Ainda que meio sonado, surpreso com aquela proposta, eu rapidamente fiquei em estado de alerta, muito excitado. Ela não deixou isso passar batido... Com os dois ajoelhados na cama frente a frente, nossas mãos exploravam o corpo um do outro e logo a sua mão massageava meu pau. Eu por minha vez, deslizava a palma das minhas mãos pelo seus seios, costas, coxas, nádegas e, finalmente, sua xaninha quente. Quente, e úmida a essa hora, demonstrando o tesão que a loira estava. Para mim, aliás, parecia que ela havia acordado há muito tempo, se preparando para aquele ‘ataque’.
Alisar suas nádegas firmes faziam meu pau pular de tesão na sua mão, e ela logo percebeu isso. Ajoelhando-se na cama, levou sua boca quente até ele, abocanhando-o, enquanto me proporcionava uma visão maravilhosa dela de quatro. Estiquei minha mão até sua bunda e, ao deslizar a mão pelo vale entre suas nádegas, algo me chamou atenção ao toque. Antes que eu descobrisse o quê era, ela se levantou, me fazendo ajoelhar em frente a ela e, sem cerimônia, trouxe sua xana até a altura da minha boca.
Levantei sua coxa esquerda, apoiando-a sobre meu ombro direito, e grudei minha boca sobre a sua vulva, molhando seus lábios e provocando-a. Ela soltou um – “Shhhhhhhhhhhhh...
Ahhh, essa boquinha!”, gemendo e meneando a cintura, esfregando a boceta no meu rosto. Ficamos uns minutos assim, minha boca e língua brindando sua boceta gostosa, até que ela se afastou de mim, se equilibrando de pé sobre o colchão, com um sorriso safado no rosto.
- “Tenho uma surpresinha para você!”, disse, virando lentamente seu corpo, cento e oitenta graus, ficando de costas para mim. Sua bunda era maravilhosa, mas ficou ainda mais quando ela levou as mãos para trás e afastou as suas nádegas, me mostrando seu botãozinho. Cravado ali havia um plug, ficando para fora apenas um coração de pedrinhas roxas, contrastando com a alvura da sua pele.
- “Caralho, meu...”, falei, o pau socando meu estômago com a visão. – “Que tesão... Que joia rara!”, falei, em alusão à pedraria roxa brilhando à luz dos abajures.
Abracei suas nádegas, beijando-as, mordendo-as de leve, enquanto minhas duas mãos a atacavam pela frente e por trás. Ela foi gemendo, gingando a cintura contra o meu rosto, até que me deitei na cama e a puxei sobre minha cabeça, ela de quatro. Assim, ataquei com minha língua a sua xana lisinha e seu grelo, enquanto minhas mãos seguiam alisando, acariciando e explorando sua bunda, agora brincando com o plug anal cravado nela.
Ela foi ficando cada vez mais excitada, até que tentou fugir de mim. Girei nossos corpos rapidamente, deitando-a de costas no colchão, coxas abertas e afastadas, e minha boca grudada em sua xoxota, chupando-a sem parar até ela gozar na minha boca:
- “Ahhhh... Ahhhhhhhh... Uffssssssss, caralhoooo... Hummmm, linguinha de ouro, vai... Assim, não para... não para, cacete... Vai... Ufffffffffssssssssss, Ahhhhhhhhnnnnnnnnnnn...”, explodiu, comigo brincando ao mesmo tempo com seu plug. – “Cacete, meu... você vai me deixar mal-acostumada!”
- “Meu sonho...”, falei, alisando suas coxas, beijando seus seios na subida, e na sequência sua boca. – “Mas agora eu vou atrás de outro sonho constante meu.”, falei, ficando ajoelhado ao lado dela, expondo meu cacete na direção do seu rosto, enquanto virava ela na cama, colocando-a de bruços.
- “Hummmmm... Safadão!”, ela falou, segurando meu pau duro antes de abocanhá-lo, e ficando de quatro, pernas afastadas e bumbum empinado.
