Loucuras de carnaval. Arrombada novamente

O carnaval é uma época maravilhosa. Eu posso me exibir à vontade porque nesta época tudo é permitido. Estou adorando esta parte de me exibir. Fomos eu e meu corninho em um bloco no litoral, os dois de biquíni, eu com uma sainha bem curta e transparente deixando meu minúsculo biquíni branco enterrado em minha bunda praticamente todo à mostra e meu corninho com um short de linho bem fino cobrindo seu biquíni, mas deixando transparecer sob o fino tecido. Estava me divertindo com meu marido me acompanhando um pouco afastado observando os olhares de cobiça dos homens sobra mim. Apesar da idade tenho um corpo atraente e cobiçado. Minhas perna e bunda chamam a atenção assim como meus seios médios pouco cobertos pelo biquíni deixando os bicos praticamente de fora. Em pouco tempo estava sendo espremida na multidão, com homens se esfregando em minha bunda e sendo bolinada também. Senti uma pessoa se esfregando em minha bunda e logo uma mão em meu seio direito. Olhei para trás e vi um moreno lindo, alto, talvez quase 1,80m que me puxou pela cintura fazendo perceber um volume duro me cutucando a bunda. Como não esbocei reação continuou me bolinando ali no meio do bloco até que foi me direcionando para fora do bloco em direção a uma rua lateral com pouco movimento querendo transar comigo em uma entrada de uma galeria que estava fechada. Juntei forças e não permiti. Ele então falou que estava no apartamento de um amigo bem perto dali e poderíamos ir até lá. Aceitei mas com a condição de levar meu marido junto. Ele ficou pálido na hora, mas o tranquilizei contando que meu marido era que me incentivava. Chegamos ao apartamento eu com os seios à mostra e ele com a sunga toda estufada com seu membro duro, praticamente não cabendo dentro da sua sunga. Já estava sentada em seu colo com ele chupando meus seios e os dedos procurando minha buceta que estava totalmente úmida facilitando a entrada dos seus dedos, primeiro um, depois dois dedos que estavam quase me fazendo gozar. Ele se levantou retirou sua sunga e ficou com seu membro em riste bem a minha frente. Segurei seu cacete sentindo toda a dureza e seu peso. A minha mão envolvia perfeitamente aquele tronco de carne. Ele vestiu uma camisinha e aproveitei para dar uma boa babada para lubrificar, se posicionou de joelhos em minha frente e foi enfiando seu membro duro que minha buceta ensopada ia agasalhando lentamente, minha buceta se esticava toda até eu sentir as bolas do seu saco pesado batendo em minha bunda. O rapaz estava afoito e começou a me penetrar com força me empurrando no sofá. Em pouco tempo estava gozando e eu sentindo seu cacete inchando em minha buceta. Votamos ao bloco e seguimos rumos diferentes. No final da tarde nos encontramos por acaso em um bar na orla da praia. Ele, que agora ficamos sabendo seu nome, Felipe estava acompanhado de dois amigos igualmente bonitos e em forma. Estavam em pé ao redor da nossa mesa até que meu marido os convidou para se juntarem a nós. Felipe se sentia todo poderoso e com a liberdade que meu corninho lhe dava já se sentia o dono da situação até que nos convidaram para tomar umas cervejas no apartamento do amigo. No apartamento eu era bolinada de todo jeito, tinha meus seios sugados cada hora por um e os dedos procurando todos os meus orifícios. Sentia dois ou três dedos alargando minha buceta toda ensopada e dois dedos alargando meu cuzinho. Me colocaram sentada no sofá e Felipe se ajeitou entre minhas pernas e começou a socar seu já conhecido cacete em minha buceta. Os outros dois aproximaram seus cacetes ao meu redor e eu comecei a punhetá-los enquanto tentava dar leves lambidas em seus cacetes. Eram dois cacetes lindos de 17 ou 18cm cada nada muito grosso, bem parecidos com o de Felipe. Felipe agora estava mais calmo e me penetrava com cadência me levando ao orgasmo e nada dele gozar. Minha buceta pegava fogo e ele continuava a penetrar até que acelerou e senti seu membro inchar dentro da minha buceta. Ele deu lugar a outro que me penetrou com vigor judiando da minha buceta que começava a arder com o contato com a camisinha. Aguentei firme até ele gozar e dar lugar ao outro rapaz. Este quando estava para gozar retirou a camisinha e gozou um mundo de porra em minha barriga