Macho Alfa seduziu a minha esposa (continuação HOT e um super final!)

Recomendo ler o conto anterior...

A expressão de Jorge não era de raiva, mas de uma fome recém-descoberta. Ele a puxou para o colo, o corpo dela ainda mole dos orgasmos com Ricardo. "Eu... eu não sei o que dizer, Jorge", ela gaguejou, o rosto queimando de vergonha.
"Não diga nada", ele sussurrou, beijando o pescoço dela, no mesmo lugar que Ricardo havia marcado. "Eu vi como ele te dominou. Como você se entregou. A verdade, Tais... é que meu pau sempre se levantou imaginando algo assim. Um homem de verdade te tomando, te usando como a puta que você esconde dentro dessa fachada de esposa perfeita. E ele... ele é perfeito."

Mas, precisamos continuar o nosso trabalho, na próxima semana vamos continuar as gravações. Você deseja continuar ou quer quebrar o contrato? Podemos parar e você não precisa encontrar com o Ricardo. Porém, precisavam do dinheiro e Taís decidiu finalizar logo as demandas, mesmo sabendo que seria uma tortura.

Determinado dia, Jorge pegou o celular e discou o número de Ricardo. A voz de Ricardo atendeu, profissional, mas com um traço de cansaço. "Ricardo, é o Jorge. Tivemos um pequeno problema... ou uma oportunidade, dependendo do ponto de vista."

Houve um silêncio do outro lado. "Do que você está falando, Jorge?"

"As câmeras de segurança. Elas gravam em loop, sabe? E capturaram um 'conteúdo extra' muito interessante hoje. Você, minha esposa... o sofá. Um material que arruinaria a carreira do 'Coach da Conquista' em segundos."
A respiração de Ricardo ficou pesada. "O que você quer?"
"Eu quero mais", disse Jorge, a voz cheia de uma autoridade. "Você vai voltar aqui. Vai continuar fodendo minha mulher. Mas agora, será sob as minhas regras. Você vai tratá-la como sua vadia particular, vai humilhá-la, vai enchê-la com sua porra. E o mais importante..." Jorge fez uma pausa, "Você vai ser o meu Alfa também. Eu vou assistir, eu vou participar. Você vai me ensinar a ser submisso a um macho de verdade. Entendeu?"

Ricardo riu, um som baixo e perigoso. A chantagem o encurralava, mas a proposta acendeu um fogo sádico dentro dele. Foder casais, quebrar maridinhos metidos a besta era seu fetiche secreto. "Entendi perfeitamente, Jorge. Seu corno desgraçado. Você quer que eu coma sua mulher e você vai participar, maravilha. Marcamos para sexta. E pode ter certeza, vou destruir vocês dois."

A semana se arrastou em uma tensão sufocante. Tais e Jorge raramente comentavam o incidente, mas os olhares entre eles escondiam um segredo pesado – e excitante. Tais vivia num loop mental de culpa e tesão, sua mente divagando sobre o pênis gigante de Ricardo, suas mãos ásperas, as palavras sujas que a fizera implorar. Jorge, por sua vez, escondeu o material comprometedor, mas a ideia de ter flagrado a esposa infiel plantou sementes obscuras em sua mente. Ele tentou não pensar sobre Ricardo dentro dela, mas o ciúme misturado à excitação se tornava incontrolável à noite, quando buscavam intimidade no quarto.
Na sexta, Tais estava uma pilha de nervos. Jorge a instruiu: "Quero você com a saia mais curta que tiver. Sem calcinha. Quando ele chegar, você vai se ajoelhar e esperar as ordens dele. Você é a puta da casa hoje, entendeu?" Tais, chocada mas estranhamente excitada, obedeceu.

