Cordeiro vira banquete em festa de lobos

Cordeiro vira banquete em festa de lobos
Fui retomando a consciência, ou melhor, uma ínfima parte do que sobrou dela, aos poucos com os raios do sol batendo na minha cara. Não saberia dizer se minha alma ainda habitava um corpo, pois não o sentia, não ao menos como deveria. Por alguma razão meu cérebro confuso me dizia que era eu, nada além disso. Havia uma reviravolta dentro da minha cabeça dolorida e outra no meu estômago a me provocar engulhos. Relutei em abrir os olhos que pareciam estar imersos em areia. Quando o fiz, a claridade que penetrou através deles se assemelhava a dardos sendo enfiados neles, o que me levou a os fechar instintivamente para me poupar daquela dor. Por falar em dor, eu tinha a impressão de haver centenas delas espalhadas pelo corpo, umas mais pungentes, outras incapacitantes.
Eu só gostaria de saber onde estava, que lugar era aquele onde me encontrava deitado sobre uma superfície dura que exacerbava as dores que estava sentindo. E então, veio o mais aterrador, nu, pelado. Sim, eu estava completamente nu e não fazia ideia do porquê. Essa constatação pavorosa me forçou a abrir os olhos apesar do incômodo que isso me causou. Outra imagem horripilante se abriu diante deles. Meu corpo estava entrelaçado ao de um sujeito também completamente nu parcialmente deitado sobre mim, o que fez com que me arrastasse para longe dele, fazendo-o grunhir e resmungar algo ininteligível.
Quando tentei me levantar, tudo à minha volta começou a girar como se eu estivesse num carrossel. Fui engatinhando sem rumo e sem desconfiar de onde estava. Um campo de batalha talvez? Quem sabe, já que havia pelo menos mais um tanto de corpos espalhados pelo ambiente e, não diferente de mim, também estavam pelados parecendo tão mortos quanto eu, embora alguns se movessem com trejeitos descoordenados. No meu engatinhar à esmo, cheguei próximo ao de uma garota e, para meu horror me deparei com sua boceta, in natura, ao vivo, e não numa fotografia ou desenho onde só as tinha visto até então, e criado aversão a elas. Seu formato me lembrava o de um mexilhão fora da concha, e como eu detestava mexilhões, transferi essa aversão às vaginas. Porém, nem tudo se parecia com um filme de terror. Os corpos inconscientes de alguns rapagões sexys com seus pauzões e bolas expostos serviam de colírio para os olhos. Foi nesse instante que voltei a focar no sujeito do qual saí debaixo e constatei que era dono de um desse esplendidos e enormes pauzões. Um arrepio atravessou minha coluna feito um raio, indo parar no final dela, mais precisamente entre as bandas da minha bunda, de onde vinha um ardor e uma dor azucrinantes.
Por mais esforço que fizesse, não encontrava uma explicação para todo aquele caos angustiante. As sinapses do meu cérebro pareciam não estar funcionando, ou estavam em curto. Isso me levou a demorar a identificar a origem daquele ardor e daquela dor no meu cuzinho; mas quando senti algo estranho se movendo dentro dele enquanto engatinhava pelo chão, quase tive uma síncope. Puxei lá de dentro um cacetão enorme de borracha com direito a um escroto tão grande quanto preso a sua base. O troço ainda pingava um líquido leitoso e pegajoso, que devia ser o mesmo que estava me dando a impressão de estar com cu encharcado. Como essa porra foi parar dentro do meu cu? Era a pergunta que não calava quando o segurava em minha mão tentando entender o que havia se passado. Logo vieram outras sensações. Tinha uma meleca endurecida e grudada ao redor da minha boca; dentro dela a situação não era muito melhor, um gosto esquisito e um bafo de urubu vinham dela. Vai saber que porra eu andei engolindo, pensei, antes de chegar à conclusão que foi exatamente isso que devo ter engolido.
Com a mente ainda embaralhada, vi alguns daqueles corpos ganhando vida, se movendo sem coordenação motora à minha semelhança e voltando de um torpor que os deixava com as mesmas dúvidas que pairavam na minha cabeça. Quanto mais lúcido ficava, mais urgente se fazia encontrar as minhas roupas em meio aquele campo de batalha onde garrafas vazias, latinhas gotejando restos do conteúdo, copos descartáveis entornados sobre a mobília, calças do avesso, camisetas, cuecas, calcinhas e o que mais se pudesse supor se espalhavam por todo canto. Procurei em vão pelas minhas roupas no meio daquela bagunça, não as encontrando. O celular, onde foi parar o caralho do meu celular? A cada constatação dessas que se aclarava no meu cérebro eu recebia como que um choque de realidade. Vasculhei por tudo à procura dele, já que é impossível sobreviver sem o celular, minha vida inteira estava na memória dele que, com certeza e seja lá onde ele estivesse, devia estar em melhores condições que a minha nesse momento. Na procura agoniada acabei encontrando dois. Será que eu tinha sido abduzido para um planeta onde as coisas se duplicam, já que não era apenas meu celular que se transformou em dois idênticos, mas outro tanto de imagens borradas que apareciam diante dos meus olhos.
Por via das dúvidas, me apossei dos dois, o que estava no chão perto do cara que, sabe-se lá porque cargas d’água, tinha se deitado sobre mim, e o que estava entalado entre o assento e a lateral de um sofá de couro. Ao tatear para soltá-lo, a textura do couro me pareceu familiar, como se minha pele já tivesse estado em contato com ela, embora fosse impossível dizer quando, como e porquê. Eu não conseguia me firmar sobre as próprias pernas, a cada tentativa cambaleava e tinha que me segurar em alguma coisa para não voltar a desabar no chão duro. Foi uma luta chegar a uma das janelas, me pendurar no cortinado fino e quase transparente de voil de uma delas até o arrancar do varão onde estava preso. Enrolei-o ao corpo no estilo daquelas túnicas que os gregos e romanos usavam antigamente, pois não podia sair dali nu como vim ao mundo. Se bem que a transparência do tecido não escondia muita coisa.
