A Visita da Madrugada Era quase três da manhã quando ouvi o barulhinho leve na maçaneta. Minha mãe entrou no quarto sem acender a luz, só a claridade fraca do abajur da sala vazando pela porta entreaberta. Ela não disse nada. Só fechou a porta com cuidado, tirou o robe de cetim preto que usava pra dormir e deixou ele cair no chão. Ficou ali parada um segundo, nua, os seios pesados um pouco caídos de um jeito que me deixava louco, a barriga macia, a buceta cheia de pelos escuros que ela nunca tirava. — Você não dormiu ainda, né? — sussurrou ela, já subindo na cama. Eu já estava duro só de olhar. Ela montou em cima de mim sem preliminar nenhuma, segurou meu pau pela base e desceu devagar, engolindo tudo de uma vez. Soltou um gemido rouco, daqueles que saem do fundo da garganta. — Caralho, como você fica grosso assim toda vez… — ela murmurou enquanto começava a rebolar devagar. Segurei a bunda dela com as duas mãos, abrindo as nádegas enquanto ela subia e descia. O barulho molhado enchia o quarto, misturado com a respiração pesada dela. Ela se inclinou pra frente, enfiou a língua na minha boca com gosto de pasta de dente e cigarro que tinha fumado escondido na varanda. — Me fode forte hoje… quero sentir amanhã quando sentar — pediu quase implorando. Virei ela de quatro num movimento rápido. Ela empinou a bunda, abriu as pernas mais, me oferecendo tudo. Entrei de uma vez, até o talo, sentindo a buceta quente e escorregadia me apertar. Bati com força, a carne da bunda dela tremendo a cada estocada. Ela abafava os gemidos no travesseiro, mas quando eu puxava o cabelo dela pra trás, ela não aguentava e soltava um “ai, porra, assim!” bem alto. Enfiei um dedo no cuzinho dela enquanto metia, só a pontinha, e ela gozou na hora, tremendo inteira, apertando meu pau tão forte que quase me fez gozar junto. Segurei, tirei de dentro, virei ela de barriga pra cima de novo e gozei em jatos grossos no peito e na barriga dela, vendo o sêmen escorrer pelos lados dos seios. Ela passou a mão no gozo, levou os dedos à boca, chupou devagar me olhando nos olhos. — Amanhã à noite você vem pro meu quarto… quero de quatro na cama de casal — disse baixinho, antes de se levantar, pegar o robe e sair do quarto como se nada tivesse acontecido. Fiquei ali deitado, o coração batendo forte, o cheiro dela ainda no lençol, já pensando na próxima.
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