Então chegou o dia. Tais se vestiu com cuidado: saia curta, blusa justa, meias arrastão. A lingerie, um conjunto black de renda fina, marcaria seu corpo robusto com sensualidade. Seus olhos castanhos, normalmente brilhantes, tinham um tom de medo e expectativa. Jorge vestiu um terno apertado, um traje que Ricardo tinha elogiado como "adequado para um homem de verdade". Eles se olharam no espelho, e por um instante, a dúvida tomou conta. Mas então as palavras que trocaram entre carícias na cama ecoaram em sua mente: "Eu quero ser seu cachorro, Tais. Quero ser seu cãozinho, e ele o Alfa. Vamos fazer isso juntos."
Ricardo chegou pontual, o cheiro de colônia preenchendo o estúdio. Ele olhou para Tais, de joelhos no chão, e depois para Jorge, que estava sentado numa cadeira no canto, com um sorriso doentio. "Gostei da recepção, corno", disse Ricardo. Então, com um sorriso predatório, seus olhos indo direto para Tais. "Você está deliciosa, querida. E o Jorge... parece mais confiante. A sala de gravação tinha sido preparada com iluminação suave, sofás confortáveis, e no centro, uma cama king size coberta por lençóis pretos.

"Hoje será diferente", Ricardo anunciou. "Hoje, vamos explorar o lado selvagem de vocês." Ele fez um gesto para o Jorge, e um monitor se acendeu, mostrando imagens dos momentos íntimos flagrados – Tais deitada na bancada, Ricardo chupando seus seios, ambos nus, seus corpos brancos cintilando sob a luz. "O que você acha, Jorge? Gosta de ver sua esposa assim?"

Ele caminhou até Tais e puxou seus cabelos. "Abre a boca, vadia casada. Vamos ver se você aprendeu alguma coisa." Ele nem se deu ao trabalho de baixar as calças, apenas abriu o zíper, e o pau de 18cm saltou, já semi-duro. Tais o chupou com uma avidez que surpreendeu a si mesma, os olhos fixos em Jorge, que assistia com a mão dentro das calças.

"Isso, chupa o pau que fodeu teu cu virgem. Chupa a rola do teu novo mestre", Ricardo rosnava, guiando a cabeça dela. Ele a fez engasgar, humilhando-a com palavras sujas, enquanto Jorge gemia baixinho em sua cadeira. "Agora levanta, puta. Empina essa bunda redonda pra mim."
Ele a virou sobre a cama, levantando a saia curta. "Olha só, Jorge. A bucetinha da sua esposa, toda molhada por mim. Pronta pra ser arrombada de novo." Ele a penetrou com uma única estocada brutal. Tais gritou, um misto de dor e prazer delirante. Ricardo a fodeu com força, sem nenhuma delicadeza, o som dos corpos ecoando pelo estúdio. "Geme pro seu marido ouvir, sua puta! Diz pra ele quem é que te fode de verdade!"

"É você, Ricardo! Você me fode!", ela gritou, gozando descontroladamente, o mel escorrendo por suas coxas grossas.

Foi nesse momento que Jorge se levantou e se aproximou. Tais pensou que ele ia interromper. Jorge engoliu em seco, o pau já rijo contra a calça do terno. "Ela é... linda." Ricardo sorriu, um sorriso de tigre. "E hoje, eu vou fazê-la ainda mais linda. Ajoelhe-se, Tais. Ela obedeceu e Jorge ao lado, ofegou. "Oh meu Deus... amor... é você é tão..."

Ricardo o interrompeu: "Ela é uma vadia, Jorge. Sua esposa é uma putinha que adora ser fodida. Ricardo ordenou que Jorge tirasse a roupa e deitasse, depois mandou Tais fazer um 69 com o corninho. Os dois iniciaram a troca de carinhos, Tais chupava com muito desejo o seu corninho e Jorge, sugava todo o néctar de sua esposa. Então, Ricardo se posicionou atrás de fêmea com sua enorme rola grossa de 18 cms e começou a foder a sua buceta. Jorge estava paralisado com aquela cena, uma rola imensa penetrando a sua esposinha, sentindo o cheiro do saco do macho Alfa bem de perto. Porém, Ricardo parou um instante e ordenou, Engula, Jorge. Engula meu pau enquanto eu fodo sua mulher." As palavras eram duras, mas seu tom era de comando. Jorge hesitou, mas então Tais sussurrou: "Faça amor, Jorge... Prove que você é o meu cãozinho." Aquilo o encorajou. Ele abriu a boca e pode sentir a cabeça do pau entrando lentamente entre seus lábios. Ricardo gemeu, e começou a foder a boca de Jorge com ritmos suaves, às vezes tirava um pouco e penetrava Tais com força.