Encontrar a saída daquele inferno de Dante foi outra batalha que travei com minhas pernas cambaleantes que teimavam em não me obedecer. Ao passar por ela e ganhar a rua, um flash acendeu um pouco da minha memória. Não estive num campo de batalha, por mais parecido que fosse, não estive no inferno de Dante, estava numa festa de uma das repúblicas de estudantes de engenharia da universidade, o que, no fundo era o mesmo que estar no inferno.
As telas de ambos celulares me mostravam que passava quase meia hora do meio-dia. Por que eu estava com dois celulares? Do que interessa isso agora, se você nem ao menos se lembra onde mora, cacete? Fui me arrastando até uma praça, os transeuntes que encontrava pelo caminho, felizmente poucos, me encaravam como se eu tivesse acabado de cair do céu, com aquela túnica fina mal escondendo minhas partes pudendas e a pele clarinha ao redor dos peitos marcadas por mordidas, chupões e hematomas.
- Esse deve ter vindo diretamente de um bacanal romano! – exclamou uma senhora esquelética que passou por mim acompanhada de um gordinho baixinho que me encarou com desprezo. – Essa juventude está perdida, uma geração de pervertidos! – acrescentou o baixinho enfezado.
Sim, é claro, você está certa velhota! Disse minha mente, onde os neurônios pareciam estar voltando a funcionar. A festa na república de estudantes de engenharia onde você não deveria ter ido e que vai acabar te trazendo mais problemas, é só esperar Denny. Umas poucas centenas de metros adiante, quando estava para contornar a esquina, eis que uma viatura policial se emparelha comigo. De nada adiantou em fingir que não os vi, nem ouvi quando o policial que me encarava me mandou parar. Ambos desceram da viatura e me abordaram; mandaram que colocasse os braços sobre o capô e abrisse as pernas. Isso estava começando a virar rotina, um macho me mandar abrir as pernas, só que dessa vez a intenção dele era outra, embora ao me revistar enfiando a mãozona debaixo da vestimenta improvisada, acabou tateando onde não devia por mais tempo que o exigido pelo protocolo, o que me levou a gemer quando tocou no meu cuzinho inchado e arreganhado. Passei pelo interrogatório de praxe, nome, documentos, endereço, para onde estava indo naquelas condições quase pelado, de onde vinha, se havia feito uso de drogas, o que fazia ali naquele horário fantasiado de senador romano e por aí vai. Respondi, diligentemente e com a maior clareza que minha mente entorpecida conseguia, às perguntas que me faziam, enquanto seus olhares focavam minha tetinha direita, com o mamilo bastante inchado e cercado de manchas vermelho arroxeadas nas quais se podia identificar com perfeição as marcas dos dentes que a morderam. Isso parece os ter deixado excitados, pois ambos, em dado momento, tiveram que apertar acintosamente os volumões que tinham entre as pernas. Como estava sem os documentos de identidade, tive que implorar para não me levarem a uma delegacia. Ao se mostrarem intransigentes e nada sensibilizados com a minha condição, cometi outro erro fatal.
- Faço um boquete bem gostoso nos dois se não me levarem para a delegacia! – segundos depois estavam me enfiando dentro da viatura.
Virei a atração dentro da delegacia com aquela cortina fina mal escondendo minhas partes pudendas, esperando sentado a um canto perto de um sargento parrudão e mal encarado, aguardando agoniado que o Mike trouxesse minha identidade para provar ao delegado que eu não era nenhum delinquente, mas tão somente um universitário que acabara de sair de um bacanal estudantil.
O Glenn havia te proibido de ir sem que ele também fosse, mas você não obedeceu e pode estar certo que vai pagar por isso, dizia minha consciência. Glenn é meu cadete aviador, possessivo e ciumento, que depois de ter enfiado a estrovenga cavalar dele no meu cuzinho por algumas vezes, se achava dono de mim e de tudo que eu podia ou não fazer, e era isso que me dava a certeza daquela história não acabar por ali. Passados alguns dias, eu ainda não sabia ao certo como cheguei em casa são e salvo, embora com o corpo todo marcado por recordações daquela festa. Enquanto isso, esperava o momento certo, se é que havia um, para contar ao Glenn que tinha ido à festa.
Para entender como cheguei a essa situação esdrúxula, é preciso voltar no tempo, bem antes de eu entrar na universidade no curso de arquitetura aos dezoito anos. Caçula de quatro filhos, fui o mais mimado, protegido e poupado da casa. Quem não se achava no direito de zoar comigo, se achava no direito de me dar ordens no intuito de me proteger de tudo e de todos num lar de classe média alta que me proveu do bom e do melhor. Até chegar à universidade eu não sabia nada do mundo, embora já tivesse viajado por uma boa porção dele, e ainda continuava não sabendo muita coisa; embora, se me perguntassem, eu jamais o confessaria. Não sabia nada sobre as pessoas, seu caráter, suas malícias, sua crueldade, pois sempre me pouparam desse tipo de gente. Quando a porta da gaiola se abriu, e eu, um passarinho, ingênuo e incauto, já tinha asas para voar, saí desembestado a descobrir o mundo, ignorando que o céu estava cheio de aves de rapina prontas para me devorarem.
