Meia-noite na cozinha

Meia-noite na cozinha – Versão estendida
O relógio da sala marcava 00:47. A casa em Ipojuca estava sufocante, mesmo com as janelas abertas deixando entrar o ar morno do litoral. Eu desci as escadas devagar, descalço, o pau já semi-ereto só de imaginar que ela poderia estar lá embaixo. Não era a primeira vez que isso acontecia. Nas últimas semanas, virara rotina: eu descia “para beber água”, ela ficava “arrumando alguma coisa”. Mentiras que a gente contava um pro outro, mas que nenhum dos dois acreditava mais.
A luz da geladeira aberta cortava a escuridão da cozinha como uma lâmina azulada. Mamãe estava de costas, inclinada sobre a pia, lavando uma taça devagar demais. Vestia uma regata velha minha — cinza desbotada, fina como papel de seda — que mal cobria os seios pesados. Sem sutiã, os mamilos marcavam o tecido úmido de suor. O shortinho de algodão cinza subia pelas coxas grossas, deixando a metade inferior da bunda à mostra. O tecido grudava na pele, delineando a curva perfeita entre as nádegas.
Ela nem virou quando ouviu meus passos.
— Sabia que você ia descer hoje, Tiago — disse com aquela voz rouca que usava só quando estava excitada. — Você sempre aparece quando eu fico assim… sozinha… pensando em você.
Eu parei na porta, o coração batendo forte. Meu pau endureceu completamente dentro do pijama folgado, esticando o tecido.
— Não consegui dormir — respondi, a voz saindo mais grave do que o normal.
Ela riu baixo, desligou a torneira e se virou devagar. A regata subiu um pouco, revelando a barriga macia e a linha da calcinha preta por baixo do short. Os olhos dela desceram direto pro meu volume, e o sorriso dela se abriu devagar, predatório.
— Mentiroso safado. Você veio me comer de novo. Admita.
Não respondi com palavras. Avancei em dois passos, segurei pela nuca com uma mão e pela cintura com a outra, colando o corpo dela no meu. Beijei com força, língua invadindo a boca dela, mordendo o lábio inferior até ela gemer alto na minha garganta. As mãos dela já estavam por baixo da minha camiseta, unhas arranhando minhas costas, descendo até apertar minha bunda e me puxar mais contra ela.
— Tira essa merda — rosnei, puxando a regata pra cima.
Ela ergueu os braços, deixando os seios saltarem livres. Pesados, firmes apesar dos anos, mamilos castanhos escuros já duros como pedrinhas. Eu ataquei um deles com a boca, chupando forte, mordendo de leve enquanto a mão livre descia pro short. Enfiei os dedos por baixo do elástico — ela estava encharcada, os lábios inchados, o clitóris pulsando sob meus dedos.
— Porra, mãe… você tá pingando desde quando? — murmurei contra o peito dela, lambendo o mamilo em círculos.
— Desde que ouvi você se mexer na cama lá em cima… pensando em enfiar esse pau gostoso em mim de novo — ela respondeu ofegante, abrindo mais as pernas pra me dar acesso.
Ajoelhei no piso frio da cozinha, puxei o short e a calcinha de uma vez só até os tornozelos. A buceta dela estava ali, depiladinha, brilhando de tesão, o cheiro doce e almiscarado me deixando louco. Passei a língua devagar da entrada até o clitóris, sentindo o gosto salgado e doce dela. Ela agarrou meu cabelo com as duas mãos, puxando forte.
— Isso… lambe sua mãe, filho… me faz gozar na sua boca… por favor…
Enfiei a língua fundo, chupei o clitóris com força, dois dedos entrando e saindo rápido, curvando pra dentro pra acertar aquele ponto que a fazia tremer. Ela rebolava contra meu rosto, gemendo alto agora, sem se importar com o barulho. As coxas grossas tremiam ao redor da minha cabeça.
— Vou gozar… caralho, Tiago… vou gozar na boca do meu menino…
Ela apertou minha cabeça com as pernas, o corpo todo convulsionando. Um jorro quente molhou meu queixo, escorreu pelo meu pescoço. Eu lambi tudo, devagar, até ela puxar meu cabelo pra cima, olhos vidrados de prazer.
— Agora me fode. Aqui mesmo. Quero sentir você me enchendo até o fundo.
Levantei rápido, baixei o pijama só o suficiente. Meu pau pulou livre, grosso, veias saltadas, a cabeça vermelha e babando pré-gozo. Ela se virou de costas, empinou a bunda alta, apoiando os antebraços na bancada de granito frio. Abriu as pernas mais, olhando pra trás por cima do ombro.
— Enfia tudo de uma vez, filho. Sem dó. Me fode como se fosse a última vez.
Segurei pelos quadris, alinhei a cabeça na entrada molhada e empurrei devagar no começo, sentindo ela se abrir pra mim. Quando metade entrou, ela gemeu alto, jogando a cabeça pra trás.
— Mais… vai… me arromba…
Empurrei até o fundo num movimento só. Nós dois gememos juntos. Ela era quente, apertada, pulsando ao redor do meu pau. Comecei a meter forte, ritmado, o som molhado dos corpos se chocando ecoando na cozinha junto com os tapas da minha virilha na bunda dela.
— Isso… assim… fode sua mãe gostoso… me enche de porra…
Eu segurei os seios por trás, apertando os mamilos entre os dedos enquanto metia mais fundo. Ela rebolava contra mim, empurrando pra trás a cada estocada, pedindo mais. O suor escorria pelas costas dela, pingando no chão.
— Tô quase… mãe… vou gozar dentro…
— Goza, filho… enche tua mãe… quero sentir tudo escorrendo de mim…
Acelerei, metendo com força bruta agora. Ela gozou primeiro de novo, apertando em volta de mim como um torno, gritando meu nome baixinho. Isso me levou ao limite. Segurei os quadris dela com força, enterrei até o talo e explodi. Jatos quentes enchendo ela, pulsando fundo enquanto eu gemia contra o pescoço dela.
Ficamos assim um minuto, ofegantes, suados, meu pau ainda dentro dela latejando. Ela virou o rosto, me beijou devagar, língua preguiçosa.
— Você gozou muito… tá escorrendo pela minha coxa — sussurrou, rindo baixo.
Puxei devagar pra fora, vendo o sêmen branco escorrer dela, pingando no piso. Ela se virou, ajoelhou e limpou meu pau com a boca, lambendo devagar, olhando nos meus olhos.
— Isso não acaba aqui, Tiago. Amanhã… no chuveiro… ou na minha cama. Você escolhe.
Levantei ela do chão, beijei de novo.
— Escolho todos.
Ela sorriu, pegou minha mão e subiu as escadas comigo, nua, deixando um rastro de prazer pelo caminho.
Fim (por enquanto).

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Meia-noite na cozinha

Codigo do conto:
254411

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
11/02/2026

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2

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