A sensação era nova e assustadora para o casal, as mãos de Ricardo seguravam o quadril de Tais e penetravam com firmeza. Jorge apreciava sua esposa sendo comida por um Alfa, ela gemia com o pau do maridinho na boca, de repente veio uma explosão de gozo de sua mulher.
Ricardo então, como um bom macho que comandava tudo, mando Tais inverter a posição e montar no pau do corninho. Mandou-a rebolar e empinar bem a bunda, sendo que seus comando eram todos atendidos prontamente. O macho Alfa se posicionou atrás de Taís, segurou firme as polpas da bunda e meteu a língua naquele cuzinho, levando a mulher a ter outro pequeno orgasmo. Ricardo se divertia, deixou o rabo da mulher bem lubrificado e avisou que ela ganharia uma bela dupla penetração. Ela tentou argumentar que não conseguiria, que o pau era muito grande, mas Ricardo não ouviu os apelos e foi penetrando, sem dó, de forma gradual, dilatando as pregas da mulher que já desfalecia de tanto prazer. "Isso, Taís", Ricardo ronronou. "Entrega-se completamente. Agora vocês são o meu brinquedinho preferido, adoro casais submissos e apaixonados, que precisem de um macho para completar esta relação.

Ricardo foi bombando naquele cuzinho, o ritmo acelerava e ele avisou que o gozo estava próximo. De forma sincronizada, Jorge também acabou gozando e Tais teve seus dois buracos inundados de porra, ao mesmo tempo, gozando conjuntamente. Os gritos foram mútuos, os gemidos e a entrega ao prazer. Após o clímax, tombaram na cama, suados e desfalecidos.

Mas o Alfa não acabara. Ele agarrou Jorge pelos cabelos, forçando-o a se ajoelhar e ficar de frente para Tais, que caíra exausta na cama. "Chupa meu pau, Jorge. Lambe a porra que eu dei para sua esposa." Com um nó na garganta, Jorge obedeceu, sua língua saboreando o misto de esperma e mel que escorria pelo corpo de Tais. O pau de Ricardo voltar a ficar mais duro, as mamadas do corninho estavam deliciosas e Tais, tentava processar a cena, pois Jorge sempre foi um hétero convicto. Mas agora, seu corninho se comportava como uma puta obediente.

Ricardo então virou Jorge de costas, ordenando que Tais abrisse as pernas e que o corno limpasse toda a porra dos buracos da sua esposa. O maridinho foi colocado de quatro, porém estava tenso, pois Ricardo posicionou sua vara bem na entrada do cu e forçou quase seco, para causar dor e prazer, pois ficou puto com as ameaças de Jorge.

O pau de Ricardo além de grande era grosso, foi rasgando as pregas de Jorge, sentindo o prazer de comer mais um rabo apertado naquela noite. O Alfa disse: “Jorge! Mostra que você gosta disso!" pode gemer seu filho da puta, corno do caralho. E o corno rebolou na pica, sua esposa segurava a cabeça do marido e metia a cara dele no buceta. Ricardo enlouquecido: "Chupa a sua esposa cheia da minha porra, corno!", ordenou, estocando cada vez mais fundo. "Sente o meu pau no teu rabo enquanto prova o meu sabor nela!".

Sendo assim, ele gozou dentro de Jorge, jatos quentes de um macho alfa marcando seu território. A chantagem dera lugar a um vício. O estúdio de gravação não era mais um negócio, era o templo de seus pecados, e todos sabiam que aquela tinha sido apenas a primeira de muitas sessões. Jorge não era mais o marido traído; ele era o arquiteto de sua própria humilhação e prazer. E Tais, a esposa fiel, descobrira que sua verdadeira vocação era ser a puta compartilhada dos dois homens que agora governavam seu corpo e sua alma.

Fim...

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Comentários


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gay62quer Comentou em 11/01/2026

Maravilha de conto 😜😜😜😜😜😜




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Macho Alfa seduziu a minha esposa (continuação HOT e um super final!)

Codigo do conto:
251784

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
11/01/2026

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