**Personagens dessa história real:**
Eu já me descrevi: magra, peitos médios, bunda empinada e bem gostosa.
Meu pai, Robert, 39 anos, 1,80m de altura, careca com barba bem feita, corpo definido e muito bonito. Tem um olhar que conquista qualquer uma.
Minha mãe, Shirley, 37 anos, loira, olhos claros, rosto que lembra bastante o meu. É extremamente bonita, com corpo bem cuidado e curvas no lugar certo.
Eles foram pais muito novos e acabaram abrindo mão de baladas, festas e curtição por causa do meu irmão mais velho e por minha causa. Hoje em dia, saímos juntos para balada e é incrível. Eles sempre foram animados e eu aprendi a dançar com meu pai, que dança muito bem. Nunca senti malícia da parte dele… até aquela noite em que tudo mudou.
Estávamos em uma balada sertaneja lotada. Eu vestia uma camisa xadrez aberta, mostrando um pouco da barriga, shortinho jeans bem curto que mal cobria minha bunda arrebitada, calcinha preta de renda fina e sutiã preto combinando. Estava de bota. Minha mãe estava de calça jeans justa, bota e chapéu de cowboy, bem safada.
Meus pais estavam agarradinhos dançando, bem colados. Eu revezava dançando com vários caras, bebendo para me soltar. Em certo momento, meu pai parou de dançar com minha mãe e me puxou para ele. Dessa vez, ele colou meu corpo no dele com força. Senti o calor do seu peito contra o meu, o cheiro gostoso da sua pele misturado com perfume amadeirado e um leve suor da dança. Começamos a dançar bem coladinhos. Estava delicioso. Minha mãe assistia tudo bebendo, sorrindo com um olhar cúmplice, vendo o próprio marido dançando bem apertado com a filha.
Ele me olhava nos olhos e me sarrava devagar, rebolando o quadril contra o meu. Comecei a gostar daquilo. Sorri de volta, mordendo o lábio inferior.
Fiquei dançando com ele um bom tempo, revezando com minha mãe e com outros caras. Por volta das 4:30 da manhã, minha mãe já estava cansada, mas eu estava bem chapada e solta. Começou a tocar funk pesado. Mordi os lábios, virei de costas para o meu pai e comecei a rebolar, empinando a bunda quase encostando no volume da sua calça.
Minha mãe se aproximou, sorriu e virou de quatro na frente dele, imitando meu rebolado. Os dois estavam ali, mãe e filha, rebolando gostoso para ele. Os caras ao redor babavam, com inveja do meu pai, sem imaginar que éramos família. Ele, já bem bebido e excitado, começou a sarrar nós duas com vontade. Minha mãe virou o rosto, puxou ele e deu um beijo quente na boca dele. Enquanto isso, ele segurou meu shortinho com uma mão e colocou a outra na lateral da minha bunda, me puxando com força contra o seu pau.
Eu me deixei levar pela música e pelo tesão. Fiquei me esfregando nele, sentindo o volume crescer cada vez mais. Só depois de alguns minutos percebi: o pau do meu pai estava duro pra caralho, latejando, pressionando bem no meio da minha bunda arrebitada por cima do shortinho. Arregalei os olhos, vi ele beijando minha mãe com língua e a mão dele apertando minha bunda. Mordi os lábios com força, fechei os olhos e continuei rebolando, sentindo o calor e a rigidez dele contra mim. A galera devia estar achando a maior putaria.
Quando chegamos em casa, fui direto para o meu quarto. Deitei na cama ainda pensando: “Caralho, que loucura…” Não conseguia parar de lembrar do pau duro do meu pai roçando na minha bunda. Fiquei extremamente excitada. Tirei o shortinho e a calcinha, abri as pernas e comecei a me tocar devagar, passando os dedos na minha bucetinha lisinha e molhada, imaginando aquela cena.
Alguns minutos depois, levantei para beber água. Peguei minha caneca e, ao passar pelo corredor, comecei a escutar os gemidos da minha mãe:
“Aiiii… aiiii… fode amor… fode gostoso… assim… aaaiiihh!”
Fui até a porta do quarto deles e espiei pela fresta. Vi minha mãe cavalgando meu pai com vontade, rebolando o quadril de forma safada, os seios balançando. Via pouco, mas escutava tudo: os gemidos molhados, o barulho da pele batendo, o cheiro de sexo que já começava a sair do quarto.
De tão abismada, deixei a caneca cair no chão. “Puta que pariu!” Corri para o meu quarto rindo nervosa.
Deitei na cama e percebi que nem tinha pegado a caneca de volta. Uns minutos depois, ouvi barulho na cozinha. Meu pai estava lá, só de cueca, guardando a caneca. Ele me viu no corredor e eu corri de volta para o quarto, coração disparado.
Deitei fingindo dormir. Três minutos depois, ele entrou no meu quarto chamando baixinho:
“Laura… Laura…”
Abri os olhos devagar.
— Oi, pai…
— Sei que você não estava dormindo, filha.
