Oi, amores! Me chamo Laura, Tenho 18 anos, 1,55 m, cabelo castanho claro longo e liso, rostinho de menina, seios médios e firmes, bunda redondinha e empinada. O que vou contar aqui é uma história real, e ainda fico arrepiada só de lembrar!
Meu pai, Ricardo, tem 39 anos, separado da minha mãe. Ele é alto (1,85 m), bonito, barba bem feita, corpo atlético normal, e tem uma cicatriz discreta na nuca de um acidente de infância. Sempre foi o pai mais legal: amigo, divertido, daqueles que a gente pode contar tudo.
Todo final de semana eu ia pra casa dele (nos fins de semana ficava com a mãe), e a gente saía juntos, ia pra balada, rolava muita risada. Ele me tratava como adulta, e isso me deixava cada vez mais à vontade perto dele.
Era uma sexta-feira. Cheguei na casa dele animada, e combinamos ir pra uma balada GLS famosa em São Paulo. Eu estava louca pra conhecer a famosa **dark room** – aquela sala totalmente escura, cheia de sofás, onde rola de tudo no anonimato. Sempre tive curiosidade!
Me arrumei com capricho: cropped preto bem curto deixando a barriguinha lisinha à mostra, sem sutiã (os biquinhos marcando levemente o tecido), saia jeans clara, justa e curtinha, calcinha fio dental preta. Passei meu perfume favorito, aquele adocicado que gruda na pele.
Meu pai me viu descendo as escadas e arregalou os olhos:
— Uau, filha… A mulherada e os caras vão pirar em você hoje!
Ele estava lindo: camisa social de botão aberta no peito, calça jeans escura, cheiroso, barba aparadinha. A gente pegou minha amiga Letícia e o ficante dela, e fomos pro carro. Meu pai colocou uma playlist alta, funk e eletrônica, e a gente cantava, bebia cerveja gelada. Pelo retrovisor, eu via ele olhando pra mim e pra Letícia, sorrindo orgulhoso da “cria”. Eu devolvia o olhar, soltava um sorriso safado, e sentia um calorzinho estranho na barriga.
Chegamos na balada por volta das 23:30. O lugar já estava lotado. Pedi pro meu pai ficar perto de mim pra nenhum cara tentar nada. Letícia e o ficante foram na frente, e eu segurava a ponta dos dedos dele atrás de mim. Qualquer um pensaria que ele era meu namorado — e isso me dava um tesão secreto.
Bebemos mais: tequilas, caipirinhas. Dançamos muito! Meu pai dança bem demais, rebola gostoso. Quando começou o funk pesado, eu jogava a bunda pra cima e pra baixo, rebolava colada nele sem perceber. Ele ria, colocava as mãos na minha cintura pra “me proteger” da multidão.
Por volta das 2:00 da manhã, ele sumiu. Letícia queria dar uns amassos no ficante dela, que já estava sentado numa mesa. Ela me chamou pro banheiro, mas no caminho sussurrou:
— Vamos conhecer a dark room?
Eu hesitei, porque sabia que ali rolava sexo mesmo. Mas ela mostrou uns preservativos na bolsa e riu:
— Tenho proteção, filha da mãe!
Peguei um, entramos. A sala era um breu total, só alguns pontos de luz fraca de celular. O ar estava quente, cheirava a suor, perfume misturado, sexo. Gemidos baixos ecoavam. Letícia me levou pra um canto mais reservado e disse:
— Fica aqui, já volto.
Me deixou ali sozinha. Frio na barriga, coração acelerado. Me encostei na parede, tentando me acostumar com a escuridão.
De repente, senti alguém se aproximando. Uma mão grande e quente passou pelo meu cabelo, desceu pelo meu pescoço, roçou meus seios por cima do cropped. Ele chegou mais perto, encostou a boca no meu pescoço, cheirou fundo — um cheiro masculino forte, perfume amadeirado misturado com suor. Meu corpo arrepiou inteiro.
Eu gelei, mas deixei rolar. Estiquei a mão e senti o volume na calça dele: um pau grande, grosso, pulsando. Lisinho, quente. Comecei a bater uma devagar, sentindo as veias saltadas. Ele colocou as duas mãos na parede ao meu redor, como se me protegesse da multidão. Cuspi na mão, melando tudo, e ele gemeu baixinho.
Beijei seu peito exposto, lambi o mamilo durinho. O gosto salgado da pele me deixou louca. Me ajoelhei, abri a calça dele, e com a boca quente e úmida comecei a lamber devagar a cabeça, depois engoli inteiro. Ele gemia baixo, passava a mão no meu cabelo. Alguém esbarrou nele, mas eu não parei — estava adorando mamar um estranho no escuro, meu fetiche antigo.
Passei a mão nas bolas pesadas, sentindo os pelos curtos. Ele acariciou meu rosto com carinho, depois me puxou pra cima e me beijou com fome: língua quente, mordidinhas nos lábios, pegada forte. Meu Deus, que beijo delicioso!
