Mamei o amigo do meu pai

Conheci Júnior ano passado quando veio assistir um jogo com o meu pai. Naquele dia, no ano passado, falamos muito pouco, somente o essencial, mas, acabamos trocando número porque ele passaria em casa dias depois para pegar uma peça do caminhão do meu pai. A verdade é que, trocamos muitas mensagens, sempre muito leve, sem nada de putaria, até que no final do mês passado teve o jogo da seleção e meu pai convidou ele novamente para assistir. Não somente ele.
Num momento da noite enquanto pegava algumas cervejas e cumbuquinhas com azeitona e amendoim, Júnior entrou na cozinha, ninguém tinha percebido que estava ali comigo, estavam distraídos com o jogo. Junior sempre está de bermuda, em tom azulado quase cinza, notei que estava sem cueca, ele sorriu quando percebeu que estava olhando - Carol, pega uma cerveja pra mim?
Peguei.
Ele apoiou o pé na banqueta suficiente pro chinelo cair, ele calça 42 - se é novo por aqui, gosto de saber quanto os meninos calçam - e tem 1,85 de altura mais ou menos. acho bem alto pra mim, tenho 1,56 de altura. Nas nossas conversas nunca falamos sobre um pegar o outro e nem nada do tipo, mas, tinha uma energia que circulava e ele me acha muito nova pra ele. Conversamos brevemente. Ele tem 35 anos. Ele voltou pra sala e eu acompanhei segurando 4 cervejas e eles os potinhos.
Junior bebeu demais e acabou dormindo no sofá da sala. Mais tarde, eu descobri que ele não estava bêbado, só queria ter a oportunidade de ficar comigo.
Eram 2 da manhã, estava agoniada em saber que ele estava em casa. Sua pele é queimada do sol, trabalha de motoboy, seu capacete estava na mesa de centro, estava de cueca e camiseta, muito relaxado no sofá, abriu o olho e me viu espiando da cozinha, disfarcei, fiqui com vergonha.
Acho importante relembrar que ele voltou, depois do jogo do ano passado, para buscar a peça do caminhão do meu pai, ele acabou ficando um tempo a mais, tinha feito almoço, em uma de nossas conversas ele tinha falado que curtia carne cozida, preparei pra ele. Conversamos quase a tarde toda. Ele vestia a mesma bermuda. estava sem cueca, eu conseguia ver o desenho da cabecinha. Neste dia, foi que ele percebeu que eu era muito nova, achei que nunca fosse rolar nada, porque no final, do almoço, da conversa da tarde, ele foi embora me dando um beijo no canto da boca.
Confesso que estava ficando um pouco envolvida por ele. Gostava da ideia dele ser mais velho. Do corpo dele, quando estava no sofá, com pelos no peito, descendo a barriga e um acumulado antes de sumir na cueca. E ele levantou, do sofá, veio até a cozinha - Sabia que fiquei por que queria ficar… falar… contigo?
Ele agradeceu o almoço daquele dia. E falou o quanto ficava maluco falando comigo. O quanto ficava afim de mim, mas, que achava melhor não. Então eu abracei ele - Posso te chupar? - perguntei no ouvido dele. Perguntei porque senti o pau dele duro. Perguntei porque sei que ele queria. Ele não respondeu. Eu beieji o pescoço dele. Levemente a boca dele. Caminhamos até o sofá, ele sentou em cima da camiseta dele, sentou de pernas muito abertas. O pau dele saltando da cueca. Beijei os pés dele.
Ele sorriu.
Beijei as pernas dele.
Tirei a cueca dele.
Cheirei o pau dele.
Rocei meu rosto no pau dele.
Nos pelinhos.
segurei o pau dele, ficava a cabecinha pra fora dos meus dedos. Ele não é grande. Uns 13cm.
Coloquei o saco na boca, gosto da sensação, de ficar deslizando a lingua entre elas, de fazer uma pressãozinha, de ficar batendo ao mesmo tempo e depois subir deslizando a língua e engolir o pau dele com tudo.
No meio da noite, escutamos o meu pai tossindo no quarto. Ele me olhou com os olhos estatelados. Decidi correr pro quarto, ele colocou a cueca de volta e 15 minutos depois ele entrou no quarto.
Ajoelha pra mim.
Ajoelhei.
Ele apoiou a mão atrás da minha cabeça, me guiando enquanto eu ia devagarinho e voltava pra tomar ar.
Pouco tempo depois, Junior Gozou, muito pouco tempo depois. Quando eu segurei seu bumbum com as duas mãos. Quando eu forcei minha boca contra o pau dele. Quando eu fiquei olhando pra ele. Quando meu nariz encostou na barriga dele e as pernas dele tremeram e o pé apoiou em uma das minhas pernas depois de ficar um tempão pisando em um ursinho de pelúcia meu e ele gozou, tirando o pau da minha boca, no meu rosto, sorrindo e gemendo muito baixinho.
Deixei meu tele no perfil, criei um zangi também vou deixar por lá, pode me chamar se quiser bater um papo!
Depois daquele dia, Junior não respondeu nenhuma mensagem minha e nem apareceu na casa do meu pai. Confesso que eu amaria seguir vendo ele. Curtiria ser dele.


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Comentários


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fernando-joaquim- Comentou em 17/04/2026

Delícia 😋




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Mamei o amigo do meu pai

Codigo do conto:
259605

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
17/04/2026

Quant.de Votos:
3

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