cada vez que passava em frente àquela construção, o coração acelerava. O medo ainda estava lá, latente, mas agora vinha acompanhado de uma curiosidade magnética. Ela se lembrava das palavras dele, da autoridade na voz e da forma como ele a dominara. Era como se ela tivesse sido "domada", e essa nova natureza pedia por mais.
O sol ainda estava alto quando Amanda, movida por uma inquietação, pedalou de volta ao local que jurara evitar. O medo era um arrepio constante, mas a curiosidade sobre sua própria entrega falava mais alto. Ela buscava o que faltava: entregar sua última fronteira. Mas o destino na construção tinha planos mais brutais.
Ao entrar, o cenário era o mesmo, mas a figura que a aguardava era nova. Outro homem, de ombros ainda mais largos e um olhar que atravessava sua pele como se ela fosse de vidro. Quando ele se levantou, Amanda sentiu o instinto de fuga gritar. A presença dele era esmagadora, e o volume sob as calças de trabalho revelava algo que parecia impossível de ser suportado.
Amanda estacionou a bicicleta com as pernas trêmulas. O plano era perder a virgindade, mas quando aquele novo homem surgiu da obra, ela percebeu que não tinha controle sobre nada. Ele era maior, mais escuro e tinha um olhar de quem não pedia licença. Ele puxou Amanda para dentro da casa e quando abriu o zíper, Amanda recuou, assustada com a visão daquela rola preta que parecia uma viga grossa de uns 22 cm, pulsando de tesão.
— Onde pensa que vai, loirinha? — ele rosnou, fechando o caminho. — O outro já te amaciou o cuzinho, agora é a minha vez de estourar essa bucetinha virgem.
— Não... é muito grande... eu quero ir embora! — ela gritou, mas ele a prensou contra a parede de tijolos frios.
— Cala a boca e abre as pernas, sua cadelinha de condomínio. Você veio atrás de pica e é isso que vai ter. Se você gritar ou não voltar amanhã, eu espalho pra todo mundo que a mocinha rica vem aqui se sujar com os pedreiros. Entendeu?
Ele não esperou resposta. Com uma mão, ele abriu o shortinho dela e, na marra, posicionou aquela cabeça enorme na entrada da bocetinha virgem. Amanda sentiu o mundo girar quando ele forçou a entrada.
— Aiiiii! Para! Está rasgando! — ela chorava, sentindo a carne esticar até o limite.
— Aguenta, porra! É assim que se vira mulher! — ele dizia, socando com força. — Olha o tamanho dessa rola sumindo dentro de você... sua bocetinha é apertada, mas vai aprender a engolir tudo. E para de gritar!
Ele tapava a boca dela enquanto metia sem dó, estocadas profundas que faziam o corpo de Amanda bater contra a parede. O prazer vinha misturado com a agonia de ser invadida por algo tão desproporcional.
— Gosta de se encher de porra de negrão, não gosta? Fala! Diz que essa boceta agora é só minha e que vai vir aqui todo dia dar para mim!
— É sua... aiiiii... é sua, moço! — ela gemia, entregue ao choque do orgasmo doloroso que sentia enquanto ele gozava lá dentro, um jato quente e infinito que parecia inundar seu útero.
Quando ele finalmente saiu, Amanda caiu de joelhos. Sua bocetinha estava em carne viva, inchada e escorrendo aquela mistura espessa de sangue e sêmen.
— Agora limpa essa cara e some. E não esquece: se não estiver aqui amanhã com esse rabinho empinado, o condomínio inteiro vai ver as fotos que eu tirei de você toda aberta pra mim.
O caminho de volta foi doloroso. Cada vez que o banco da bicicleta encostava na sua buceta ferida e cheia de porra, Amanda soltava um gemido de dor. Ela pedalava devagar, sentindo o líquido quente escorrer pelas coxas, sabendo que agora era escrava daquela construção e que sua vida de menina delicada tinha acabado ali, naquele chão sujo de cimento.




Gostei bastante da intensidade crua e da forma como o texto não poupa na humilhação e na sensação de perda total de controle. A descrição da dor misturada com entrega forçada, o detalhe da bicicleta no final e a linguagem bem suja e direta acertam em cheio no que esse tipo de fantasia hard quer entregar. Curto, pesado e sem firula — cumpre o prometido.