Minha esposa virou puta, de um velho dotado.

Eu me chamo Carlos e minha esposa, Luiza. Tenho 53 anos, sou branco, parrudo, estilo urso, 1,70h. Minha esposa é branca, 34 anos, 1,68h possui quadril largo, bunda farta e coxas grossas de atleta, seios médios e uma buceta carnuda com um delicioso clitóris avantajado. Somos um casal normal, casados há 8 anos, sem filhos. Vida sexual mediana, sem nenhuma intensidade. Recentemente passei em um concurso público e precisamos mudar de cidade, fomos para outro estado.

O sol caía a pique sobre a pequena cidade do interior de Goiás quando Carlos estacionou o carro em frente à casa alugada. A mudança havia sido exaustiva, mas a nova vida prometia tranquilidade—pelo menos era o que ele pensava.

— "Chegamos, amor. O que você acha?" — Carlos perguntou, passando o braço pela cintura de Luiza enquanto ela observava a casa de dois andares, com um quintal espaçoso e uma varanda que convidava ao descanso.
Luiza, com seus 34 anos e um corpo que fazia qualquer homem virar a cabeça—quadris largos, coxas grossas de atleta e uma bunda que desafiava a gravidade
—, sorriu, ajustando o top justo que mal continha seus seios médios, mas firmes.

— "Gostei. E olha, o vizinho já veio nos receber." — Ela apontou para um homem alto, de quase 1,80m, cabelos grisalhos bem cortados, braços fortes e uma postura que denotava autoridade. Era Tadeu, 65 anos, viúvo, ex-dono de uma construtora e, agora, seu senhorio.
— "Seu Tadeu, prazer. Sou Carlos, e esta é minha esposa, Luiza." — Carlos cumprimentou, apertando a mão firme do homem.
Tadeu sorriu, mas seus olhos não se desgrudaram de Luiza. Ela usava uma bermuda lift bumbum de academia, tão justa que o contorno de sua buceta carnuda ficava evidente, e o velho não perdeu o detalhe.
— "Prazer, Luiza. Se precisarem de qualquer coisa, é só chamar. Tenho dois funcionários que podem ajudar com a mudança." — Sua voz era grave, rouca, como se cada palavra fosse um comando.

Carlos notou o olhar demorado, mas não deu importância. Afinal, quem não olharia para Luiza?

No outro dia, comecei a trabalhar e Luiza ficou organizando a mudança, combinei com Luiza de que ela buscaria emprego depois de alguns meses. Trabalhei o dia todo, quando cheguei em casa, encontrei seu Tadeu trocando o encanamento da pia, havia um vazamento. A cena que foi um pouco estranha, o velho deitado no chão, abaixo da pia e minha mulher de vestido curtinho ao lado, conversando. Mas, notei que havia um volume nas calças do velho. Acabou o ajuste e logo foi embora.

À noite, no jantar, Luiza não parava de elogiar Tadeu.
— "Ele é tão atencioso, Carlos. Um homem de verdade, sabe? Não como esses moleques de hoje." — Ela tomou um gole de vinho, os olhos brilhando.
Carlos sentia o ciúme queimar, mas também uma excitação estranha.
— "Cuidado, Luiza. Homem velho sabe o que quer. E você gosta deles, não é?" — provocou, lembrando-se das vezes em que ela elogiava atores grisalhos na TV.
Ela riu, jogando o cabelo para trás.
— "Imagina, um velho de 65 anos me pegando? Eu prefiro você, meu urso." — Mas seu sorriso era malicioso. — "Mas… confessa que reparou no pacote dele, não reparou?"
Carlos engasgou com a cerveja.
— "Luiza!"
— "Ah, não finja. Vi você olhando. Um homem daquele tamanho, com aquelas mãos… Aposto que ele é bem dotado." — Ela se aproximou, passando a mão sobre a virilha do marido. — "Será que é maior que o seu, amor?"

Ele estava duro em segundos.
— "Safada. Vem aqui." — Puxou-a para o colo, sentindo o cheiro de sua buceta já úmida.
— "Hmm… será que você está imaginando sua esposinha de joelhos para o vizinho?" — sussurrou, enquanto descia o zíper de suas calças.
Carlos não respondeu. Não precisava. Seu pau, já rígido, pulsava na mão dela.