A cidade é a segunda mais populosa do Texas, e sua relevância reside na existência da conceituada universidade e da estratégica Joint Base San Antonio da força aérea americana. Quando cheguei a San Antonio ela se mostrou intimidadora, uma vez que eu vinha da pequena Stillwater no Estado de Oklahoma. Por lá, o fato de ser gay, só serviu para me transformar no alvo predileto de alguns machões, com os quais eu vivia em constante atrito e, sempre é claro, levando a pior. Enquanto que aqui, algo do que eu não estava muito ciente, os levava a darem em cima de mim como se eu fosse uma cadelinha no cio. Somente depois de ouvir diversas vezes o quanto eu era bonito, que tinha um tesão de corpo, e que minha bunda carnuda era de alucinar qualquer cacete, é que entendi o motivo de ser tão assediado. Nunca vi tanto macho tarado como nessa cidade onde la caliente sangre ibérica ainda devia correr nas veias de muitos cidadãos. Tanto entre os militares da base aérea quanto entre os estudantes da universidade, o que não faltava eram machões atléticos, esnobando virilidade e doidos por bocetas e cuzinhos, mesmo que esses últimos fossem gays. No entanto, eu era ingênuo demais para lidar com esse assédio e acabei me metendo em situações estapafúrdias. Com certeza essa festa na república dos estudantes de engenharia foi a pior delas.
Qualquer festa que eles promoviam sempre acabava em confusão, muitas das vezes com a polícia levando um bando deles para a delegacia pelos excessos cometidos. Eles eram tidos como os mais selvagens da universidade, pareciam não ter evoluído na sociabilidade e ainda guardavam muito do primitivismo dos homens do Cro-Magnon, tanto em seus corpos robustos quanto no comportamento caçador. Contudo, constituíam um deleite para qualquer gay que sonhasse com um macho perfeito, ou seja, gostoso, parrudão, sexy, tarado e portador de um caralhão de fazer inveja a um elefante. Embora eu não cursasse nenhuma das áreas da engenharia, tinha formado um pequeno círculo de amigos entre eles, dos quais alguns não escondiam o tesão que sentiam por mim. Nem sei se exatamente por mim, mas pela minha bunda roliça e proeminente, com certeza.
Ao me recordar, aos poucos, de como fui parar naquela festa e do que rolou por lá, eu não acreditei que cheguei a um ponto tão, digamos, depravado. Tudo parece ter começado com aqueles dois malditos shots de tequila que tiveram um efeito quase imediato sobre meu cérebro não habituado ao álcool, que um daqueles parrudões tesudos duvidou que eu entornaria numa talagada só. Eu não conseguia ser desafiado sem tentar provar do que era capaz, e foi essa a armadilha que me pegou. Talvez, se a coisa tivesse parado apenas naqueles dois shots, o restante da história seria diferente, mas outros de uísque e de brandy se seguiram. Depois, foi a porra daquele baseado fedido que me fizeram compartilhar e que, a cada tragada, me fazia tossir e ficar vendo imagens se formando diante dos meus olhos, ao mesmo tempo que me fazia rir feito um idiota. Diante da carreirinha de pó branco, meu último lampejo de lucidez me levou a recusar qualquer contato do ele, mas o deus grego sem camisa com aquele montão de pelos forrando o peitoral largo, o soprou de sua boca sexy diretamente nas minhas narinas. Depois disso, foi só festa.
Eu estava nas nuvens, a música alta entrava nos meus ouvidos e me fazia gingar ao ritmo dela, o calor foi aumentando e, com a ajuda daqueles machos sensuais, fui vendo minhas roupas desaparecendo do corpo até ficar completamente nu, sentindo as mãos deles percorrendo libidinosamente minha pele branquinha e lisa. Eu não estava só nessa orgia dionisíaca, algumas garotas e dois outros gays também viram suas vestes saltarem dos corpos, bem como um punhado daqueles machões pauzudos. Imerso naquele torpor delicioso, fui parar debruçado sobre o espaldar do sofá de couro, pernas abertas, mãos e línguas se revezando nas preguinhas do meu cuzinho antes do primeiro cacetão afundar dentro dele me fazendo estremecer todo. Espantoso foi eu não sentir a dor das preguinhas se rasgando como das vezes em que o Glenn enfiava daquele caralhão enorme dele no meu cuzinho, e isso tinha uma explicação, os shots, o baseado e o pozinho branco. Eu sentia as estocadas do vaivém frenético com o qual o parrudão gostoso me fodia, e gemia perdido na lassidão na qual meu corpo estava mergulhado. Antes de me soltar e sair do meu cu, o brado animalesco dele ecoou deixando da galera ensandecida. O segundo, já com o bagulhão duro feito uma barra de ferro, entrou em mim antes das preguinhas se fecharem, a gritaria à minha volta nem me permitiu ouvir meu próprio grito. Quase simultaneamente, outra tora de carne escandalosamente gigantesca foi socada na minha boca, e seu sabor delicioso me instigou a chupar os fluídos aromáticos que ela soltava. Olhando ao meu redor, as coisas foram perdendo a forma, as paredes ondulavam, as janelas quadradas se esticavam formando figuras geométricas cada vez mais rebuscadas, todo ambiente começou a girar feito um disco, e eu olhava para o bando de parrudões pelados que me cercava convidando um a um para instalarem seus pauzões no meu cuzinho; no quinto perdi a conta e não vi mais nada.
Passado tudo isso, pude compreender o porquê de o Glenn ter ficado tão zangado comigo quando contei que ia à festa, mesmo sem ele, que precisava ficar de serviço na base aérea naquele dia.
- Você não vai, Denny, e está acabado! Sem mim você não pisa nessa porra de festa! Olha bem para mim, Denny! Eu te proíbo, está me ouvindo! – vociferou o Glenn ao final da nossa discussão, como sempre se achando no direito de ter a última palavra.
Se ele pensa que vou engolir mais esse sapo, está muito enganado, pensei comigo mesmo, fingindo ter aceito os termos dele. Já não me bastaram anos sendo dominado pela minha família, nem sonhe que vai fazer o mesmo comigo.
