De presente, deixei meu namorado transar com minha irmã História Real

Olá, gente! Meu nome é Laura, tenho 18 anos e adoro escrever aqui sobre as coisas que vivo e que já vivi. Sou uma garota de mente bem aberta, sempre fui louca por sexo. Sou branca, olhos castanhos, magrinha, seios médios, cabelo castanho claro. Às vezes saio com fãs dos contos para realizar fetiches e fantasias bem intensas.

Hoje tenho novidade boa: estou namorando! ?? Conheci ele justamente por causa dos contos. E o melhor de tudo? Ele AMA ser corno. Inclusive, paga motel pra eu sair com os fãs/clientes. Vou chamá-lo aqui de Breno: 31 anos, magro, branco, cabelo liso, muito bonito e bem-sucedido.

Pra quem ainda não me conhece: eu venho de uma família onde o incesto sempre rolou de forma bem natural. Hoje vou contar como foi a **primeira experiência** do meu namorado com minha família…

Vamos à história.

Meu namorado vivia perguntando se as histórias com o Aquiles, minha irmã, minha mãe e meu pai eram reais. Eu sempre respondia: “Claro que são reais”. Ele nunca acreditava de verdade. Até que um dia, estávamos no Rio de Janeiro (onde ele mora), passeando na praia, e eu falei: “Quer conhecer meus pais? Minha irmã vai estar lá também, é aniversário da minha mãe”. Ele topou na hora.

Viajamos pro Rio Grande do Sul, onde meus pais e irmãos moram (eu e minha irmã vivemos em Guarulhos). Chegando lá, minha irmã Letícia já estava em casa. Abri a porta, cumprimentei todo mundo e apresentei o Breno. Fomos super bem recebidos. Almoçamos, passamos a tarde conversando e, à noite, saímos eu, ele e a Letícia.

Letícia é loira, olhos claros, magrinha, seios médios, tem uma tatuagem linda na perna. Eu fui com legging preta coladinha, bota preta e uma blusinha xadrez vinho bem sexy. Ela estava com calça jeans clarinha, croppet preto, uma blusinha cinza por cima (mas dava pra ver os peitinhos marcando) e bota também.

No barzinho começamos a beber e conversar. De repente ele não aguentou e soltou:
“É verdade mesmo que vocês duas se pegam? Esse lance de incesto… é real?”

Tomei um gole de cerveja, olhei pra Letícia. Nós duas olhamos pra ele e ela respondeu com um sorrisinho:
“Quer ver eu e ela nos beijando?”

Os olhos dele brilharam.
“Simmmm!”

Virei pra minha irmã, encarei fundo nos olhos dela, fui me aproximando devagar… encostei meus lábios nos dela. Nossas línguas se encontraram imediatamente, quentes, molhadas. Ela mordeu meu lábio de leve, depois voltamos a nos beijar com vontade, bem gostoso. Quando paramos, sorrimos uma pra outra e olhamos pro Breno. Ele estava sem ar.

“Nossa… tô todo duro aqui embaixo”, ele disse, quase sussurrando.

Letícia chegou mais perto, sentou do lado dele, olhou pra mim e cochichou no ouvido dele:
“Você é cliente master, né, Breno?” (pra quem não sabe, eu cobro dos meus encontros)

Ele respondeu com a voz tremendo de tesão:
“É… simmmm, sou!”

Ela continuou:
“Acho que bebi demais… tô com um tesão absurdo agora. Acho que você deveria cobrar o encontro comigo e com minha irmã. O que acha?”

Ele ficou em choque, o pau latejando na calça.

(Um flashback rápido: antes de sairmos de casa, enquanto nos arrumávamos, Letícia colocou uma calcinha preta de renda e falou brincando:
“Será que vou com essa pra presentear meu novo cunhado?”
Eu ri, meio sem graça:
“Nossa, vamos devagar, senão assustamos o coitado!”
Ela virou o bumbum pra mim, provocante:
“Relaxa… só vou fazer o que ele quiser fazer.”)

De volta ao barzinho…
Letícia colocou a mão na coxa dele e falou baixinho:
“Você sempre me elogiou pra minha irmã, né? Agora que sabe que sou real e tô bem aqui na sua frente… vai fazer o quê?”

Eu observava tudo, bebendo devagar. Ele me olhou, depois virou e beijou ela. Pensei comigo: *Bem-vindo à família, amor*
Os dois começaram a se pegar ali mesmo, com vontade. Um grupo de caras na mesa ao lado ficou olhando, morrendo de inveja.

Letícia parou ofegante:
“Nossa… tô sem ar.”

Continuamos bebendo, comemos umas porções. Eu do lado direito dele, ela do esquerdo. Até que eu falei:
“Vamos pra um lugar mais reservado, gente?”

Breno respondeu na hora:
“Vamos pro motel. Conheço um top aqui perto.”

Saímos do bar rindo, cheios de tesão. Nesse momento eu tava com um fã dos contos no direct assistindo tudo pela câmera. Ele falou pro Breno:
“Caraca, como você é sortudo… queria estar aí com vocês!”

No carro, eu e Letícia começamos a nos beijar no banco de trás enquanto ele dirigia. Filmei nossos corpos, peguei nos peitos dela… o fã e o Breno pirando. Chegamos no motel, desliguei o celular, me despedi do Alan (o fã) e entramos.

Letícia colocou uma música sexy e começou a dançar pra gente, tirando a blusa devagar. Breno respirou fundo, ansioso.

Coloquei a mão na perna dele:
“Tá gostando, amor?”

“Muito… faço tudo por você.”

