Troquei de lugar com a namorada do meu filho – História real
Oi, me chamo Laura, tenho 18 anos. Vou contar algo que descobri há algum tempo sobre a minha mãe. Não julgo, já imaginava e já lia sobre incesto há bastante tempo. Conversei com ela e ela topou que eu escrevesse a história dela. Espero que gostem. Eu, Laura, tenho 1,54 m, magrinha, seios médios naturais bem durinhos, cabelo castanho claro liso e longo.
Minha mãe, Fernanda, 36 anos, está me narrando agora:
Tenho cabelo castanho claro com mechas douradas, seios grandes e empinados (tamanho 44/46), cintura fina, bunda redonda e durinha de tanto treino na academia. Fui mãe muito jovem, então meu corpo ainda é bem torneado, firme, bronzeado e cheiroso.
Meu filho Heitor é um rapaz de 19 anos, alto, magro, pele branquinha, rosto muito parecido com o do pai dele na juventude — traços fortes, olhos claros, sorriso safado. Ele é absurdamente atraente, e o corpo dele já me deixava com um frio na barriga sem eu admitir.
Tudo começou há uns seis meses, depois que me separei do pai dos meus filhos. Eu estava sozinha, carente, com um fogo acumulado que não passava. Meus filhos eram minha única companhia constante. Foi quando o Heitor começou a namorar a Renata. Fiquei com um ciúme doentio, possessivo. Meu menino mais novo já estava transando e eu ali, seca há meses, sem um orgasmo decente.
Um dia, sozinha em casa (minha filha Laura tinha saído com as amigas), resolvi me dar um alívio. Abri o Xvideos e caí num vídeo em alta: “Mom fucks her son” (era encenação, mas muito bem feito). Os gemidos dela, os tapas na bunda, o jeito que ela chamava ele de “filho”… Meu corpo inteiro arrepiou. Comecei a esfregar a buceta por cima do short jeans curtinho que eu usava, uma regatinha branca bem decotada, sutiã preto de renda e sem calcinha. Minha bucetinha já estava melando o tecido do short.
Fui atrás de vídeos “reais”. Achei uns amadores que pareciam mãe e filho de verdade — os olhares, a intimidade, o jeito proibido. Eu gemia baixinho, mordendo o lábio, imaginando. Estava louca de tesão, mas não conseguia gozar. Sempre tive dificuldade pra chegar lá sozinha. Levantei frustrada, fui pra cozinha pegar água gelada.
Ao passar pela porta do quarto do Heitor, escutei.
Primeiro a voz dela, rouca, safada:
“Aaaaaiiii… aaaaiii… amor… seu pau é muito grosso… tá me abrindo toda… aaaahhh!”
Depois a voz baixa dele, tentando controlar:
“Shhh… minha mãe tá em casa, vai devagar…”
E ela, sem se importar:
“Aaaaaiii… fode gostoso… me fode fundo… aaaahhh… que pau gostoso… me arromba, amor… aaaaaiiii!”
Meu corpo inteiro queimou. Sempre fui louca por pauzão, grosso, daqueles que enchem a boca e a buceta. A imagem do pau do meu próprio filho invadiu minha mente. Fiquei parada, encostada na porta, o coração disparado. Coloquei a mão dentro do short e comecei a me esfregar devagar, sentindo o mel escorrendo pelos dedos. O cheiro do meu próprio tesão subia forte, misturado com o perfume doce que eu usava.
Ela gemia cada vez mais alto:
“Aaaaaiiii… aaaaiii… amor… tô gozando… goza comigo… goza dentro de mim… aaaaaaaaahhhhh… AAAAAAA… CARALHOOOO!”
Eu não aguentei. Meu clitóris pulsava loucamente. Enfiei dois dedos bem fundo, sentindo minha buceta apertar, e gozei ouvindo meu filho gozar na namorada dele. Minhas pernas tremeram tanto que quase caí. O orgasmo foi violento, daqueles que fazem a visão embaçar. Corri pro meu quarto, tranquei a porta, me joguei na cama ainda tremendo, com a buceta latejando e o short todo melado.