— Desculpa, pai… é que…
— Calma, filha. Não estou bravo. Você já é bem grandinha e sabe o que estávamos fazendo.
Eu respondi envergonhada, com a voz baixa:
— Desculpa, pai…
— Papai não está bravo, Laura. Vem aqui.
Ele segurou minhas mãos com carinho e me levou até o quarto deles. Minha mãe estava de calcinha e sutiã pretos, sentada na cama, linda e relaxada.
— Amor, nossa filha está cheia de vergonha, mas quer pedir desculpas — disse ele.
Eu estava de camisola fina, calcinha rosa e sem sutiã, cabeça baixa.
— Desculpa, mãe…
Minha mãe se aproximou, me deu um beijinho na testa e um selinho carinhoso nos lábios (já era nosso costume).
— Tudo bem, filha. Só não conseguimos terminar por sua causa — riu suavemente. — Mas a noite foi tão gostosa hoje, não foi?
Enquanto falava, ela passou a mão devagar pelo pau do meu pai por cima da cueca, apertando o volume que já começava a crescer novamente.
— Deixa eu ver vocês dançando de novo… — pediu ela, pegando o celular e colocando um funk bem pesado.
Eu estava sem graça, mas minha mãe começou a rebolar bem safada na frente dele.
— Mostra pra mamãe como se faz, filha.
Eu comecei a rebolar como tinha feito na balada. Minha mãe beijou meu pai na boca com vontade enquanto eu dançava. Tentei segurar a bainha da camisola para não subir, mas meu pai se aproximou por trás e encostou o pau duro novamente em mim, esfregando devagar na minha nádega esquerda, depois na direita, até encaixar gostoso bem no meio da minha bunda.
Senti ele latejando, quente e grosso. Minha mãe veio para a minha frente, dançando quase me beijando. O pau do meu pai estava duro como pedra, pressionado entre minhas nádegas. Fechei os olhos. Ela segurou meu rosto com as duas mãos e me deu um beijo suave, quente e molhado. Que beijo delicioso… língua lenta, sabor de bebida e desejo.
Meu pai colocou as duas mãos na minha cintura fina e eu rebolava devagar, sentindo o pau dele se encaixar melhor entre minha bunda. Minha mãe tirou minha camisola devagar. Olhei nos olhos dela e voltei a beijá-la com mais vontade. Ela mordia meus lábios, enquanto meu pai beijava meu pescoço, lambendo e chupando minha pele sensível. O cheiro do corpo dele misturado com o perfume da minha mãe era inebriante.
Ela desceu beijando meu pescoço até chegar nos meus seios. Senti sua boca quente e molhada envolvendo meu mamilo, chupando com carinho. Segurei o rosto do meu pai e o beijei enquanto ele lambia meu pescoço. Fechei os olhos e me entreguei completamente.
Virei de frente para o meu pai e, de olhos fechados, senti sua boca na minha. Beijei ele com amor e desejo, língua contra língua, sentindo o gosto dele. Minha mãe tirou o sutiã e nos levou para a cama. Ficamos os três ali, abraçados, corpos quentes colados, nos beijando sem parar.
Minha mãe deslizou minha calcinha rosa pelas minhas pernas e sussurrou, excitada:
— Nossa… que bucetinha lisinha e rosadinha, filha…
Senti sua língua quente e macia passar devagar pela minha bucetinha melada, lambendo meu clitóris com maestria. Gemi baixinho enquanto continuava beijando meu pai na boca.
Ele tirou o pau para fora. Era lindo: uns 20 cm, bem grosso, veias marcadas, cabeça rosada e brilhante, com aquela pelinha deliciosa. O cheiro masculino forte e gostoso subiu.
Minha mãe sorriu:
— Era isso que você queria a noite toda, né?
Balancei a cabeça, mordendo o lábio.
— Prova, filha…
Abri a boca e aproximei devagar. Senti a cabeça quente e babada entrando na minha boquinha quente e molhada. Comecei a chupar devagar, sentindo o gosto salgado e delicioso. Minha mãe olhou para ele sorrindo enquanto eu mamava.
— Vai ser nosso segredinho… — sussurrou ela, beijando ele.
Coloquei minha mão nas bolas dele, massageando enquanto chupava com vontade. Nunca tinha visto um pau tão grande e grosso. Minha mãe veio e começou a chupar junto comigo. Nossas línguas se encontravam ao redor do mastro dele, nos beijando com o pau entre nossas bocas.
— Dança em cima do papai… deixa a mamãe ver — pediu ela, aumentando o som do funk.
Eu subi em cima dele, coloquei as mãos nos joelhos e comecei a rebolar descendo devagar. Meu pai segurava o pau apontando para cima. Senti a cabeça quente tocando a entrada da minha bucetinha lisinha, cheirosa, novinha e extremamente apertada.
Sentei devagar. Só a cabecinha entrando já me fez gemer alto:
— Aiiii… aiiii pai… que delícia…
Minha mãe me ajudou, segurando minha cintura. A cabecinha entrou e eu gemi mais:
— Aaaaiiihh… que gostoso…
Beijei meu pai na boca com desejo enquanto tentava sentar mais.