Conheci o Glenn, cadete aviador da Joint Base San Antonio, numa tarde quente quando estava tomando sorvete com uns colegas da faculdade. Ele estava à paisana numa bermuda por onde saíam suas pernas grossas e musculosas e uma camiseta que parecia querer explodir a qualquer momento com aquela montanha de músculos que havia dentro dela. Ele também estava acompanhado de dois amigos, um dos quais deixou a vagina da Eve tão excitada e molhada que ela acabou confessando o que se passava entre suas coxas.
- Me poupe, Eve! Que nojento! Alguém lá está interessado nessa coisa horrorosa que vocês mulheres tem entre as pernas? – questionei indignado com a desfaçatez dela.
- Pode apostar que muitos! As exceções são vocês gays que só nos enxergam como rivais na disputa pelos machos. – respondeu ela.
- As duas melindrosas agora vão começar a brigar por causa de machos, é isso? E eu aqui, como fico? – perguntou meu mais chegado amigo Mike, indubitavelmente hétero que, no entanto, não escondia o quanto minha bundinha carnuda mexia com seu pauzão.
- Fica fora dessa, Mike! Você não entende nada disso! – exclamei, cortando o barato dele.
- E nem quero entender, eu hein! De macho basta eu! – devolveu irritado
- O da camiseta estampada e bermuda caqui tá de olho em você, Denny! – afirmou ela
- Não viaja, Eve! Você perde a noção das coisas quando fica com a boceta molhada! – retruquei. – Se bem que ele é um gatão, olha o tanto de músculos que o tesudão tem.
- Quer um musculão, tenho um bem aqui, seu veadinho! – exclamou o Mike, pegando na rola, com uma pontinha daquele ciúme que ele jurava de pés juntos não ter, mas que se evidenciava toda vez que um cara se aproximava de mim.
- Você não vive dizendo que esse pauzão é só para garotas, pois então faça bom proveito dele! – devolvi, fazendo-o rir.
- Para você e essa bundinha eu até abro uma exceção! – retrucou malicioso.
- Vá se catar, Mike! – despejei zangado, me recordando de quando nos conhecemos e eu fiquei super afim dele, enquanto ele se mantinha distante sob uma fachada de hétero convicto.
Quando fui até o balcão da sorveteria pedir mais uma rodada, o Glenn veio atrás de mim e começou puxar papo. A Eve e o Mike foram embora depois de um tempo, bem como os amigos dele, e nós ficamos ali assistindo ao pôr do sol numa conversa animada. Ao nos despedirmos na porta do meu alojamento, ele me deu um beijo tão sensual que meu cuzinho convulsionou.
- Te ligo amanhã! Quero te levar a um lugar! – disse ele, antes de entrar no carro. Meu coração ficou aos pulos desde então esperando por aquela ligação.
Ele me levou a um cruzeiro pelo rio com direito a jantar no San Antonio River Walk num cenário noturno deslumbrante, pegou na minha mão enquanto aguardávamos a sobremesa e me apertou contra o tronco largo numa pegada forte ao chegarmos ao estacionamento, me beijando com muito mais intensidade que da primeira vez. Depois disso, começamos a namorar. Na segunda semana eu senti o caralhão grosso dele entrar pela primeira fez no meu cuzinho, arregaçando minhas preguinhas e acabando com a minha virgindade. Semana após semana, conhecendo-o melhor, fui me apaixonando por aquele tesão de homem dominador e carente de afeto.
O Glenn fora criado na fazenda de gado dos pais, uma área de mais de 200.000 acres no condado de Potter a sudeste de Amarillo, a cidade mais próxima. Suas duas paixões eram a doma de touros e cavalos e a construção de aeromodelos de jatos militares, daí ter ingressado na base aérea para se tornar piloto de caças. Ele era bom nas duas coisas, seu corpão musculoso e força embutida neles, aliado ao temperamento dominador, o levaram a ter sucesso na doma de touros e cavalos bravios; enquanto sua dedicação aos estudos e uma obstinação ferrenha, o fizeram ser o primeiro da turma de cadetes com as mais altas notas e mais horas de voo, alcançando bem jovem a condição de instrutor-adjunto dos caças F-16 Fighting Falcon e T-7ª Red Hawk.
Essa mesma força e obstinação ele levava para os relacionamentos. Entre os colegas da base era visto como um líder, entre as garotas um tesão de macho candidato a bom reprodutor e provedor de prole, daí não saírem do pé dele, e entre alguns gays que cruzaram seu caminho, o ideal de macho fogoso, embora nunca tenha ficado claro quantos de fato chegaram a sentir o membrão do qual era dotado, socado em seus cus. Eu só sei que foi esse caralhão que me desvirginou, estourando minhas preguinhas num tesão arrebatador e enchendo meu cu com seu leite.
Cheguei a conhecer uma de suas ex que, sem saber que eu estava com ele, me contou o porquê de as coisas não terem dado certo entre eles.
- Ele não distingue uma garota frágil de um touro indomado, trata ambos com a mesma pegada forte e dominância. No sexo então, nem se fale, se esquece do quanto aquele troço enorme dele é capaz de detonar. Quando vai chegando perto do orgasmo soca aquilo feito uma britadeira nas carnes da gente arrebentando com tudo. Depois, constatando o estrago, fica todo dengoso querendo compensar o dano que causou. Terminei com ele depois de ele quase acabar com a minha vagina e meu útero, pois aquela coisa enorme vai tão fundo nas entranhas que não sobra nada intacto. – confessou ela.
Eu sabia exatamente do que ela estava falando, pois perdi o cabaço em condições parecidas, deitado debaixo dele enquanto socava o pauzão fundo no meu cuzinho estreito, tão alucinado pelo tesão que não media a força e impetuosidade com a qual me arregaçava. Isso não se restringia apenas ao sexo, no trato diário ele reproduzia o mesmo comportamento dominador, o que nos levou a ter algumas brigas; mas eu nem sonhava em deixá-lo como fizeram as garotas com quem se envolveu; eu o amava demais para abrir mão dele. E, era exatamente essa aceitação amorosa de sua dominância que o levou a sentir o amor por mim como nunca havia sentido antes com ninguém.
