Equipe de trabalho no sítio – IX - Final


Eu estava sozinho agora, na piscina do sítio, vendo a Luciana sumir dentro da casa. Mal podia acreditar no que havia acabado de acontecer. A loirinha era uma das mais gatas da empresa, dona de um dos corpos mais tentadores dentre todas as meninas, e acabara de protagonizar uma puta transa feroz dentro da água, na piscina do sítio, escondida comigo dos olhares do restante da turma da empresa, ambos camuflados pela pancada de chuva que caíra. Ao menos, era o quê eu pensava.

Já passara da hora do almoço, e o pessoal resolveu substituir o churrasco programado por um almoço mais ‘comportado’. Várias pessoas começaram a demonstrar preocupação com a estradinha de terra que enfrentaríamos para sair dali, agora totalmente encharcada, e instaurou-se um clima de ‘quanto antes formos embora, mais seguro’.

Na verdade, depois do entrevero na madrugada entre o Paulão e o Roberto, que praticamente foram às vias de fato por conta de uma das meninas, o clima ficara pesado mesmo, por mais que a gente tentasse disfarçar. Várias pessoas já haviam ido embora, e o clima era meio de fim de feira. Menos para mim, por razões óbvias.

Acabamos comendo na casa mesmo, dividimos carnes, e bebidas que sobraram, e aos poucos o pessoal começou a desmontar acampamento, se preparando para o retorno para São Paulo, antes que a chuva voltasse.

- “Bem... Nós ficamos sem carona, agora.”, falou a Priscila, já que ela e a Luciana haviam vindo com o Luís e o Roberto, que foram embora mais cedo.
- “Eu tenho lugar no carro, já que a Vanessa e a Liliam foram embora ontem cedo...”, falei.
- “Opa... verdade.”, a Priscila respondeu. – “Podemos ir com você, então.”
- “Não sei, ainda...”, respondi, fingindo descaso. – “Vou pensar...”

Ganhei um tapa, e a missão de levar, além das duas, também a Marília, terceira peça do Trio que andava sempre junto. Me esforcei para fazer cara de paisagem, pensando na noite com as duas no quarto, interrompida justamente pela bendita briga dos dois marmanjos. Fomos ajeitando as coisas, eu procurei me envolver com o restante da galera, evitando chamar a atenção para as três meninas.

A caravana enfim saiu do sítio, antes do final da tarde, por volta de umas quatro horas. Gastamos um tempinho para vencer a estradinha de terra, depois parada para o povo comprar queijo na beira estrada, para tomar café, para fazer xixi, e enfim nos aproximamos da capital, já de noite. Durante o trajeto todo, as meninas não paravam de me provocar, deixando a timidez de lado e compartilhando histórias quase de maneira explícita.

Elas já deviam ter conversado entre si, claro, mas faziam a coisa acontecer como se estivessem descobrindo tudo naquele momento, claramente me provocando:

