Noite de 19 de janeiro de 2026 – Quarto dela A casa estava silenciosa depois do jantar. Só o barulho distante do mar e o ventilador de teto girando preguiçoso. Eu entrei no quarto dela sem bater. A luz do abajur ao lado da cama era amarela, fraca, jogando sombras longas nas paredes. Patrícia estava deitada de lado, de bruços, só de calcinha preta de renda e uma camisola curta de cetim que mal cobria a bunda. Ela fingiu que dormia, mas o sorriso safado no canto da boca entregava. — Chegou, filho? — murmurou sem abrir os olhos. — Cheguei. E tô louco pra te foder de novo. Ela abriu as pernas devagar, ainda de bruços, empinando a bunda pra mim. A calcinha estava encharcada no meio, o tecido grudado nos lábios inchados. Eu tirei a roupa em segundos, pau já duro apontando pro teto. Subi na cama, puxei a calcinha pro lado com dois dedos e enfiei a língua direto na buceta dela. Ela gemeu alto, empurrando o quadril contra minha cara. O gosto era salgado, doce, puro tesão acumulado do dia inteiro. Chupei forte o clitóris, enfiei a língua fundo, lambi o cu dela também, sentindo ela tremer inteira. — Porra, Tiago… assim… me chupa toda… Segurei as nádegas abertas com as duas mãos, metendo a língua no cuzinho enquanto esfregava o clitóris com o polegar. Ela gozou rápido, gritando no travesseiro, a buceta pulsando e escorrendo mel na minha boca. Levantei de joelhos atrás dela, segurei o pau pela base e esfreguei a cabeça grossa na entrada molhada. Entrei devagar só a cabeça, depois dei uma estocada forte até o talo. Ela arqueou as costas, gemeu rouco: — Caralho… tá me rasgando… fode fundo, vai… Segurei os cabelos dela com uma mão, puxando pra trás como rédea, e comecei a meter com força, batendo a virilha na bunda dela. O som era alto: ploc-ploc-ploc molhado misturado com os gemidos dela. Cada estocada fazia os seios balançarem pra frente e pra trás sob a camisola. — Quer de quatro mesmo, né, sua safada? — falei, dando um tapa forte na nádega esquerda. A marca vermelha apareceu na hora. — Quero… me fode como puta… esquece que sou tua mãe hoje… Virei ela de quatro de verdade, joelhos abertos, bunda empinada. Segurei os quadris com força e meti tudo de novo, fundo, rápido, sem dó. Ela empurrava contra mim, rebolando, apertando a buceta em volta do pau a cada ida e volta. — Tô sentindo teu pau batendo no útero… aaaah… mais forte… Puxei os braços dela pra trás, segurando os pulsos com uma mão só, como se algemasse. Com a outra mão enfiei dois dedos no cuzinho dela enquanto metia na buceta. Ela gritou de prazer, o corpo todo tremendo. — Vai gozar no cu também? — perguntei, já sentindo meu próprio gozo subindo. — Quero… quero tudo… enche os dois buracos… Tirei o pau da buceta, melado de gosma dela, e encostei na entrada apertada do cu. Entrei devagar, sentindo a resistência, depois forcei mais. Ela gemeu alto, dor misturada com prazer, até eu entrar inteiro. Fiquei parado uns segundos, deixando ela se acostumar, depois comecei a bombar devagar, aumentando o ritmo. — Porra… tá apertado… gostoso pra caralho… Ela enfiou a mão entre as pernas, esfregando o clitóris com força enquanto eu metia no cu. Gozou de novo, o corpo convulsionando, o cu apertando meu pau como um punho. Não aguentei: gozei dentro do cu dela, jorrando forte, enchendo tudo, sentindo os espasmos dela me ordenhando até a última gota. Caí em cima dela, os dois ofegantes, suados, grudados. Meu pau ainda semi-duro dentro do cu, escorrendo porra devagar. Ela virou o rosto pro lado, beijou minha boca com língua lenta. — Ainda não acabou… — sussurrou. — Quero acordar com você me comendo de novo. De ladinho, devagar, enquanto o sol entra pela janela. Levantei um pouco, tirei o pau devagar, vendo a porra escorrer do cuzinho aberto. Virei ela de lado, deitei atrás, encaixei o pau ainda melado na buceta por trás e entrei devagar, abraçando ela por trás, mão no seio, apertando o bico duro. — Dorme assim, mãe… com teu filho dentro de você. Ela apertou a buceta em volta de mim, suspirou de prazer e fechou os olhos. — Boa noite, meu amor
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