Luiza o chupou como só ela sabia fazer—lenta no início, depois com uma voracidade que o deixava louco. Seus olhos verdes o hipnotizavam enquanto ela engolia cada centímetro, gemendo como se fosse a melhor coisa do mundo.
— "É… imagina se fosse o pau do Tadeu, hein? Será que eu conseguiria engolir tudo?" — provocou, antes de sugar com mais força.
Carlos gozou com um gemido abafado, a imagem do velho dominando sua esposa queimando sua mente.

No outro dia, fui trabalhar, seguindo minha rotina, despedi de minha mulher e sai logo cedo. Porém, aconteceram dois fatos, meu carro foi para a revisão e o expediente da tarde foi cancelado, voltei feliz para casa, mais cedo de costume. O sol da tarde ainda aquecia o interior de Goiás quando cheguei em casa mais cedo. Estava pensando em aproveitar o tempo extra com Luiza, pensei, enquanto pagava o taxista. Mas o que encontraria adiante mudaria para sempre nossa dinâmica.

Entrei silenciosamente, hábito antigo de quem gosta de surpreender a esposa. Os primeiros sons me chegaram da cozinha - vozes baixas, um tom de conversa que não era casual. Meu coração acelerou antes mesmo de meu cérebro processar o porquê.
Pela fresta da porta entreaberta, vi a cena: Tadeu, nosso vizinho de 65 anos, estava de pé próximo à pia, e Luiza, minha esposa de 34 anos, estava a poucos centímetros dele. Ela usava apenas um vestido leve de algodão que conhecia bem - aquele que comprara na viagem ao litoral e que mal cobria suas coxas grossas e atléticas.

— "Seu Tadeu, por favor... não é certo", ouvi Luiza dizer, mas sua voz tremia de um modo que conhecia bem - era o mesmo tremor que tinha quando estava excitada.

O velho, com seus 1,80m de altura que o faziam parecer ainda mais imponente diante dos meus 1,70m, sorriu com experiência. "Luiza, minha flor, você passa o dia todo com esses vestidinhos, mostrando essa bunda generosa... Acha que um homem fica imune?"
Ele se aproximou mais, e vi sua mão grande - realmente, tudo nele era grande - descer suavemente pelo braço dela. Luiza não recuou.
— "Carlos pode chegar a qualquer momento", ela protestou, mas era um protesto fraco, quase um convite.

— "Seu marido trabalha até as seis", Tadeu respondeu, seus dedos agora traçando círculos no ombro exposto dela. "E eu vi como você me olha quando acho que não estou percebendo. Aquela vez que consertei a pia... você sem calcinha sob o vestido. Quase perdi o controle ali mesmo."
Luiza corou, e meu próprio pau endureceu na calça. Ela realmente estava sem calcinha naquele dia?

— "Eu... eu não estava sem..." ela tentou mentir, mas a voz falhou.
Tadeu riu baixo, um som grave e experiente. "Minha querida, depois de 40 anos casado e mais de dez como viúvo, conheço quando uma mulher está excitada. Sua buceta carnuda marcava o tecido do vestido como um mapa do tesouro. Bati três punhetas pensando naquela visão quando cheguei em casa."

Meus dedos começaram a se mover sobre minha calça, esfregando o volume que crescia. Eu deveria estar furioso, invadir a cozinha e dar um soco naquele velho safado. Mas algo mais forte me prendia ali - uma curiosidade doentia, um tesão que subia como maré.
— "Você é um velho depravado", disse Luiza, mas havia um sorriso nos lábios.

— "Velho, sim. Depravado, com orgulho. E dotado também", ele respondeu, levando a mão de Luiza até sua calça.

O volume que eu já tinha notado antes agora era evidente - um montão impressionante que deformava o tecido. Luiza tentou puxar a mão, mas Tadeu a segurou com firmeza.
— "Pega, Luiza. Sente o que um homem de verdade carrega."
— "Tadeu, não..."
— "Pega, sua safada. Você quer, eu sei que quer. Seu maridinho tem um pauzinho normal, não é? Uns 15 centímetros? Dá para ver pelo volume nas calças dele."

Eu me contraí, sentindo-me exposto mesmo na minha posição escondida. Como ele sabia?

