A gente se conhecia há muito tempo. Eu sabia de alguns boatos sobre ele — que tinha chupado uns moleques da vila, essas coisas. O tempo passou, ele começou a namorar outro garoto e a gente perdeu totalmente o contato.
Até que, por coincidência, acabamos trabalhando juntos num evento.
Eu ficava na parte de som, e ele cuidando dos enfeites da festa. Toda vez que passava por mim, ele fazia questão de rebolar aquele rabão preto bem devagar. Aí eu comecei a retribuir: deixava ele perceber que eu estava olhando fixo, sem disfarçar.
O cara era daqueles que chamavam atenção sem nem tentar: negro alto, tipo 1,90 fácil, corpo magro mas definido, ombros largos e um jeito afeminado que não dava pra ignorar. Andava com aquele rebolado sutil, quadril balançando, mãos grandes gesticulando no ar quando falava, voz meio fina e risada alta que ecoava. Todo mundo na vila já tinha comentado sobre ele — o “neguinho viadinho” que chupava rola escondido desde adolescente, mas agora fingia ser certinho com o namoradinho. Só que eu sabia que era pose. O olhar dele me entregava.
No evento, as indiretas começaram leves. Eu passava perto dele carregando cabo e falava baixo: “Tá rebolando pra quem, hein, safado?”. Ele virava o rosto, dava um sorrisinho de canto e respondia: “Pra quem tá olhando, ué”. Eu ria e deixava o olhar descer pro rabão dele apertado na calça jeans. Ele percebia, mordia o lábio e seguia trabalhando, mas toda hora dava um jeito de passar roçando em mim.
No final do serviço, já de noite, quando todo mundo tava guardando as coisas, eu me aproximei dele na saída. “E aí. Tá a fim de uma cerveja gelada lá em casa pra relaxar? Tô sozinho hoje.” Ele hesitou uns segundos, olhou pros lados como se tivesse medo de alguém ver, mas depois assentiu com um sorriso safado: “Tô dentro. Mas só uma, hein?”
Chegamos na minha casa, um apê simples no fundo do quintal. Liguei o ventilador, peguei duas latas na geladeira e joguei uma pra ele. Sentei no sofá de frente, abri a minha e comecei a tirar a camisa devagar, fingindo que tava quente pra caralho. “Tá um forno aqui dentro, né?” Mostrei o peitoral suado do dia inteiro de trampo, os braços grossos, e vi os olhos dele grudarem em mim. Ele ficou quieto, só bebendo a cerveja devagar, mas já dava pra ver a respiração acelerando.
“Vem cá, senta do meu lado. Não mordo… a não ser que você peça.” Ele riu nervoso, mas veio. Sentei mais aberto, coxa colada na dele, e comecei a provocar: “Sempre soube que você era uma bichinha safada. Rebolando aquele rabo preto o dia inteiro pra me atiçar. Tá louco pra provar, né?” Coloquei a mão na coxa dele, apertando de leve. Ele não recuou. Pelo contrário: tremeu um pouco e abriu as pernas mais.
Não demorou. Ele largou a lata no chão, se ajoelhou entre minhas pernas e veio direto. Mãos grandes, pretas, dedos longos e quentes subindo pela minha barriga, apertando meu peito, descendo pro cós da bermuda. Abriu o zíper com pressa, puxou minha rola pra fora já dura e caiu de boca sem cerimônia.
O boquete era molhado pra caralho — saliva escorrendo pelos cantos da boca, língua girando na cabeça, chupando forte como se tivesse fome acumulada. Aquelas mãos enormes seguravam minha base, massageando as bolas enquanto a boca descia até o talo, engasgando um pouco mas sem parar. Olhava pra cima com aqueles olhos pidões, gemendo baixinho no meu pau, vibrando tudo. Eu segurava a nuca dele, empurrando devagar, fodendo a garganta daquela bichinha que finalmente tinha se entregado.
“Chupa gostoso, vai… engole tudo, sua putinha.”
Ele gemia mais alto, babando, acelerando o ritmo, louco pra me fazer gozar na boca dele.
Eu segurei a cabeça dele com mais força, fodendo a boca daquela bichinha até sentir as bolas apertando. Mas eu queria mais. Queria aquele rabão enorme que ele balançava o dia inteiro no evento. Levantei ele do chão, virei de costas e mandei: “De quatro no sofá, agora. Mostra esse cuzão pra mim.”
Ele obedeceu na hora, tremendo de tesão. Tirou a calça e a calcinha fio dental devagar, empinando aquele rabo preto, redondo, gigante — daqueles que parecem não caber na calça, duas nádegas duras e carnudas, separadas por um rego profundo e escuro. O cuzinho piscava, rosado no meio daquela pele preta, já úmido de saliva e expectativa. Eu, que sempre me considerei 100% hetero, nunca tinha olhado pra um cara desse jeito. Mas ali, vendo aquele vizinho afeminado de quatro, rabão empinado só pra mim, meu pau latejava mais forte do que nunca. Era um tesão diferente, cru, proibido. Me dava um frio na barriga misturado com vontade de destruir.
