Cheguei lá só de sunga e toalha na cintura. A sauna estava vazia. Me sentei num canto, encostei na parede de madeira e fiquei curtindo o vapor quente, relaxando. Não demorou muito e entrou um rapaz: branco, cabelos pretos lisos e molhados, corpo definido. Ele se sentou do outro lado, em silêncio.
Eu nunca tive interesse em homem. Nunca nem deixei outro cara me tocar. Mas aquele ali não parava de me olhar — dos pés à cabeça, devagar, sem disfarçar. E o pior: aquilo me deixou duro na hora. Acho que o filho da puta percebeu.
Então ele puxou conversa.
— Tá quente pra caralho aqui, né? — disse o branquelo, com a voz baixa, enquanto abria um sorrisinho de canto.
Eu só dei um grunhido de resposta, tipo "é mesmo", mas não consegui desviar o olhar. Ele estava sentado de frente pra mim, pernas ligeiramente abertas, a sunga preta colada no corpo molhado de suor e vapor. O pau dele já marcava um volume considerável, e ele nem tentava esconder.
— Primeira vez na sauna? — perguntou, inclinando a cabeça, os cabelos pretos molhados caindo um pouco na testa.
— É… — respondi, seco, mas minha voz saiu mais rouca do que eu queria.
Ele riu baixinho, um som que parecia carregar malícia.
— Relaxa, cara. Aqui ninguém julga. — Ele passou a língua nos lábios devagar, olhando direto pro meu volume na sunga. — E pelo visto… você tá bem à vontade também.
Meu pau pulsou forte dentro do tecido. Eu sabia que ele tinha visto. E o pior: eu queria que ele visse.
Fiquei em silêncio uns segundos, o vapor subindo entre a gente. Então, sem pensar muito, abri as pernas um pouco mais, deixando a sunga esticar e mostrar tudo.
— Vem cá — falei, voz grave, quase uma ordem.
Ele não hesitou. Levantou devagar, o corpo brilhando de suor, e veio se aproximando até parar bem na minha frente. Ficou ali, de pé, me olhando de cima com aqueles olhos claros que pareciam pedir permissão e ao mesmo tempo mandar.
— Pode sentar aqui do meu lado — eu disse, batendo de leve na madeira quente ao meu lado.
Ele sentou colado em mim, coxa contra coxa. O calor do corpo dele misturado com o vapor era insano. Sem dizer nada, ele levou a mão direita devagar até a minha sunga, passou os dedos por cima do tecido, sentindo o contorno do meu pau duro. Depois enfiou a mão por dentro, pegou firme e começou a me punhetar devagar, olhando direto nos meus olhos.
— Caralho… tá grosso pra porra — murmurou, mordendo o lábio inferior.
Eu soltei um gemido baixo, joguei a cabeça pra trás um pouco, mas não tirei os olhos dele. A mão dele subia e descia no ritmo perfeito, o polegar roçando a cabeça toda vez que chegava em cima. Enquanto isso, com a outra mão, ele levou os dedos até o próprio cuzinho, por cima da sunga, e começou a se esfregar ali, gemendo baixinho.
— Tá gostando, negão? — perguntou, voz tremida de tesão.
— Porra… continua — foi tudo que consegui dizer.
Meu pau latejava na mão dele, babando pré-gozo. Eu estava louco. Peguei ele pela nuca, puxei o rosto dele pra perto e beijei com força, língua na boca dele, sentindo o gosto de suor e vapor. Ele gemeu na minha boca, apertando mais forte meu pau.
Não aguentei mais.
Levantei ele com facilidade — ele era leve pra caralho — e coloquei de quatro no banco, de costas pra mim, no cantinho mais escuro da sauna. Puxei a sunga dele pra baixo com pressa, expondo aquela bunda branca, redonda, já piscando de expectativa. Cuspi na mão, esfreguei no meu pau e depois no cuzinho dele, abrindo caminho.
— Vai devagar no começo, tá? — ele pediu, mas a voz era puro tesão.
— Relaxa, branquelo… — respondi, já encaixando a cabeça.
Entrei devagar no início, sentindo ele se abrir pra mim, apertado pra caralho. Ele gemeu alto, as mãos apoiadas na parede de madeira. Quando tava todo dentro, parei uns segundos, curtindo a sensação de estar completamente enterrado naquele rabo quente.
Depois comecei a bombar. Forte. Fundo. O som dos nossos corpos se chocando ecoava na sauna junto com o vapor e os gemidos dele.
— Isso, negão… me come… me fode gostoso… — ele pedia, rebolando pra trás, encontrando cada estocada.
Eu segurava firme na cintura dele, metendo com força, sentindo o cuzinho apertar toda vez que eu entrava até o talo. O suor escorria dos dois, o calor era insuportável, mas eu não queria parar nunca.
Gozei dentro dele com um grunhido rouco, enchendo aquele rabinho branquelo enquanto ele tremia todo, se masturbando rápido e gozando também, jorrando no chão quente da sauna.
Ficamos ali uns segundos, ofegantes, o vapor nos envolvendo como uma cortina.
Ele virou o rosto, ainda ofegante, e deu um sorrisinho safado.
— Volta amanhã?
Eu só ri baixo, ainda dentro dele.
— Pode ter certeza, porra.
E foi assim que minha primeira vez na sauna virou uma das melhores da minha vida.
Que loucura foi essa negão? Nunca teve nada com um homem e quando teve foi assim de primeira? Sauna, desconhecido, sacanagem, sexo, gozo e repeteco? Fala a verdade, como é fuder com um homem? Não minta .
Nossa, que inveja desse branquelo!!
negaocareca-