Deslizei a mão pela sua bunda, mais uma vez brincando com o plug cravado nela. Enquanto ela chupava o meu pau, peguei uma camisinha na cama, pronto para foder a bundinha empinada dela.
- “Isso, tesão... Chupa ele, chupa... Deixa ele bem durinho, para eu pôr no lugar desse plug...”, provoquei.
- “Mais duro? Só se virar de concreto!”, ela disparou, me ajudando com a camisinha.
Aproveitando ela de quatro, me ajeitei atrás dela e apontei o cacete para a sua boceta, e a penetrei. Ela gemeu alto, reclamando, por conta do gozo recente, mas fui em frente, metendo cadenciadamente nela, enquanto seguia mexendo no seu plug, excitando-a. Após uns cinco minutos assim, ela pediu:
- “Vem... para de judiar de mim.”, falou, puxando meu pau para fora dela. – “Come meu cuzinho, come...”
Voltei para o lado dela, deixando ela lambrecar meu caralho com gel, enquanto puxava seu plug para fora, expondo seu cuzinho tentador. Com o cacete totalmente brilhando por conta do gel, me ajeitei de joelhos atrás dela e, apontando meu pau duríssimo para baixo, encostei no seu ânus e fui empurrando para dentro, mergulhando lentamente, centímetro por centímetro.
- “Aiiii... Aiiiiiii... Ahhhnnnnnn... Uffffssssss, puta que pariu... Não acaba isso, pau grosso da porra... Ahhhh, ahhhhh, ahhhhhhh... Vai... Uffssss... Vem... Põe, põe... põe mais, vai... enfia tudo... caralho... Assimmmm... Agora, vai... mete... mete, gostoso... vai, agora, bomba, caralho... enfia tudo no meu cu, ahhhhhhh...”
Eu não sabia, de verdade, o quê me excitava mais... As falas de putaria dela, me acelerando, ou a visão da loira vestida com a cinta liga branca, meias 7/8, de quatro, empinada na minha frente, vendo meu pau deslizar pelo meio das suas nádegas, ou o calor gostoso do seu rabo envolvendo meu cacete duro. Mas estava bom. Fiquei bombando nela assim, de quatro, mais de cinco minutos, aproveitando cada segundo daquela enrabada deliciosa. Ai, resolvi que ela precisava, entre outras coisas, de lembranças para levar para o Brasil. Comer ela de quatro, assim, por mais gostoso que fosse (e era), qualquer ficante faria com ela, se ela liberasse.
Comecei a mudar de posições. Primeiro virei ela de barriga para cima. Fiz ela encolher as pernas, e passar os braços por baixo dos joelhos, deixando-a arreganhada para mim. Encostei a cabeça do pau no seu ânus e voltei a penetrá-la, em um frango-assado anal delicioso. Bombei com vontade nela, vendo seu rosto se contorcer de tesão.
Depois levantei da cama, e a puxei para uma espécie de poltrona que havia no quarto. Primeiro coloquei ela com um joelho na poltrona e a outra perna esticada, seu corpo inclinado para frente. Pedi para ela abrir as nádegas para mim, expondo seu cuzinho já alargado. A penetrei com facilidade, bombando nela enquanto abraçava e alisava seu corpo gostoso. Depois sentei na poltrona, fazendo-a sentar no meu colo, com seu cu engolindo novamente meu caralho. Dedilhava sua xoxota, sentindo-a excitada de novo, gemendo alto.
Resolvi ousar ainda mais, e abrindo a porta de vidro que separava nosso quarto de uma pequena varanda com duas poltronas, sai para o ar fresco da madrugada, pau duro balançando para um lado e para o outro, puxando-a pela mão. – “Você é doido, mesmo...”, ela falou, quanto a coloquei de quatro, sobre uma das poltronas, e voltei a enrabá-la.
