Depois de me fazer quase gozar, me deixar à beira da loucura, praticamente desfalecida, completamente enxarcada, eu já estava exausta... e o dia mal tinha começado aquilo tudo foi na parte da manhã até logo depois do almoço, Aline me deixou ficar a vontade por um tempo, ali pelo quarto, não demorou muito, chamaram-na para almoçar, fiquei em pé, mãos juntas, ainda nas costas, descabelada.
A - Venha, vamos comer algo.
Ela abre a corrente das algemas, continuo com as pulseira e a ponta da corrente pendendo de ambas, então pega a outra corrente, prende na coleira e nas duas pulseiras, me dando mais liberdade com os braços, mas ainda assim, presa.
M - Eu vou... assim? Senhora?
A - Sim, claro, uma cadela recém encoleirada precisa mostrar que foi iniciada.
Então a segui, se tivesse corrente nas tornozeleiras e uma bola de ferro, eu poderia me sentir igual presidiário em desenho animado, mas aquilo era excitante demais para a comparação.
Entramos em uma sala de jantar ampla, haviam duas mesas, em uma delas, uma "poltrona" na cabeça, umas meia dúzia de cadeiras em volta, na outra, um pouco menor, somente as cadeiras, havia um aparador com o "buffet" servido (sem muita firula, panelas de arroz, feijão, travessas com saladas, dois tipos de carne, normalmente uns bifes e frango, nada excepcionalmente elaborado, e aquela cara de comida caseira)
Sandy e Vera estavam ao lado da porta quando entramos, eu parei na porta aguardando instruções de como e o que fazer, Aline sentou-se em seu trono, uma terceira garota estava montando a mesa e trazendo as comidas aos poucos.
Aline tirou seu sapato, e Chamou Vera.
A - Vera, venha, meus pés precisam de algo.
Vera foi até ela, se ajoelhou, e começou a massagear os pés de Aline, apertando aqui e ali, passando as mãos entre os dedos, seus pés eram delicados, bem hidratados, com unhas feitas, invariavelmente para não perder o clichê, esmalte vermelho vivo.
A - Beije-os
Vera arca o corpo, com a bunda entre as pernas quase encostando no chão, e que bunda, eu invejei ela, e começa a beijar os pés de Aline. Aline levanta de leve o próprio vestido, e massageia sua virilha, estava excitada também, coloca os dedos entre a calcinha, tira o dedo lambuzado, e com aquele olhar 43 para mim e Sandy, ela lambe o próprio mel. Vera continua a beijar os pés da rainha.
A - Sandy, chame os rapazes para almoçar!
Sandy faz reverencia e sai do comodo, pouco depois, ela volta, acompanhada de 5 homens, não vou dizer que eram altos, lindos, maravilhosos, pq mesmo sendo uma ficção, é difícil para mim conceber a beleza masculina, eles pareciam pessoas normais na realidade, simpáticos, relativamente em forma, estaturas variáveis (caro leitor, caso esteja lendo isso do ponto de vista masculino, se coloque no lugar e pode imaginar que um destes homens misteriosos, pode ser você!)
Eles entram, sentam se na mesa em que Aline está, ela ainda esta recebendo beijos da vera e massageando o próprio seio, no fim Aline é uma puta de primeira, sabe provocar todos os lados desse show, os homens estavam excitados, era impossível não notar seus volumes.
Ela olha para o Buffet e anuncia:
A - Se sirvam rapazes, Vera, pode, morder e lamber, por favor.
Os homens se levantaram e foram se servir, vera começou a lamber e mordiscar os pés de Aline, que gemia baixinho fazendo caras e bocas, eu não sabia se eu queria estar no lugar da Vera ou Aline nesse momento.
Os homens voltaram, começaram a comer, ao ver cena com Aline, ali, pés sendo adulados, vestido levantado, gemendo leve e se contorcendo, um ou outro começou a alisar o cacete pela calça, obviamente isso não passou despercebido pela Rainha.
A - Sandy, um dos nossos convidados está precisando de apoio.
Sandy reverenciou, se aproximou do homem ao qual a Rainha apontou, se ajoelhou ao seu lado, ele libertou o cacete da calça, era grosso, bonito (essa parte da anatomina masculina eu acho linda), aproximou de seus lábios, e, olhando para a cara do homem, começou a chupa-lo, os outros sorriem entre si, enquanto comem, bebem, e falam putarias, conforme iam acabando suas refeições, um a um se levantou e foram se aproximando da Sandy, que agora estava com pelo menos 3 paus para chupar.
Aline olha a cena, com tesão.
A - Vera, pode vou te dar esse gostinho, pode subir essa língua.
Vera vai subindo, lambendo e mordiscando a Rainha aos poucos, enquanto ela geme e vai dizendo até onde ir, Rainha olha em minha direção:
A - Você! (eu olho para ela) Você mesma, va ajudar sua colega com nossos hospedes, não quero ninguém esperando muito.
Aceno com a cabeça e vou em direção onde Sandy estava de joelhos com os homens, eles abrem espaço para mim, ganho um tapa na bunda
01 - Olha essa putinha, que delicia, caprichou nesta hein Aline?
soltei um "obrigada" timidamente, e me ajoelhei, mal cheguei ao chão e já haviam pelo menos 2 paus para mim, peguei um em cada mão, eram de estatura média/grande (algo ali entre 16 e 18cm, acredito eu), coloquei um deles na boca, apertei os lábios, comecei a chupar, marquei de baton, o homem me segura pela cabeça, eu quase engasgo, ele faz com que o movimento seja mais rápido, enquanto vou punhetando o outro, quando há uma folga em minha cabeça, começo a chupar o outro, e vou assim, revezando entre um e outro, entre estocadas rápidas e lambidas molhadas nas bolas, o cheiro de comida e sexo...
Vera, à essas alturas estava se afogando na boceta de Aline, que gemia alto, a chamava de puta gostosa, com uma língua maravilhosa, seu mel escorria, aline já estava com os peitos de fora do vestido, se rendendo ao prazer total.
até que um deles anuncia que vai gozar e se afasta de mim, é entregue uma taça para ele, e ele goza nessa taça.
nisso o outro me solta...
02 - Ah... eu tava quase lá, mas regras são regras...
Eu fico ali, parada, ajoelhada, olhando e sem entender.
A garota que estava servindo o buffet aparece com um prato feito na mão, ela pega a taça, derrama a porra da taça na comida, e serve algo que parece vinho na taça suja, coloca os itens na mesa menor.
Aline - Mel, seu almoço está servido, fez por merecer, sente e coma.
Não que eu não fosse engulir um pouco de porra aqui, mas aquilo foi estranho, ou pelo menos, diferente, dado o lugar que eu estava, poderia ter esperado por algo assim, mas não esperava.
Me levantei, quando fui me sentar notei que na cadeira havia um consolo grudadinho, já imaginando o que deveria ser feito, afastei a calcinha, encaixei ele, sentei, meu corpo estremeceu.
levei uns segundos para me recompor, e comecei minha refeição, porra na refeição fica... interessante... mas prefiro pura, já no vinho ficou bem melhor. Comi, e aguardei o que fazer.
Aline goza na cara da Vera com urros de prazer, os homens voltam a se sentar e beber, Sandy recebe a sua refeição batizada também, somente Vera come uma refeição sem porra hoje.
as coisas são muito loucas aqui.


parte 03 por favor…