- “Gente... Que babado a história dos meninos, hein?”, a Pri começou, trazendo o assunto do final de semana à tona.
- “Nem me fale... Nossa, quase morri de susto!”, a Marília falou, sem mediar as consequências.
- “Mas a coisa toda rolou no corredor dos últimos quartos, não foi?”, a Luciana perguntou, com malícia. – “O seu quarto era do outro lado da casa, não era?”, perguntou, já rindo junto com a Priscila. – “O quê a senhora estava fazendo do lado de lá da casa, em plena madrugada, hein?”
- “Aiii, gente...”, a Marília respondeu, sem graça. – “Parem com isso, vocês duas...”
- “Fala agora, D. Marília... Quem era o felizardo que conseguiu tirar essa santinha do pau oco da linha, hein?”, a Luciana insistiu, já às gargalhadas, junto com a amiga Priscila.
- “Ah ah ah ah...”, a própria Marília caiu na risada, antes de começar a falar algo, e parar no meio, pelo visto arrependida dos próprios pensamentos.
- “O quê foi?”, a loirinha insistiu, cutucando-a no banco de trás. – “Vaiiiiii... Faaaaala...”
- “Fala, Má... Já começou, não pode parar!”, reforçou a Priscila.
- “De ‘oco’ aquele pau não tinha nada...”, a ruiva disparou, arrancando gritos histéricos das outras duas, logo as três rindo juntas.
- “Mas não fui só eu que estava passeando por aquele corredor, não...”, a Marília falou, quando as risadas diminuíram.
- “Como assim?”, a Luciana quis saber.
- “Bom... Todos ouviram o Luis e o Roberto falando na piscina que haviam ‘trocado os seus alvos’, não foi, meninas?”, ela disparou, uma informação nova para mim. – “Então, por que ele estava sozinho ali no corredor, hein? Onde será que a companhia dele estava, naquela noite?”, ela seguiu, provocando a outra amiga.
- “É mesmo... Onde você estava, amiga?”, a loirinha perguntou para a morena.
- “Marília, sua fofoqueira... cala essa boca.”, a Priscila se apressou em dizer.
- “Kkkkk... Fala agora, sua sacana...”, a Marília, enfim estava se vingando da perseguição das outras duas.
- “Fala, agora, Pri... Fala... Fala... Fala...”, as duas pulavam e davam gritinhos no carro, como adolescentes.
- “Afe... Quer saber? Eu estava ajudando essa boca mole a descobrir se o pau era oco ou não!”, disse, causando uma gargalhada generalizada dentro do carro.
- “Aiiiii, eu não acredito... Vocês duas não prestam.”, decretou a loirinha. – “Vocês são duas piranhas, mesmo...”
- “É... santinha é você, né? A propósito, onde você estava durante a chuva, hein?”, a Marília retrucou.
- “É... onde você estava, enquanto o som de uma garota gemendo vindo debaixo do guarda-sol na piscina era mais alto do que os trovões, hein?”, a morena completou.
- “Não sei do que vocês estão falando...”, a Luciana respondeu, ficando vermelha. Ela realmente não imaginava ter sido ouvida pelas outras.
- “Ah ah ah ah ah... Agora não sabe, né, loira? Pois todo mundo sabe o quê a senhora não sabe... kkkkk!”,

Os minutos seguintes foram gastos com elas zoando-se entre si, tentando descobrir quem era a mais safada das três, até que subitamente, o carro ficou em silêncio. Eu, que vinha ouvindo as provocações com genuíno interesse, senti um calafrio se aproximando.

- “Mas sabe o quê mais me chama atenção, amigas?”, a Priscila disparou. – “É que por mais diferentes que as nossas histórias sejam, o carinha envolvido é sempre o mesmo, né?”

Nova seção de gargalhadas, enquanto eu começava a falar, com o celular junto ao ouvido esquerdo, entre minha cabeça e o vidro da janela:

- “...olha, se você acha realmente importante incluir isso no relatório, tudo bem. Amanhã logo cedo eu reviso esses números, e podemos apresentar uma alternativa para o cliente que seja...”, seguia falando, claramente envolvido em um importante assunto de trabalho, a ser resolvido logo na manhã seguinte.

As meninas ficaram quietas por um momento, em respeito à minha chamada, que muito convenientemente havia me tirado do foco da conversa delas, quando a Luciana disparou:

- “Ué... o Marcos está falando ao telefone, mas aqui não é aquela área que não tem sinal?”

Sem pensar, de modo automático, tirei o telefone da orelha e olhei para a tela, buscando pelo sinal. As meninas irromperam em uma gargalhada única, batendo as mãos e comemorando terem me pego no pulo na minha mentira. Não me restou nada a fazer, senão rir junto. Mais cinco minutos, e chegamos à casa da Lu, nossa primeira parada já que ela morava em um bairro super próximo à chegada da estrada à capital.

Beijinhos trocados, mais gozações, promessas de esquecer aquele assunto quando no escritório, e a loirinha entrou no prédio, para minha tristeza. Segui em direção à casa da Marília, com a esperança de ainda conseguir algo com a Pri antes de a noite acabar. Afinal, minhas últimas transas haviam sido interrompidas antes do fim, e eu estava explodindo de tesão. A conversa no carro, entretanto, não precisou de dois minutos para voltara para o lado da putaria.

- “Agora que estamos só nós aqui, tenho que te perguntar...”, a Pri começou, virando-se no banco para poder olhar para a Marília, no banco de trás. – “Você já havia ficado com outra mulher antes, Má?”
- “Ai, meu deus...”, a ruiva começou, tímida. – “Não!”, respondeu, sem muita convicção.
- “Não mente, sua puta...”, a Priscila pressionou, divertida. – “Fala a verdade, vai...”
- “Aiii... Tá... Já, mas foi só uns beijos.”, ela se apressou em explicar. – “Nada como o quê você fez...”, continuou.
- “Estava fazendo, na verdade... Até sermos interrompidas por aqueles dois cabaços!”, a morena retrucou. – “Aliás, por falar em interromper... O quê vocês estavam fazendo quando eu entrei no quarto?”, ela quis saber. – “Você não estava no banheiro de verdade...”
- “Estava sim...”, a Marília se apressou em responder,
- “Mentira!”
- “Como você sabe que é mentira?”
- “Por que esse safado aqui estava com o pau duro igual uma pedra!”, disse.