— Vai filha, senta nessa delícia de pau! — incentivou minha mãe.
Forcei e entrou metade.
— Pqp… aaaaiiihh!
Meu pai estava louco de tesão. Minha mãe continuava:
— Senta tudo, filha… senta gostoso!
Até que entrei tudo. Senti ele bem fundo, a cabeça do pau encostando no fundo da minha bucetinha.
— Uauuuu… aaaaiiihh!
Minha bucetinha encostou nas bolas dele. Comecei a subir e descer a bunda, fazendo o pau deslizar metade para fora e metade para dentro. Os gemidos saíam sem controle:
— Aiiii… aiiiiii… ai ai ai… aiiii… aaiiiiii!
Estava tão gostoso que eu já queria gozar. Meu pai começou a socar de baixo para cima com força. Eu gozei forte no pau dele, fazendo cara de gemido misturado com dor e prazer. Molhei a cama toda com meu squirt, pernas tremendo, moles de tanto prazer.
Minha mãe subiu em cima dele e começou a cavalgar com vontade. Fiquei pelada ao lado deles, sorrindo feliz, olhando pro teto enquanto ouvia os gemidos dos dois.
Quando eles estavam quase gozando, subi e coloquei minha bucetinha molhada na boca do meu pai enquanto beijava minha mãe. Ela gemia na minha boca:
— Aiiiiii… aiiiiii… estou gozandooo… aaaiiihh!
Ela gozou forte. Meu pai, louco de tesão, avisou que estava quase. Minha mãe saiu de cima e disse:
— Vai filha, faz seu pai gozar.
Olhei para ela com cara de safada, mordi os lábios e subi em cima dele novamente. Sentei forte e rápido, rebolando com vontade.
— Aiiii filha… vou gozar… aaaaaaaa!
Ele pediu para não gozar dentro (eu não tomava remédio), mas eu sentei mais rápido e mais forte, apertando ele com minha bucetinha quente.
— Mais rápido… mais forteee… aaaaiiihh!
Ele apertou minha bunda com força, gemendo rouco:
— Aaaaaaaaa caralhooooo… aaaaaaaa!
Senti o pau dele pulsar forte dentro de mim, enchendo meu útero jovem com jatos quentes e grossos de porra. Gozei junto com ele de novo.
Saí de cima devagar. A porra grossa escorria da minha bucetinha. Minha mãe foi logo chupando e lambendo tudo, limpando ele e depois me beijando, dividindo o gosto da porra dele e da minha buceta. Engoli tudo com prazer.
Minha mãe começou a chupar o pau dele novamente. Ele me puxou, segurou meu rosto e me beijou:
— Deixa o papai comer seu cuzinho, filha?
Já eram quase 7:30 da manhã e eu ainda estava com muito tesão. Concordei.
Minha mãe chupou e lambuzou meu cuzinho com saliva enquanto eu chupava a buceta dela, que estava toda molhada e arregaçada. Meu pai enfiou um dedo, depois dois, enquanto eu gemia fazendo biquinho e rebolando:
— Aiii paiii… que gostoso… aaaaiiihh!
Ele colocou bastante ky geladinho e começou a forçar. Senti uma pressão enorme na barriga e uma dor forte. Não entrava fácil. Minha mãe segurou minha bunda e abriu bem:
— Arregaça esse cu, caralho!
Ele cuspiu e forçou de novo. A cabeça entrou.
— Tá doendo… aaaaiiihh!
— Vai passar, amor… rebola pro papai… rebola gostoso.
Rebolei devagar com a cabecinha dentro. Aos poucos foi entrando mais. Até que ele puxou meu cabelo com força e meteu tudo de uma vez.
— Meu Deus… aaaaiiihh!
Ele nem esperou eu acostumar e começou a bombar forte e fundo. Gemia alto pra caralho, mistura de dor e prazer insano. Meu irmão tinha saído com a namorada, então eu podia gemer sem medo. Ele segurava meu cabelo, metendo sem piedade. Minha mãe gozou só de ver ele me enrabando gostoso.
Ele bombava tão forte e meu cuzinho era tão apertado que em poucos minutos ele já queria gozar de novo. Minha mãe chupava minhas bolas dele e lambia minha bucetinha ao mesmo tempo. Fiquei louca e gozei dando o cuzinho, tremendo inteira.
Meu pai tirou o pau do meu cuzinho, olhou o estrago que fez (meu cuzinho bem aberto e vermelho) e começou a bater punheta rápido. Minha mãe e eu abrimos a boca e colocamos a língua para fora. Ele gozou forte, jatos grossos e quentes caindo na nossa boca, língua e rosto.
Finalizamos nos beijando, misturando tudo, gemendo baixinho de prazer.
Vocês podem não acreditar… mas realmente fizemos tudo isso. Foi real. Pratiquei com meus pais.
laura18y188-