- “Ai, caralho... Aiiii, aiiiii... Mete, seu puto...”, ela começou a gemer. Agradeci mentalmente por nosso quarto estar um pouco afastado dos demais, torcendo para que todos estivessem dormindo.
- “Caralho, que cuzinho gostoso...”, falei, segurando-a pela cintura e socando o pau com vontade dentro dela, torcendo para nossa varanda não estar sendo vigiada por câmeras indiscretas.
O ritmo foi crescendo na trepada, e para prolongar mais ainda aquele sonho, troquei novsmente de posição com ela, tentando com isso baixar um pouco meu tesão. Sentei na poltrona, cacete rijo apontado para cima, e a puxei sobre o meu corpo, de costas para mim. Ela sentou no meu colo, meu pau cravado no seu cuzinho, me cavalgando com vontade. Afastei uma perna sua, me dando assim acesso à sua boceta, e dedilhando seu clitóris enquanto ela se mexia sobre mim, beijando sua boca e, com a outra mão, acariciando seu seio, arranquei outro orgasmo escandaloso dela.
- “Aiiiiiiiiiii... Ahhhnnnnnn... Ahhhhhh, ahhhhh, Ahhhhhhhhhhhhh... Ufffsssssshhhhhhhhhhh!!!”
- “Goza, gostosa... Goza, com meu caralho nesse cuzinho apertado, tesão!”, falei, tentando vencer a força dela apertando as coxas contra a minha mão, que teimava em mexer no seu grelinho.
- “Para... Sossega, cacete...”, ela pediu, ofegante, beijando minha boca ao virar o pescoço para trás.
- “Vem... Vamos para dentro do quarto, tesuda!”, falei, após uns cinco minutos aguardando ela recuperar o fôlego. – “Fica de quatro aqui, gostosa... Assim, empina esse rabinho gostoso para mim.”, falei, ajeitando ela sobre a cama, de quatro, enquanto eu ficava de pé atrás dela.
Apontei o pau para baixo, em direção ao seu cuzinho rosado, já nada apertado nessa altura, e a penetrei profundamente, arrancando um gemido de tesão de nós dois, quase que combinado. Bombei dentro da bunda dela por mais três minutos, com vigor e tesão, até tirar o pau do seu cuzinho e, jogando a camisinha no chão, espirrar meu gozo sobre as suas costas, cabelos, nádegas, colchão e o quê mais estava por perto. Caímos prostrados, eu sobre ela, meu gozo melecando nossos corpos, e ficamos assim até o sol nascer, entrando pela porta balcão do nosso quarto, aberta.
Ela foi tomar banho antes de mim, e agradeci por aqueles 45 minutos a mais de sono, tentando me recompor. Após meu banho e nos arrumarmos, fomos para o café da manhã, planejando as atividades do dia.
- “Você já andou de Jet-Sky?”, perguntei para ela.
- “Tá falando sério?”, os olhos dela brilharam.
- “Claro... Por que não? Eles tem uma base aqui, com instrutor, guia, etc... Podemos dar um rolê, vai ser muito legal.”, falei, já que havia lido sobre isso ao escolher o hotel.
Gastamos um tempo depois do café passeando pelo resort, realmente muito grande, até chegarmos a área no píer onde ficava a base de operações dos Jets. Fizemos a inscrição para o primeiro horário disponível, satisfeitos em ver que havia poucos participantes. Nos apresentaram a pessoa que iria nos instruir e guiar, uma garota muito simpática, chamada Eva.
Eva nos fez uma série de perguntas, eu disse que já tinha alguma experiência com Jets, a Cláudia estaria estreando. Ela apresentou os equipamentos, e nos deu instruções detalhadas sobre o quê fazer, em especial o quê não fazer, como proceder em caso de quedas, etc etc. Marcamos nossa saída para às 11 horas, e assim voltamos para o quarto, para nos prepararmos para a aventura.
