Macho Alfa seduziu a minha esposa

Jorge e Tais formavam um casal estável, daqueles que o tempo moldou como uma rotina confortável. Casados há dez anos, ele aos 53, um homem branco de 1,71m, com o corpo marcado pelo sedentarismo e pelo peso extra que carregava na barriga proeminente, e ela aos 34, uma beleza robusta de 1,70m, pele clara, cabelos escuros caindo em ondas suaves sobre os ombros, olhos castanhos profundos que transmitiam inteligência e uma educação impecável. Tais era o tipo de mulher que virava cabeças sem esforço: bunda saliente e redonda, coxas grossas que preenchiam qualquer roupa com curvas generosas, lábios carnudos que sorriam com doçura. Fiel e dedicada, ela amava Jorge de verdade, apesar da vida sexual deles ser previsível – um pênis normal de 15cm, sem fantasias ousadas, apenas a intimidade de um casamento maduro.

Juntos, eles gerenciavam um pequeno estúdio de gravação em São Paulo, especializado em conteúdos educativos e corporativos. Foi assim que Ricardo entrou em suas vidas. Aos 55 anos, o "Coach da Conquista" era um homem imponente: 1,81m de altura, musculoso como um atleta que resiste ao tempo, barba grisalha bem aparada que lhe dava um ar de sofisticação madura, sempre bem vestido em ternos sob medida que destacavam seu porte sedutor. Ele se autodenominava especialista em transformar homens comuns em "machos alfa", e seu curso mais popular prometia ensinar "como conquistar qualquer mulher e levá-la para a cama". Ricardo tinha um pau de 18cm, grosso, com veias salientes que pulsavam como veias de um guerreiro – um detalhe que ele usava como arma secreta em suas conquistas.

Tudo começou com as negociações. Ricardo contatou o estúdio para gravar seu novo curso, e foram as conversas com Tais que selaram o acordo. Ela lidava com a parte criativa, e as chamadas de vídeo se estenderam além do profissional. "Você tem um ar tão intelectual, Tais... Esses óculos te deixam irresistível", ele dissera uma vez, com uma indireta que a fez corar. Ela riu, desconversando, mas algo acendeu dentro dela. Tais sempre tivera um fraco por "coroas" – homens maduros, experientes, com aquela aura de autoridade que Jorge, com sua doçura passiva, nunca exalava. Ricardo percebeu isso logo, tecendo elogios sutis, criando um clima de flerte velado. Jorge, alheio a tudo, só via o contrato lucrativo.

O dia das gravações chegou. Tais vestia uma saia na altura dos joelhos, discreta mas que acentuava suas coxas grossas, uma blusa com um decote sutil – nada intencional, mas que revelava o suficiente para hipnotizar. Seu perfume floral pairava no ar, e os óculos de armação fina reforçavam seu ar de intelectual confiante. Ela operava a câmera principal e dirigia as cenas, enquanto Jorge cuidava do som e da iluminação, suando um pouco com o equipamento. Ricardo chegou pontual, exalando colônia amadeirada, e os olhares se cruzaram imediatamente. "Pronta para me ver em ação, Tais?", ele piscou, e ela desviou os olhos, sentindo um formigamento inesperado.

As gravações fluíram com uma tensão elétrica no ar. O tema do curso era explícito: "Como se tornar um macho alfa – domine o olhar, use o toque sutil e faça ela implorar por mais". Ricardo discursava com carisma, aplicando suas técnicas não só para a câmera, mas para Tais. Enquanto falava sobre "o poder da voz grave para seduzir", ele baixava o tom ao se dirigir a ela: "Veja, Tais, é assim que você faz uma mulher se sentir desejada... exposta, mas segura." Seus olhos castanhos encontravam os dela por segundos a mais do que o necessário, e ela sentia o calor subir pelo pescoço. Jorge, ajustando os cabos, nada percebia – ou fingia não perceber. Ricardo, por sua vez, lutava contra o tesão crescente. Tais se movia pela sala com feminilidade natural, virando-se para checar ângulos e exibindo involuntariamente sua bunda redonda e saliente. O volume em sua calça social crescia visível, o pau grosso se delineando contra o tecido, e Tais notava, mordendo o lábio inferior carnudo. "Meu Deus, o que está acontecendo?", pensava ela, chocada com a indiferença de Jorge, que sorria bobamente entre as pausas.