atingindo meus seios e respingando até em minha boca. Pedi para tomar uma ducha e voltamos para nosso hotel onde deixei meu corno ver como estava minha buceta, toda vermelha e arrombada. Deixei meu corninho me penetrar para sentir como eu estava arrombada. Mal sentia seu pintinho que rapidamente me encheu com seu leitinho que fiz com que me chupasse sentindo o sabor de seu liquido misturado com o gosto das camisinhas que haviam me penetrado. Meu corninho submisso me chupou me fazendo gozar em sua boca até me deixar limpinha. A noite eu queria mais saímos novamente. Entramos em um bar com música ao vivo e eu de vestido bem leve pouco acima dos joelhos de calcinha enterrada aparecendo sob o vestido e com os seios livres que ficavam à mostra ao menor movimento que eu fazia me curvando para frente. Senti uma mão muito grande me envolvendo a cintura e me puxando. Quando olhei era um moreno muito grande com cara de mal. Ele só me puxou pela cintura pedindo para o acompanhar. Fomos em direção ao fundo do bar, seguindo um corredor estreito até chegar em uma edícula. Havia um sofá, algumas poltronas e cadeiras e um colchão de casal no chão. Ele falou que havia nos reparado desde cedo no bloco e sabia o que eu estava procurando. Ele soltou meu vestido fazendo cair ao chão me deixando apenas de calcinha na frente dele. Apalpou meus seios e me forçou a agachar em sua frente. Soltou sua bermuda e apareceu uma cobra preta em minha frente. Ainda estava mole, mas já devia ter quase 20cm. Tive que pegar e comecei a punhetá-lo. Aquilo foi crescendo na minha mão chegando ao ponto que minha mão não mais fechava em volta. Era muito pesado, grosso e comprido. Dava bem mais de 20cm pois eu pegava com as duas mãos e ainda sobrava cacete. Tentei colocar na boca, mas não cabia, só conseguia lamber toda sua extensão. Ele falava: baba bastante que eu vou te comer. Assim que deixei bem molhado ele me deitou no colchão e se ajeitou entre minhas pernas. Começou a forçar a cabeça, mas estava difícil. Meu corninho achou um tubo de lubrificante sobre a mesa e veio me passar um pouco. O moreno mandou meu marido ficar ao lado vendo tudo de perto. Ele forçou e a cabeça passou. Vi estrelas, minha buceta estava toda esticada, eu sentia muita dor. Coloquei minhas mãos a frente tentando conduzir a penetração, mas ele era muito forte e foi empurrando todo aquele colosso. Só sentia dor, minha buceta ardia, queimava mas ele estava insensível. Senti seu saco em minha bunda o que me trouxe algum alívio. Pelo menos eu sabia que havia entrado tudo. Quando começou a tirar minha buceta esticava toda indo junto com aquele pau enorme. Ele se virou pro meu marido e disse: vem ver sua mulher ser bem comida e arrombada. Em pouco tempo eu comecei a acostumar com aquela tora toda e estava gozando. Era uma mistura de dor e prazer, não consigo explicar. Ele ficou bombando, parecia que não iria gozar, minha buceta ardia até que senti seu pênis pulsando e me enchendo de porra. Mesmo depois de gozar ele ficou esperando seu pau amolecer para tirar. Aquilo foi me deixando uma sensação de vazio. Quando acabou de tirar, escorreu um rio de porra da minha buceta. Meu corninho não tirava o olho. Minha buceta estava toda aberta escorrendo uma cascata de porra. Sentia até um ventinho entrando de tão aberta que estava minha buceta, agora um bucetão. Meu corninho tinha abaixado um pouco sua bermuda e estava se masturbando me vendo naquele estado. O moreno mandou meu marido me comer só para sentir como havia ficado minha buceta. Meu marido teve que tirar a bermuda revelando que estava de calcinha, que o moreno não deixar tirar, e teve que me penetrar na frente dele usando a calcinha. Não sentia seu pintinho, mas meu corno gozou rapidinho. O moreno me fez vestir e mandou eu voltar no dia seguinte que eu não iria me arrepender. Saí de lá com a buceta doendo e mesmo de calcinha não parava de escorrer porra pelas minhas pernas. Tive que voltar amparada pelo meu marido até o hotel.

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico coroacasada1967

Nome do conto:
Loucuras de carnaval. Arrombada novamente

Codigo do conto:
255528

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
25/02/2026

Quant.de Votos:
4

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