- “Aiiiiiiiiiiii... Eu não acredito!!! Vou andar mesmo de Jet Sky!!!! Você não existe, Má...”, ela falou, me abraçando e beijando minha boca, em estado de graça.
- “Você merece, loira... Depois do jeito que você me acordou hoje...”, falei, apalpando a bunda empinada dela.
- “Affff... Eu te acordaria assim todos os dias, se pudesse!”, ela sussurrou junto ao meu ouvido. – “Você é muito gostoso, sabia?”
- “Se você fizesse isso, eu montaria uma fábrica de Jet Skys para você, sabia?”, respondi, cravando meus dentes no pescoço dela.
- “Ah ah ah ah... Para, seu tarado... Vai me deixar marca!”, reclamou, me afastando.
- “E dai? Tá com medinho de checar com um chupão no pescoço, 2ª feira na fábrica, é?”, perguntei, provocando-a.
- “Tá doido, é?”, ela falou, começando a se trocar na minha frente, vestindo um biquini para a aventura com os Jets. – “Para o seu bem, ninguém pode saber disso...”, deixou escapar, na empolgação. Guardei a informação, sem querer esticar o assunto e quebrar o clima, tão favorável. Ao contrário, reparei nas coxas dela, subindo até o seu ventre, lisinho...
- “Já te falei que esse ‘corte de cabelo’ caiu muito bem em você?”, perguntei, apontando para a sua xoxota lisinha, e empurrando-a para a cama.
- “Nãããããããããããoooo, seu tarado... não faz issssooooooo...”, gemeu, quando mergulhei entre suas coxas, minha boca cravada na sua xana lisinha.
Em mais dez minutos de uma chupada caprichada, ela gozou deliciosamente, na minha boca. Deitamos lado a lado na cama, minha mão alisando seu corpo, enquanto ela me chamava de tarado incorrigível. Segui mexendo na sua bocetinha, enquanto ela fugia dos meus carinhos, até me chamar para irmos para nosso passeio com os Jets. Foi chegando no píer junto com outros turistas, que reparei com atenção pela primeira vez na nossa guia.
Vestida com uma roupa de Neoprene curta, o corpo da Eva chamava a atenção, junto com seu jeito cativante. A argentina era super sexy, com seus cabelos castanhos voando com o vento e seu corpo delgado moldado pela roupa de neoprene. Precisei me concentrar para não dar bandeira na frente da Cláudia. Logo saímos, em bando, pilotando os Jets atrás da portenha, tentando manter o ritmo dela.
O rolê foi ótimo, e ao voltarmos para o hotel, a Cláudia estava em êxtase, dizendo que tinha histórias para contar por semanas para as amigas da fábrica. Torci em segredo para que ela falasse apenas das experiências no resort, preocupado com o recado dado por ela na madrugada, ainda que não o entendesse bem.
Após a aventura pelas águas, voltamos para as piscinas, depois almoço, e em seguida a preguiça normal de quem não havia dormido muito, e havia se entregue ao sol. A loira disse que queria descansar nas espreguiçadeiras, e eu disse que iria dar mais uma volta de Jet-Sky... Na verdade, a guia argentina não saia da minha mente. A encontrei sozinha, na base de operações dele. Uma rápida negociação, e consegui um rolê extra, para conhecer uma ilhota próxima, já que eu tinha alguma experiência pilotando.
Ficamos falando uns minutos, ela perguntou sobre minha ‘esposa’. Disse que não éramos casados ‘ainda’, e ela pareceu registrar essa informação com especial atenção. Quando fomos pegar os Jets, ela tirou o shorts de jeans que usava, e embarcou sem a roupa de Neoprene. Olhar seu corpo, vestido apenas com o biquini, já me puseram em estado de alerta máximo. A hermana era uma delícia, com uma bunda que faria a maioria das brasileiras chorar de inveja. Ela era um tesão!
