Estou há algum tempo entendo que gosto de ser sub, mas, ainda achava complexo falar sobre, mas, quero trocar uma experiência que tive pra vocês saberem. Como sempre comento estou morando em um albergue na região de Santo André e aqui acabo conhecendo alguns garotos muito mais novos que acabo não tendo muito interesse, sei que é polêmico, mas, acho que falta um pouco da maturidade para me encantar da mesma forma que me encontro com os carinhas mais velhos. Bom, nesta de entender que sou sub, estava conversando com um rapaz com os seus trinta e poucos anos, 32 pra ser exata, nos encontramos na semana passada em seu apartamento e percebi que gosto de ser um estilo de sub acho que vão entender enquanto leem as próximas linhas. A ideia era passar um final de semana juntos, ele mora sozinho não tão longe daqui, arrumei minhas coisas em uma mochila, escolhi um perfume cheiroso e fui sorrindo a seu encontro. Era sexta noite, cheguei antes dele no prédio, tinha me liberado antes, o que foi mais seguro por conta da minha idade, na tão grande o apto, mas estava um pouco bagunçado, dei uma ajeitadinha, coloquei umas roupas para bater e encantei uma cueca dele deixada num canto próximo à cama, cheirei, e tinha cheiro de nada só um fundinho do cheiro do pau dele, me senti JJ a em fazer isso mais sempre quis fazer, tinham fotos da família espalhada pela casa e dele com um cachorro. Aqui seu nome será Luiz, ele leu um dos meus contos, e este encontro acabou acontecendo depois de um papo beeem longo pelo tele foram algumas semanas, aliás pode me chamar pra conversar hehe eu gosto, meu nome de perfil tá no descritivo! Terminado de organizar as coisas, preparei um jantarzinho, ele tinha deixado mexer nas coisas, fiz um macarrão que ele disse estar dos deuses e fritei linguiças com tomate que ele disse que estava de comer de joelhos hahaha e passamos o restante da noite conversando sobre muitas coisas. Percebi naquele momento que eu curto a ideia de poder fazer algo pra agradar, mesmo que ele não me peça nada. Luiz tem 32, barba rala, poucos pelos no corpo, 1,85 de altura e calça 42(sempre falo o tamanho do pé, mesmo não fazendo nada eu gosto, acho bonito), Luiz ficava fazendo carinho na minha mão enquanto a gente conversava até que do nada e enquanto a gente via algo na TV ele falou - Carol ajoelha Ajoelhei - Abre a boca Abri - língua pra fora Ele tirou o shorts - você curte chupar né? O pau dele tinha uma cabecinha bem redondinha e era grande, longo, eu sorri ao ver. - eu gosto! - Abre a boca. Enquanto ele fodia a minha boca lentamente e segurando meus braços no alto ele falou, a casa tá ótima obrigado e empurrou o pau forte na na minha boca. Me deixou completamente sem ar. Ele tirou e bateu com o pau no meu rosto. Seu celular tocou, ele atendeu, tinha acontecido algo com o filho dele, mas, eu estava de joelho, boquinha aberta e ele fudendo fundo a minha boca! - Gatinha vou precisar sair, meu filho tá com um problema vou precisar ir socorrer, vai ser médico! E falou isso depois que me arrastou até o sofá, apoiou minha cabeça no assento deixando minha garganta alinhada com o pescoço, relaxa, abre a boca! Ele colocou devagarinho na minha boca até que eu senti os pelinhos encostando no meu rosto, nos meus lábios e ele ficou paradinho lá, por alguns segundos. Tinha prometido contar o que estava no papado amassado, mas, não era nada demais “Carol, obrigado pela aventura, espero que possa me chamar pra gente fazer além! 99…” Nunca chamei ele! E quando ele tirou o pau da minha boca pra eu respirar, vi aquele pau enorme pulsando na minha frente eu sorri novamente - você é muito putinha! Ele beijou meu pescoço m, deslizou até meu seios, lambeu com vontade e até deu uma mordidinha nos bicos, alinhou meu pescoço de volta, fiquei arrepiada quando ele começou a socar forte na minha boca, sem fazer barulhos, silencioso, ele gozou tão fundo na minha garganta que consegui senti o leite dele deslizando na manhã garganta, o peso dele sobre minha cabeça, suas mãos apertando meu rosto e suas cochas vibrando e tremendo como um terremoto! Que gostoso! Não fiquei o final de semana, o filho dele passou muito mal de verdade, voltei pra casa e fiquei pensando nele os próximos dias. E o que aconteceu com ele? Luiz voltou para a mãe do filho. Não aconteceu muito com ele, mas, percebi que gosto de ser a sub que cuida do carinha, que cozinha, que organiza as coisas, que se sente útil por ele… enfim me entendendo um pouco
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