O quê me levou a perceber que, por falar nisso, aquela conversa toda havia me deixado duro novamente. O dia estava longo de incentivos e interrupções, e eu precisava de uma gozada, urgente. A Priscila se tocou, porque na sequência esticou a mão para o meu colo.

- “Caralho, meu... foi só falar em ‘pau duro’, que o mocinho aqui se apresenta...”, disse, abrindo minha bermuda e tocando meu cacete duro.
- “Ai, eu não acredito... Você não sossega, nunca, Marcos?”, a Marília retrucou, se enfiando entre os bancos para me olhar. A mãozinha de fada da Priscila alisava meu cacete para cima e para baixo, enquanto eu dirigia o carro tão lentamente quanto conseguia.
- “Bem... Sabe como é, né Má...”, a Priscila começou, em tom gozador. – “Ele não terminou quando estava com a gente... Depois teve a aventura sob chuva com a Lu, e não terminou...”, ela falava, quando a Marília se juntou a ela, as duas falando juntas:
- “PARA NÃO GOZAR NA PISCINA!!! Ahahahahahah”, as duas riam solto da minha preocupação muito ética, segundo meu pensamento.
- “Eu não gozei na piscina para poder fazer isso no seu apartamento, ruiva...”, disparei, minha boca botando para fora o quê o meu cérebro pensava (e meu pau, mais ainda). – “De quebra vocês duas também podem terminar o quê começaram lá no sítio...”, acrescentei, dando o golpe final.
- “Na-na-ni-na-não... Já disse que em SP, eu sou certinha...”
- “Foda-se ser certinha, amiga...”, a Pri respondeu, antes de mim. – “Olha esse cacete aqui, brilhando, estalando de duro, e me diz que você quer certinha...”, ela continuou, balançando minha pica dura. – “Eu quero é sentar nessa rola, até me acabar...”
- “Mas você pode, ué...”, a Marília respondeu, meio reticente. – “É só me deixar em casa, e vocês podem se acabar, a noite toda.”
- “Ah, mas não é só isso, amiga...”, a Priscila falou, largando meu pau enquanto se debruçava para trás no banco, para cochichar algo no ouvido da amiga.
- “Ahahah... affffffff, Pri... Mas você é muito safada.”, a ruiva respondeu, me deixando curioso. – “Não é assim, também... Aquilo foi... foi... como eu posso dizer...”, a Marília procurava as palavras, enquanto a morena respondeu por ela:
- “Tesudo!!! Aquilo foi muito tesudo...”, concluiu. Como a amiga parecesse refugar um pouco, mas não de maneira totalmente decidida, ela disparou: - “Quer saber? Foda-se... Vai ser assim... Todo mundo para o Apê da Marília, que hoje a noite vai ser de putaria!!!”

Eu comemorei como se me time tivesse feito um gol, e a algazarra foi tão grande no carro que nem demos chance para a Marília desistir. Obviamente, não parecia ser ideia dela desistir, verdade seja dita. Cheguei na rua do prédio dela, parei o carro, e fomos os três para o apartamento da ruiva. Bastou entrarmos no elevador, para a Priscila atacar a amiga:

- “Caralho, Má... Passei o dia todo pensando que nós podíamos ter acabado o quê começamos...”, e, dizendo isso, grupou a ruiva no espelho do elevador, atacando ela. A morena, bem mais baixa do que a ruiva, a prensou contra a parede e enquanto beijava a boca da amiga, começou a abrir os botões da camisa dessa, revelando o sutiã branco de renda que ela usava.
- “Sua louca, e se entrar alguém?”
- “Isso é com o Marcos... Tudo o quê eu quero, é ele ‘entrando’ na gente!”, falou, esticando a mão para o meu pau, ainda duro.

Entramos no apartamento dela, e mal a porta havia sido fechada, a Priscila começou a arrancar a roupa da amiga. A Marília ainda tentou soltar um “calma... devagar”, mas isso se perdeu entre roupas voando para o chão da sala. A Priscila ia despindo a Marília, e eu ia tirando a roupa da Priscila, e em três minutos as duas estavam só de calcinha. A Pri sugava os seios da Marília, muito maiores do que os dela, embora super firmes e redondinhos. Eu alisava a bunda empinada da Priscila, meu pau pedindo para entrar em ação.

