Meu verão com o professor Cláudio

Pessoal criei mais um conto delicioso pra vcs! Espero que gostem.
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O ar-condicionado da faculdade nunca funcionava direito no andar dos professores. Em noites quentes de fevereiro, a sala 312 virava uma estufa lenta. O professor Cláudio — 47 anos, barriga redonda que transbordava por cima do cinto, peitos pesados que balançavam sob a camisa social mal abotoada, coxas grossas que roçavam uma na outra a cada passo, e sobretudo aquela bunda monumental, duas luas cheias que pareciam desafiar a gravidade mesmo carregando tanto peso — simplesmente existia ali, corrigindo provas na mesa dele.

Gabriel entrava na sala sempre com a mesma desculpa: tirar dúvida sobre o trabalho final. Sempre depois das 21h, quando o prédio já estava quase vazio. Ele nem tentava disfarçar mais. Sentava na carteira da frente, pernas abertas, olhar fixo no professor enquanto este se inclinava sobre a mesa para apontar algo no papel. Era o suficiente.

Cláudio não precisava falar nada sedutor. Bastava respirar fundo, o tecido da camisa colando no suor que escorria entre os peitos fartos, ou virar de lado para pegar um livro na estante baixa — e a calça social fina esticava obscenamente sobre as nádegas redondas, revelando a linha funda da bunda, o tecido marcando o sulco úmido que nunca secava completamente no calor. Gabriel já sentia o cheiro antes mesmo de chegar perto: um aroma denso, animal, de suor masculino maduro misturado com o leve almíscar natural que saía daquela região tão farta.

Naquela noite o professor nem fingiu surpresa quando Gabriel trancou a porta sem pedir permissão.

— Você de novo… — murmurou Cláudio, voz grave, quase rouca do calor. Ele não se levantou. Apenas abriu um pouco mais as pernas sob a mesa, a barriga repousando entre elas como uma almofada viva.

Gabriel se aproximou devagar, ajoelhou-se entre as coxas grossas do professor. Não houve beijo de cinema. Apenas o rosto dele afundando direto na virilha quente, cheirando por cima da calça. Cláudio soltou um suspiro longo, quase aliviado, e passou a mão gorda nos cabelos do garoto.

— Você não tem noção do quanto eu penso em você… — confessou baixo, quase envergonhado. — Todo dia. Toda aula. Imaginando você aqui, exatamente assim.

Gabriel ergueu os olhos, pupilas dilatadas.

— Eu sei. Eu sinto. Eu vejo toda vez que o senhor senta e a calça marca… aquilo ali atrás. Molhado. Sempre molhado.

Cláudio corou, mas não negou. Levantou devagar, virou de costas, apoiou as mãos na mesa. A bunda enorme ficou na altura perfeita do rosto de Gabriel. Ele apenas abaixou a calça e a cueca até o meio das coxas — não precisou tirar tudo. O tecido ficou preso logo abaixo das nádegas, espremendo ainda mais a carne farta.

O ânus apareceu: gordo, inchado de calor, brilhando de suor acumulado, um anel escuro e generoso que pulsava levemente. O cheiro subiu forte, denso, uma mistura de suor, pele quente e algo mais íntimo, mais proibido. Gabriel gemeu alto antes mesmo de encostar a língua.

Ele lambeu devagar, como se estivesse saboreando um doce caro. Cláudio tremia inteiro, barriga balançando, peitos pesados subindo e descendo rápido.

— Meu Deus… menino… assim você me mata…

Gabriel não respondeu. Apenas empurrou a língua mais fundo, sentindo o anel abrir, quente, escorregadio. O suor escorria pela língua dele, salgado, quase doce de tão concentrado. Ele estava louco. O professor inteiro era uma overdose sensorial: a carne macia das nádegas esmagando seu rosto, o peso da barriga roçando sua testa, o cheiro forte subindo pelas narinas.

