Loirinha viciou em rola de negão, entrega Total- Parte 4

Amanda chega em casa em agonia, pedalando com dificuldade devido ao inchaço e ao sêmen que escorre. Ela entra escondida pelos fundos e é socorrida por Maria, que fica horrorizada com a brutalidade do estrago físico.

No banho, enquanto Maria limpa o sangue e os vestígios da agressão, Amanda confessa a chantagem e as humilhações que sofreu. Agindo rápido para evitar consequências maiores, Maria obriga a menina a tomar uma pílula do dia seguinte para evitar uma gravidez indesejada. Além disso, Maria sai escondida e compra anti-inflamatórios para reduzir a dor e o inchaço da região, e um anticoncepcional, prevendo que Amanda não conseguirá escapar dos próximos encontros.

Para despistar os pais, Maria inventa que a menina está com uma cólica forte. Deitada e medicada, Amanda sente o alívio dos remédios, mas sua mente continua presa ao trauma e ao vício daquela dominação.

No dia seguinte, mesmo com o corpo ainda dolorido e sob o efeito dos remédios de Maria, Amanda voltou à construção. A chantagem e a memória daquela dominação bruta falavam mais alto que o medo e a dor. Porém, ao cruzar o portão, ela percebeu que a situação havia escalado: não era apenas um homem à sua espera, mas três negros enormes, com presenças esmagadoras e rolas que pareciam desafiar os limites do seu corpo.

— Olha só, a loirinha veio sedenta pelo leitinho — zombou o maior deles, agarrando Amanda pelo cabelo e jogando-a de joelhos. — Hoje não tem moleza. Meus amigos aqui querem ver se essa sua bocetinha de luxo aguenta o tranco de verdade.

O ataque foi imediato e vigoroso. Sem preliminares, Amanda foi esticada sobre o sofá velho. Enquanto um enfiava a rola grossa na boca dela até o fundo, fazendo-a engasgar e lacrimejar, o outro abria suas nádegas com as mãos sujas de cimento e enfiava toda a cabeça da rola no seu cuzinho ainda sensível. O terceiro esperava, socando a própria rola e sujando o rosto da menina com gotas de pré-gozo.

— Engole tudo, sua vadiazinha! — o que estava atrás gritava, dando estocadas secas que faziam o corpo de Amanda quicar no estofado podre. — Quero ver se você é gulosa mesmo!

A cena era de pura selvajaria. Ela era jogada de um lado para o outro, sendo penetrada em todos os buracos com uma força que parecia querer partilha ao meio. O som da buceta batendo com força, os gemidos de dor abafados pelas rolas que entravam em sua boca e as palavras sujas que eles vomitavam no seu ouvido criaram um ambiente de perdição total. Amanda sentia que estava sendo arrombada por completo; sua bocetinha latejava e seu cu parecia não ter mais fim.

O esforço foi tanto que, após receber jatos sucessivos de porra quente dentro da boca, no fundo do útero e no intestino, o corpo de Amanda desligou. Ela desmaiou de tanta dor e prazer, mergulhando na escuridão enquanto ainda era usada.

Ao recobrar o sentido, toda lambuzada e com a bucetinha e cuzinho em carne viva, ela olhou para os três e aceitou sua nova condição de escrava:

— Por favor... eu dou para todos vocês... para quem vocês quiserem trazer, mas preciso me recuperar, me deem pelo menos três dias — ela implorou, a voz quase sumida. — Podem me usar como um depósito de porra depois disso... e por favor guardem o meu segredo se quiserem mais.

Os homens riram, limpando o resto de sêmen na pele pálida da loirinha, que agora sabia: ela pertencia ao negros.

Após três dias de repouso absoluto, nos quais os anti-inflamatórios e as pomadas de Maria ajudaram a desinchar as feridas e acalmar o latejar constante, Amanda sentiu o despertar de uma nova e perigosa disposição. O medo inicial havia sido substituído por uma ansiedade corrosiva. Ela não era mais a mocinha delicada do condomínio; algo nela havia sido quebrado e reconstruído com o desejo da submissão.