Depois daquele dia, virei obcecada. Pesquisei tudo sobre incesto: casos reais, relatos, versículos da Bíblia que mostram incesto no passado, fóruns, grupos secretos. Comecei a andar mais sensual em casa. Shortinhos minúsculos, vestidos justos sem sutiã, blusas transparentes. Queria saber se ele me olhava diferente.
Um dia, coloquei um biquíni fio dental vermelho minúsculo, que mal cobria os mamilos e deixava quase toda a bunda de fora. Minha filha Laura amou: “Mãe, você tá um absurdo!”. Heitor estava com a Renata na piscina. Quando ela me viu, arregalou os olhos:
“Uau, sogra… que corpo! Tá perfeita!”
Dei uma voltinha devagar, rebolando, e chamei as três pra piscina. Renata pegou um biquíni emprestado da Laura. Ficamos jogando vôlei aquático. Eu fazia questão de pular alto, deixando os seios balançarem, a água escorrendo pelo corpo. Depois fomos tomar sol.
Viramos de bruços. Eu pedi, com voz melosa:
“Filho, passa protetor na gente? Você é o homem mais sortudo do mundo… três gatas aqui só pra você passar a mão.”
Ele começou pela Renata: costas, lombar, desceu devagar pras nádegas dela, apertando de leve. Laura dispensou: “Deixa que eu passo”. Chegou minha vez.
Deitei de bunda pra cima, pernas um pouco abertas.
“Aí, filho… pode passar em mim sem frescura, igual na Renata.”
Senti o jato frio do protetor nas costas. Ele começou a espalhar, mãos grandes, quentes. Pedi:
“Puxa a cordinha do biquíni, amor… pra não ficar marca.”
Ele puxou. Meus seios ficaram livres, esmagados contra a toalha. Ele esfregava devagar, elogiando:
“Nossa, mãe… suas costas tão incríveis… macias, bronzeadas…”
“Obrigada, filho lindo…”
Ele desceu pro lombar. Eu abri mais as pernas e falei baixinho, safada:
“Pode passar em tudo, vai… não tem problema.”
Senti o creme gelado pingar na minha bunda. As mãos dele hesitaram, depois começaram a espalhar, apertando de leve as nádegas. Meu cuzinho piscava de tesão. Segurei a mão dele e guiei entre as nádegas, esfregando devagar.
“Vai com vontade, filho… pode apertar…”
Ele murmurou, voz rouca:
“Mãe…?”
As meninas estavam de fone, ouvindo música, deitadas de bruços.
Eu sorri, olhando pra trás:
“O que foi, filho? Até parece… você tem uma mãe gostosa… tem que aproveitar.”
Ele ficou vermelho, mas continuou, as mãos tremendo de leve. Meu corpo inteiro ardia.
Depois disso, quase todo dia eu mostrava uma roupa nova pra ele: vestido colado, saia curta, blusa transparente. Ele foi se soltando, elogiando mais, me olhando com fome. Eu sentia o pau dele marcando na bermuda às vezes. O frio na barriga virou tesão puro.
Um dia, eles estavam trancados no quarto de novo. Eu morria de ciúmes. Encostei na porta.
Ouvi Renata:
“Vai, amor… você vai adorar… deixa eu te amarrar… isso… assim… agora a venda…”
Ele riu, excitado. Ela começou a beijar o pescoço dele, desceu pro peito, barriga… até o pau.
“Aiii amor… que cacetão enorme… delícia… tão grosso… tão quente…”
Eu já estava com a mão dentro da calcinha, me esfregando. Ela engasgava:
“Estou ficando ótima na garganta profunda com esse pauzão… fica perfeito pra treinar…”
Eu imaginava a cena: a boca dela esticada, baba escorrendo, o pau do meu filho pulsando na garganta dela. Mordi o lábio com força.
De repente ela deu uma engasgada forte e falou:
“Ai amor, vou no banheiro rapidinho e já volto…”
Ela saiu do quarto, vestindo a blusa às pressas. Me viu no corredor. Arregalou os olhos.
