Coroa judiada pelo funcionário hiper dotado

Para entender melhor leia o conto “O dona da pousada me arrombou para o corninho”.
No dia seguinte amanheci com a buceta bem vermelha, um pouco dolorida e arrombada ainda. Com certeza iria ficar visível com o biquíni molhado, mas mesmo assim vesti o biquíni branco de novo e descemos para tomar o café. Queria que todos vissem o estado da minha buceta, estava no cio. Ao encontrar com Paulo estávamos eu e meu marido receosos em reencontrá-lo, mas ele foi muito discreto, nos cumprimentou respeitosamente e não ficou por perto. Haviam mais duas ou três pessoas tomando café. Observamos Paulo conversando com um funcionário da pousada, mas não demos atenção e fomos para a praia. Nos acomodamos como no dia anterior. Ficamos uma parte da manhã tomando sol e depois, como estava fazendo muito calor fomos nos refrescar na água. Minha buceta ficou bem exposta quando o biquíni molhou, dava para ver minha buceta ainda um pouco aberta e bem vermelha. Meu marido gostou da cena ficando de pintinho duro sob o biquíni. Ficamos a manhã toda alternando entre a água e nossas cadeiras tomando cerveja. Quando cansamos voltamos para a pousada indo direto para a piscina como no dia anterior. Paulo veio se juntar a nós pouco tempo depois que chegamos. Chegou com um balde com um vinho branco e duas taças e disse que era cortesia da pousada. Sabíamos muito bem o que ele queria e por isso o chamamos para nos acompanhar no vinho. Ele foi buscar uma taça e sentou de frente para mim e meu marido. Meu biquíni ainda estava molhado e eu facilitei abrindo um pouco minhas pernas para que ele tivesse uma boa visão da minha buceta. Ele fez um comentário sobre o estado da minha buceta que estava vermelha e ligeiramente aberta. Eu só respondi que a noite havia sido dura e ele disse que tinha um remédio para mim. Ficamos tomando o vinho e fomos servidos pelo funcionário da pousada que não deixava faltar nada, desde vinho até os petiscos. José o funcionário não perdia a chance de me olhar. Provavelmente Paulo tenha contado da noite anterior, por isso o olhar com leve sorriso. Deu para perceber que José tinha um corpo bem definido, mais de 1,70m, forte e com um volume enorme no meio das pernas que me chamava a atenção. À noite fomos a um bar onde dava para dançar na companhia de Paulo. Chegamos e começamos a beber e eu já alegrinha fui chamada para dançar com Paulo. Ele me colocou para dançar sempre colando em mim, deixando eu sentir seu pênis duro. Aproveitava para passar a mão em minha bunda e levantava o fino vestido deixando minha calcinha à mostra. Durante uma dança senti que fui trocada de mãos, estava agora dançando com José o funcionário da pousada. Não sei de onde ele apareceu, mas dançava muito bem e me apertava e sarrava de toda forma. Senti diversas vezes seu cacete me cutucando. Era uma barraca armada.
O clima estava esquentando muito e já não dava para ficar ali. Então resolvemos voltar para a pousada indo direto para nosso quarto. Quando percebi a loucura que estávamos fazendo, eu com dois homens e meu marido no quarto prestes a viver uma aventura inimaginável, só sentindo quatro mãos me tocando, meus seios, bunda e todos o buracos sendo explorados, não tinha como voltar atrás. Paulo me jogou na cama, tirou meu vestido e minha calcinha e foi beijando minha buceta me chupando enquanto José tentava colocar seu membro para que eu chupasse. Seu membro era descomunal. Tinha mais de vinte centímetros. Segurava com as duas mãos e ainda sobrava pinto que minhas mãos não se fechavam em volta. Parecia um antebraço de grande e grosso. Já havia gozado na boca de Paulo que agora começava a forçar a penetração. Eu só conseguia lamber o pau do José pois não cabia na minha boca, por mais que eu tentasse só conseguia colocar a cabeça. Paulo já estava todo dentro de mim. Fiquei segurando com a mão, controlando sua penetração. Com calma fui me acostumando com seu cacete e deixei que ele aumentasse o ritmo da penetração me dando muito prazer e eu chegando a um novo orgasmo agora juntamente com Paulo. José estava com seu cacete totalmente duro. Eu pegava ficava punhetando seu enorme cacete, muito pesado. Paulo saiu de dentro de mim e chamou José para ocupar o seu lugar. Retruquei que não aguentaria José. Era muito para mim, mas José queria me penetrar. Só agora procurei pelo meu corno que só observava. Puxei meu marido para meu lado e fui massagear seu cú. O corno já estava com o plug enfiado. José se acomodou entre minhas pernas que eu abri ao máximo. Começou a pincelar aquela tora na minha buceta já arregaçada pelo Paulo. Quando começou a forçar a penetração senti que não iria aguentar, mas José estava possesso, queria me penetrar de qualquer forma. Fiz meu marido buscar o lubrificante e passar uma boa porção na minha buceta. José veio novamente e forçou até que entrou a cabeça. Parecia que ele ia me partir ao meio, minha buceta nunca fora tão esticada, a dor era terrível. Meu marido nem piscava vendo aquela tora arrebentando minha buceta. Fiquei um bom tempo para me acostumar com a grossura do seu membro. E havia entrado apenas a cabeça. Fiquei ofegante no momento que José começou a enfiar seu tronco dentro mim. Eu já estava com quatro dedos enfiados junto com plug em meu marido. Queria que ele sentisse o mesmo que eu, ser arrombada desafiar os limites do corpo. O alívio só veio quando senti as bolas batendo na minha bunda. Pedi para que tivesse calma, mas ele estava possesso e iniciou uma sequência de penetração cada vez mais rápido me fazendo sentir muita dor. Eu estava sendo estuprada. E agora eu via que estava sem camisinha pois a que tínhamos em mãos não serviu. Pedi para gozar fora e ele inundou meu ventre com um enxurrada de porra grossa e branca. Era muita porra, escorria pela minha barriga, seios e pescoço. Passei a mão em minha buceta e ela estava toda aberta, arrombada e dolorida. Não consegui gozar com aquele membro descomunal. A dor foi mais forte. Paulo estava de pau duro e queria me penetrar novamente. Chupei e punhetei seu cacete até ele gozar sobre minha buceta arregaçada. Puxei meu marido para que ele visse o estado da minha buceta. Deixei que penetrasse com seu pintinho que nem senti. Minha buceta era um túnel todo aberto. Deixei meu corno gozar dentro e pedi para que me chupasse. A sua boca foi o conforto que eu estava precisando. Chupou toda sua porra e me fez gozar intensamente tremendo o corpo inteiro. Adoro quando meu corninho me chupa. É o que ele faz de melhor, agora só com a buceta cheia de porra. Essa noite não aguentei mais nada. Estava dolorida, arrombada mas feliz.


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


252102 - Dono da pousada me arrombou para o corninho - Categoria: Cuckold - Votos: 11
252027 - Coroa casada transforma marido em corno - Categoria: Cuckold - Votos: 18

Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico coroacasada1967

Nome do conto:
Coroa judiada pelo funcionário hiper dotado

Codigo do conto:
252182

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
14/01/2026

Quant.de Votos:
2

Quant.de Fotos:
0