Quando eu tinha em torno de 19 anos comecei a frequentar a igreja evangélica. Sinceramente, nunca fui de forma pretensiosa. Mas com um tempo visitando, conheci uma moça de família, que fazia parte do coral de jovens.
Eu não vou citar o nome verdadeiro dela, mas vou chamar ela de Sara.
Sara tinha no tempo 19 anos, moça virgem, isso eu posso dizer com segurança. Uma bunda redondinha que era uma delícia e peitos pequenos e durinhos, que me deixam de pau só de lembrar. Comecei a conversar com ela por iniciativa dela. Ela gostou de mim, e depois de três meses estávamos namorando com o consentimento dos pais. Sara é o tipo de mulher que você olha e jamais imagina algo safado da parte dela. Mas é como eu digo: quanto mais quieta, mais perigosa.
Não demorou muito pra eu poder ficar num espaço a sós com ela, fosse na sala de estar ou na varanda. A mãe dela assistia TV a 4 metros de distância, enquanto Sara ia se abrindo pra mim e ganhando confiança.
As nossas conversas a distância também foram se aproximando, e num certo momento ficaram tão quentes que ela começou a mandar nudes pra mim.
Ela tinha uma buceta pequena, muito lisa e rosada. Quando eu vi fiquei louco de vontade, peguei meu pau e gozei na cama mesmo, olhando a foto.
Depois de mais ou menos 4 meses de namoro, sempre um namoro quente e pesado sexualmente, a gente já não tinha a mínima excitação. Várias vezes tentamos marcar uma ocasião pra que pudéssemos transar e matar o desejo, mas ela era extremamente bem monitorada. Tios, irmãos, pais, todos estavam em volta observando. Era a única filha no meio de tantos irmãos homens, então não seria fácil conseguir isso.
Já que não podíamos transar, o que dava pra fazer a gente fazia.
Numa tarde fui visitar ela. Estava muito cheirosa, de vestido solto e curto, usando fio dental. Sei disso pq ela deixava eu ver. Era uma menina muito bem feita de corpo, uma delícia que deixaria qualquer marmanjo doido pra comer.
Nessa tarde ela estava de vestido Branco e solto, fio dental preto, usava um perfume forte que lembro até hoje, muito quente e gostoso. A safadinha não exitou, levantou uma perna e se inclinou em minha direção, me dando possibilidade.
Eu coloquei a mão por trás e comecei e enfiar os dedos na buceta dela. Estava lisa, muito lubrificada e apertadinha. Comecei a acariciar enquanto a safadinha gemia bem baixinho. Ela se segurava o máximo que podia. Mas quando alguém se aproximava, ela ficava quieta como se nada estivesse acontecendo. Era muito esperta. Num momento fomos ao limite. Ela pediu pra que eu mostrasse meu pau duro a ela.
Quando ela viu ficou olhando fixamente sem parar. Ela segurou nele e disse: meu deus, é muito grande! Kkkk lembro exatamente a expressão dela. Ela segurou e começou acariciar. A safada ignorou que a mãe tava na sala ao lado e se inclinou, chupando meu pau inteiro. Ela engoliu até não dar mais, e começou a acariciar a cabeça com a língua. Eu aguentei pouco, tava doido pra fuder ela. Era muito gostosa. Gozei com força na boca dela até encher.
Eu saí de lá muito aliviado.
Alguns meses depois terminamos. Mas nunca consegui transar com ela, muito embora a gente quisesse muito. Hoje ela faz parte do coral de jovens, veste roupas muito bem compostas e vive uma vida muito regrada. Mas ninguém consegue olhar pra ela e crer que a gente fez metade do que fizemos. Sei que ela também fica excitada quando lembra. Isso é uma informação importante: quanto mais quieta uma mulher for, mais safada ela é!
Já tive experiências com. Várias evangélicas. Quando tiver mais oportunidades, conto a vocês!
umalguem1999