Gabriel é meu sobrinho. Filho da minha irmã mais nova. Dezoito anos recém-completados. Loiro como eu, pele branca, magro mas com aqueles músculos desenhados de quem começou a malhar sério há uns dois anos. Rosto lindo, daqueles de menino que virou homem do dia pra noite: maxilar marcado, olhos castanhos que parecem dourados quando a luz bate, sorriso fácil. Eu sempre achei ele bonito. Desde pequeno. Mas bonito de tia, sabe? Até que, uns meses atrás, comecei a notar outras coisas. O jeito como a camiseta grudava no peito dele depois do treino. O cheiro de suor limpo misturado com o perfume barato que ele usava. O modo como ele me olhava de volta quando eu passava por ele na sala de casa.
Nada planejado. Só… aconteceu.
Naquela tarde de segunda, ele me mandou mensagem: “Tia, vai pra academia hoje? Posso ir com você? Meu carro tá no mecânico.” Eu respondi na hora: “Claro, Gabi. Te busco em vinte minutos.” Meu coração deu uma leve acelerada, mas eu ignorei. Era só academia, né?
Ele entrou no carro com o cabelo ainda molhado do banho, short de treino preto e uma regata branca que deixava os ombros à mostra. Cheirava a sabonete Dove e um pouco de desodorante. Eu estava de top esportivo cinza — daqueles que sustentam bem os seios mas ainda mostram o decote — e legging preta que marcava cada curva do meu bumbum e das coxas. Dirigi até a academia conversando besteira: faculdade, namoradinha nova que ele tinha largado, o calor de São Paulo. Ele ria, olhava pra mim de lado. Quando parei no semáforo, nossos olhos se encontraram por um segundo a mais. Ele sorriu. Eu sorri de volta. Nada dito. Mas alguma coisa mudou ali.
Na academia, a gente separou um pouco. Eu fiz meu circuito de glúteo e posterior. Ele foi pros pesos livres. De vez em quando eu olhava pro espelho e via ele me olhando. Não de forma descarada. Só… atento. Quando eu me abaixava pra pegar o haltere, sentia o olhar dele na minha bunda. Quando ele fazia supino, eu via os músculos do peito dele se contraindo e o short marcando um volume que eu nunca tinha reparado antes. Meu corpo reagiu antes da cabeça: um calor baixo na barriga, uma umidade leve entre as pernas que eu atribuí ao esforço.
Depois de quarenta minutos, ele veio até mim na máquina de leg press. Estava suado, o cabelo grudado na testa, a regata colada no corpo.
— Tia, me ajuda com o último set? Não quero machucar o ombro.
Eu me aproximei. Coloquei as mãos levemente nas costas dele, só pra dar apoio. A pele dele estava quente, úmida. Macia pra caralho. Senti o cheiro dele de perto: suor fresco, limpo, com um fundo doce de pele jovem. Meu seio esquerdo roçou de leve no braço dele quando eu me inclinei. Ele não se afastou. Pelo contrário. Virou o rosto e me olhou direto nos olhos.
— Você tá muito forte hoje, tia — disse baixinho, quase no meu ouvido. A voz dele tinha um tom rouco que eu nunca tinha ouvido.
Eu ri, nervosa, mas o riso saiu mais rouco do que eu queria.
— E você tá crescendo rapidinho, Gabi. Tá um homem agora.
Ele sorriu. Aquele sorriso lento, de canto de boca. E passou a mão na minha cintura por um segundo, só pra “se equilibrar”. O toque queimou. Ficou ali um segundo a mais do que precisava.
Saímos da academia às oito e pouco. O ar da noite estava quente. No carro, o silêncio foi diferente. Ele colocou a mão no meu joelho quando eu troquei de marcha. Não tirou. Eu não tirei. Meu coração batia forte. Em casa — eu moro sozinha, marido viajou a trabalho há duas semanas —, eu disse que ia tomar banho primeiro. Ele falou que esperava.
Mas quando eu saí do banheiro, enrolada só na toalha branca, ele estava na sala, sem camisa, bebendo água. O corpo magro e definido brilhava sob a luz amarelada do abajur. Ele me olhou de cima a baixo. Devagar. Sem pressa.
— Tia… — a voz dele estava baixa, quase um sussurro. — Você é linda pra caralho.
Eu deveria ter dito não. Deveria ter mandado ele pra casa. Mas eu já estava molhada desde a academia. Já tinha imaginado isso na minha cabeça mais vezes do que queria admitir. Dei um passo à frente. A toalha escorregou um pouco, mostrando a curva superior dos meus seios.
— Gabi… a gente não pode.
Ele se aproximou. Parou a centímetros de mim. O cheiro dele me invadiu: suor seco, pele quente, um leve toque de testosterona jovem que me deixou tonta.
— Eu sei. Mas eu quero. E você também quer. Eu vejo no jeito que você me olha.
Ele encostou a mão na minha cintura. A pele dele era macia, quente, quase febril. Eu soltei a toalha.