Então, veio o imprevisto. Um zumbido no microfone principal interrompeu a gravação. Jorge testou tudo, mas o defeito era na peça interna. "Preciso ir no fornecedor pegar uma substituta. Pode demorar uma hora, amor. Esperem aí, tá? Não comecem sem mim." Ele deu um beijo leve na bochecha de Tais e saiu, trancando a porta externa por segurança. Tais gelou. "Como assim, sozinha com ele? Jorge é tão tapado...", murmurou para si mesma, o coração acelerando. Ricardo, com um sorriso predatório, se aproximou devagar, o perfume dele invadindo o espaço dela como uma névoa sedutora.

"Tais, agora que estamos a sós... Posso te mostrar uma técnica particular do curso?" Sua voz era um ronronar grave, os olhos fixos nos dela. Ela recuou um passo, as coxas tremendo levemente sob a saia. "Ricardo, por favor... Eu sou casada. Amo meu marido." Mas ele não parou, estendendo a mão para tocar seu braço, um toque elétrico que a fez arrepiar. "Exato, casada. Mas todo mundo precisa de um pouco de aventura. Olhe para mim, Tais. Você sente isso, não sente? Esse fogo que eu acendo em você." Ele se aproximou mais, o peito musculoso quase roçando o dela, e ela sentiu o volume endurecido pressionando contra sua coxa. O desejo a traía – aquele fraqueza por coroas, misturada ao cheiro dele, ao jeito dominante.

"Não... Isso é traição. Jorge confia em mim", ela sussurrou, mas sua voz falhou quando ele deslizou a mão pela curva de sua cintura, puxando-a para si. "Traição? Não, isso é você se permitindo ser a mulher que merece. Deixe-me te mostrar o que um macho alfa faz." Seus lábios roçaram o pescoço dela, e Tais gemeu baixinho, relutante mas derretendo. Ele a guiou até o sofá da sala de controle, empurrando-a gentilmente para baixo. "Ajoelhe-se para mim, Tais. Prove o que é um homem de verdade." Ela hesitou, os olhos castanhos cheios de conflito – amor por Jorge, medo do desconhecido –, mas o tesão venceu. "Só um pouco... Só para ver", murmurou, enquanto ele abria o zíper, libertando o pau enorme, grosso, veias pulsando como cordas tensas.

"Oh, meu Deus... É tão... grande", ela ofegou, os lábios carnudos se abrindo instintivamente. Ricardo gemeu ao senti-la chupar, devagar no início, relutante, a língua explorando a cabeça inchada. "Isso, vadia casada... Chupa como se fosse a última coisa que você faz na vida. Você nasceu para isso." As palavras picantes a excitavam mais, e ela acelerou, engolindo mais fundo, o som úmido ecoando no estúdio vazio. Ele segurou seus cabelos escuros, guiando-a: "Boa garota... Seu marido nunca te fez se sentir assim, né? Ele nem imagina o que você está fazendo agora."

Aos poucos, Ricardo a ergueu, despindo-a com mãos experientes. A saia caiu, revelando as coxas grossas e a calcinha encharcada. "Olhe para você, melada toda... De prazer e medo, hein? Deixa eu te provar." Ele a deitou no sofá, abrindo suas pernas, e mergulhou a língua na bucetinha doce e depilada dela. Tais arqueou as costas, gemendo alto: "Ah, Ricardo... Não para... Mas isso é errado!" O mel escorria, misturando medo e êxtase, enquanto ele chupava seu clitóris com maestria, dedos grossos penetrando-a. "Errado? Seu corpo diz o contrário, sua puta fiel. Goza na minha boca, Tais. Mostra que você quer mais."
Ela gozou violentamente, as coxas tremendo ao redor da cabeça dele, mas Ricardo não parou. Virou-a de quatro no sofá, a bunda redonda e saliente empinada como um convite. "Agora, o principal. Vou te foder como seu marido nunca sonhou." Ele alinhou o pau enorme na entrada úmida e penetrou devagar, esticando-a ao limite. Tais gritou de prazer e dor inicial: "É grande demais! Ah, fode... Me fode, seu macho!" Ele investiu forte, sabendo exatamente como mexer os quadris, batendo no ponto G dela. Nas primeiras estocadas, ela já delirava, gozando de novo, as paredes da buceta apertando-o como um vício. "Isso, goza no meu pau, casada safada! Seu Jorge tem 15cm? Eu tenho o dobro, e você ama cada centímetro."