Deitando a Marília de costas no sofá, a Priscila puxou sensualmente a calcinha desta para baixo, arrancando-a pelas suas pernas. A boceta de poucos pelos ruivos, aparados bem baixinhos, apareceu, excitando a mim e a Priscila. A baixinha, comandando as ações ali, deitou-se ao lado da anfitriã no sofá e enquanto colava sua boca na da amiga, levou sua mão para o meio das pernas desta, tocando sua boceta e começando a masturbá-la lentamente.

- “Hummmm... gostooooso...”, gemeu a Marília, recebendo o carinho da amiga.

Vendo as duas gatas se pegando no sofá, resolvi que era hora de atuar também. Comecei sacando a calcinha da Priscila, revelando seu corpo de pele branquinha e curvas tentadoras, além, é claro, da sua xoxota depiladinha e rosa. Joguei em seguida minha roupa para o chão também, cacete em riste, me juntando às duas gatas se pegando.

Como a que estava mais perto de mim era a Priscila, grudei minha boca na sua coxa e fui subindo pelo seu corpo, passando pela cintura, barriga, chegando ao seu seio. Mordiquei e chupei seu mamilo, deixando-o eriçado, e subi para o seu pescoço e orelha. Ela se arrepiou com o meu toque, mas não largou a amiga. Saiu da boca dessa para o seu seio, e eu aproveitei a cabeça da Marília ‘desocupada’ por assim dizer. Beijei sua boca rapidamente, e ficando de joelhos sobre o corpo da Priscila, estiquei meu pau em direção à boca da Marília.

Ela não se fez de rogada, e abrindo a boca engoliu a cabeça do meu pau, começando a me chupar. O contato com sua boca quente e sua linguinha sapeca rapidamente me acenderam, e eu achei melhor mudar antes de me animar demais. Fui puxando o corpo da Priscila para baixo, murmurando um – “Deixa eu ver o quê você estava fazendo lá no sítio, até sermos interrompidos...”.

Ela não refugou, e rapidamente deslizou para o meio das pernas da amiga. Vi ela afastar as coxas da ruiva com as mãos, e esticar a língua para tocar, muito levemente, o clitóris dela. A Marília acusou de pronto o golpe, arqueando as costas e soltando um – “Ufsssssss...”, longo e molhado. Enquanto isso eu puxei a cintura da Pri para cima, deixando-a arrebitada. Afastei suas pernas e mergulhei entre suas nádegas, procurando sua xana molhada. Novo gemido na sala... – “Ahhhhhh, tesãããããoooo...”

Ficamos assim, em um trenzinho de chupadas nas xoxotas, por vários minutos, as meninas se excitando e gemendo mais alto. Eu queria demais foder uma boceta, e aproveitando a Priscila de quatro na minha frente me ergui e, apontando o cacete duro para o meio das suas pernas, forcei a entrada contra sua xoxota. Ela se ajeitou melhor, facilitando a entrada do meu pau, e rapidamente começou a empurrar a cintura para trás, me fazendo sumir em sua xana.

- “Ahhhh, gostosa.,, Caralho... Que saudades dessa bocetinha quente!”, falei, sem me importar se a Marílai sabia ou não da nossa aventura anterior. - “Assim, gostosa... empurra essa bundinha gostosa para trás, vai...”, falei, estralando um tapa gostoso na sua bunda.
- “AIIII... Viado!!!”, ela falou, sem parar de rebolar na minha frente. – “Não faz isso...”, falou, largando a amiga e ficando de joelhos, levantando o tronco em minah direção, para conseguir me beijar, olhando para trás.

Deslizei uma mão para o seu seio, sentindo-a totalmente arrepiada, enquanto a outra tocava sua bocetinha molhada. Ela empurrou com mais vontade a cintura para trás, me fazendo sumir entre as polpas da sua bunda, e me preocupando em controlar meu tesão. Resolvi mudar as coisas, para causar uma interrupção, e me fazer durar mais. Empurrei a Priscila para o sofá, saindo de dentro dela, e puxei a Marília, para que ela ficasse ajoelhada no sofá, de cara para o encosto. A Piscila entendeu o movimento, e escorregando para o chão, inclinou a cabeça para trás, entre as pernas da amiga.

