Traí meu marido com seu filho – História real

**Traí meu marido com seu filho – História real (contada pela minha tia Kátia)**

Oi, gente! Meu nome é Laura, tenho 18 anos. O que vou contar agora é uma história real que minha tia Kátia me contou com todos os detalhes. Ela me autorizou a escrever aqui.
Agora, a história da Kátia:

Olá, me chamo Kátia, tenho 44 anos, 1,73 m de altura, corpo bem cuidado — academia todo dia, alimentação saudável, seios grandes e firmes (naturais), bunda empinada, cabelo loiro liso e longo até a cintura. Todo mundo para na rua pra me olhar e elogiar, e eu adoro isso.

Sou casada há dois anos com Leonardo, 45 anos, engenheiro sênior de uma multinacional. Namoramos só 10 meses e casamos rápido. Vivemos em um condomínio lindo, casa ampla, piscina privativa. Ele tem um filho de 18 anos do primeiro casamento: Eduardo. O garoto é lindo — pele branquinha, olhos castanhos claros, corpo forte e definido de quem treina pesado.

Tudo começou quando fomos juntos comprar roupa de academia. Eduardo resolveu treinar no mesmo horário e na mesma academia que eu. Na loja, ele já tinha escolhido a dele, e eu estava experimentando um macaquinho azul maravilhoso. O tecido era justo, marcava cada curva do meu corpo. Eu estava só de calcinha fio dental por baixo, e o macacão entrava bem entre as nádegas, destacando minha bunda redonda e empinada.

Saí do provador e perguntei pra vendedora:
— Ficou bom?

Ela respondeu animada:
— Ficou perfeito, mulher! Valoriza tudo!

Eduardo apareceu do nada, me olhou de cima a baixo e arregalou os olhos por um segundo.
— Nossa, Lah… Ficou muito bom — disse ele, com a voz um pouco mais grave.

Eu dei um sorrisinho discreto. A vendedora, achando que éramos um casal, falou:
— Sua namorada é linda demais!

Nós dois rimos baixinho. Ele corrigiu:
— Não… Ela é minha madrasta.

A vendedora ficou surpresa:
— Nossa, vocês parecem ter a mesma idade! Estão ótimos juntos!

Eu ri, abracei Eduardo por trás e falei:
— Esse aqui é meu filhão! — E pisquei pra ele.

Ele ficou sem graça, mas eu percebi que adorou. Enquanto conversávamos, vi ele encarando meus seios, que quase saltavam do decote do macacão. Ele mordeu o lábio de leve. Aquilo me surpreendeu… e me deixou pensando.

Chegando em casa, ele foi pro quarto dele. Eu entrei no meu, tirei a roupa e fiquei com aquilo na cabeça. Será que Eduardo me vê só como a esposa do pai dele? Ou… será que me deseja?

Sempre fui muito safada. Meu marido e eu adorávamos ir em casas de swing. Ele tinha um fetiche forte: cuckold. Leonardo gozava vendo outros homens me comerem, me possuírem na frente dele. Quanto mais eu era desejada por outros, mais ele ficava louco de tesão.

Comecei a fantasiar com Eduardo me olhando daquele jeito. O tesão veio forte. Decidi testar.

Vesti um biquíni minúsculo preto, daqueles que mal cobrem nada, e chamei ele pra piscina. Era dia de folga dele, e Leonardo estava trabalhando. Oportunidade perfeita.

Deitei na espreguiçadeira, corpo todo exposto, bronzeando. Eduardo chegou de sunga azul, corpo definido brilhando. Antes dele entrar na água, pedi:
— Duh, passa bronzeador em mim? Adoro deixar marquinha sexy… Seu pai ama.

Ele se aproximou, mãos grandes e quentes nas minhas costas, massageando devagar — claramente aproveitando. Eu estava de óculos escuros, fingindo relaxar.

Quando ele chegou na lombar, falei baixinho, com voz melosa:
— Passa na bunda também, amor? Quero ficar bem marcada pro seu pai…

Ele hesitou um segundo, mas pegou o creme. Senti as mãos dele apertando minha bunda, deslizando devagar entre as nádegas, roçando a calcinha.
— Você é a madrasta mais bonita e gostosa que meu pai já teve, Lah — disse ele, voz rouca.

Eu sorri:
— É mesmo, querido?

Ele continuou massageando, apertando mais.
— Meu pai tem muita sorte…

Eu me arrisquei:
— Posso te contar um segredo? Fica só entre nós.

— Claro.

— Seu pai gosta que eu fique gostosa pros outros… Ele tem fetiche de corno. A gente vai sempre em swing, cabines… Ele adora me ver transando com outros homens.

Ele parou um segundo, apertou minha bunda com mais força.
— Como assim? Meu pai com uma mulher dessas… e não come?

Eu ri sensual:
— Tem corno que só gosta de ver. E tem machos de verdade que me comem como mulher.

Ele sorriu safado:
— Eu não sou nem um pouco parecido com meu pai… Sou bem comedor.

Levantei um pouco, abri as pernas de leve na direção dele. Tirei os óculos e olhei nos olhos dele:
— Então você é um macho comedor? Dotado?

Ele tirou a toalha que cobria as pernas. A sunga estava esticada por um volume enorme — parecia uns 22 cm, duro como pedra.

— Uau… — falei, sorrindo. — Posso ver?

