O Enfermeiro Tesudo e Safado Viciou em Bater Punheta Pra mim

Eu precisei ser internado para fazer uma cirurgia e, para a minha sorte, conheci um enfermeiro bem safado. Ele me deixou comer o rabinho dele e chupar aquela piroca enorme que o cara tinha.

Ele foi o primeiro a cuidar de mim. Eu não tenho pinta nenhuma de gay, mas o safado sabia exatamente como me tocar. Deslizava as mãos leves pelas minhas pernas e coxas enquanto me cobria com o lençol, e sempre dava um jeito de encostar em mim. Eu fingia que não percebia, mas minha pica já começava a ficar dura debaixo da roupa de hospital. O filho da puta percebia tudo, dava pra ver nos olhos dele, mas não falava nada.

No primeiro banho que ele me deu, não tirava os olhos da minha rola grossa. Fez questão de ensaboar ela com calma, disse pra eu não ter vergonha. Minha pica cresceu na mão dele, ficou dura de verdade, e ele massageou devagar, deixando ela toda cheia de espuma. Eu deixei. Ele continuou, deslizando a palma inteira pela cabeça grande, em forma de cogumelo, da minha pica, como se fosse a coisa mais normal do mundo.

Terminamos o banho, voltamos pra cama e não falamos nada. Eu não tinha gozado ainda. Naquela mesma noite, mesmo com a dor da cirurgia, bati uma punheta pensando naquele enfermeiro baixinho. Fiquei com uma vontade louca de comer aquele cuzinho branquelo. Sou viciado em meter bem fundo num rabinho assim até o cara gemer e gozar gostoso.

No dia seguinte, o plantão da noite caiu como uma bênção disfarçada. O hospital estava mais quieto, só o bip distante dos monitores e o ronco baixo de algum paciente no quarto ao lado. Eu estava ali, deitado, ainda dolorido da cirurgia, mas a mente já longe da dor. Negro, forte, careca, corpo marcado de academia mesmo depois de uns dias internado — eu sabia que chamava atenção, e o safado do enfermeiro também sabia.

Por volta das duas da manhã, a porta do quarto abriu devagar. Era ele. Baixinho, branquelo, cabelo bagunçado de quem tá no fim do turno, mas os olhos brilhando de tesão. Ele olhou pros lados, conferiu que os dois pacientes do quarto ao lado estavam apagados, puxou a cortina fina que separa as camas e veio direto pra perto de mim, sem fazer barulho.

— Tá acordado, negão? — sussurrou, com aquela voz rouca que me deixava louco.

Eu só balancei a cabeça devagar, já sentindo o sangue descer. Ele se aproximou mais, o uniforme azul colado no corpo magro, e colocou a mão por baixo do lençol sem cerimônia. Quando os dedos dele tocaram minha pica, que já tava meia-bomba só de ver ele ali, eu soltei um suspiro baixo.

— Caralho… olha o tamanho dessa rola preta… — ele murmurou, começando a mexer devagar, apertando na base e subindo até a cabeça, que já escorria o primeiro melzinho. — É exatamente do jeito que eu gosto. Grossa, veiuda, pesada… puta que pariu.

Ele não parava de falar, voz baixa, quase um ronronar, enquanto a mão subia e descia no ritmo perfeito. Eu mordia o lábio pra não gemer alto, o corpo todo tenso. Do lado, os outros dois caras dormiam pesado, nem desconfiavam.

— Eu quero isso dentro de mim, negão… — ele continuou, acelerando um pouco a punheta, o polegar roçando a glande sensível a cada volta. — Quero sentir essa pica me abrindo todinho, me arrombando devagar no banheiro dos funcionários, ou aqui mesmo, de madrugada… Quero sentar nessa rola até não aguentar mais e gozar sem nem encostar.

A mão dele tava quente, firme, e ele sabia exatamente como apertar na cabeça pra me deixar louco. Eu sentia as veias da minha pica pulsando na palma dele, inchando mais a cada palavra safada que saía da boca daquele putinho.

— Você vai me foder bem forte, né? — ele sussurrou, chegando o rosto perto do meu, o hálito quente no meu pescoço. — Vai meter até o talo nesse rabinho branquelo que você tanto quer comer… Eu já abri ele ontem pensando em você, sabia? Dedinho, dois dedos… preparando pra aguentar essa grossura toda.

Eu não aguentei. Apertei os lençóis com força, o corpo inteiro tremendo, e gozei forte na mão dele, jatos quentes que molharam o lençol e escorreram pelos dedos dele. Ele continuou mexendo devagar, ordenhando até a última gota, lambendo os lábios enquanto olhava pra mim com cara de quem ganhou na loteria.

— Isso, negão… goza bastante… — ele sussurrou, limpando a mão no próprio uniforme como se nada tivesse acontecido. — Amanhã eu volto. E aí quem sabe eu te dou o cuzinho de presente antes da alta.

Ele ajeitou o lençol em cima de mim, deu um sorriso safado e sumiu pela porta como se fosse só mais um plantão normal.

Eu fiquei ali, ofegante, coração na boca, já contando os minutos pro próximo turno dele. Esse filho da puta ia acabar comigo… e eu mal podia esperar.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
O Enfermeiro Tesudo e Safado Viciou em Bater Punheta Pra mim

Codigo do conto:
251699

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
10/01/2026

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