Ficamos assim... A Marília ajoelhada no sofá, rosto em direção da parede. Eu atrás dela, esfregando meu pau entre as bochechas da sua bunda redondinha, e a Pri sentada no chão, cabeça sobre o sofá, entre as pernas da Marília. Comecei a penetrá-la, enquanto a Pri voltava a chupar a xoxota dela. Logo a Marília gemia como se não houvessem vizinhos no prédio:

- “Aiiiiiii... Ahhhhhh, hmmmmmm... Uffssssssss, caramba... Ai, caramba... Aiiiiiiii.. Ahhhhhhh, caralhooooooo, que tesããããooooo... Vaiiiiiiii...”

Os minutos foram passando, nem eu nem a Priscila dispostos a diminuir a intensidade, ambos comprometidos em arrancar um orgasmo da amiga “comportada em SP”, como ela se definia. Em mais alguns minutos nesse ritmo, obtivemos êxito... Os três, penso. Gemendo alto e sem freio, a Marília gozou longamente, atacada que estava pela minha rola na sua boceta, e a linguinha afiada da Pri no seu grelo.

Estremecendo e gemendo, ela escapou do meu pau e deitou-se como conseguiu no sofá, meio largada, ainda gemendo de tesão. Sem querer deixar a peteca cair, puxei a Priscila para cima do sofá, deitada ao contrário da Marília, e me embrenhando entre suas coxas comecei a meter nela, em um papai-e-mamãe meio disforme, uma perna sua levantada e a outra esticada em direção ao chão.

Meti na morena com vontade assim, vendo os seus seios balançarem ao ritmo da minhas estocadas, enquanto ela mordia a mão, demonstrando o tesão crescente. Após uns minutos assim, mudamos de posição, comigo sentando no sofá e ela sentando sobre meu cacete, de frente para mim. Ela foi me cavalgando, gemendo, mordendo minha orelha, pescoço, me beijando, enquanto eu deslizava minha mão pelas suas nádegas, até cutucar seu cuzinho com meu dedo médio.
Nesse ritmo, ela me quicando rapidamente sobre mim, eu bolinando seu rabo, ela também gozou, deitando em seguida sobre meu ombro. Por sorte, as duas meninas haviam ficado tão excitadas com sua aventura bi, que eu havia conseguido me manter inteiro para um segundo round. Considerei essa sorte como a melhor parte do final de semana.

Com as duas meninas meio molengas, sugeri irmos para o quarto para ficarmos mais a vontade. Após uns minutos de resistência delas, finalmente rumamos para o quarto da Marília. No caminho, ouvi a Marília sussurrar para a Priscila: - “Caralho, meu... Ele derrubou nós duas... Como ele consegue?”. A Priscila deu de ombros, e eu quase gozei de satisfação em pleno corredor, sozinho, só de satisfação por ouvir isso. Minha experiência com a Marília anterior havia começado muito mal, comigo deixando ela na mão após me fartar em uma sessão prematura de sexo anal com ela, naquele apartamento mesmo, e eu ainda me sentia meio culpado por isso. Aquela noite, entretanto, as coisas estavam melhores.

Chegamos na espaçosa cama da Marília, os três pelados. As duas meninas estavam meio molengas, e eu seguia de pau duro, doido por uma folia com elas. Achei melhor criar um estratagema para me dar mais tempo, já que as coisas estavam indo bem.

- “Acho que a gente tinha que comemorar... Má, você tem vinho por aqui?”, perguntei. – “Prometo repor para você, com uma garrafa maravilhosa, italiana, que ganhei de um cliente...”
- “Daquele bigodudo asqueroso, cheio da grana?”, a Pri se apressou a intervir. – “Má, se você não tiver vinho aqui, eu peço no iFood!!!”, completou.

Risadas de todos, levantei para pegar a garrafa dela e copos. Voltei com tudo para o quarto, para encontrar as duas se beijando de novo, na cama. – “Eeeeee, caralho... Fico fora dois minutos e a putaria já começa outra vez?”, falei, servindo o vinho nas taças. – “Que bom!!!!”, completei, arrancando risos delas. Brindamos ‘à iniciação da Marília no menáge’, ao que ela relamou:

- “Mas quem disse que foi meu primeiro ménage?”, ela perguntou, mordiscando a borda do copo, com cara peralta.
- “Mas você disse que nunca havia ficado com outra garota...”, a Priscila começou, até que se tocou da possibilidade. – “Má, sua putinha... você ficou com dois caras?”, quis saber, interessada.
- “Não...”, a ruiva se apressou em explicar. – “Claro que não... Meu noivo não faria isso, jamais. Morre de ciúmes. Ficamos eu ele e uma colega do serviço dele, mas eu não fiquei com ela. Só ele, que ficou com nuas duas.”, explicou, fazendo a Pri virar os olhos, em desaprovação.
- “Afe... Seu noivo é um cabaço!”, ela cravou, me empurrando de costas na cama, enquanto aproximava a taça de vinho do meu corpo. – “Vem, ruiva... vem tomar vinho comigo!”, falou, e derramou vinho sobre meu pau.
- “NÃO, sua louca... Meu lençol!”, a nossa anfitriã se apressou a se preocupar.
- “Bebe logo, então, que não molha...”, ela respondeu, deslizando a língua pelo meu pau todo, do saco até a cabeça.

