, preciso que pegue a caixa do elixir mágico por favor, Sandy, prepare os itens de depilação, precisamos deixar essa menina lisinha.
V & S - Sim Senhora
Numa reverencia que lembra anime, elas saíram, logo Sandy volta com kit de creme de depilação, um negócio fedido que dói, afinal, tem enxofre na formula, Aline faz os preparativos daquela coisa, e passa pelo meu corpo, é muito fedido.
A - Esse creme vai derreter seus pelos, prefiro esse método que é menos dolorido e tende a empolar menos na pele, apesar de que arrancar na cera seja mais eficiente, para o tempo que vai ficar aqui, isso aqui servira ate por ser mais rápido.
Ao tirar o creme, ela me da uma toalha e pede que eu tome uma ducha para tirar o que ficou de creme, que pode causar queimaduras se não for tirado direito.
Sai do banho, lisa, não tinha um pelo no corpo (além do cabelo, claro), voltei ao quarto, enrolada na toalha, Aline estava me esperando, a caixa do "elixir" estava aberta, haviam seringas e caixas de medicamentos: hormônios injetáveis. Ela ajustou uma seringa, limpou tudo, bem certinho, pediu que eu ficasse de quatro, obedeci.
Fiquei tensa, meu grelo doía na prisão, senti uma pontada, e de repente... pronto, tinha recebido uma dose do elixir mágico. Depois da agulhada o local ficou dolorido, por uns 3 dias... beleza dói.
Ela então apontou para um canto:
A - passe um hidratante, vista essas roupas, e use este perfume.
Olhei, um top de látex, uma micro saia, que mai parecia uma tarja que não esconde um palavrão, uma peça que parecia um busto vestível, com seios, uma calcinha fio dental, com a frente mais larguinha para acomodar o grelo enjaulado, meias 7/8, e um salto razoável (algo ali 7 ou 8).
Vesti as roupas, me senti muito puta e estranha, mas ainda não tinha acabado, Sandy e Vera voltaram, com uma peruca e maquiagem, e me produziram, sobra carregada, batom vermelho vibrante, peruca preta bem longa, se eu saísse na esquina daquele jeito conseguia cliente em segundos.
Eu tava deslumbrante, incrível, puta, meu cuzinho piscou, o grelo doeu, a calcinha escorreu.
A - Agora, novamente, se ajoelhe e fique de quatro, me mostre esse rabo.
Aline apalpou minha bunda, deu um tapa, estalou alto, doeu um pouco, logo senti que ela puxou o pouco da saia para cima e começou a passar o dedo em minha bunda, dedilhando meu cuzinho, eu não sabia se devia rebolar ou não, a calcinha foi levemente puxada, senti o dedo gelado, com gel... massageou a entrada... sem delongas, enfiou um dedo... dois... eu gemi, ela enfiou mais um, achou minha próstata, massageou brevemente.
Quase gozei ali mesmo, mas ela tirou os dedos antes. então senti algo gelado, não muito grande, mas considerável, ela um plug, tinha uma cauda peluda presa, parecia de um guaxinin, ela ajustou a calcinha, puxou a saia pro lugar, me deu outro tapa, eu tava em extase, meu pau tava babando horrores.
Depois ela pediu que eu me ajoelhasse, e ficasse com as mãos na frente do corpo, igual cachorrinho, nisso ela tira uma corrente, prende na coleira, algema minhas mãos e prende a corrente na algema.
A - Você ficará aqui um pouco, será enfeite desse quarto, fique ali do lado da cômoda nessa posição dde cachorrinha, que mais tarde eu volto pra ti.
E fui o que fiz, a mente mail, pensando quanto tempo ficaria ali? o plug no cuzinho piscando, o grelo preso na gaiola, a excitação era incrível.
Fiquei ali por um tempo que pareceu interminável... 1 hora? 2? 3? O plug já tava começando a ficar incomodo em vez de prazeroso.
Se passaram 45 minutos, Aline volta, eu tava cansada daquela posição, joelhos, mesmo estando num lugar macio, incomodava, ela sente em sua poltrona.
A - Pode se levantar e esticar um pouco.