Navegamos por uma longa distância, ela puxando bem o ritmo. Indo à minha frente, eu não podia descolar o olhar da sua bunda, gingando no ritmo das ondas, absurdamente tentadora. Chegamos a tal ilhota, a uma distância de uns quinze minutps do hotel, só os dois. Ela dirigiu o jet para uma enseada, com uma praia formada por pedras e a orla coberta por árvores. Disse que era especial para mergulharmos, por conta dos corais. Me passou uma máscara, e caímos ambos na água, para ver corais e peixes coloridos.
A questão é que, com ela só de biquini, eu não estava nem aí para os peixinhos. Com o olhar cravado na sua bunda, meu pau já dava mostras de querer travar relações internacionais. Em um dado momento, subimos juntos, usando o Jet dela como apoio. Ela me perguntou o quê eu estava achando, e eu respondi que “estava admirado com tamanha beleza”, olhos cravados nos dela. A argentina entendeu rápido a minha mensagem.
- “¿Y tu novia?”, ela perguntou, dada a minha proximidade ao corpo dela, sob a água.
- “Ela não está aqui, está?”, respondi para ela.
- “Bribón!”, ela respondeu, fechando os olhos, me chamando de ‘safado’, o quê eu só fui descobrir muito tempo depois.
Nos beijamos e, entendendo que não tínhamos todo o tempo do mundo ali, eu deslizei minha mão pelas suas pernas, subindo para o seu bumbum redondinho. Ela não só não reclamou, como abraçou meu corpo e apertou meu pau por cima da bermuda, respondendo com um “Uhhhhhh”, à minha ereção.
Os próximos minutos foram gastos em um amasso intenso, mãos explorando avidamente o corpo um do outro, comigo alisando sua bunda e sua xoxota, enquanto ela deslizava a mão para dentro da minha bermuda. Logo eu puxei o biquini dela para baixo, colocando-o sobre o Jet dela. Ela me imitou, e arrancou minha bermuda, colocando-a junto coo seu biquini, sobre o banco do Jet. Na sequência ela enrolou suas pernas no meu corpo, meu cacete duro roçando sua boceta, enquanto seguíamos nos beijando.
Subimos no Jet dela, ambos nus da cintura para baixo, mas meio fora de olhares curiosos que nos olhassem de longe, graças à sombra que as árvores próximas da água projetavam. Sentamos no banco, um de frente para o outro. Mordisquei seu pescoço, descendo na sequência para o seu seio. Fui escorregando para trás no banco, à medida que ia descendo para a barriga dela, e na sequência para o seu ventre. Puxei a cintura dela, deixando-a meio deitada de costas no banco. Tomando cuidado para não ir para trás demais e cair na água, o quê seria bem ridículo, me equilibrei como deu e mergulhei de boca sobre sua bocetinha.
Passei a boca sobre seus pelinhos, super aparados, desenhados em um minúsculo tufo sobre seus lábios. Cheguei a eles, e ao tocá-los arranquei mais um gemido alto dela. Dediquei os minutos seguintes a chupar, beijar e lamber seus lábios e grelinho, rosados e salgados. Deslizei um dedo para dentro dela, e caprichando no carinho sobre seu grelo fui vendo ela gingar a cintura cada vez mais rapidamente, até explodir em gozo, com os dedos enfiados entre meus cabelos.
Voltei a me sentar no banco, de frente para ela, e a puxei sobre minhas pernas. Ela beijou minha boca, enquanto alisava meu pau. Empurrando a cintura em direção ao guidão do Jet, e eu para trás até quase cair do banco, ela se abaixou e abocanhou meu pau. O calor da sua boca, e a visão do seu corpo inclinado à minha frente me excitaram a ponto de eu quase querer me acabar na boquinha de veludo dela, mas me controlei. Após uns minutos dela chupando meu cacete, ela parou, olhou para mim, sorrindo de um jeito safado, e com ótima dose de equilíbrio, se virou no Jet, ficando de frente para o guidão e de costas para mim.