Deslizei a mão da barriga dele até o pau. Estava duríssimo. Abri o zíper enquanto Letícia tirava o croppet lentamente, revelando os seios lindos. Enfiei a mão dentro da cueca, segurei aquele pau quente e gostoso e comecei a punhetar devagar.

Ela tirou a calcinha, mostrou a bucetinha lisinha, sorriu e veio sentar em cima do pau dele, com a bundinha encostada, minha mão ainda ali. Levantei e comecei a beijar ela, enquanto ela tirava minha roupa. Ficamos as duas só de bota, peladinhas.

Passei a boca pela perna dela, subindo pelas coxas até chegar na bucetinha. Afastei as pernas dela e comecei a chupar devagar, olhando pro Breno. Subi colando meu corpo no dela, nossos seios se encostando, biquinhos duros roçando… a gente se beijou com muita fome.

Deitamos na cama, nos beijando. Breno tirou a roupa rapidinho e ficou pelado. Olhamos pra ele e sorrimos. Letícia de um lado, eu do outro.

Comecei a lamber o pau dele, ela segurou (17 cm bem gostoso) e passou a língua junto comigo, como se fosse um sorvete. Subimos e descemos pela base, nossas línguas se encontrando na cabecinha. Brincamos, nos beijamos com o pau entre nossas bocas. Ele gemia alto:
“Aaaaaiiii… aaaaaiiii… isso é melhor do que eu sonhava… aaaaaiiii!”

Segurei o queixo dele:
“Segura, meu corninho… segura senão vamos ter que chamar outro.”

“Simmm, meu amor… aaiii!”

Letícia falou:
“Você já provou… agora é minha vez de sentir esse pau todo dentro de mim.”

Ela subiu em cima dele, segurou o pau e desceu devagar, engolindo tudinho. Fechou os olhos, gemeu alto:
“Aaaaaiiii… que delícia…”
Colocou as mãos no peito dele:
“Fode sua cunhada, fode safado!!”

Ele começou a socar forte. Ela gemia gostoso:
“Aaaaaiiii… socaaa cunhado… socaaaa… aaaaaiiii… aaaaaaa!”

Fui pra trás dela, vendo o pau dele entrar e sair daquela bucetinha apertadinha de 20 aninhos. Depois abri o cuzinho dela e comecei a chupar enquanto ela rebolava no pau dele.

Ela gemia:
“Aaaaiii… reveza a bucetinha… reveza… gostoso…”

Subi em cima dele:
“E aí, amor? Tá gostoso foder duas irmãs?”

“Estou amando… caralho…”

Comecei a cavalgar, sentindo ele bem fundo.
“Aaaaaiiii… aaaaaiiii… aaaaaaa!”

Letícia sentou a bucetinha na boca dele. Que cena! Ela me beijava enquanto ele me comia e chupava ela ao mesmo tempo. Nós duas gemendo alto. Ele não aguentou:
“Aaaaaaa… vou gozar… aaaaaiiii!”

“Gozaaa… aaaiii!”

Senti o pau pulsar, enchendo minha bucetinha de porra quente. Gozei junto, tremendo toda:
“Aaaaaiiii… aaaaaaa… delícia… aaaaaaaaa!”

Depois de descansar um pouco, veio a segunda rodada. Letícia e ele se pegando, o pau dele crescendo na mão dela. Saí do celular e falei:
“Hummm… quero também!”

Começamos os três a nos beijar, bocas misturadas, seios colados no peito dele. Ele estava no céu.

“Fiquem de quatro, suas safadas!”

Nós duas empinamos a bunda, sorrindo uma pra outra. Ele segurou a cintura da Letícia e enfiou tudo de uma vez. Ela gritou de prazer:
“Aaaaaiiii… fodeeee cunhado… aaaaiiii… delícia… aaaaaa!”

Ele tirou e enfiou em mim. Meladinho, gostoso…
“Aaaaaiiii… aaaaiiii!”

Letícia me beijava:
“Vai… goza… goza que eu também quero…”

Ele começou a meter no cuzinho dela.
“Laura, cospe… reveza o cuzinho de vocês.”

Cuspi, chupei o pau dele (com gosto das nossas bucetas) e ele enfiou no cu dela.
“Aaaaaiiii… gostosooo… fode meu cu, cunhado… fodeee!”

Ele socava com força. Ela se tocava loucamente:
“Aaaaaiiii… não para… vou gozar… aaaaa… aaaaaiiii!”

“Goza no pau dele, vai… gozaaaa!”

Ela explodiu:
“Aaaaaiiii… gozandoooo… cunhadoooo… aaaaaaaa!”

Ele segurou minha cintura:
“Letícia, cospe no cuzinho da sua irmã.”

Ela cuspiu, chupou o pau e ele enfiou em mim. A sensação da cabeça abrindo… depois tudo dentro…
“Aaaaaiiii… aaaaaaa!”

Letícia batia na minha bunda:
“Isso, irmã… dá pra ele… dá pro nosso cunhado safado!”

Ele puxou meu cabelo e socou forte, rápido, delicioso. Gozei gritando:
“Aaaaaa… AAA… aaaaaiiii… aaaaaa!”

Ele falou:
“Tô gozando também… aaaaaiiii!”

Letícia pediu:
“Goza na nossa boca, amor!”

Ele tirou do meu cu, eu e ela deitadas, bocas abertas, línguas pra fora. Ele gozou forte, jatos quentes voando na nossa cara, na boca, no queixo… uma delícia. Ficamos ali, lambendo tudo, relaxadas e satisfeitas.

E assim meu namorado foi oficialmente apresentado à família.

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico laura18y188-

Nome do conto:
De presente, deixei meu namorado transar com minha irmã História Real

Codigo do conto:
251618

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
10/01/2026

Quant.de Votos:
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