Rindo, as duas se encarregaram de deslizar suas línguas e bocas pelo meu pau, repetidamente molhado pelo vinho nas taças, enquanto eu levantava a cabeça para olhar os corpos das duas, largadas na cama ao meu lado, se divertindo. Puxei o corpo da Marília sobre mim, começando um meia-nove com ela. Grudei a boca na sua xoxota, e soltando um – “Shhhhhhhh...”, ela parou de chupar o meu pau. Segui chupando ela, minhas mão explorando a curva das suas nádegas, enquanto sentia as duas bocas das meninas atacando meu pau, juntas. Eu não ia durar muito naquele ritmo, ainda mais com toda a aventura das últimas horas. Deslizei o dedo médio para dentro do ânus da Marília, sentindo ela grudar ainda mais a xoxota na minha boca.

Ela na sequência se levantou, engatinhando pela cama até a lateral dessa. Sem ela em cima de mim, ataquei a boceta da Priscila, abrindo as pernas dela e enfiando a cabeça ali. Começamos outro meia-nove, dessa vez eu e a Pri, deitados de lado. A minha boca atava a xoxota molhada dela, enquanto meus dedos exploravam seu buraquinho traseiro. Ela foi se entregando, virando a bundinha para cima, quase em um convite. Ambas as garotas sabiam o quê eu queria.

Me levantei na cama, ajeitando o corpo dela, de bruços, Nesse momento vi a Marília se aproximar, um tubo de lubrificante na mão, sorrindo. Ajeitei a Priscila na cama, pernas afastadas, bumbum exposto. A amiga virou o tubo de cabeça para baixo sobre ela, derramando uma generosa quantidade de gel. Usando seus dedos, esfregou o gel pelo rego da morena, dando especial atenção ao ânus dela. Apreciei a cena, querendo gravar aquela imagem na retina. A Priscila, deliciosa como sempre, de quatro na minha frente, seu cuzinho todo melado de gel, me esperando.

A Marília caprichou ainda mais, derramando gel na palma da sua mão e acariciando meu cacete duro, deixando-o brilhando. Encostei a cabeça na entrada do rabo a morena e, finalmente, sem nenhuma interrupção ou adiamento, fui empurrando o cacete para dentro da morena, sentindo seu cuzinho abraçar meu pau.

- “Ahhhh... ahhhhhhh... Aiiii, pirocudo! Devagar... Assssshhhhh... Caralho, como é grosso... Vai... Mete, pauzudo, põe... Vai, põe no meu cuzinhoooo, caceteeeee... Ahhhhh, ahhhhhhh.”, ela foi gemendo, gingando a bunda, e me incentivando.

Eu não precisava de muito incentivo. Em dois minutos, ela já acostumada à invasão do meu membro por trás, me larguei de encontro ao meu tesão e, finalmente, fodi com gosto e com vontade um cuzinho delicioso. A Priscila não tinha frescura, na verdade a exemplo da Marília, mas meu tesão acumulado era tanto, que por incrível que parecesse, eu nem queria interromper a enrabada agora para pegar a amiga. Eu só queria meter naquele rabo gostoso, sem parar, até me acabar.

Os minutos foram passando, a Priscila rebolando na minha frente, meu caralho sendo engolido por aquela bundinha redonda e firme, enquanto a Marília afastava as nádegas da amiga e assistia a tudo, interessada. Achei que era hora de envolvê-la, também. Puxei-a para perto da minha boca, e sussurrei no seu ouvido: - “Hora de aprender a chupar uma xoxota...”

Fui deitando de costas no colchão, puxando a Priscila para cima de mim. Coloquei ela sentando no meu cacete, seu cuzinho engolindo minha pica, enquanto puxava a Marília para beijar nós dois, a Priscila deitada de costas sobre o meu peito. Na sequ6encia empurrei ela para baixo, para os seios da morena. Mais uns instantes, e segui empurrando a cabeça dela para baixo, ao longo do corpo da amiga, sabendo que ela faria o que eu havia sugerido, A reação da Pri mostrou que a amiga havia chegado ‘lá’.

