O Primeiro Chifre

Desde o início do nosso relacionamento, ela saía com outros homens. Na verdade, antes mesmo da nossa primeira vez, ela já havia estado com outro. Deixou claro, com palavras e atos, que eu nunca seria suficiente para ela.
Conversávamos há algumas semanas e havíamos marcado nosso primeiro encontro para o fim do mês. Eu estava ansioso por aquele momento, por finalmente realizar todas as nossas fantasias. Até que, num dia comum, ela me enviou uma mensagem: “se queremos transar com a fantasia de você ser corno, eu preciso dar para outro primeiro”. E já tinha marcado de sair com um cara naquela noite.
Uma apreensão gelada tomou conta de mim. O medo de perdê-la antes mesmo de tê-la foi instantâneo. Ela poderia se apaixonar, preferi-lo, ou simplesmente achar que ele era melhor. Mesmo que não, uma ponta do meu ego se feriu com a ideia de outro homem a possuir antes de mim.
Mas não expus nada. Não estragaria a surpresa que ela compartilhava com tanto entusiasmo. Engoli o orgulho, os pensamentos negativos, e respondi que era uma ideia excelente. Que estava empolgado. E não era mentira; sob o véu da insegurança, uma faísca de excitação tremia dentro de mim.
Ela explicou que era um "contratinho" do Tinder. Ele a buscaria e a levaria até sua casa, um pouco distante, onde ela passaria a noite. A informação aguçou meu temor: dormir juntos soava íntimo, romântico. Ainda assim, incentivei-a. Não podia revelar esses sentimentos. Sabia, no fundo, que ela estava em outro patamar, e que aquela era a única forma de alguém como eu merecer uma mulher assim.
O dia arrastou-se. A ansiedade e o tesão eram uma espiral dupla dentro do meu peito. A vontade de me tocar era avassaladora, mas resisti, com medo de que o alívio físico dissipasse o tesão e deixasse apenas o ciúme, cru e amargo.
Até que a notificação chegou: "Ele acabou de me buscar." O coração acelerou. Outra mensagem: "Acabei de chegar na casa dele. Se sentir a cabeça latejando, é seu chifre crescendo, corninho."
Foi a centelha. Comecei a me masturbar ali mesmo, relendo a frase, imaginando a cena. O gozo ameaçava explodir rápido demais. Parei, ofegante, e mergulhei na angústia da espera.
O silêncio que se seguiu foi uma eternidade. Arrependimento me assaltou. O que eu estava fazendo? Então, lembrava da minha posição e submissão. Eu esperaria. Era meu lugar.
A recompensa veio bem depois: um vídeo encaminhado, com a legenda "Divirta-se com isso. Vou dormir, estou exausta. Transamos duas vezes seguidas."
Despedi da minha rainha, agradeci, desejei-lhe boa recuperação. Enquanto o arquivo carregava, um êxtase perverso me invadiu. A confirmação: aquela humilhação era, de fato, minha vocação. Nunca seria um macho como aquele amante, capaz de transar por tanto tempo e ainda duas em sequência.
O vídeo era dela, de joelhos, chupando. O pau dele não era descomunal, mas era considerável, grosso, com uns 16cm. Ela o devorava com uma avidez exagerada, engolindo por completo. Meu corpo reagiu com um tremor incontrolável. Que mulher eu tinha conseguido. O vídeo era curto, apenas aquele ato. O resto ficaria para a minha imaginação – e para o relato dela no dia seguinte.
Não demorou. Gozei rápido, violentamente, diante da tela. Meu primeiro par de chifres tinha nascido, e a sensação era de completa satisfação.
No dia seguinte, acordei ao amanhecer, febril por notícias. Ela mandaria mensagem antes ou depois de transarem novamente? A ideia me fez gozar mais uma vez, apenas revendo o vídeo do pau dele dentro de sua boca.
A resposta veio quando ela já estava em casa: ele tivera que trabalhar cedo, não houve a "matinal". Mas suas pernas ainda tremiam, e ela narrou tudo, minuciosamente.
Chegando lá, tomaram vinho. No primeiro gole, os lábios já se encontraram. Ele puxou sua blusa, e chupou seus seios volumosos. Ela ajoelhou-se e o mamou por longo tempo, com uma enorme dedicação.
No quarto, ela se pôs de quatro na cama. Eles foram para o quarto, ela ficou de quatro na cama e ele meteu com força, foi tão gostoso que ela ficou com medo de incomodar os vizinhos de tanto gemer alto com os orgasmos que tivera.
Após um intervalo e mais vinho, ela o estimulou novamente, sendo o vídeo que eu tinha visto. Depois, ela o cavalgou e a noite terminou com ele pegando-a de pé, contra a parede.
Ao final do relato, suas palavras foram uma sentença e uma promessa: "É melhor você ir se acostumando com o chifre. Agora você vai ganhar muitos."
Naquele momento, não houve mais dúvida ou sombra. Eu tinha, de fato, encontrado a mulher da minha vida. E o meu lugar no mundo.

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Comentários


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sagitarius Comentou em 06/01/2026

comigo tbm foi identico..o maxo deu um tratamento nela q nunca tinha levado..quando chegou a casa me contou tudo e disse que voltava acontecer daqui a uns dias.

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tiger48 Comentou em 06/01/2026

Parabéns manso. Você ainda vai relatar muita limpeza sua.

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comedorsecretovixes Comentou em 05/01/2026

O primeiro de muitos, corno manso. Em breve ela vai esfregar a buceta gozada na tua cara. Vai quicar no colo do amante de mãos dadas pra tú. Tú vai encaixar o pau do amante de volta pra ela sentar gostoso. Comedorsecretoyahoo (sem br) Jardim Camburi - Vitória - ES




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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico corno-muito-manso

Nome do conto:
O Primeiro Chifre

Codigo do conto:
251139

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
05/01/2026

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5

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