Amanda estabeleceu uma rotina implacável. Todos os dias, no mesmo horário, ela saía para sua suposta "pedalada". No entanto, os trajes haviam mudado. Ela passou a usar os shorts mais curtos que possuía, aqueles que mal cobriam as polpas da bunda, e aboliu o uso de calcinhas. A sensação do vento e do banco da bicicleta diretamente contra sua bocetinha ainda sensível servia como um prelúdio para o que encontraria na obra.

Ao chegar na construção, ela já não esperava ser puxada; ela entrava com o olhar baixo, mas os lábios entreabertos. Os pedreiros já a aguardavam como donos de uma propriedade.

— Olha lá, a nossa putinha chegou no horário — dizia o líder, vendo-a estacionar a bicicleta com as pernas já entreabertas.

O sofá velho da construção tornou-se o seu altar de humilhação. Sem a proteção de qualquer peça íntima, Amanda se oferecia prontamente. A rotina era bruta e vigorosa: ela passava de mão em mão, sendo usada por turnos. Enquanto um trabalhava em sua boca, outros dois disputavam sua boceta e seu cuzinho, ainda se acostumando ao tamanho desproporcional daquelas rolas enormes e escuras que haviam tirado sua virgindade e a arrombavam diariamente.

As sessões eram regadas a diálogos cada vez mais sujos. Eles a chamavam de "loirinha apertada" e "putinha de obra", enquanto socavam com força total, sem medo de machucá-la. Amanda gemia alto, não mais apenas de dor, mas de uma entrega total. Ela aprendeu a engolir cada jato de porra sem engasgar e a manter o rabo empinado enquanto era estocada por horas, sentindo o suor e o cheiro forte dos homens impregnarem sua pele.

Ao cair de cada tarde, Amanda pedalava de volta em transe, sentindo a porra espessa transbordar e escorrer sem parar por sua bocetinha e pelo seu cuzinho arrombado. Maria a recebia com um olhar carregado de reprovação, mas mantinha o pacto de silêncio enquanto a via caminhar com dificuldade. Já debaixo do chuveiro, Amanda observava o sêmen de vários homens diferentes rodopiar pelo ralo, mas, mesmo limpando-se por fora, sua mente continuava escravizada e preenchida pela memória daquelas rolas enormes.

Ela agora era, em corpo e mente, a puta particular daquela construção. A chantagem inicial tornou-se apenas a desculpa que ela usava para si mesma, pois a verdade era que ela já não conseguia passar um único dia sem sentir o peso daquelas rolas enormes a reivindicando como posse.

Foto 1 do Conto erotico: Loirinha viciou em rola de negão, entrega Total- Parte 4

Foto 2 do Conto erotico: Loirinha viciou em rola de negão, entrega Total- Parte 4

Foto 3 do Conto erotico: Loirinha viciou em rola de negão, entrega Total- Parte 4

Foto 4 do Conto erotico: Loirinha viciou em rola de negão, entrega Total- Parte 4


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook

Comentários


foto perfil usuario fodegostoso

fodegostoso Comentou em 15/01/2026

A loirinha literalmente viciou nos negoes virou a puta deles será que até hj ainda e puta de negão essa safada




Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


252230 - O Ciclo das putas: de filha para mãe - parte 5 - Categoria: Interrraciais - Votos: 2
252214 - Loirinha desvirginada pelo negrão, o caminho sem volta - Parte 3 - Categoria: Interrraciais - Votos: 7
252172 - Loirinha sendo domada pelo negrão tarado da construção - Parte 2 - Categoria: Interrraciais - Votos: 9
252171 - Loirinha virgem e o negrão tarado na construção - Categoria: Virgens - Votos: 8
252170 - Loirinha mimada e o negrão borracheiro - Categoria: Interrraciais - Votos: 7

Ficha do conto

Foto Perfil bucetinhaapertada18
bucetinhaapertada18

Nome do conto:
Loirinha viciou em rola de negão, entrega Total- Parte 4

Codigo do conto:
252229

Categoria:
Interrraciais

Data da Publicação:
15/01/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
4