O Ciclo das putas: de filha para mãe - parte 5

Eu já tinha me acostumado ao arrombamento diário, mas nada me preparou para o que aconteceu quando um quarto homem surgiu na construção. Ele era uma sombra colossal, e o que ele exibia entre as pernas era algo que desafiava a anatomia humana: uma rola ainda maior, um tronco escuro e latejante que fazia as outras parecerem pequenas. No momento em que ele me prensou contra os tijolos e forçou a entrada, eu senti meu corpo ser partido ao meio. A dor foi dilacerante e, mesmo depois de dias de cicatrização, eu senti minha bocetinha sangrar novamente, o sangue vivo escorrendo e se misturando à lubrificação escassa.

— Chora, vadia! — ele rosnava, enquanto socava com uma força brutal, ignorando meus gritos. — Essa bucetinha de luxo vai ter que aprender a esticar para o novo dono.

Eu tive um orgasmo violento em meio ao sangramento, o corpo entrando em choque enquanto ele descarregava uma quantidade absurda de porra quente dentro de mim, me deixando tão cheia que eu mal conseguia fechar as pernas.

O que eu não esperava era que minha mãe, desconfiada das minhas saídas e das conversas sussurradas com Maria, decidisse me seguir. Ela invadiu a obra com um grito de horror, mas o som morreu na garganta quando os três negros a cercaram. A elegância dela foi destruída em segundos. Eles a agarraram com a mesma brutalidade, rasgando suas roupas caras de grife.

— Então a madame veio buscar a filhinha? — debochou o líder. — Vai aproveitar e ver por que ela não sai mais daqui.

Minha mãe lutou, mas foi subjugada pela força esmagadora. Ela foi jogada no mesmo sofá imundo e servida como um banquete. Eu assisti, trêmula e excitada, enquanto ela era arrombada por aquelas rolas colossais. O grito dela quando a rola maior a invadiu foi idêntico ao meu; eu vi o sangue escorrer pelas pernas dela enquanto sua resistência se quebrava. Ela foi usada sem piedade, alternando entre a boca, a boceta e o cuzinho, até que seus olhos reviraram de prazer e dor, e ela também se entregou, aceitando seu destino como puta de negão.

Ao final da tarde, a cena era de devastação. Estávamos as duas jogadas no chão sujo, completamente lambuzadas com muita porra espessa que transbordava de todos os nossos buracos. Nossos corpos estavam marcados e nossas bocetas sangrando, feridas pela desproporção daqueles membros.

Voltamos para casa juntas, pedalando devagar sob o sol poente, sentindo o sêmen secar e a carne arder. Não havia mais segredo entre nós, apenas o pacto silencioso de que, no dia seguinte, retornaríamos para sermos arrombadas juntas. Agora, a mansão não era mais nosso refúgio; éramos apenas duas escravas esperando a hora de voltar para os nossos donos na obra.

Foto 1 do Conto erotico: O Ciclo das putas: de filha para mãe - parte 5

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Comentários


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jmgaucho Comentou em 15/01/2026

Que putinha safada




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Ficha do conto

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Nome do conto:
O Ciclo das putas: de filha para mãe - parte 5

Codigo do conto:
252230

Categoria:
Interrraciais

Data da Publicação:
15/01/2026

Quant.de Votos:
2

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3