Ele a martelou por minutos, variando o ritmo, fazendo-a implorar: "Mais fundo... Me usa!" Depois, sentou no sofá, pau ereto como uma lança. "Agora, sente na minha rola. Mas eu quero seu cu, Tais. Você não dá pro seu maridinho, né? Hoje, você dá pra mim." Ela hesitou, o coração disparado – o cu era território sagrado, intocado por Jorge. Mas estava toda melada, o tesão falando mais alto. "Não sei se aguento... Vai devagar?" Ele sorriu, safado: "Senta, sua putinha. Vou te deflorar como um alfa faz."

Tais obedeceu, guiando a cabeça grossa para a entrada apertada do cu. Doeu no início, um ardor que a fez gemer de dor, mas o pau pulsava dentro dela, quente e dominante. "Rebola, acostuma com o meu pau no teu cuzinho virgem", ele ordenou, mãos apertando a bunda saliente com força. Ela começou a se mover, subindo e descendo devagar, o prazer tomando conta. "Ah, caralho... Tá bom... Me fode o cu!" Ricardo acelerou, metendo com velocidade brutal, o som de pele contra pele preenchendo o estúdio. "Isso, cavalga meu pau, Tais! Seu marido vai cheirar isso em você depois."

Quando o clímax veio, Ricardo a puxou para fora e a colocou de joelhos. "Aberta a boca, recebe minha gozada." Jatos quentes e grossos explodiram como em um filme pornô, enchendo sua boca, escorrendo pelos lábios carnudos. Ela engoliu o que pôde, ofegante, o corpo trêmulo de orgasmos múltiplos.
Nesse exato momento, a campainha tocou. Jorge! Tais congelou, o pânico misturando-se ao afterglow. "Merda... Ele voltou!" Ela se levantou às pressas, limpando a boca e vestindo a saia amarrotada, o corpo ainda latejando. Ricardo correu para o banheiro, se recompondo. Tais abriu a porta, nervosa, o rosto corado. Jorge entrou, despreocupado, com a peça na mão. Deu um beijinho leve nela, mas franziu o nariz: "Hmm, que cheiro é esse? Perfume novo?" Sem esperar resposta, ele a abraçou, beijando-a demorado na boca. O gosto salgado de esperma se misturou entre eles, inconfundível. Tais engoliu em seco, o coração na garganta, mas Jorge... sorriu. Um sorriso enigmático, como se soubesse de algo. "Tudo bem por aqui? Onde está o Ricardo?" Ele foi pegar um copo d'água na copa, deixando-a sozinha para se acalmar, o abraço ainda ecoando em sua mente.

Ricardo voltou do banheiro como se nada tivesse acontecido, e eles gravaram o resto do dia. Tais mal se aguentava em pé, as pernas bambas, a buceta e o cu latejando, ensopada de mel e suor. O suspense pairava: ela se sentia culpada, mas o desejo a consumia. O que ela não sabia era que as câmeras secundárias – usadas para ângulos de backup – haviam ficado ligadas o tempo todo, capturando tudo de múltiplos ângulos: o boquete guloso, a penetração voraz, o cu deflorado, os gemidos dela ecoando.

No dia seguinte, Jorge editava o material no computador do estúdio. Tais estava na cozinha, preparando café, quando ele parou tudo. Seus olhos se arregalaram ao ver o arquivo extra: sua esposa, nua e entregue, sendo possuída pelo coach. O pau de Ricardo enterrado nela, os gozos múltiplos, a gozada na boca. Ele assistiu em silêncio, o coração apertado, mas um formigamento estranho no peito – ciúme misturado a excitação. "Tais...", chamou ele, voz baixa. Ela entrou, e ao ver a tela, o mundo desabou. Mas Jorge não gritou. Em vez disso, puxou-a para si, beijando-a com uma intensidade nova. "Eu vi tudo, amor. E... eu gostei. Quer dizer que vamos ter que convidar o Ricardo de novo?"

A traição se transformara em algo mais sombrio, um segredo que unia os três em uma teia de desejo e suspense. Tais, ainda corando, soube que nada seria como antes.

Foto 1 do Conto erotico: Macho Alfa seduziu a minha esposa

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Macho Alfa seduziu a minha esposa

Codigo do conto:
251791

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
11/01/2026

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