Me levantei, o plug massageou meu rabo, me excitei novamente, eu já estava escorrendo de antes, senti a calcinha úmida, me espreguicei, ao me esticar a saia levantou mais, os seios da prótese faziam um peso muito interessante, eu gostei da sensação.
A - Agora vamos ver como ta esse rabinho e começar a treinar ele, venha ate aqui.
Me aproximei dela, ela me pediu para me virar e arquear o corpo, empinando a bunda para ela, obedeci como a boa cadelinha que estava sendo.
Ela da uma cutucada no plug, mexe para um lado e para o outro, o desconforto passa, vlto a sentir prazer, solto um leve gemido, aos poucos ela puxa o plug devagarinho, sinto sair, e ficar o vazio, aquela sensação do vácuo, depois sinto um dedo massageando devagar
A - Cadelinha ficou bem comportada, merece uma recompensa...
Enfia um dedo, mexe aqui e ali ate achar minha próstata, massageia, umedeço ainda mais a calcinha, ela tira o dedo e coloca logo 3...
A - E já ta com o cuzinho bem acostumado pelo visto...
Mais um pouco de massagem, eu estou quase gozando quando ela tira.
A - Não pode gozar ainda, ta cedo, senta la mais um uns minutos que já volto.
Obedeci, aquilo era insano, eu sei que BDSM é isso eu estava no papel da masoquista, eu ia sofrer com provocações, me sentei onde estava anteriormente, agoa sem o plug, meu cu piscava insanamente, querendo algo para segurar, para preencher, enquanto ela não estava eu ajeitei a calcinha, tava ensopada, com cheiro de porra, mas mais doce que o normal, talvez por conta dos hormônios que eu já andava tomando antes de chegar aqui (não teria dado tempo da injeção fazer efeitos ainda nesse sentido), mas eu sentuia que meu corpo todo estava respondendo àquela situação.
Depois de um minutos ela voltou, estava com uma maleta, abriu as algemas das mãos e me prendeu com as maos para trás, pediu que eu me deitasse de bruços numa poltrona estranha, minha bunda ficava arrebitada para cima, a cabeça ficava mais baixa, fiquei naquela posição com as mãos para trás, foi um pouco difícil acertar uma posição eu minha cara não ficasse direto no sofá.
Logo sento ela mexendo na minha bunda
A - vejo que esta encharcada, talvez eu nem precise de lubrificante, vamos ver...
Massageou minhas bolas, deu uma puxada na calcinha, pegou um tanto daquele mel que escorria sem parar de mim.
A - Olha só que cadelinha linda, veja aqui do seu mel.
E me vez chupar seus dedos lambuzados com minha porra, voltou para minha bunda, senti algo gelado passando entre as pernas, pressenti uma penetração, ela espalhou minha porra por toda minha bunda e meu cuzinho, e aos poucos eu fui sentindo entrando... era mais grosso que o plug, ela foi penetrando devagar, tentei empinar mais a bunda, o consolo entrou mais, ele ia bem mais fundo que o plug também, parou por um momento, a dor era bem leve, mas logo me acostumei, então ela começou a estocar em minha bunda, primeiro devagar, aos poucos foi aumentando a intensidade, meu pau tava estourando na jaula, ficamos assim uns minutos, eu comecei a gemer mais alto
A - Geme cadela, geme para sua dona, geme bem gostoso
M - Me fode, senhora, por favor, me faça a femea que sou!!
Não demorou muito o tesao era demais, meu corpo estremeceu, uma sensação veio do meu pontomais intimo,s e espalhou por todo o corpo, parecia que iria convulsionar, meu cu tava com fome, e tava sendo alimentado!!! Comecei a gemer mais alto ainda... e ela tirou o consolo de mim. ficou parada, me olhando, eu acho que gozei, mas tenho certeza que ainda haveria mais sensações depois daquilo, fazia parte do jogo, da brincadeira, ela ia me provocar ate eu não aguentar mais.
Eu estava ofegante, queria mais, eu tava com fome de pica.
A - Agora descanse um pouco, mais tarde, voltamos.
me senti frustrada, realizada e ainda com tesão, caralho o que eu havia me tornado??
Uma puta.

conto maravilhoso
Conto Maravilho !!!!! Não pare de escrever esse , de continuação
Delicia de conto,até meu cuzinho piscou.