Ele baixou a sunga. O pau branquinho, grosso, veias saltadas, pulou na frente do meu rosto.

Segurei, olhei nos olhos dele:
— Quero sentir na boca.

— Então chupa, safada.

Abri a boca quente e molhada, comecei a chupar devagar, lambendo a cabeça, depois engolindo mais, olhando sempre nos olhos dele. Ele gemeu:
— Você sabe que de agora em diante eu sou seu comedor, né?

Fiz “uhum” com o pau na boca. Comecei a bater uma enquanto lambia e mamava. Era delicioso, grosso, quente, pulsando.

Levantei, sorri:
— Eu estava procurando um amante fixo mesmo…

Ele me puxou pela cintura:
— Achou.

Beijamos com fome, línguas se enroscando, desejo explodindo. Deitamos na espreguiçadeira. Ele segurou o pau pra cima, eu afastei o biquíni e sentei devagar. A cabeça grossa entrou, me rasgando gostoso. Gemi alto:
— Hummmm… devagar, amor…

Fui descendo até sentir tudo dentro, quase encostando no útero. Sorri pra ele. Ele desamarrou a parte de cima do biquíni, meus seios grandes saltaram. Ele apertou, chupou os mamilos com vontade.

Comecei a cavalgar, rebolando, gemendo:
— Aiii… isso, querido… fode sua mulher… fode!!!

Ele socava pra cima, mãos na minha bunda dando tapas ritmados. Eu cavalgava mais rápido, rebolando loucamente.
— Vaiii… isso… vou gozar… aiii!

Ele meteu forte e rápido, insano. Gozei tremendo, apertando ele dentro de mim. Ele gozou junto, pulsando, enchendo o preservativo (que ele colocou antes). Nos beijamos suados, corpos colados.

— Quero você sempre — falei.

— Eu também, Lah.

Dias depois, jantando os três na mesa. Eu de camisola curta e shortinho. Abracei Leonardo por trás:
— Saudade de você o dia todo, amor.

Beijei na boca dele, mas abri os olhos e pisquei pro Eduardo. Senti o pé dele roçando minha coxa por baixo da mesa. Tesão imediato. Enquanto conversávamos, segurei a mão do meu marido e falei:
— Te amo tanto…

Mas meu olhar era todo pro Eduardo. Depois, fiz Leonardo gozar imaginando eu com outro. Ele dormiu. Tirei o short, fiquei só de camisola e calcinha minúscula, sem sutiã.

Entrei no quarto do Eduardo devagar. Deitei do lado dele, abracei:
— Oi, amor…

Ele acordou, me beijou:
— Você veio…

Beijos intensos. Ele passou a mão na minha nuca, depois na bunda, levantou a camisola. Tirei ela, ele chupou meus mamilos, mordendo de leve. Gemi baixinho.

— Faça o que seu pai não faz — falei com voz de puta no cio.

Ele me deitou com força, tirou minha calcinha e me chupou. Língua no clitóris, circulando, depois na entradinha do cuzinho. Eu mordia o lábio, me entregando.

Fizemos 69: sentei na cara dele, sentindo a língua me devorar. Chupei o pau dele, engolindo metade, lambendo tudo. Ele me virou, enfiou na garganta: 60%, depois tudo. Senti as bolas no meu rosto, engasguei de prazer.

Me colocou de quatro. Pincelou o pau na entrada da buceta, enfiou devagar. Gemi alto:
— Vaiii… fode sua madrasta… fode sua mulher só sua!!!

Ele puxou meu cabelo, meteu forte. Gozei apertando ele. Depois tirou, mandou abrir a boca. Gozou na minha cara, na língua, na garganta. Engoli tudo, mostrei a boca vazia.

— Sempre assim — falei.

Ele me amarrou as mãos atrás das costas. Beijou minha bunda, lambeu meu cuzinho virgem, enfiou língua, depois dedos.
— Vou ser o primeiro.

Forcei:
— Não, vai doer!

Ele colocou a cabeça na entrada. Forcei, doeu muito, sangue escorreu. Chorei de dor, mas o prazer veio. Ele meteu até o fundo, bombou devagar, depois forte. Gozamos juntos no meu cuzinho.

Depois, contei meu plano: ir com Leonardo na cabine em SP, ele ir junto, ficar na cabine ao lado.

Ele topou, mas queria prova: comprou um anel igual ao de casamento, com o nome dele gravado. Tirei o do Leonardo, joguei no vaso, dei descarga olhando nos olhos dele.
— Agora você é minha.

Fomos pra SP. Eu toda sexy: saia curta jeans, blusinha preta colada, sem sutiã, sem calcinha. Eduardo saiu antes.

Na cabine, Leonardo começou a me pegar. Mandei mensagem pro Eduardo. Alguém entrou na cabine ao lado. Uma mão apareceu no glory hole. Reconheci a pegada.

Ajoelhei, chupei o pau do Eduardo na frente do meu marido. Leonardo desenrolou a camisinha no pau do próprio filho, sem saber.

— Sai, corno — falei.

Sentei no pau dele, cavalguei forte. Leonardo assistia, batendo uma. Gozei forte, beijei meu marido enquanto era fodida. Tirei a camisinha, tomei gozada na cara, engoli tudo.

Estava realizada.

(Continua…)

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico laura18y188-

Nome do conto:
Traí meu marido com seu filho – História real

Codigo do conto:
251788

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
11/01/2026

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