Meu pauzão — grosso e veiudo, cabeça inchada e vermelha — pingava sêmen grosso, fios longos de pré-gozo escorrendo da ponta e caindo no chão. Eu nunca tinha ficado tão duro assim por ninguém. Segurei na base, esfreguei a cabeça melada no rego dele, sentindo o calor e a maciez daquelas nádegas envolvendo minha rola. “Olha o tamanho disso, bichinha… vai engolir tudo.”
Pus a ponta na entrada e empurrei devagar. O cuzão dele era apertado pra caralho — daqueles que apertam como se não quisessem soltar nunca mais. Ele gemeu alto, “Ai, devagar… tá muito grosso…”, mas empinou mais, querendo tudo. Fui entrando aos poucos, sentindo cada centímetro sendo engolido por aquele buraco quente e estreito. Quando enfiei até o talo, as bolas batendo naquelas nádegas enormes, ele gritou de prazer misturado com dor. “Porra, que cuzão apertado… tá me esmagando, sua putinha.”
Comecei a meter forte, segurando aquelas nádegas com as duas mãos, abrindo e fechando, vendo minha rola sumir e aparecer no meio daquele rabão preto balançando a cada estocada. Ele rebolava pra trás, gemendo como uma vadia no cio: “Mete mais fundo… me fode, por favor… adoro rola assim, grande, grossa… mulher nenhuma chupa ou senta como eu.” E era verdade. Gay como ele apreciava rola de um jeito que mulher nenhuma conseguia — com fome, sem vergonha, engolindo tudo, gemendo alto, apertando o cu pra me fazer gozar mais rápido. Ele rebolava, apertava, pedia mais, como se aquilo fosse o melhor dia da vida dele.
Eu metia sem dó, sentindo o tesão hetero se misturar com essa loucura nova. Meu pauzão pulsava dentro dele, pingando mais pré-gozo, deixando tudo molhado e escorregadio. “Toma, sua bichinha safada… esse rabão é meu agora.”
Ele gozou primeiro, sem nem encostar no pau dele, só de levar rola fundo, jorrando no sofá. Eu não aguentei: segurei firme na cintura dele e gozei forte, enchendo aquele cuzão apertado de porra quente, sentindo ele apertar mais ainda pra sugar tudo.
Depois, caímos no sofá suados, ofegantes. Ele virou pra mim com um sorrisinho: “Sempre soube que você ia me comer um dia…”
Ficamos ali no sofá, suados, ofegantes, minha porra ainda escorrendo devagar do cuzão dele enquanto ele se recuperava, deitado de lado com aquele rabão enorme empinado pro teto. Eu olhava praquilo tudo, o rego melado, as nádegas tremendo de leve, e soltei sem pensar:
“Porra, cara… nunca tinha comido um rabo tão gostoso na vida. Apertado, quente, rebolando desse jeito… puta que pariu, isso foi foda demais.”
Ele riu baixinho, aquela risadinha fina e safada, virou o rosto pra mim com os olhos brilhando de tesão ainda. Passou a mão no próprio peito, descendo devagar até a barriga, e perguntou quase tímido:
“Vc se importa se eu bater uma punheta? Sei que é hetero…”
Eu hesitei um segundo. Hetero, sim, sempre fui. Mas ali, depois de meter naquele rabão preto gigante, meu pau ainda meio duro pingando resto de porra, o tesão não tinha ido embora. Olhei pra baixo pela primeira vez direito pra rola dele.
Era enorme. Dura, preta, veiuda, uns 20 cm fácil, grossa na base, cabeça inchada brilhando de pré-gozo. Balançava levemente com a respiração dele, maior do que eu esperava de um cara tão afeminado. Ele segurou na base com aquelas mãos grandes, começou a se masturbar devagar, gemendo baixo.
“Vai, pode bater… mostra pra mim”, eu disse, voz rouca. Me aproximei mais, sentei de lado e estendi a mão. Peguei na rola dele — quente, pulsando, pele macia por cima da rigidez. Comecei a punhetar devagar, sentindo o peso, as veias grossas sob meus dedos. Ele gemeu alto, empurrou o quadril pra frente, fodendo minha mão.
“Assim… porra, que delícia… continua, vai…”
Acelerei o ritmo, apertando mais forte na cabeça, esfregando o polegar no buraquinho que pingava. Ele rebolava o rabão no sofá, as nádegas batendo uma na outra, gemendo como vadia: “Tá me punhetando gostoso… hetero batendo uma pra mim… ai, caralho…”
Não demorou. Ele gozou forte, jorrando muito — jatos grossos e quentes espirrando nas minhas mãos, no meu braço, no sofá. Porra branca e viscosa escorrendo pelos meus dedos enquanto ele tremia todo, olhos revirando, boca aberta num gemido longo. “Porra… gozei tanto… olha isso…”
Minha mão ficou toda melada, o cheiro forte de sexo no ar. Ele caiu pra trás, ofegante, sorrindo satisfeito. Eu olhei pra minha mão coberta de porra dele, depois pro pauzão dele amolecendo devagar, e senti um tesão estranho misturado com confusão.
negaocareca-