Naquela sexta, era a vez da casa do Ricardo de novo. O ar estava quente, úmido, como sempre no verão brasileiro. Cheguei suando em bicas, minha camisa grudada no peito peludo e nas dobras da barriga. Pedro já estava lá, com uma camiseta apertada que mal cobria sua pança, bebendo cerveja direto da lata. Marcos chegou logo depois, carregando uma caixa de bebidas, seu corpo enorme ocupando a porta inteira. Tiago trouxe pizzas e salgadinhos – ele sempre exagera na comida, e a gente devora tudo. Ricardo, o anfitrião, estava na sala, espalhado no sofá, com shorts folgados que deixavam suas pernas grossas à mostra, já com uma garrafa de cachaça na mão.
Começamos com um jogo de tabuleiro simples, mas as cervejas foram descendo rápido. O suor escorria por nossos corpos, misturando-se ao cheiro de pizza e álcool. Eu sentia minhas axilas molhadas, o suor pingando pelas costas, e via o mesmo nos outros: Pedro limpava o rosto com a manga da camisa, Marcos ria alto enquanto gotas escorriam pelo seu pescoço, Tiago comia vorazmente, sujando a boca de molho, e Ricardo, o mais velho, já estava com a barriga exposta, coçando-a preguiçosamente. A conversa virou para sexo, como sempre. Falamos de nossas fantasias, de noites passadas com caras magros que não aguentavam nosso peso, e rimos das histórias de orgias que nunca aconteceram.
Alguém – acho que foi o Marcos – sugeriu strip poker. "Vamos tornar isso interessante", ele disse, piscando com seus olhos maliciosos. A gente topou na hora, embriagados o suficiente para não pensar duas vezes. Tiramos as cartas, e as regras eram simples: quem perdesse a rodada tirava uma peça de roupa. O quarto estava abafado, o ventilador girando devagar, e o suor só aumentava. Eu perdi a primeira rodada e tirei a camisa, revelando minha barriga peluda e suada. Pedro riu e me chamou de "urso gostoso", mas logo perdeu e tirou os tênis. Marcos foi o próximo, tirando a calça e ficando de cueca, sua bunda enorme mal contida no tecido.
À medida que as rodadas avançavam, a bebedeira nos deixava soltos. Ricardo perdeu e tirou os shorts, revelando um pau semi-ereto sob a cueca fina, e o suor escorrendo pelas suas coxas grossas. Tiago, o cozinheiro, perdeu várias vezes e logo estava nu, sua barriga imensa balançando enquanto ele ria, o suor pingando no chão. O cheiro no ar era intenso: suor masculino, misturado a cerveja e comida. Eu sentia minha bexiga cheia das latas que bebi, e via nos olhos dos outros que eles estavam na mesma.
Quando todos estávamos nus ou quase, o poker virou uma desculpa. Pedro, o mais novo, se inclinou para frente e beijou Marcos, suas barrigas colidindo com um som úmido. Eu me juntei, lambendo o suor do pescoço de Tiago, sentindo o salgado na língua. Ricardo nos puxou para o sofá, e logo estávamos uns sobre os outros, mãos gordas explorando dobras suadas, paus endurecendo contra peles molhadas. O suor escorria como rios: do meu peito para a barriga de Pedro, das costas de Marcos para o chão. Alguém – Tiago, acho – sugeriu "chuva dourada", e a ideia nos excitou. Pedro se deitou no chão, e eu me posicionei acima dele, mijando devagar no seu peito. O jato quente e amarelo escorreu pela sua barriga, misturando-se ao suor, e ele gemeu, masturbando-se enquanto bebia um pouco que pingava na boca.
Marcos se juntou, mijando nas costas de Ricardo, que ria rouco enquanto o líquido quente escorria pelas suas nádegas peludas. O cheiro de urina encheu o ar, forte e animalesco, nos deixando mais selvagens. Tiago pegou uma fatia de pizza que sobrou na mesa e a esfregou na barriga suada e mijada de Pedro, misturando molho, queijo e urina. "Coma isso", ele disse, e Pedro mordeu, mastigando a comida suja enquanto nós assistíamos, excitados. O scat veio natural: Ricardo, o mais velho, se agachou sobre a barriga de Tiago e soltou um cocô mole, espalhando-o com as mãos nas dobras do amigo. Tiago pegou um pedaço e misturou com mais pizza, comendo devagar, os olhos vidrados de prazer. O cheiro era podre, misturado a suor e urina, mas nos levava ao delírio. Eu lambi o suor e a merda das coxas de Marcos, sentindo o gosto amargo e salgado na boca.
Foi aí que a porta se abriu. O avô de Pedro, o senhor Alberto, um homem de uns 75 anos, gordo como nós – uns 180 quilos, barriga pendurada e peludo – entrou. Ele morava na casa ao lado e veio ver o barulho. Pedro corou, mas o velho sorriu, seus olhos brilhando. "O que é isso aqui, netinho?", ele disse, mas em vez de ir embora, tirou a camisa, revelando um corpo envelhecido mas ainda forte. Pedro, embriagado e excitado, puxou o avô para o meio. "Vem, vô", ele murmurou, e o velho se juntou, mijando primeiro no peito do neto. O jato era forte, quente, escorrendo pela barriga de Pedro enquanto eu assistia, masturbando-me.
A orgia explodiu. Eu montei em Tiago, meu pau entrando nele enquanto suor e urina escorriam pelas nossas costas. Marcos chupava Ricardo, lambendo o suor das bolas dele, e Pedro se deitava sob o avô, chupando o pau envelhecido enquanto o velho mijava na sua boca, um jato controlado que Pedro engolia com gemidos. O incesto era cru: Pedro cavalgava o avô, suas barrigas colidindo, suor pingando, e o velho espalhava merda das próprias nádegas no peito do neto, misturando com comida sobrada – salgadinhos esmagados e sujos. Tiago comeu um pedaço dessa mistura, lambendo do corpo de Pedro, enquanto eu mijava nas costas do avô, sentindo o calor escorrer para o chão.
Nós nos revezamos: eu comi o avô enquanto Pedro lambia meu suor, Marcos espalhava scat na barriga de todos com fatias de pizza, e Ricardo mijava em círculos, uma chuva dourada coletiva que nos encharcava. O chão estava escorregadio de urina, suor e merda, o ar fedendo a sexo animal. Gozamos um após o outro – eu dentro de Tiago, Pedro no rosto do avô, Marcos na boca de Ricardo. Exaustos, nos deitamos no meio da bagunça, corpos gordos entrelaçados, suados e sujos, rindo baixinho enquanto o suor secava em nossas peles.
Aquela noite mudou tudo. Continuamos nossas noites de jogos, mas agora com um toque extra – e o avô de Pedro se tornou o sexto membro do grupo.