Cláudio se virou de novo, sentou na beira da mesa, pernas abertas. O pinto pequeno, quase escondido na dobra da barriga, estava duríssimo, pingando. Gabriel o engoliu inteiro sem dificuldade — era pequeno o suficiente para desaparecer na boca quente. Enquanto chupava, Cláudio acariciava os próprios peitos, apertando os mamilos grossos.

— Gabriel… eu preciso te contar uma coisa… — a voz saiu trêmula. — Uma coisa que eu escondo faz tempo. Eu… eu quero me aliviar em você. Tudo. Quero mijar na sua boca. Quero… cagar na sua boca. Quero que você engula tudo que sair de mim. Eu sonho com isso toda noite.

Gabriel parou, ergueu o rosto brilhando de saliva e suor. Seus olhos estavam vidrados, quase febris.

— Então faz. Agora.

Cláudio respirou fundo, trêmulo. Fez Gabriel deitar de costas no chão frio da sala. Posicionou-se em pé sobre o rosto dele, nádegas abertas com as próprias mãos. Primeiro veio o jato quente e forte de urina, amarelo-escuro, direto na boca aberta. Gabriel engolia rápido, sem derramar quase nada, gemendo de tesão.

Depois o professor se agachou mais. O ânus se abriu devagar, inchado, vermelho. Um pedaço grosso e macio começou a sair, escuro, quente. Gabriel recebeu na boca como se fosse um presente. Mastigou devagar, sentindo o sabor forte, terroso, proibido. Cláudio gemia alto, aliviado e excitado ao mesmo tempo, enquanto se masturbava o pau pequeno com força.

Quando terminou, limpou o resto com a língua do próprio aluno, esfregando o ânus suado e sujo na cara dele até ficar limpo. Depois se deitou ao lado, ofegante.

Gabriel virou de lado, beijou a boca do professor — os dois com gosto de tudo aquilo. Ficaram abraçados no chão, barriga gorda contra corpo magro e jovem, suor misturado, cheiros misturados.

— Eu te amo, professor… — sussurrou Gabriel, lambendo o suor que escorria do pescoço grosso dele.

Cláudio apertou o garoto contra si, os peitos fartos esmagando o peito dele.

— Eu também, menino. Faz tempo. Muito tempo.

Gabriel e Cláudio — ou Carlos, como ele o chamava nos momentos íntimos, sussurrando no ouvido suado dele — construíram um romance que ia além do tesão inicial. Era algo profundo, como um rio calmo que esconde correntezas fortes. Eles se viam todos os dias agora: Gabriel largou o dormitório da faculdade para morar no apartamento pequeno de Carlos, no centro da cidade. Ali, o ar era sempre quente, impregnado do cheiro deles dois misturados — suor, sêmen, urina e algo mais terroso, mais proibido.

Carlos cuidava de Gabriel como se ele fosse uma joia rara. Fazia café da manhã todo dia, com ovos mexidos e frutas, enquanto Gabriel ainda estava na cama, nu e preguiçoso. Gabriel retribuía massageando as costas largas de Carlos depois de um dia de aulas, apertando as dobras da barriga farta, beijando cada centímetro da pele escura e brilhante de suor. Eles conversavam por horas: sobre livros, sobre sonhos, sobre como o amor deles era uma rebelião contra o mundo que dizia que corpos como o de Carlos não mereciam desejo, e que fetiches como os deles não mereciam espaço.

Mas o amor deles era cru, sem filtros. Eles se aliviavam juntos, transformando necessidades básicas em atos de intimidade. Às noites, na cama king size que rangia sob o peso de Carlos, eles urinavam um no outro sem vergonha. Gabriel deitava de costas, Carlos se posicionava em cima, barriga pesada pressionando as coxas dele, e deixava o jato quente e amarelo escorrer pelo peito de Gabriel, pela barriga, até molhar os lençóis. Gabriel gemia, sentindo o calor se espalhar, e retribuía: virava Carlos de lado, segurava o pau pequeno e mirava no ânus dele, mijando devagar para dentro, misturando com o suor acumulado. "É nosso, amor", sussurrava Gabriel, lambendo o resto da pele molhada. "Tudo nosso."