Foi a minha rebeldia em o desobedecer submissamente que me custou aquele despertar incomum, as marcas pelo corpo, o esperma de sabe-se lá quantos machos despejado no meu cuzinho e na minha boca, e as preguinhas todas estouradas. Por quase uma semana fiquei ensaiando uma maneira de contar a ele que tinha ido à festa e do que acabou rolando por lá, mas me faltava coragem para enfrentar sua fúria. No entanto, alguém que ele conhecia, se encarregou de levar a notícia a ele antes de eu confessar meu deslize, sem omitir os detalhes picantes do que aquele bando de machos primitivos havia feito comigo. Foi a pior e a mais feia briga que já tivemos depois de ele descobrir que fui à festa sem ele, e do que aconteceu por lá.
Por um triz que o punho cerrado dele não me acertou a cara em cheio; foi meu grito antecipado que o fez desistir e me soltar, virando as costas e me deixando sozinho aos prantos com a culpa remoendo no peito. Achei que o tinha perdido para sempre. Corri atrás dele, mas ele não me deu ouvidos. Por três longos e tenebrosos meses correndo atrás do perdão dele não tive notícias, nenhuma ligação atendida, nenhuma mensagem suplicante respondia, nada, absolutamente nada. Até me atrevi a procurá-lo na base aérea, mas não fui atendido. Só me restou aceitar o fim do relacionamento, o que foi muito mais doloroso do que pude imaginar. O que havia entre nós ia além do tesão carnal, era uma mescla tão perfeita de personalidades que se completavam que foi difícil passar a viver sem ele. Sem sua teimosia que aprendi a driblar na base dos afagos, sem seu jeito protetor, sem o aconchego de seu corpão sexy e do sêmen que seu cacetão deixava no meu ânus acolhedor. Aos amigos que tínhamos em comum, ele determinou que não facilitassem uma reaproximação, e que me dissessem, se os procurasse, que nunca mais queria me ver.
Depois da faculdade, me inscrevi num concurso que elegeria o melhor projeto arquitetônico para apresentar o projeto de um complexo educativo e cultural, com espaços que abrangessem uma escola técnica, uma biblioteca, salas de cultura e um anfiteatro financiado pela municipalidade da cidade de Trier no Estado alemão da Renânia-Palatinado. Como iniciante, trabalhando para um escritório de arquitetura em Dallas, minhas expectativas em relação ao projeto que enviei eram baixas, uma vez que estava concorrendo com arquitetos de todo o mundo com muito mais tarimba do que eu. Eu já havia dado por perdidas as horas que fiquei noite adentro debruçado sobre a prancheta desenvolvendo o projeto, quando quase um ano depois, recebi um e-mail me convocando a apresentar o projeto numa cerimônia oficial para as autoridades locais, pois meu projeto fora o escolhido pelo júri. Pedi demissão do emprego, voltei para a casa dos meus pais por algumas poucas semanas e embarquei rumo a Alemanha, mais eufórico e feliz do que nunca. No contrato que teria que assinar ao chegar lá, havia a condição do arquiteto vencedor instalar um escritório na cidade e acompanhar as obras civis, que tinham uma previsão de serem concluídas em dois anos e meio.
Apesar da pontualidade germânica, as obras começaram com três semanas de atraso em relação ao cronograma, seguindo a partir dali numa contagem quase milesimal. O escritório foi cedido pela municipalidade e ficava próximo à prefeitura, enquanto meu apartamento alugado ficava no terceiro andar de um edifício na Nikolausstrasse, perto do passeio às margens do Rio Mosel.
Logo fiz algumas amizades, inicialmente com os engenheiros que tocavam as obras, em seguida com amigos e colegas deles que fui conhecendo à medida que nossas saídas para diversão aumentavam. Depois daquela fatídica festa e do rompimento com o Glenn, não tinha me envolvido com mais ninguém, nem mesmo e, principalmente, para um sexo casual. Oportunidades não faltaram, mas por mais que eu me esforçasse para esquecer daquele tesão de piloto, voltava uma saudade que me fazia perder o interesse por tudo.
Um dos engenheiros da construtora contratada para erguer o complexo, Matthias, parecia estar conseguindo romper aquela barreira que construí ao meu redor e que servia para me blindar de outra decepção com os homens. O Matthias era atirado, charmoso, muito, mas muito sexy e emanava uma virilidade de deixar qualquer cuzinho sonhando com o pauzão pouco discreto que tinha entre as coxas. Ele estava quase conseguindo me levar para cama e se satisfazer no meu rabão carnudo, que lhe causava ereções toda vez que saíamos com a galera. Contudo, eu lutava heroicamente contra meus próprios desejos, adiando esse coito o quanto podia. Não que eu não gostasse dele, mas cada vez que dizia a mim mesmo – é hoje, Denny, para de frescura e dá logo o cu para esse tesão de macho e deixa rolar – surgia o rosto do Glenn me ordenando, daquele jeitão dominador dele – Não se atreva a dar esse cuzinho para macho algum, sou o dono exclusivo dele, ou vai se arrepender! – era patético eu ainda me deixar influenciar quando ele mesmo havia decretado o fim do nosso relacionamento e nunca mais me procurado. Afinal, eu era livre e independente, podia fazer o que bem entendesse da minha vida e do meu cu.