Luiza respirou fundo, e sua mão finalmente se fechou sobre o volume. Os olhos dela se arregalaram.
— "Meu Deus..."
— "É, minha putinha. Agora sente o tamanho da rola que você vem provocando há semanas."
Ele desabotoou a calça lentamente, e mesmo de onde estava, pude ver quando aquele monstro surgiu. Meu próprio pau, que considerava normal com seus 15cm, parecia um brinquedo perto daquela coisa. Deve ter uns 22cm, pensei, espesso e cheio de veias salientes, com a cabeça arroxeada já lubrificada de excitação.

Luiza parecia hipnotizada. "É... é enorme."

— "É tudo seu, se quiser", ele sussurrou, puxando-a mais perto. "Vamos, Luiza. Traição é quando há sentimentos. Isso aqui é só prazer. Seu marido não precisa saber. E depois você volta para ele mais mulher, mais fogosa. Ele vai agradecer sem nem saber por quê."

Ela hesitou por um segundo que pareceu uma eternidade. Então, lentamente, se ajoelhou no chão da cozinha.
— "Não, Tadeu, eu não posso..."
— "Pode sim, sua vadiazinha. Abre essa boca que fica me provocando com sorrisos e olhares. Vamos, mostra que sabe fazer mais do que cozinhar."

Ele posicionou a cabeça enorme contra seus lábios. Luiza tentou virar o rosto, mas Tadeu segurou seu queixo com firmeza.
— "Para de frescura, Luiza. Você quer isso desde que me viu pela primeira vez. Eu vi como seus olhos percorreram meu corpo. Você tem tesão por coroas, não tem? Homens mais velhos, experientes, que sabem como tratar uma mulher de verdade."

Ela gemeu, e o som foi como um choque elétrico no meu corpo. Meu punho agora se movia freneticamente sobre minha calça.

— "Por favor...", ela suplicou, mas era um pedido vazio, sem convicção.

— "Chupa, Luiza. Chupa minha rola como você queria fazer desde o primeiro dia. Engole essa pica toda, sua puta casada."

E então aconteceu. Luiza abriu a boca, e aqueles lábios que conhecia tão bem envolveram a cabeça enorme do pau de Tadeu. O velho gemeu de prazer, uma mão se enterrando nos cabelos castanhos dela.

— "Assim... boa menina. Agora vai fundo."

Para meu espelho e excitação, Luiza não apenas obedeceu - ela se entregou. Suas mãos se fecharam na base do pau, tentando abarcar a espessura monumental. Ela começou a mover a cabeça para frente e para trás, sincronizando com as mãos, exatamente como fazia comigo - só que com uma intensidade que nunca tinha visto.

— "Caralho, que boquete gostoso", Tadeu rosnou, seus quadris começando a empurrar. — "Você pratica no pau pequeno do seu marido, é? Treina para quando encontrar uma rola de verdade?"

Luiza não respondeu - não poderia, com a boca cheia - mas um gemido gutural de aprovação saiu de sua garganta. Ela estava gostando. Estava amando cada centímetro daquela monstruosidade na sua boca.

Foi então que Tadeu olhou diretamente para onde eu estava. Nossos olhos se encontraram através da fresta, e ele sorriu - um sorriso lento, cúmplice, vitorioso.

Ele sabia que eu estava ali o tempo todo. E em vez de parar, ele fez um aceno positivo com a cabeça, como se dissesse: Está gostando do show, corno?
Minha mão acelerou. Eu estava completamente dominado pelo tesão agora, qualquer noção de raiva ou traição dissolvida em pura excitação. Eu queria ver mais. Precisava ver mais.

Tadeu voltou a atenção para Luiza, que mamava com uma dedicação que me deixou tonto. Suas bochechas afundavam, seus lábios esticados ao máximo tentando conter a circunferência colossal.

— "Está gostando, sua putinha? Gosta de rola grande assim?", ele perguntou, puxando seus cabelos para que ela olhasse para cima.

Luiza soltou o pau com um pop audível. — "É... é maior que qualquer coisa que já vi", ela respondeu, ofegante. — "Me enche toda..."

— "E o seu maridinho? Ele sabe que você é uma putinha de rola grande?"

Ela balançou a cabeça, voltando a envolver a cabeça com seus lábios. — "Ele... ele não sabe de nada..."