Defecar era ainda mais sagrado. Eles faziam juntos, nos fins de semana preguiçosos. Carlos se agachava sobre o peito de Gabriel, nádegas monumentais abertas, e soltava devagar — um pedaço grosso, macio, quente caindo direto na pele dele. Gabriel não se mexia; apenas olhava com olhos cheios de amor, sentindo o peso e o cheiro forte envolverem os dois. Depois, Gabriel se aliviava na barriga de Carlos, esfregando o próprio corpo para espalhar, e eles comiam juntos, devagar, bocados compartilhados em beijos longos. "Você me completa", dizia Carlos, voz rouca de emoção, enquanto limpavam um ao outro com línguas e mãos. Era alívio mútuo, uma forma de dizer "eu te aceito inteiro, sem partes ruins".

Uma tarde, no shopping lotado do centro, o amor deles ganhou uma camada nova — selvagem, pública, mas ainda romântica. Eles estavam comprando roupas para Carlos (calças que acomodassem a bunda gigante dele), quando o desejo bateu forte. No banheiro masculino, amplo e mal iluminado, Carlos puxou Gabriel para um cubículo apertado. "Preciso de você agora, meu menino", murmurou, voz grave e urgente.

Gabriel não resistiu. Carlos o empurrou contra a parede fria, mãos gordas explorando o corpo magro dele como se fosse um brinquedo. Acariciou o peito, apertou os mamilos até Gabriel gemer, desceu para a virilha e mamou o pau dele com fome — boca quente, úmida, engolindo inteiro enquanto a barriga de Carlos pressionava as coxas de Gabriel. Ele abusava do corpo do namorado com carinho possessivo: lambia as bolas, enfiava dedos grossos no ânus dele, tudo enquanto sussurrava "Você é meu, só meu".

Mas não estavam sozinhos. A porta do cubículo estava entreaberta, e dois homens gordos — um com barriga pendurada como a de Carlos, o outro com peitos fartos suados — entraram no banheiro e viram. Em vez de fugir, eles se aproximaram, olhos brilhando de tesão. "Que delícia", murmurou um, mão na própria virilha. O outro se encostou na parede, assistindo enquanto masturbava devagar. Carlos não parou; ao contrário, sorriu e acenou para eles se juntarem.

Os estranhos se aproximaram, mãos gordas e suadas tocando Gabriel — um acariciava as costas dele, o outro apertava a bunda enquanto Carlos continuava mamando. Gabriel tremia, excitado e amado, sentindo o corpo abusado por aquelas mãos pesadas. Um dos homens mijou no chão ao lado, o cheiro subindo, e Carlos gemeu de aprovação, lambendo mais forte. Foi rápido, intenso: Gabriel gozou na boca de Carlos, que engoliu tudo e depois beijou o namorado, compartilhando o gosto.

Saindo do banheiro, de mãos dadas, Carlos apertou a palma de Gabriel. "Foi louco, né? Mas eu te amo mais por isso. Por dividir comigo sem medo." Gabriel sorriu, coração cheio. "Eu também, Carlos. Você me faz sentir vivo. Seguro."

De volta ao apartamento, eles se deitaram na cama molhada de urina da noite anterior, abraçados. Carlos passou a mão na barriga de Gabriel, agora marcada por eles dois. "Promete que é pra sempre?", perguntou baixinho. Gabriel beijou os peitos fartos dele. "Pra sempre, amor. Nosso romance é assim: sujo, verdadeiro, eterno." E ali, no cheiro deles, no peso um do outro, o amor se reforçava — não apesar dos fetiches, mas por causa deles.
                                

Foto 1 do Conto erotico: Meu verão com o professor Cláudio


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Ficha do conto

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goiabadda

Nome do conto:
Meu verão com o professor Cláudio

Codigo do conto:
253327

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
28/01/2026

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