O que veio depois foi lento, guloso, real.
Ele me beijou primeiro. Boca quente, língua ansiosa mas não bruta. Tinha gosto de água e de chiclete de hortelã. As mãos dele subiram pros meus seios, apertando devagar, sentindo o peso natural deles. Eu gemi baixo contra a boca dele. Meus mamilos endureceram na mesma hora. Ele desceu a boca pro meu pescoço, chupando, lambendo. O barulho molhado da língua dele na minha pele me deixou ainda mais molhada.
Eu o empurrei pro sofá. Ele sentou. Eu me ajoelhei entre as pernas dele. Puxei o short dele pra baixo junto com a cueca. O pau dele pulou pra fora. Grosso, jovem, veias marcadas, cabeça rosada e brilhando de pré-gozo. Uns dezenove centímetros, bonito pra caralho. Eu olhei pra ele por um segundo inteiro. Ele estava respirando rápido, olhos fixos em mim.
— Tia… por favor.
Eu segurei na base. A pele era macia, aveludada, quente. Passei a língua devagar da base até a cabeça, sentindo o sabor salgado do suor misturado com o pré-gozo doce. Ele gemeu alto, um gemido grave que vibrou no peito dele. Eu chupei a cabeça devagar, girando a língua, sentindo a maciez da pele esticada, o gosto dele enchendo minha boca. Desci mais, engolindo até onde conseguia. Ele segurou meu cabelo loiro com as duas mãos, sem forçar, só acompanhando. Eu olhava pra cima enquanto chupava: via o abdômen dele contraindo, os olhos semicerrados de prazer, a boca aberta soltando gemidos roucos.
— Caralho, tia… sua boca é tão quente… tão molhada…
Eu chupei com mais vontade, babando, fazendo barulho. O cheiro dele ali embaixo era inebriante: suor, pele, virilidade pura. Meu clitóris latejava. Eu me toquei com uma mão enquanto chupava ele.
Ele me puxou pra cima depois de uns minutos. Me deitou no sofá. Abriu minhas pernas. Olhou pra minha boceta depilada, inchada, brilhando de tesão.
— Eu sonhei com isso — murmurou, e baixou a boca.
A língua dele era quente, ansiosa. Lambeu meu clitóris em círculos lentos, depois chupou. Eu gemi alto, arqueando as costas. Ele enfiou dois dedos em mim enquanto chupava, curvando-os no ponto certo. Meu corpo inteiro tremia. Eu via a cabeça loira dele entre minhas coxas, os ombros largos, os olhos castanhos olhando pra cima pra ver meu rosto se contorcendo de prazer. O cheiro da minha excitação misturado com o dele enchia a sala.
Eu gozei na boca dele. Forte. Gemendo o nome dele como uma vadia: “Gabi… Gabi… porra…”.
Ele não esperou eu me recuperar. Subiu em cima de mim. O corpo magro e quente cobriu o meu. O pau dele roçou na minha entrada, quente, latejando. Ele me olhou nos olhos.
— Posso, tia?
Eu segurei o rosto dele e o beijei, sentindo meu próprio gosto na língua dele.
— Enfia. Devagar no começo.
Ele empurrou. A cabeça grossa abriu meus lábios. Eu senti cada centímetro entrando: a maciez da pele esticada, o calor, a rigidez. Ele gemeu no meu ouvido quando entrou até o fundo. Ficamos parados um segundo, só sentindo. Eu sentia o pau dele pulsando dentro de mim, enchendo tudo.
Ele começou a meter. Devagar primeiro. Depois mais forte. Eu via tudo: o suor escorrendo no peito dele, os músculos do abdômen contraindo a cada estocada, o pau brilhando do meu mel saindo e entrando em mim. Meus seios balançavam com força. Ele segurava um deles, apertando o mamilo. O barulho molhado de pele contra pele enchia a sala junto com nossos gemidos.
— Você é tão apertada… tão quente… — ele gemia, voz rouca.
Eu sentia o cheiro de sexo no ar: suor, boceta molhada, pau. Passei as unhas nas costas dele. Ele meteu mais fundo, mais rápido. Eu gozei de novo, apertando ele por dentro, gritando.
Ele não aguentou. Tirou rápido, ajoelhou entre minhas pernas e gozou na minha barriga e nos meus seios. Jatos grossos, quentes, brancos. O cheiro era forte, jovem, masculino. Eu passei os dedos na porra dele, levei à boca e provei. Salgado, levemente doce. Ele gemeu só de ver.
Ficamos ali, ofegantes. Ele deitou ao meu lado, me puxando pro peito dele. A pele dele estava suada, quente, macia. Eu senti o coração dele batendo forte contra o meu seio.
— Isso foi… — ele começou.
Eu sorri, passando a mão no cabelo loiro dele.
— Foi o que a gente queria faz tempo, Gabi. E vai acontecer de novo.
Ele me beijou devagar. E eu soube que sim. Ia acontecer de novo. Muitas vezes.