Pela primeira vez vi, inteiro e sem impedimento, seu rabo, a dois palmos de distância. E que rabo maravilhoso. Ela apoiou um joelho sobre o banco, e esticou a outra perna, na lateral do Jet. Olhou para mim, me chamando com o olhar. Apontei o pau para a frente, ela se encarregou de segurá-lo e apontá-lo para a entrada da sua boceta. Coloquei a mão na sua cintura e a puxei gentilmente para trás. Ela rebolou um pouco, ajeitou o cacete melhor, e logo a sua xoxota engolia meu pau, deliciosamente.
Comecei a meter nela mais rapidamente, nosso movimento embalando o Jet que balançava gentilmente sob nossos corpos. Ela gemia, eu gemia, nossos corpos se chocavam, suas nádegas me provocando enquanto sua bocetinha quente engolia minha vara. O ritmo foi crescendo, minhas duas mãos colocadas na dobra da cintura dela, puxando seu corpo para trás. Puxei o cabelo dela, ergui seu corpo, mordi o seu pescoço. Ela puxou meu rosto para me beijar, e resolvemos mudar de posição.
Me sentei no banco do Jet, e ela sobre mim. Se ajeitou, passou uma perna de cada lado do meu corpo, e logo ela me cavalgava, inclinando o corpo para trás e me deixando ver sua boceta abraçar e engolir minha rola. Pensei que, definitivamente, não era a primeira vez que a hermana fazia isso sobre um Jet. Com o passar dos minutos ela acelerou a cavalgada, gingando apenas a cintura, fazendo meu pau socar sua boceta com velocidade e ritmo, até que, alguns minutos depois, ela sussurrou junto ao meu ouvido: - “Sua vez...”
Levantando-se e virando de costas para mim, sentou sobre o banco, inclinando muito o corpo para a frente, para que meu pau alcançasse sua boceta por trás. Engatei nela, vendo aquela bundinha arrebitada se mexer à minha frente. Cinco minutos metendo nela assim, e senti o tesão saindo do controle. Foi o tempo de sacar o cacete de dentro da sua xoxota, e espirrar meu gozo sobre suas costas e bunda, pintando a pele morena de sol da Argentina com meu leite branco.
Ela se virou, me beijou, e aproveitando minha moleza, me jogou no mar, pulando atrás de mim. Nos lavamos antes de procurar pelas nossas roupas, que graças à nossa falta de atenção, haviam caído na água. Por uma imensa sorte, a minha bermuda boiara, e o biquini dela ficara sobre a peça. Brinquei com ela que seria uma delícia vê-la pilotar até a base nua da cintura para baixo, ganhando um beliscão como resposta.
Antes que nos vestíssemos, ainda boiando na água, a puxei para junto do meu corpo. Eu estava meio deitado na água, a cabeça apoiada contra o Jet. A puxei para junto de mim, meio deitada sobre meu peito. Falei que ela era muito gostosa, e que eu havia adorado a experiência. Ela alisou meu pau, derrotado a essa altura, e disse que eu também era gostoso, e que a aventura havia sido ‘completa’, ou algo assim. A corrigi, dizendo que havia faltado algo... Antes que ela perguntasse, deslizei a mão pela suas costas, cheguei as suas nádegas e a alisei, provocando.
- "¡Ya te dije... sos un atorrante!", ela falou, reforçando a ideia de que eu era safado.
- “La próxima vez...”, eu falei, piscando para ela antes de vestir a minha bermuda e nadar até o meu Jet.
Voltamos para o hotel, e ao ajudá-la a prender os Jets, perguntei o quê haveria de interessante para fazer à noite, já que seria nossa última noite da viagem. Ela disse que estava programado um jantar com música típica, que depois se tornava uma balada. Perguntei se ela iria... Agachada, dando um nó para prender o último Jet, ela olhou sob o ombro para mim, como havia olhado lá na ilhota, e disse:
- “¿Quién sabe qué pasará?”