Assim que cheguei a Trier, notei que havia muitos militares americanos circulando pelos restaurantes, barzinhos e comércios, e descobri que a Base Aérea de Spangdahlem da Força Aérea dos EUA se situava nos arredores da cidade. A partir do dia que fiz essa descoberta, não deixava de observar minuciosamente cada militar que via pelas ruas, com uma vaga esperança de um dia topar com o Glenn. Era ridículo ter esse tipo de esperança, uma vez que eu nem desconfiava do paradeiro dele.
Sexta-feira, fim de expediente, 20 de setembro de 2024, dois dias antes do início do outono. Fui acompanhado de três amigas e dois engenheiros, um deles o Matthias, a um barzinho ao ar livre na praça central e que vivia lotado aos finais de tarde. Queríamos nos despedir dos dias mais amenos, pois dali para frente teríamos que nos contentar com dias cada fez mais gelados. Do terraço externo tinha-se uma vista privilegiada de toda praça e da Domkirche St. Peter zu Trier, a catedral da cidade.
Eu estava na base dos drinques sem álcool, cumprindo fielmente minha promessa de jamais voltar a colocar uma gota sequer de qualquer bebida alcoólica na boca, que depois poderia me levar a cometer loucuras do tipo que rolou na festa da república dos estudantes de engenharia, quando perdi a noção do que estava fazendo e acabei deixando sabe-se lá quantos machos socarem suas picas no meu cuzinho e na minha boca, despejando suas porras dentro deles, e perdendo com isso para sempre o único macho por quem me apaixonei.
Estavam em seis, eu os vi chegando e despertando o interesse de todos por onde passavam devido aos seus portes maçudos e às fardas chamativas. Quando estavam a uns sessenta metros, eu o reconheci, lindo, garboso, tesudo como me lembrava. Meu coração queria sair pela boca, comecei a sentir falta de ar e meu cuzinho, bem, esse começou a convulsionar como se fosse um epilético. Minha primeira reação foi querer sair correndo de encontro a ele, atirar-me em seus braços, pedir perdão e jurar que nunca mais o desobedeceria. Porém, e além das minhas pernas estarem mais moles do que gelatina, eu não podia protagonizar um escândalo em praça pública. O que me conteve foi o medo de ele me desprezar, de nem sequer olhar na minha cara.
O sorriso contido o denunciou, quando me identificou, antes mesmo de eu a ele. Junto ao grupo de amigos, continuou vindo em direção às mesas do terraço, ocupando uma não muito distante da nossa, e da qual podia ficar observando cada movimento que eu fazia. Ele nem chegou a sentar, enquanto os amigos dele faziam os pedidos, veio ter comigo.
- Denny!
- Glenn!
- Esse é o último lugar no qual achei que ia te encontrar! O que faz na Alemanha, nessa cidade tão pequena? – perguntou, gentil, com um olhar afetuoso e uma voz sexy que denotava a saudade que sentia.
- Digo o mesmo! Só recentemente descobri que a Força Aérea tinha uma base nos arredores da cidade, mas jamais imaginei que você pudesse estar servindo nela. – respondi. – Sinto muito a sua falta! – emendei sincero, confessando abertamente a saudade que sentia, para que ele soubesse, já de pronto, que não havia me esquecido dele.
- Será que podemos procurar outra mesa? Se não aqui, talvez num lugar próximo? – perguntou, deixando minhas companhias curiosas.
Não sei o que ele disse ao garçom jovem que foi entregar o pedido que os amigos dele fizeram, para que ele providenciasse uma mesa pequena de dois lugares que posicionou no extremo mais afastado do terraço.
Ficamos nos observando por um bom tempo sem dizer nada, cada um tentando identificar o que havia mudado no outro durante esse longo tempo em que não nos vimos. Ele estava mais lindo do que nunca, aqueles olhos expressivos, os lábios sensuais, o torso sólido e viril, os braços musculosos apoiados sobre a mesa. Ele devia estar fazendo o mesmo comigo pela expressão de seu rosto. Cada um contou como chegamos ali, o que estávamos fazendo, o que esperávamos do futuro numa conversa que foi avançando noite adentro, sem nos darmos conta de que nossos amigos já tinham partido.
- Está com alguém? – ele demorou a fazer a pergunta, estava nervoso quando a fez.
- Não! E você?
- Também não! Por quê?
- Ainda não superei a perda do meu único e verdadeiro amor! – admiti sem rodeios ou vexado, olhando fundo em seus olhos.
- Deve ter sido um cara sortudo? – devolveu, olhando fixamente para o anel largo de ouro branco com um filete de ônix encravado entre as bordas. Foi um presente dele no único dia dos namorados que tivemos juntos, e que desde então nunca saiu do meu dedo anelar.
- Ele não devia pensar assim, preferiu me abandonar a ouvir meu pedido de desculpas. – respondi.
- Há coisas difíceis de perdoar quando se está tão apaixonado que não se enxerga que talvez não se é tão amado quanto se imagina.
- Com certeza não foi esse o caso! Cometi um erro, aos dezoito anos e me sentindo solto pela primeira vez, cometi um erro, o maior da minha vida, e me arrependo profundamente de tê-lo cometido. Com a cabeça que tenho hoje jamais o repetiria, jamais voltaria a correr o risco de perder o homem que mais amei nessa vida. – eu estava deixando meu coração falar aproveitando cada minuto dessa oportunidade que me foi dada para pedir pelo perdão dele.
Ele não dizia nada, o que foi me afligindo. Será que me levanto, vou até ele, o abraço e o beijo e suplico por seu perdão? E se ele se zangar, e se ele não estiver a fim de me perdoar? E se ele apenas me disser que não tem mais nenhum interesse em mim? Eu ia desabar, não ia aguentar ouvir ele me renegando.
O Glenn abriu os dois primeiros botões da camisa do seu uniforme e puxou lá de dentro uma correntinha de ouro com um pingente redondo de duas faces, numa havia a estampa em relevo de uma flor de Lis, na contraface as iniciais G e D entrelaçadas. As lágrimas começaram a rolar do meu rosto, eu conhecia aquela correntinha e o pingente, foi meu presente para ele no dia dos namorados.