Eu fiz sinal de “vem aqui” com o dedo.
Ela chegou perto, assustada.
Eu falei baixo, firme:
“Que pouca-vergonha fazer isso na minha casa. Vai embora agora. Vou brigar feio com o Heitor.”
Ela começou a chorar, pediu desculpas mil vezes e saiu correndo.
Entrei no quarto.
Ele estava lá: pelado, deitado de costas, pulsos e tornozelos amarrados na cama com lenços, venda nos olhos, pau duríssimo apontado pro teto — uns 19 cm, grosso, veias saltadas, cabeça vermelha e brilhando de baba, completamente depilado. O cheiro de macho jovem, tesão puro, subia forte.
Ele sussurrou:
“Amor, fecha a porta… minha mãe tá em casa…”
Fechei devagar.
Ele gemeu:
“Continua, amor… seu oral tá uma delícia…”
Eu não pensei. Tirei o vestido vermelho devagar, fiquei só de calcinha preta minúscula. Ajoelhei na cama entre as pernas dele. Segurei aquele pau quente, pulsando na minha mão. Cheiro forte de sexo, de macho pronto pra gozar.
Coloquei a cabeça na boca. O gosto salgadinho, quente, delicioso. Deslizei a língua na glande, sentindo cada veia. Engoli devagar, sentindo ele abrir minha garganta. Mamava com vontade, babando muito, chupando as bolas, lambendo a base.
Ele gemia alto:
“Aaaaaiiii… amor… que delícia… engole tudo… aaaahhh… caralho… que boca gostosa…”
Enfiei tudo, nariz encostado na virilha dele, garganta apertando o pau. Ele tremia:
“Aaaa… aaaaaiiii… vou gozar… aaaaa…”
Tirei da boca. Ele reclamou:
“Nossa, amor… você tá ficando incrível… deixa eu foder sua bucetinha agora…”
O tesão venceu qualquer razão. Tirei a calcinha. Segurei o pau dele, apontei pra minha entrada melada e desci devagar. Senti cada centímetro abrindo minha buceta, me preenchendo até o fundo. Estava tão molhada que escorria pelas coxas dele.
Sentei completamente, sentindo a cabeça batendo no colo do útero.
“Aaaaaiiii… que pau gostoso… tá me rasgando… aaaahhh…”
Comecei a subir e descer devagar, depois mais rápido. Rebolava, girava a cintura, apertava a buceta em volta dele. Ele gemia louco:
“Aaaaaiii… amor… que delícia… rebola mais… aaaahhh… tá me apertando… caralho…”
Eu mordia a mão pra não gritar, mas escapavam gemidinhos:
“Aaaaiii… filho… que pau gostoso… me fode… aaaahhh…”
Ele começou a socar de baixo, forte, rápido. Gozei na primeira bombada forte — um orgasmo violento, buceta apertando, tremendo toda.
“Aaaaahhhh… tô gozando… aaaaiiii… caralho… gozando no pau do meu filho… AAAAAAA!”
Ele não parava. Socava fundo, batendo forte. Tive mais três orgasmos seguidos, um atrás do outro, pernas tremendo, visão branca, gemendo baixinho:
“Aaaaiii… de novo… tô gozando… aaaahhh… mais… fode mais… aaaaiiii!”
O quarto cheirava a sexo, suor, porra e buceta molhada. Ele grunhiu:
“Aaaa… amor… vou gozar… aaaaa… toma tudo… AAAAAAA… CARALHOOOO!”
Senti jatos quentes enchendo minha buceta, pulsando dentro de mim. Fiquei trêmula, escorrendo porra pelas coxas, coração na boca.
Levantei devagar, em choque. Buceta latejando, cheia de porra do meu próprio filho. Coloquei a mão na boca.
“O que eu fiz? Meu Deus… ele vai descobrir que era eu…”
Ele ainda vendado, ofegante, murmurou:
“Amor… volta aqui… quero mais…”
Eu congelei.
**Continua?**
laura18y188-