— "Mas ele vai saber", Tadeu disse, olhando para mim novamente. — "Ele vai ver como você fica depois de mamar uma pica de verdade. Vai sentir sua buceta mais apertada, mais quente... Vai notar a diferença quando você voltar para a cama dele, ainda com meu cheiro na pele."
— "Isso, gostosa. Chupa esse pau de homem de verdade." — Tadeu gemia, olhando para a porta, sabendo que Carlos estava ali. — "Seu marido está te assistindo, sua vadia. Ele adora ver você assim, não é, Carlos?"

Luiza congelou por um segundo, mas não parou. Ao contrário—ela aumentou o ritmo, as mãos trabalhando a base do pau enquanto sua boca fazia barulhos obscenos.

— "Vai gozar, seu Tadeu? Quer que eu engula tudo?" — perguntou, com a voz rouca de desejo.

Luiza gemeu novamente, e suas mãos apertaram a base do pau com mais força. Ela começou a chupar com mais intensidade, sua língua dançando ao redor da cabeça, suas bochechas movendo-se freneticamente.

— "Vou gozar, sua puta. Onde você quer?"

Ela não parou, apenas acelerou o ritmo, seus olhos fechados em concentração total.

— "Na boca", Tadeu decidiu. "Engole tudo, Luiza. Toda a porra de um homem de verdade."

Ele começou a gemer mais alto, seus quadris empurrando para frente, suas mãos segurando a cabeça dela no lugar. Eu podia ver seus músculos se contraindo, seu estômago se apertando.

— "Vai... vai sair... engole, puta! Engole tudo!"

O orgasmo dele foi visível - seu corpo inteiro estremeceu, e ele enterrou o pau até o fundo da garganta de Luiza. Ela engasgou levemente, mas não recuou.

Seus olhos se arregalaram quando o primeiro jato a atingiu, mas ela continuou sugando, engolindo, limpando aquela vara enorme com a língua enquanto ele ainda pulsava.

Eu não aguentei mais. Com um gemido abafado, gozei nas minhas calças, o orgasmo me tomando com uma intensidade que não sentia há anos. Minhas pernas tremiam, e precisei me apoiar na parede para não cair.

Ela arfou, mas não protestou.

Quando recuperei um pouco a visão, vi Tadeu se afastando, seu pau ainda semi-duro e brilhante da saliva de Luiza. Ele o guardou lentamente, como um artesão guardando sua ferramenta mais preciosa.

Luiza se levantou, ofegante, com os lábios inchados e vermelhos, os olhos vidrados. Tadeu se aproximou, abraçou-a e sussurrou algo em seu ouvido que a fez corar ainda mais — "Da próxima vez, vou foder essa buceta apertada até você gritar. E seu marido vai assistir tudo, como o corno que ele é."

Tadeu a puxou para si, beijando-a com violência. Então ele se virou, olhou diretamente para mim novamente, acenou com a cabeça em reconhecimento, e saiu.

Fiquei parado, escondido, tentando processar o que tinha acontecido. Minha calça estava molhada e pegajosa, meu coração batia como um tambor, e um milhão de emoções conflitantes brigavam dentro de mim.

Ouvi passos se aproximando. Quando me virei, Luiza estava parada a poucos metros, os braços cruzados sobre os seios, o vestido ainda desarrumado. Seus olhos me encontraram, e não havia surpresa neles - apenas um conhecimento profundo e uma centelha de desafio.

— "Carlos", ela disse, sua voz rouca da garganta ter sido usada de maneira tão intensa. — "Acho que precisamos conversar."

E eu sabia que nada nunca mais seria o mesmo.


Me avisem, se desejarem que continuo esta história.


Foto 1 do Conto erotico: Minha esposa virou puta, de um velho dotado.

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Foto 3 do Conto erotico: Minha esposa virou puta, de um velho dotado.


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Comentários


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edumanso Comentou em 12/01/2026

Marido de esposa gostosa vai ser corno manso uma hora ou outra ! Minha esposa é uma morena cavala, tomo tanto chifre que quando ela quer conversar eu já viu beijando e agradecendo. Amo ser corno manso.

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vivianecd Comentou em 12/01/2026

Continua.... quando um macho alpha pega nossa mulher, ficamos submissas e agradecidas. bjinhos




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Ficha do conto

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ursodf45

Nome do conto:
Minha esposa virou puta, de um velho dotado.

Codigo do conto:
251881

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
12/01/2026

Quant.de Votos:
5

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3