- “Ufsssssssssss... Ahhhhhhhhhh, caraaaaaalho, amiga!”, ela gemeu, alto, gingando a cintura e, assim, o rabo que engolia meu cacete. – “Ahhhhhhhh, que boquinha gostosa... Ahhhhh... Ahhhhhh... Vai... faz.... Assiiiiiiimmmmmm... Uffffsssssss... Ahhhhhhh... Ahhhhhhhh... Ahhhhhhhhhhhhhhhhh!”, gemeu a morena, gozando na boca da amiga.

Foi demais para mim, me controlando a horas demais, já. Saquei meu pau para fora do cu dela e quase automaticamente jorrei meu gozo, forte. Fortíssimo, na verdade. Os jatos de porra subiram, bateram no rosto, testa, cabelo e olho da Marília, que assustada, fugiu, saindo da frente da cabeça do meu pau. Sem obstáculo, os fatos seguintes de leite quente caíra, sobre os seios da Priscila, e na sequência, meu ímpeto diminuindo, sobre barriga e ventre da morena, pintando sua pele clara.

Os três se largaram sobre o colchão, exaustos, sem se preocupar com a lambança que havíamos aprontado, inclusive com uma das tacas de vinho tombada sobre a lateral da cama, encharcando de vez o lençol. Acabamos adormecendo, os três meio largados, meio abraçados.

Acordei bem mais tarde, madrugada à dentro, já. Levantei tentando não acordar as meninas, ainda nuas. Apreciei o corpo delas, notando a diferença nos detalhes, e fui para o banheiro, o pau já se animando de novo, com aquela visão. Na sequ6encia liguei o chuveiro, e desfrutei da ducha forte, quente, a água martelando meu corpo e devolvendo minha energia. Quando estava para sair do box, vi a porta se abrir e a Marília entrar. Sem rodeios, ela abriu o box e entrou debaixo da ducha, comigo.

- “Achei que você tinha ido embora...”, ela falou, me abraçando e me beijando.
- “Você queria que eu tivesse ido?”, perguntei, uma mão no seu seio, outra na sua xoxota.
- “Não!” ... ela falou, apertando meu pau, já crescendo na sua mão. – “Você me faz fazer besteiras... Mas eu queria você aqui, ainda.”

Virei ela contra a parede do box, e grudei meu corpo atrás do dela, me esfregando. Minhas mãos deslizavam pelo corpo dela, costas, coxas, seios, até voltarem à sua boceta. Ficamos nesse amasso uns minutos, o jato da ducha aquecendo e massageando nossos corpos. Enfim, paramos. Ela se ensaboou inteira, enquanto eu saia do box e me secava. Logo ela me seguiu. Secou-se, enquanto falávamos besteiras, até que encostou a porta e usou o secador para dar um jeito no cabelo. Me encostei atrás dela, o pau duro em contato com seu corpo.

- “Caralho, meu... Você é um tarado, meu... Esse pau não abaixa nunca...”, ela falou, gingando a cintura e contribuindo para aquilo que ela falava.
- “Com um corpo desse, não dá para deixar passar...”, falei, segurando um seio dela em cada mão, enquanto ela seguia secando os cabelos ruivos.

Beijei o seu pescoço, e fui descendo pela linha da sua espinha, sentindo a pele dela se arrepiar. Cheguei às suas nádegas, e a beijei, antes de morder as polpas, provocando-a. Com ela recebendo meus carinhos e sussurrando palavras de incentivo, levantei a perna direita e a apoiei sobre o balcão da pia, deixando seu rabo totalmente exposto à minha boca. Deslizei a língua desde baixo, da sua xoxota, para cima, até seu ânus, provocando-a. Ela desligou o secador e começou a gemer, enquanto minha língua fazia peripécias ao redor do seu cuzinho, meu pau já socando meu estômago, ávido por mais ação.

Molhei a ponta do meu dedo na sua boceta, brincando com seu clitóris, excitando-a cada vez mais, enquanto minha língua não parava, cutucando seu botãozinho. Com o dedo molhado pelo seu suco, acariciei seu ânus e mergulhei a ponta do dedo dentro dele. Ela soltou um: - “Ahhhhhhhhhh’’, me puxando para cima, para junto da sua cabeça, quando sussurrou no meu ouvido: - “Quer saber? Acho que não vai ter jeito... Como você me atiçando isso, acho que vou acabar dando a bunda para você!”, falou, repetindo a frase dita no meu carro, na garagem do prédio no litoral, que virara um meio bordão entre nós.