- Nunca passou um dia sequer longe do meu coração! – revelou ele, segurando a correntinha entre os dedos.
- Não faz isso comigo, Glenn! Eu te amo! Nunca deixei de te amar, seu macho mandão! – devolvi chorando de felicidade.
- Eu tentei, seu veadinho puto do caralho! Os céus são testemunha do quanto eu tentei! Mas você nunca saiu daqui de dentro. – afirmou, espalmando a mão sobre o coração.
- Ainda bem que não conseguiu! E que está aqui! E que posso te mostrar o quanto ainda te quero e te amo! – devolvi, quando ele veio na minha direção e me apertou contra seu corpão.
Havia anoitecido e uma garoa fina começou a cair enquanto caminhávamos na direção do meu apartamento, e cujas minúsculas gotículas formavam arcos-íris no entorno das luminárias das ruas. Notei que ele ainda estava indeciso quando chegamos à porta do edifício, o que me deu a exata noção do quanto eu ter sido enrabado por aquela horda de lobos selvagens tinha abalado sua confiança em mim.
- Quer subir? – perguntei, procurando não forçar a barra e deixa-lo livre para decidir.
- Sim, claro, se estiver OK para você! – respondeu hesitante.
- Nada me faria mais feliz! – devolvi, tomando sua mão ao subirmos as escadas.
Ele ficou parado no meio da sala, examinando o ambiente e fazendo comentários vagos. Recusou uma bebida, um suco, um café e tudo que lhe ofereci. Talvez estivesse tão agastado quanto eu procurando disfarçar a agitação. Eu sabia que cabia a mim conseguir seu perdão e confiança, por isso me aproximei dele parando a um passo de suas mãos conseguirem me alcançar e o fitei amorosamente nos olhos.
- Amo você, Glenn! – pronunciei com um murmúrio sedutor. Eu precisava que ele acreditasse nisso, que se convencesse do quanto eu estava arrependido por tê-lo desobedecido com minha rebeldia de garoto inexperiente e ingênuo.
Mais do que depressa, ele me trouxe pela cintura para junto dele, colou sua boca à minha e, numa avidez desenfreada, enfiou a língua na minha boca vasculhando cada canto dela e a enleando com a minha. Foi me despindo como se estivesse desembrulhando um presente, deslizando as mãos espalmadas com voracidade sobre a minha pele exposta. Meu corpo foi se incendiando com a cobiça de seu olhar. Quando me vi completamente nu e ele amassando alvoroçadamente minhas nádegas sem interromper o beijo devasso que já durava alguns minutos, pendurei-me ao pescoço musculoso dele e soltei um gemido de tesão. Ele me ergueu pela bunda grunhindo enquanto me beijava e cutucava minha fendinha anal com o dedo libertino.
Apontei a direção do quarto deixando que me carregasse até ele, ao mesmo tempo que desabotoava e abria a jaqueta e a camisa de seu uniforme, descendo meus beijos pelo pescoço até o peitoral onde dois redemoinhos de pelos contornavam os mamilos. Era um dos meus lugares favoritos de seu corpo para aquebrantar sua resistência ao que quer que fosse com meus afagos e carícias, pois ele se entregava a eles deixando o tesão conduzir seus pensamentos e ações. Enquanto eu me concentrava neles, ele afobadamente desafivelou o cinto e foi abrindo a calça dentro da qual já se notava o contorno da gigantesca ereção. Deixei-me escorregar pelo corpo dele até meu rosto ficar de frente para o pauzão duro dentro da cueca. Beijei-o e lambi-o através dela fazendo-o gemer e agarrar minha cabeleira. Lancei um olhar submisso na direção do rosto dele antes de tirar o caralhão grosso e cabeçudo gotejando pré-gozo de dentro da cueca, e fui lentamente fechando meus lábios ao redor dele ao mesmo tempo que sugava o líquido translúcido com cheiro de macho.
- Denny, caralho! Quer me matar, seu putinho? Está cansado de saber que me desmonta quando faz isso com a minha rola! – ronronou excitado, deixando-se chupar na cabeçorra sensível.
Impossível mensurar a saudade que eu sentia daquele cacetão e daqueles testículos taurinos sempre envoltos naquele cheiro penetrante e másculo. Dediquei-me com afinco e tesão a lamber e chupar o pauzão pesado, grosso e reto, deslizando a ponta da língua sobre o emaranhado de veias intumescidas que o revestia. Com os lábios úmidos lambendo e chupando percorri toda a extensão da caceta indômita, afundando a boca no adensado de pelo pubianos de sua virilha até abocanhar uma das bolas e começar a massagear com a língua. O Glenn rugia rouco feito um leão, afundava meu rosto no chumaço de pentelhos e socava a verga na minha garganta me deixando quase sem fôlego. Eu me agarrava às suas coxas musculosas e peludas sem tirar a pica da boca sugando-a cada vez com mais voracidade. Nem mesmo quando ele anunciou o gozo iminente afastei os lábios da cabeçorra que, segundos depois, ejaculava feito um chafariz o sêmen leitoso que fui engolindo jato após jato sob o olhar exultante e estarrecido dele.
O Glenn se livrou do restante das roupas tão logo terminou de esporrar na minha boca, vindo para cima de mim com o tesão dominando sua pegada forte que me lançou sobre a cama me prendendo debaixo de seu corpão pesado. O caralhão nem chegou a amolecer por completo, à meia-bomba, ele o esfregava nas minhas nádegas, enquanto sussurrava na orelha que mordiscava o que pretendia fazer comigo.