Ele levantou minha saia, apertou minha bunda, tirou a calcinha de lado. Dedos grossos roçaram minha bucetinha molhada, clitóris inchado. Tesão absurdo! Me pegou no colo, desceu devagar até a cabecinha encostar na entrada. Colocou a camisinha, e me soltou: metade do pau entrou de uma vez.
Puta que pariu — dor misturada com prazer intenso! Ele me levantava e descia, fodendo devagar no começo, depois mais rápido. Eu gemia no ouvido dele: “Aiii, me fode… tá gostoso… aiii!” Ele só gemia também, sem falar nada.
Me virou de costas pra parede, meteu de novo, agora mais fundo. Eu gozei forte, tremendo toda, apertando ele dentro de mim. Ele gozou junto, pulsando. Quando tirou, senti a porra quente escorrendo pela coxa — a camisinha estourou.
— Nossa, você não tem nada, né? — perguntei ofegante.
Ele forçou a voz grave:
— Não.
— Quem é você? Deixa eu ver quem me fez gozar tão gostoso…
Ele colocou minha mão no braço dele. Senti uma pulseirinha fina no pulso. Me limpei com um lenço da bolsa, disse:
— Me encontra lá fora!
Saí com as pernas moles, esperando ele. Esperei 40 minutos. Letícia me achou:
— Laura, tava te procurando! E aí, curtiu?
Eu, sem graça:
— Gostei… dei uns pegos.
Ela riu:
— Deu pra alguém lá dentro?
— Achei um cara pauzudo… transei com ele, menina.
Ela arregalou os olhos:
— Naão acredito!
— Por quê?
Ela riu e desconversou:
— Nada… Mas gostou mesmo?
Voltamos pra mesa. Meu pai apareceu todo suado, cara de cansado, dizendo que era hora de ir embora. Letícia ficou olhando pra ele de um jeito estranho.
No carro, eu atrás, pensando em tudo. Quando ele ajustou o retrovisor com a mão direita, vi a pulseirinha brilhando. Ele soltou um sorrisinho. Meu coração parou.
Não queria acreditar… Será que eu transei com meu pai???
Cheguei em casa, tomei banho e mandei mensagem pra Letícia:
“Filha da mãe, o que você sabe?”
Ela:
“Me liga.”
Liguei. Ela contou tudo:
— Amiga, eu sou mente aberta. Dias atrás seu pai me falou que queria curtir uma novinha, flertou comigo. Eu tenho sua idade! Pensei que vocês dariam uns beijos, mas… era ele. Eu deixei ele lá no canto, dei o preservativo pra você.
Eu:
— Meu Deus… Eu transei com meu pai!
Ela:
— E aí? Não gostou?
— Não é isso… Pelo contrário. Cacete, eu gostei demais!!!
— Amiga, incesto existe até na Bíblia. Para com isso! Vai falar com ele.
Desliguei, coração disparado. Estava de camisola curta, calcinha e sutiã vermelho. Bati na porta do quarto dele:
— Pai?
Ele abriu, só de bermuda. Corpo suado, cheiro de homem.
— Oi, filha. Tudo bem?
Abaixei a cabeça:
— Foi você que me comeu hoje?
Ele levantou meu queixo, olhos brilhando:
— Filha…
Olhei pra ele:
— Eu gostei, pai. Nunca gozei desse jeito na vida.
Ele sorriu aliviado, me beijou na boca. Aquele beijo que eu já conhecia do escuro. Me deitou na cama, tirou minha camisola devagar, admirando meu corpo magrinho, pele arrepiada.
— Pelo menos agora sei que não tem doença — brinquei.
Ele riu, tirou o pau pra fora (já duro de novo):
— Vai ser sempre seu, esse pauzão.
Subi em cima dele. Fizemos 69: senti a boca quente dele na minha bucetinha lisinha, lambendo devagar, chupando o clitóris. Eu engolia o pau grosso, sentindo o gosto salgado misturado com o meu.
Depois sentei devagar, sem camisinha agora — o tesão era ainda maior. Cavalguei, beijando ele com fome.
— Vai, pai… Fode sua filha… Aiii, vou gozar!
Ele socava forte, eu gozei tremendo. Ele enfiou um dedinho no meu cuzinho, melando com saliva. Eu mesma segurei o pau e guiei pra entrada apertada. Forcei, entrou devagar. Dor deliciosa!
Ele fodia meu cuzinho com vontade, eu me tocava, gozei de novo. Ele não aguentou: encheu meu cu de porra quente.
Deitei no peito dele, fazendo carinho.
— Pai… Quero isso todo final de semana.
Ele sorriu, me beijou. Transamos apaixonadamente a noite toda, gemendo baixinho, corpos suados colados.
Beijo enorme, amores! Espero que tenham gostado. Votem que isso me ajuda muito ??
Uau. Que delícia... nuss
Que delícia! Amava dar minha buceta pra meu pai também!
laura18y188-