Bordão, porém verdadeiro. Saímos do banheiro, e ela pegou o tudo de gel, me puxando pela mão para a sua sala. Lambrecou o meu cacete e me fez sentar no sofá, enquanto levava gel para a sua própria bunda, antes de falar:

- “Cacete, viu... Você faz essas putarias comigo aqui, ai eu passo a semana inteira olhando para os cantos da minha casa e lembrando das coisas que a gente fez.”
- “Isso está muito errado...”, falei, ajeitando meu pau para cima, enquanto ela posicionava a bunda sobre ele. – “Você precisa é me ligar... Ai eu venho aqui e a gente repete tudo isso! Ai você não precisa ficar imaginando...”
- “Aiiiii, seu safado... Ahhhhhhhh... Uffssssss... Assimmmm... Seu safado, sacana... filho-da-puta... Me tira do sério... Aiii... entrou... Assiiiiim... Puta que pariu, que cacete duro você tem... Fode... Come minha bunda, safado... Aiiiiiiiii, ahhhhhhh... Fode meu rabo, fode... põe tudo... Põe, que eu quero você gozando na minha cara... Vaiiiiiii!”

Eu deixei ela ficar vários minutos assim, quicando sobre mim, sua bunda engolindo meu caralho, enquanto alisava sua pernas, suas costas, mordia seu ombro e apalpava seus seios. Após um tempo assim, estiquei a mão para a frente, tocando sua boceta. Ela gemeu mais alto. Mudei a posição da gente, colocando-a deitada de costas sobre o sofá e, erguendo suas pernas, empurrei o cacete para dentro do seu rabo, em um frango assado. Ela seguia gemendo, pedindo para eu meter mais, enquanto seu cu engolia meu cacete, se alargando para a passagem dele.

- “Você come meu cu muito gostoso...”, ela falou, quando me aproximei dela, para morder seu pescoço.
- “Eu quero ver você gozar dando a bunda para mim...”, falei, e antes que ela respondesse, a puxei para cima, voltando para o quarto. Encontrei a Priscila saindo do banheiro, banho tomado, reclamando que nós a havíamos acordado. – “Deita ai, gostosa...”, falei, sem dar chance de ela responder.

Ajeitei a Marília, de quatro, sobre a cabeça da Pri. Enquanto a morena atacava a boceta da ruiva com a boca, apontei o cacete contra seu cu e voltei a enrabá-la. Ela gemeu alto, e começou a se mexer sob mim, enquanto a amiga a chupava. Foram precisos apenas cerca de dez minutos assim, para criar mais uma memória na mente da ruiva, que gozou com a amiga chupando seu grelo, enquanto eu socava o pau na sua bunda firme.

Anunciei para as duas que iria gozar, e ambas ficaram de joelhos na cama. Subi no colchão e, me equilibrando para não cair, masturbei meu cacete por cerca de 40 segundos, antes de espirrar meu gozo contra o rosto de uma e de outra, encerrando um fim de semana para lá de longo, e cheio de altos e baixos.

Acabamos dormindo novamente, antes de acordarmos assustados com o horário. Banho para todos, em uma verdadeira zona de gente correndo e se vestindo. Em meio ao caos, para provocá-las, disse que eu iria escolher com qual calcinha elas iriam trabalhar...

- “Assim, vou passar o dia inteiro sabendo que, embora os outros olhem para vocês e imaginem, só eu vou saber que cor e modelo vocês estão usando.”, falei, escolhendo uma calcinha vermelha para a Marília, na gaveta dela, e uma branca, cavadíssima, para a Pri ( - “O quê, afinal de contas, você estava pensando ao levar isso para um sítio?”, provoquei).

Fomos embora, brincando e sonhando com outras aventuras. Tudo isso até chegar na firma.

Às nove horas tive uma reunião e fui informado, para meu espanto e decepção, que graças a uma fusão que aconteceria nos próximos meses, eu estava sendo alocado como elo de ligação entre as empresas, no tocante à área de Sistemas. Pelos próximos dois anos, no mínimo, eu estaria no Nordeste, longe dos meus amigos e amigas, e pior do que isso, das minhas putarias.

Ruim (péssimo, na verdade) por um lado, mas, novas possibilidade se abririam do outro lado.

        - “Vida que segue!”, pensei, meio frustrado.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Equipe de trabalho no sítio – IX - Final

Codigo do conto:
251923

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
12/01/2026

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