- Fala para mim, Denny, quem é o dono desse cuzinho, fala seu veadinho tesudo! – sussurrou excitado, me ouvindo confirmar com um gemido que era ele o macho e dono do meu cu. – Isso significa que posso fazer o que quiser com ele, não é, meu veadinho? – eu estava enlouquecendo com aquele assédio lascivo. – Vou lamber seu cuzinho! Quero meter a língua nessas preguinhas deliciosas! – afirmou, só para me ensandecer de vez.
- Ai Glenn! Sou seu, faz o que quiser comigo! – gemi impaciente.
Seus beijos e chupões foram descendo pelo pescoço, ombros e, torturantemente lentos ao longo da minha coluna até suas mãos abrirem os glúteos e seu rosto afundar no meu reguinho profundo e liso. Soltei um gemido ao sentir a língua molhada rodopiando sobre o buraquinho anal pregueado. Não demorou e ele pincelou o caralhão no meu rabo, cutucando minha fendinha anal excitada. Ao sentir que ele começava a forçar a entrada da cabeçorra, me arrepiei todo.
- Vai devagar Glenn! Você é enorme, vai me arrombar! – pedi, segurando a respiração.
- Você pediu isso para aquele bando de machos que te arregaçou naquela porra de festa onde te proibi de ir sem mim? – perguntou, mostrando que aquilo ainda o incomodava.
- Eles me doparam, Glenn, eu juro! Eu nem sabia o que estava acontecendo, o que estavam fazendo comigo, só senti as consequências no dia seguinte quando já não havia mais o que pudesse ser feito. – voltei a confessar. – Se isso te fizer sentir melhor e servir para que me perdoe, me arregaça, pode me arregaçar, sei que mereço! – afirmei.
- Seu veadinho puto, sabe muito bem que nunca vou te machucar intencionalmente. Mas que estou louco de vontade de rasgar suas preguinhas eu estou, de tanto tesão que você desperta em mim, seu putinho safado! – grunhiu, mordiscando minhas nádegas.
Parcialmente inclinado sobre mim, ele apontou o caralhão bem na entrada da minha fendinha que nunca mais, desde aquela maldita festa, havia sentido uma pica querendo entrar nela, o que me deixou tão apertado como um virgem. Ele foi se empurrando, a cabeçorra venceu as pregas, distendeu o esfíncter e deslizou afundando dentro de mim, destroçando tudo pelo caminho.
- Está me rasgando, Glenn! Está rasgando meu cu, mete devagar! – supliquei, em meio a uma dor lancinante.
- Vou te rasgar, sim, seu veadinho desobediente, para nunca mais me desafiar! – rosnou ele. – Você não acabou de afirmar que eu podia fazer o que bem entendesse com esse rabão, que ele era meu? – indagou, dando um impulso forte que fez o cacetão afundar até o talo, me fazendo sentir o sacão batendo no rego e o cuzinho completamente preenchido.
Me entreguei à tara dele, me abrindo para levar pica no rabo, deixando-o socar forte, entrando e saindo com vigor, como era seu costume quando se perdia no tesão dominando e subjugando com sua obstinação ferrenha. Quem a sentiu acabou se afastando dele, como aquela garota que havia me contado como ele a fodera com uma força desproporcional. Eu fui o único que nunca abri mão dele por isso, que aguentava tudo resistindo com firmeza à dor, ao arrombamento, à destemperança dele, pois sabia que o prazer viria para coroar e compensar tudo aquilo. Ele também sabia disso e era a razão pela qual sua paixão por mim nunca se abalou; e agora, ao sentir seu cacetão encapado pelo meu ânus quente e úmido, essa paixão se reavivava.
- Eu te amo, meu veadinho! – exclamou, socando forte enquanto eu gania de dor e prazer, sentindo meu pinto esporrar forte como uma mangueira.
O pauzão do Glenn pulsou forte lá no fundo, inchou e, junto com o urro que soltou, encharcou meu cuzinho com seu leite pegajoso de macho. Ele permaneceu abraçado ao meu tronco se despejando todo, uma das mãos amassando meu mamilo, a outra com dois dedos enfiados na minha boca que fiquei chupando durante todo o coito. Aos poucos ele foi ficando pesado à medida que relaxava e o caralhão amolecia devagar dentro de mim. Sem mudar muito de posição, adormecemos assim engatados, com os corpos sentindo a languidez do prazer a percorrê-los por inteiro. A certeza de que despertaríamos no dia seguinte com a paz selada, era mais um motivo para relaxar naquela quentura prazerosa.
Ainda tenho dois anos pela frente trabalhando no projeto do complexo educativo cultural, mais ou menos o mesmo tempo que o Glenn tem para dar baixa da Força Aérea e voltar a assumir sua condição de civil. Quando não está de serviço na base, ele vem ao meu apartamento, onde suas coisas já fazem parte do cenário, seja na emblemática escova de dentes ao lado da minha, seja na toalha de banho que invariavelmente esquece sobre a cama, ou nas cuecas usadas que deixa esparramadas pelo quarto; alegando com a mais safada das caras, que é para seu cheiro me lembrar que agora tenho um macho cuidando de mim.
Não decidimos se ao término dos nossos compromissos, voltaremos para os Estados Unidos, ou se passamos um tempo viajando pelo mundo, um desejo que ambos acalentam há tempos. É muito provável que sim, que depois de um giro por alguns países, nos estabeleçamos na fazenda da família dele no Texas, já que outra de suas paixões é trabalhar com gado. Toda vez que menciono ter dúvidas se me adaptaria a uma vida rural, ele me cerca de mimos, me cobre de beijos e enfia o caralhão no meu cuzinho pedindo que faça sua vontade. Quando o sinto pulsar forte dentro de mim fico vulnerável e me convenço que só serei plenamente feliz compartilhando a vida com ele, não importa onde.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Cordeiro vira banquete em festa de lobos

Codigo do conto:
252407

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
17/01/2026

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